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DHL lança ferramenta online que mede emissão de gases no transporte de carga

O Carbon Calculator é gratuito e pode ser utilizado para trechos nacionais e internacionais e de qualquer modal

A DHL Global Forwarding, divisão do Grupo Deutsche Post DHL especializada em fretes aéreos e marítimos, lançou o DHL Carbon Calculator, ferramenta online que permite o cálculo do volume de gases que provocam o efeito estufa no transporte de cargas. A ferramenta, que é gratuita, permite que proprietários e transportadores calculem as emissões de quase qualquer tipo de carga e modal utilizado (aéreo, marítimo, rodoviário, ferroviário, etc.). O cálculo é feito online e em tempo real, com base em algoritmos inteligentes e bases de dados internacionais reconhecidas.
“Enquanto muitas ferramentas online proporcionam apenas uma estimativa grosseira das emissões nos transportes e rotas, o DHL Carbon Calculator é baseado em dados logísticos reais” explica Kathrin Brost, vice-presidente de Estratégia Sustentável e Inteligência do Cliente da DHL Global Forwarding. Esses dados incluem a rota da origem até o aeroporto ou porto mais próximo, o trecho principal via área ou marítima e o trecho final (last mile) no país destino.


Para determinar o nível de emissões, o DHL Carbon Calculator usa dados de seu Departamento de Contabilidade e Controle de Carbono. A tecnologia utilizada reflete protocolos internacionais como o Greenhouse Gas Protocol, o European Standard EN 16258, assim como o Global Logistics Emissions Council.
Para calcular as emissões, o internauta deve preencher a localização do remetente e do destinatário, assim como o volume e peso dos produtos embarcados. Baseados nestas informações, o DHL Carbon Calculator recomenda uma rota de transporte, que pode ser alterada. Com isso, a ferramenta calcula o montante de CO2 e outros gases do efeito estufa que o transporte irá gerar. As consultas à ferramenta são gratuitas e não demandam registro. No entanto, usuários registrados tem acesso a uma gama ampliada de funções analíticas.
De acordo com Cindy Haring, CEO da DHL Global Forwarding Brasil, “a ferramenta da DHL auxilia o cliente a desenhar cenários e optar pelas rotas com maior eficiência em termos de emissão de gases poluentes.  Neste sentido, a calculadora pode ser ‘termômetro’ complementar para a eficiência da operação logística”, diz.
No Brasil, além do DHL Carbon Calculator, a DHL Global Forwarding oferece mais dois tipos de relatórios analíticos na área de sustentabilidade: o Carbon Report, que individualiza o volume de emissões de embarques realizados com a DHL (permitindo inclusive recortes especiais por empresa, rota comercial, período ou produto), e o Carbon Dashboard, que une as informações da emissão de carbono, índices de eficiência da operação e propõe cenários alternativos com alterações nos modais, rotas e outros parâmetros.


Continental constrói centro de pesquisa para borracha feita a partir do dente-de-leão

Laboratório impulsionará o cultivo e o processamento do vegetal para a produção de pneus

A partir da construção de um centro de pesquisa para a industrialização do cultivo e o processamento da borracha oriunda do dente-de-leão, a Continental planeja expandir seu projeto batizado de Taraxagum. O projeto é conduzido em colaboração com o IME Fraunhofer Institute, com o Julius Kühn Institute e com especialistas em desenvolvimento de plantas de Eskusa, em Parkstetten, na Alemanha.
A empresa investirá aproximadamente 35 milhões de euros na primeira fase do projeto. “A construção do Laboratório Taraxagum é parte de nosso consistente esforço de implementação da estratégia de crescimento de longo prazo Visão 2025, que envolve pesados investimentos em nossas capacidades de produção e de pesquisa”, disse Burkhardt Köller, chairman do Management Board da Continental Reifen Deutschland GmbH e chefe do Controlling na divisão de Pneus da Continental.
“Com o Laboratório Taraxagum alcançamos um marco nesse projeto”, explica Andreas Topp, chefe de Material, Desenvolvimento de Processos e Industrialização de Pneus da Continental. “Esse projeto excitante tem sido desenvolvido em um ritmo promissor. Uma pequena série de pneus Taraxagum, com a banda feita integralmente de borracha de dente-de-leão, foi testada contra pneus convencionais feitos de borracha natural e os resultados foram extremamente positivos. Agora, nós queremos avançar para a produção em série de Taraxagum e com o novo laboratório estamos criando as fundações para isso”, diz.
A Continental começou a trabalhar no desenvolvimento de Taraxagum há cerca de cinco anos. O dente-de-leão russo foi cultivado de modo a poder ser produzido em maiores quantidades do que a borracha tradicional derivada das árvores tropicais. Novos processos e métodos de produção também estão sendo desenvolvidos para produzir a borracha empregada na produção de pneus e de outros produtos a partir da seiva de látex da raiz da planta.
Nas experiências iniciais, a Continental produziu pneus de inverno para carros de passeio e autopeças. O dente-de-leão também pode ser cultivado no Norte e no Oeste da Europa, fazendo com que seja muito mais curta a rota de transporte entre os locais de produção no continente, contribuindo assim para um uso sustentável e socialmente viável dos recursos existentes.


Projeto sustentável rende o selo Gold da certificação Leed ao Golgi Seropédica

Empreendimento é o primeiro do estado do Rio de Janeiro a obter o reconhecimento

O condomínio Golgi Seropédica, localizado no município de Seropédica (RJ) e pertencente à incorporadora Golgi, é o primeiro no estado do Rio de Janeiro – e o segundo em todo o país – a conquistar o nível Gold da certificação Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), concedida pelo U. S. Green Building Council.
O selo atesta os mais altos padrões internacionais de construção sustentável, desde a fase de projeto até a operação. Além disso, a certificação assegura que foram tomadas medidas para oferecer mais qualidade no ambiente de trabalho para todos os ocupantes do empreendimento.
Para garantir a eficiência hídrica e reduzir o consumo de água no Golgi Seropédica, o paisagismo foi feito utilizando espécies nativas e foram instalados dispositivos redutores de vazão e arejadores nas torneiras, chuveiros e mecanismos de descarga dual flush. Além disso, o sistema de irrigação utiliza água das estações de tratamento de esgoto.


O condomínio conta também com alta eficiência energética, com chuveiros com aquecimento solar, priorização da iluminação natural para manter as luzes desligadas durante o dia, isolamento térmico, pintura de paredes e pavimentos com cores claras, uso de telhas de alta refletância e ventilação natural. Tudo isso proporcionou uma redução de 37% do consumo de energia.
Pensando na segurança dos ativos e colaboradores, o empreendimento conta ainda com padrão rigoroso de segurança 24 horas por dia, por meio de operação profissional terceirizada que inclui portaria com eclusas, guarita blindada, circuito fechado de TV, sala de controle de segurança, perímetro monitorado com duplo cercamento, cercas eletrificadas, dilaceradores de pneus e controle de acesso por biometria.
Situado próximo ao entroncamento do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro com a Rodovia Presidente Dutra, o Golgi Seropédica apresenta acesso facilitado ao Porto de Itaguaí e seu polo siderúrgico, aos polos petroquímicos de Duque de Caxias e Itaboraí, ao Aeroporto do Galeão, à cidade de São Paulo e aos grandes centros consumidores e principais portos do país.
Construído em um terreno de 522 mil m², o projeto do Golgi Seropédica conta com uma área total de 241 mil m² para armazenagem. Atualmente, 53 mil m² correspondentes à primeira fase do empreendimento, no galpão A, estão locados para uma operação de e-commerce, e 32 mil m² estão disponíveis para locação imediata. Além disso, o galpão B já está disponível para locação.
A estrutura conta também com pátio externo para carretas e vagas internas, além de áreas comuns que atendem a colaboradores, terceirizados e fornecedores com auditório, salas de reuniões, vestiários, restaurante e áreas de convivência e de apoio ao caminhoneiro. No primeiro semestre de 2017 entrará em operação, com 250 mil m², outro condomínio da empresa, o Golgi Duque de Caxias (RJ).


Maior termelétrica movida a biogás de resíduos sólidos urbanos do Brasil é inaugurada no Estado de São Paulo

Empreendimento representa um importante reforço energético para São Paulo e tem a sustentabilidade ambiental como pilar


Com potência instalada de 29,5 MW e investimentos de mais de R$ 100 milhões, foi inaugurada nesta sexta-feira, 16 de setembro, em Caieiras, região metropolitana de São Paulo, a maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário do Brasil e uma das maiores do mundo.
Representando o governador Geraldo Alckmin, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, destacou a importância da geração desse tipo de energia. “A primeira coisa que o homem produz no ambiente urbano é lixo e uma das principais necessidades do ser humano nos dias atuais é a energia elétrica. Além de dar segurança energética ao centro de carga do país, essa usina realiza um dos principais desafios do mundo moderno, que é transformar resíduos urbanos em energia elétrica limpa”, afirmou.


A Termoverde Caieiras, que pertence ao Grupo Solví, foi construída na Central de Tratamento e Valorização Ambiental (CTVA) da Essencis, no km 33 da Rodovia Bandeirantes, e gera energia limpa a partir do resíduo depositado no aterro sanitário da Essencis. O gás metano, o principal componente do biogás, é o combustível utilizado para a geração de energia.
“Mesmo em tempos de crise econômica, o conselho deliberativo teve a coragem de aprovar um investimento desse valor gerando emprego e apoiando o meio ambiente. Estamos aqui deixando um legado”, destacou o diretor técnico do grupo Solví, Eleusis Creddo.
A usina foi construída em uma área de 15 mil metros quadrados e teve autorização da Aneel para iniciar a operação em julho de 2016. Como contrapartida ambiental, a Termoverde Caieiras realizou a preservação da vegetação e da fauna local, a manutenção da topografia existente, a não geração de odores e a isenção de riscos de poluição de mananciais e da atmosfera.
“Parabenizamos o grupo Solví por essa inauguração, por acreditarem no Brasil e na cidade de Caieiras”, disse o prefeito do município, Roberto Hamamoto.
A produção da usina é suficiente para abastecer até 130 mil residências, segundo a empresa.

Fonte: Energia SP

Eletrificação ferroviária é trilho para o futuro

Primeiro evento da série Vida Inteligente discute papel de ferrovias eletrificadas como indutor do crescimento econômico regional

Ferrovia eletrificada faz crescer a economia ao transportar energia, infraestrutura e dados; ao redor se desenvolvem cidades e empresas - Fotolia

 Nos anos 1960, o filósofo canadense Marshall McLuhan criou a expressão “o meio é a mensagem”. Para ele, a forma como a mensagem chega às pessoas seria tão importante quanto o próprio conteúdo. Cinco décadas depois, a máxima de McLuhan pode ajudar a descrever o modelo de estradas de ferro eletrificadas: muito além de um caminho entre os pontos A e B, elas são indutoras do crescimento da economia ao transportar energia, infraestrutura e dados; e ao oferecer um entorno propício para o desenvolvimento de cidades e atividades empresariais.
— Ferrovias são eixos sociais, ambientais e econômicos — afirmou Ricardo Kenzo, executivo sênior de Desenvolvimento de Negócios da Siemens, durante o evento “A Contribuição da Eletrificação para um Novo Padrão de Desenvolvimento do Brasil”, que abriu a série de debates Vida Inteligente.
O encontro, mediado pelo economista Raul Velloso, realizado pelo jornal O GLOBO e correalizado pela Editora Globo, marca o início de um amplo debate sobre a necessidade de um novo padrão de desenvolvimento tecnológico e econômico no país. Historicamente, o Brasil deixou de ser um país costeiro a partir da implantação de sua malha ferroviária, no século 19, que chegou a contar com 37 mil quilômetros de trilhos e ferrovias espalhados por 14 das 20 províncias do Império.
— Foi a partir da dobradinha ferrovia-porto que o Brasil se inseriu no mercado internacional. Os eixos de desenvolvimento do país se deram em torno das ferrovias e isso é uma marca até hoje — disse Frederico Bussinger, consultor em planejamento e gestão ferroviária e ex-secretário-geral do Ministério dos Transportes. Para ele, falta ao país um modelo de planejamento e gerenciamento integrados para que as ferrovias eletrificadas voltem a crescer.

Geração de riqueza
Na opinião de Jean Carlos Pejo, secretário-geral da Associação Latino-Americana de Ferrovias (ALAF), os atuais projetos de novas estradas de ferro nas regiões Norte e Nordeste do país deveriam ir além da questão puramente logística.
— É importante criar condições para que as ferrovias tragam fábricas que gerem Riqueza ao longo de seu eixo, como no caso do beneficiamento da soja e milho, pois isso agrega valor para as regiões — disse.
Ferrovias de carga no Brasil atual transportam principalmente minério voltado à exportação, mas há vários projetos para atender demandas também do agronegócio. Como exemplo de desenvolvimento, Pejo citou o estado de São Paulo, que se aproveitou do espaço das ferrovias durante o ciclo do café, no início do século passado, e hoje é o mais industrializado do país.
— A malha ferroviária de São Paulo foi a mais eletrificada do Brasil — completou.
De acordo com Pejo, a eletrificação deve estar presente em novos projetos ferroviários. Para isso, é necessário expandir o enfoque das discussões sobre o tema.
— Não podemos ficar presos em modelos já adotados para transporte de minério. Nem toda produção é para exportação e é importante analisar as vantagens da eletrificação e torná-la parte do debate nacional.

Infraestrutura sustentável
A questão ambiental também foi destaque no debate. Frederico Bussinger ressaltou que “a adoção da eletrificação é importante não apenas para reduzir as emissões de CO2, que é parte de acordos internacionais sobre o clima, mas também quanto a emissão de resíduos particulados, comuns nas regiões metropolitanas e que também fazem mal à saúde”.
— É uma forma de entregarmos mais qualidade de vida às pessoas — completou Ricardo Kenzo.
O executivo fez um balanço das diversas discussões no encerramento do evento. Ele afirmou ainda que a falta de planejamento pode prejudicar a eficiência do país e que é preciso estar atento aos benefícios e receitas acessórias em ferrovias eletrificadas, que geram sinergias.
— Por meio de sua implantação, a ferrovia eletrificada ou preparada para a eletrificação proporciona crescimento e desenvolvimento no entorno, podendo impulsionar, além da própria infraestrutura logística, outras utilidades, como redes de água e energia, por meio de transmissões elétricas ou gasodutos, e serviços de telecomunicações, provendo múltiplas utilidades para a indústria, com criação de empregos, e para as pessoas, com aumento de qualidade de vida e acesso à informação e educação — disse Kenzo.
Yuri Sanches, diretor de vendas de Sistemas de Mobilidade da Siemens, ressaltou que a discussão sobre a eletrificação contribui para a retomada do progresso:
— A infraestrutura é a chave da volta do crescimento, é o caminho por onde se dará o desenvolvimento.

Fonte: O Globo

EcoPark Curitiba oferece soluções para companhias de logística e indústrias leves

Estrutura reúne principais atributos valorizados em operações logísticas


Considerado um dos mais avançados condomínios logísticos do País, o EcoPark Curitiba oferece galpões inteligentes e versáteis para atender às necessidades de empresas de logística e indústrias leves, na Cidade Industrial, em Curitiba, no Paraná. O empreendimento traz diferenciais, como excelente localização, alta tecnologia, flexibilidade e fácil adaptação, além de maior economia, devido à eficiência energética e ao uso da água.
Sua área locável (ABL) de 54 mil m² é apenas a primeira fase de um potencial de 144 mil m² de ABL, em um terreno de 375 mil m². Está localizado na principal rota de abastecimento das regiões Sul e Sudeste do País, entre os Portos de Paranaguá e Itajaí, a poucos quilômetros do Aeroporto Internacional Afonso Pena e com acesso fácil ao centro de Curitiba.
Com módulos a partir de 6.257 m², o espaço do EcoPark Curitiba oferece vantagens e serviços aos usuários, como ampla área de manobra para caminhões e carretas, portaria blindada e segurança 24 horas com controle perimetral e Circuito Fechado de Televisão (CFTV), estacionamento interno e externo para carros, caminhões, carretas e ônibus, sala de gerenciamento e administração do condomínio, gestão profissional do empreendimento, auditório, ambulatório, refeitório, vestiário modular e manutenção das áreas comuns, incluindo jardinagem e limpeza.
É o único condomínio logístico paranaense a ser reconhecido por seu menor impacto ambiental, eficiência energética, uso inteligente da água e geração de resíduos com o certificado Leed Gold (Leadership in Energy and Environmental Design), concedido pelo United States Green Building Council (USGBC). “A busca pela relação ideal dos itens de sustentabilidade se traduz em custos mais baixos na operação, mantendo, ainda, a integridade e a qualidade das instalações”, explica o sócio-fundador da HSI, Maximo Lima.
Administrado pela HSI – Hemisfério Sul Investimentos e pela Essex Empreendimentos Imobiliários, o EcoPark Curitiba mantém a tradição de uma das empresas mais experientes do setor, no Brasil, com o foco para grandes plataformas, agilidade e ativos triple A.


Mercedes apresenta caminhão pesado totalmente elétrico

Companhia prevê o início da fabricação em série já na próxima década

A Daimler Trucks, detentora da marca Mercedes-Benz, apresentou, na última semana, em Stuttgart, na Alemanha, o primeiro caminhão totalmente elétrico com peso bruto total (PBT) de até 26 toneladas, para distribuição em curtas distâncias, batizado de Urban eTruck.
De acordo com a própria companhia, o veículo, alimentado por um conjunto de três módulos de baterias de lítio-íon, é um demonstrativo de que, no futuro, os caminhões pesados realizarão serviços de distribuição urbana com emissão zero de poluentes e com níveis de ruído tão reduzidos que chegam a ser quase imperceptíveis.
O Mercedes-Benz Urban eTruck apresenta autonomia de até 200 km e a Daimler prevê que a produção em série seja possível já no início da próxima década. No segmento de leves, a companhia já tem demonstrado a adequação para o dia a dia do caminhão totalmente elétrico em testes realizados junto a alguns clientes desde 2014.
O Urban eTruck foi baseado em um caminhão pesado Mercedes-Benz de três eixos. Os engenheiros da companhia revisaram o conceito de propulsão: o trem de força convencional foi substituído por um novo eixo traseiro, com propulsão elétrica por motores posicionados diretamente junto aos cubos de rodas. Graças a esse conceito, as baterias são acomodadas em um local à prova de colisões dentro do quadro do chassi.
“Anteriormente, os sistemas elétricos de propulsão tinham uso extremamente limitado em caminhões”, explica Wolfgang Bernhard, membro do Conselho de Administração da Daimler AG e responsável pela Daimler Trucks & Buses. “Os custos, desempenho e tempo de carga se desenvolveram tão rapidamente que agora há uma inversão da tendência no setor da distribuição: a época é propícia para o caminhão elétrico”.
Até pouco tempo, os altos custos das baterias e sua curta autonomia eram obstáculos para o uso de sistemas totalmente elétricos de condução nos caminhões. A tecnologia, porém, já se encontra muito mais madura. A Daimler prevê que os custos das baterias terão diminuído duas vezes e meia até 2025 na comparação com 1997, e o desempenho tende a melhorar em uma proporção equivalente.


Como funciona a primeira estrada elétrica do mundo, inaugurada na Suécia

Objetivo é redução de emissões de dióxido de carbono; experimento deve se repetir na Califórnia.
 

A Suécia tem uma missão: conseguir fazer que, até 2030, o setor de transporte não utilize mais combustíveis fósseis.
No mercado já existem soluções para diminuir as emissões de automóveis privados, como os carros elétricos e híbridos.
Mas uma dos desafios é reduzir a contaminação produzida por caminhões de carga que, no país nórdico, representam 15% das emissões de dióxido de carbono.
Por isso, o país está testando uma solução inovadora: autoestradas elétricas - as primeiras do mundo. Nelas, os veículos pesados podem ser alimentados por uma rede elétrica graças a um sistema de distribuição de energia parecido com o utilizado nas linhas de trem da Europa.
O projeto, conhecido como eHighway, acaba de ser inaugurado em um trajeto de dois quilômetros da autoestrada E16, ao norte de Estocolmo.
Utiliza veículos híbridos que contam com um mecanismo instalado no topo da boleia do caminhão, chamado de "pantógrafo inteligente", que é acionado automaticamente quando entra neste trecho da via, se conectando às linhas de eletricidade instaladas sobre a pista.
Emissões zero
Diferentemente dos ônibus elétricos tipo tróleibus, os caminhões podem se desconectar da rede quando precisam trocar de pista - para ultrapassar outro veículo, por exemplo.
Nesse caso, o caminhão volta a usar diesel.
A velocidade máxima que o veículo faz quando conectado à rede elétrica é de 90 km/h.
"O eHighway é duas vezes mais eficiente que os motores convencionais de combustão interna", explica Roland Edel, engenheiro chefe do departamento de mobilidade da Siemens, a empresa alemã responsável pelo projeto. "(Nossa) inovação consiste em alimentar os caminhões com a energia que vem das linhas (elétricas)."
Durante o tempo em que estes veículos estão se movendo com eletricidade, eles não emitem dióxido de carbono e tem uma eficiência de 80%.
Com a tecnologia, "o consumo de energia se reduz à metade, e a contaminação ambiental local diminui", acrescenta Edel.
E a cada vez que o condutor freia, alimenta a rede elétrica com a energia cinética que é liberada.

'Complemento excelente'
Por ora, sistema funciona em um trecho de dois quilômetros
"Grande parte dos produtos que são transportados na Suécia passam por estradas. As autoestradas elétricas oferecem a possibilidade de libertar os caminhões da dependência do combustível fóssil", destacou Anders Berndtsson, chefe de estratégia da Administração Sueca de Transporte.
Quando os caminhões saem da rede, ativam o motor diesel para seguir o trajeto.
Este ano, a empresa alemã fará um piloto parecido na Califórnia, nos Estados Unidos, em um trecho de três quilômetros da estrada que conecta o porto de Los Angeles a Long Beach.


Fonte: Globo

Sacolinha e fraude

E lá vamos nós com a questão da sacolinha plástica novamente. Não basta o governo fazer isso diuturnamente, também o setor privado o faz. Todos se aventuram a tirar sua vantagem. Impressionante país que não se leva a sério em hipótese alguma. Principalmente São Paulo, que tem a prefeitura dos sonhos de qualquer exterminador.
Nunca se pensa no consumidor, no cidadão. Sempre em seu proveito próprio. Mas, claro, a culpa não é só deles. É muito mais nossa. Aceitamos tudo como se fôssemos uma grande lata de lixo. Precisamos fazer respeitar nossa inteligência.
A sacolinha plástica virou a vilã da má qualidade de vida. Como se fosse apenas ela. E querem fazer crer que com sua eliminação o planeta estará salvo. Contra a garrafa de tereftalato de polietileno (PET) não se fala ou faz nada. Talvez porque o povo seja a parte fraca, e as grandes companhias de  refrigerantes e os governos das várias esferas a parte forte.
E também as demais mercadorias vendidas a nós diariamente, que estão em plásticos. Por exemplo, os salgadinhos em geral. Também os detergentes têm embalagens plásticas e muitos outros produtos de limpeza. O papel higiênico vem embalado em plástico. O nosso jornal é entregue em casa em um saco plástico.
Há uma infinidade de mercadorias cuja embalagem é plástica, e não vemos  ninguém vociferar contra elas. Talvez porque essas embalagens façam parte do preço de compra e venda, ou seja, não estão sendo dadas. Olhamos nossa despensa e praticamente só tem embalagens plásticas.
Está claro a todos que a questão não é ecológica. É puramente financeira. Não se está pensando no meio ambiente, no futuro do planeta. Todos estão pensando em seus próprios bolsos. Que é tudo que se faz no nosso Brasil. Tudo é sempre contra o povo, cordeiro que somos.

Por: Samir Keedi

Twitter: twitter.com/samirkeedi;

Logística sustentável: chance de criar valor

Estudo da DHL Supply Chain ressalta que a sustentabilidade não é mais vista como um custo adicional, mas sim uma oportunidade de criar valor [...]

A cadeia de suprimentos sustentável revelou-se como uma oportunidade inexplorada para capturar valor e gerar receitas superiores, conforme um estudo realizado pela DHL Supply Chain em parceria com o Grupo Lharrington LLC. Enquanto, antigamente, a cadeia de suprimentos era o elo mais fraco do ponto de vista da sustentabilidade, o novo processo é um imperativo de negocios que pode reduzir as emissões de carbono, proporcionar diminuições significativas de custos e melhorar o favorecimento entre os consumidores.


Uma cadeia de suprimentos ambiental gerencia produtos e materiais desde o início até o fim da vida útil do produto, como em um circuito fechado.  A eliminação dos resíduos economiza recursos enquanto a reciclagem eficaz gera valor. Citando exemplos da indústria, o estudo da DHL Supply Chain explora a melhor forma de gerenciar cadeias de suprimentos “verdes” e também como empresas líderes estão reduzindo com sucesso emissões de carbono, otimizando as operações e criando novos fluxos de receitas lucrativas.
O estudo ressalta que as empresas que aplicam melhores práticas de negócios reportam  redução de custos de quase US$ 1 bilhão resultante de sua cadeia de suprimentos sustentável. Assim, essas companhias já não percebem a sustentabilidade como um custo adicional, mas sim como uma oportunidade de criar valor.  
Para ressaltar a importancia da sustentabilidade dentro da DHL, a empresa conta com o Programa GoGreen, que busca minimizar os impactos causados ao meio ambiente a partir das operações da empresa. Um dos principais objetivos é, até 2020, reduzir em 30% a emissão de CO2 causada pelas atividades. Esse desafio foi lançado em 2009 e, os resultados alcançados têm sido maiores do que o esperado.
Isso só foi possível porque todos os elos da cadeia de suprimentos são estimulados a reduzir o consumo, reutilizar e reciclar materiais, contribuindo para a preservação de recursos naturais. Além disso, a empresas deve estimular para que as operações inovem e desenvolvam técnicas para tornar seus processos e operações mais eficientes, utilizando menos matérias-primas e otimizando o transporte das mercadorias.
Um dos setores que é mais atendido pela DHL Supply Chain, por exemplo, no aspecto da sustentabilidade e da logística reversa, é o de tecnologia. São mais de 120 mil toneladas de produtos movimentados por ano, como celulares, eletroeletrônicos, computadores, tablets e impressoras.
“Oferecemos 100 mil metros quadrados de área de armazenagem voltados específicamente à movimentação de produtos do setor de tecnologia, principalmente distribuidos em São Paulo e Região Metropolitana, Manaus, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Recife”, ressalta Marcos Menna, diretor sênior de operações da DHL Supply Chain.
Atualmente, cerca de 20% dos clientes da empresa são do setor de tecnologia. E para seguir um programa de sustentabilidade, a empresa passou a ter um melhor gerenciamento dos processos, consolidando pedidos para assim otimizar o uso da frota e, consequentemente, reduzir emissões de CO2 das operações. 
“Quando o modelo de cadeia de suprimentos sustentável é executado corretamente, as empresas capitalizam aumentos de receita e elogios sociais dos clientes, ao mesmo tempo garantindo que suas operações estejam de acordo com as medidas de conformidade exigidas, como reduzir, reutilizar, reciclar e recuperar”, completa Menna. 
Segundo explica, a redução está relacionada à eliminação de resíduos gerando eficiência; a reutilização envolve a remodelagem do produto; já a reciclagem significa garantir que seus resíduos gerados se transformem em oportunidade. A recuperação é o processo de decompor produtos que estão no fim de sua vida útil para capturar valores residuais.

(Foto: DHL/Divulgação)

Fonte: Logweb

A maldita febre da geração dos descartáveis

Por, Bruno Perin
A praticidade e a falta de tempo tomaram conta dos nossos dias. Qualquer coisa que aumente a velocidade é ótima: andar mais rápido, entregar as atividades, fazer mais em menos tempo, até exercícios. No entanto, algo me despertou a atenção nesses dias, e foi uma churrasqueira (sim, eu sou gaúcho e amo churrasco, mas não foi por esse lado). 
Eu ganhei uma de aniversário, e obviamente achei incrível o presente. Quando fui viajar, alguns dias atrás, meus amigos a usaram, e um combinou com o outro de limpá-la. Aquele que era o responsável por arrumar a churrasqueira acabou indo viajar depois, sem fazer a limpeza, e o outro acabou não fazendo porque não era sua responsabilidade. No final de semana, quando fui usar, ela estava imunda e, se ficasse mais tempo daquele jeito, poderia estragar e não ser mais usada.
O que mais me chamou atenção? Foi que, ao falar sobre o assunto, ficou nítido no meu amigo que “tanto faria”. Qualquer coisa, se realmente estragasse, jogava aquilo fora e logo comprava outra.
Então eu percebi o quanto isso está sendo levado para as relações humanas de hoje, principalmente por essa geração. É estranho, pois cada vez mais as pessoas, apesar de conectadas, se sentem solitárias, e também descartam as outras com uma facilidade absurda – quase como esses objetos.
Você começa a falar com alguém interessante. Em dois dias, caso a resposta não seja a esperada, tchau! Você iniciou uma amizade com alguém, está tudo bem, até que a pessoa não cumpriu com alguma expectativa. Tchau! E eu posso citar mais e mais exemplos, infelizmente.
A ideia de que você pode trocar qualquer coisa por algo novo, em vez de cuidar daquilo que já tem, virou uma péssima febre, moda, ou qualquer coisa que muitos estejam fazendo... Laços se constroem na dificuldade, histórias incríveis precisam de conflitos, grandes seres humanos se desenvolvem com adversidades, mais do que vitórias. Então, por que descartar?
Afinal, quando ganhei meu presente, foi pensando que tivesse ótimas experiências com ele, fazer ótimas comidas, errar algumas, reunir amigos e celebrar momentos maravilhosos e únicos. Eu quero essa nostalgia. Até a churrasqueira tem um nome agora (“Esquentadinha”) e vai passar o máximo de tempo possível comigo.
Das varias tendências do mundo, essa eu não vou seguir. Se quiser me chamar de velho ou antiquado, tudo bem, eu aceito sem problema nenhum. Mas ainda assim serei essa pessoa com várias pessoas especiais, laços fortes e histórias memoráveis, que prefere não descartar o que é bom. Me parece uma boa construir algo de valor.
Então, quando estiver em situações adversas, quebra de expectativas e decepções, procure avaliar se você está seguindo a moda do larga e procura algo novo, ou se você quer construir bons laços e experiências. Agora me deixe ir que está na hora de começar outro churrasco com a boa e futura velha Esquentadinha.
Fonte: Administradores.com

TNT Airways substitui documentos de voo em papel por iPads

A TNT Airways, companhia aérea subsidiária da TNT, obteve a aprovação das Autoridades Bélgicas de Aviação Civil para tornar as cabines das suas 50 aeronaves “sem papel” e utilizar iPads Air tablets como sistema diretor de voo.
Cada iPad substituirá 50 kg de livros e manuais em papel, transportados pela tripulação em cada viagem. Também facilitará a atualização dos documentos de voo, uma vez que as alterações são feitas de forma centralizada e eletrônica, independentemente da localização da equipe de bordo.
Todos os 274 pilotos da TNT Airways receberam um iPad. Os cockpits das aeronaves foram alterados para se adequar ao uso do dispositivo em todas as fases do voo, incluindo decolagens e pousos.



A aprovação foi obtida após um período de validação de seis meses. As Autoridades de Aviação Civil da Bélgica atestaram que as condições de segurança foram todas atendidas.
A TNT retirará toda a documentação em papel das aeronaves e voos até o final de 2014. A partir de 1º de janeiro de 2015, os pilotos da TNT contarão apenas com os iPads para acessar informações, como manuais, mapas de voo e de navegação.
“TNT Airways é uma das primeiras companhias aéreas comerciais da Europa a receber autorização para eliminar os papeis de suas cabines. Isso comprova o compromisso da TNT com inovação e segurança”, afirma Martin Sodergard, diretor das Operações em Rede da TNT.


Fonte: Revista Mundo Logística


Contêiner se transforma em estação solar móvel

 O PowerCube é um sistema que promete levar energia limpa aos locais mais remotos e necessitados da Terra. A base da estrutura é feita a partir de contêineres e, com apenas o toque em um botão, painéis solares deslizam para fora e começam a produzir energia.
A empresa responsável pelo projeto é a norte-americana Ecosphere Technologies, que pretende disponibilizar a ideia para ajudar comunidades carentes ou locais afetados por desastres naturais. Em declaração ao site Fast Co.Exist, Corey McGuire, diretor de marketing da companhia, explicou que é possível levar o PowerCube a qualquer lugar do mundo, seja pela ar, trem ou barco.


O projeto levou sete anos para ser finalizado, até que se tornasse o mais eficiente possível. De acordo com a fabricante, o modelo final chega a ser 400% mais produtivo do que um sistema comum, em que as placas seriam fixadas na parte superior do contêiner.



Além de fornecer eletricidade, o sistema também é capaz de produzir água em locais que não possuem mananciais, através de um gerador atmosférico, e o espaço interno pode ser usado de diversas maneiras. Os contêineres podem ser transformados em salas de aula ou locais para assistência médica, por exemplo.
O local também oferece tecnologia para internet e comunicação, itens praticamente inexistentes em casos de desastre ou áreas isoladas. 
 
Fonte: Redação CicloVivo

Projeto de estrada solar arrecada mais de US$ 1,5 milhão em financiamento coletivo


Quando o tema aquecimento global começou a ser difundido, pessoas em todo o mundo voltaram suas atenções a isso. O casal norte-americano Julie e Scott Brusaw está entre os que se incomodaram com o assunto, mais do que isso, eles pensaram em uma solução para amenizar o problema: criar estradas feitas com placas solares.
A estratégia permitiria a substituição do asfalto por uma tecnologia que reduz o uso de petróleo, ao mesmo tempo em que produz energia limpa a partir de uma fonte constantemente abundante. A ideia foi tão genial que recebeu um contrato para testes com a Administração Rodoviária Federal dos EUA e conquistou patrocinadores em todo o mundo. Prova disso foi o sucesso do projeto no Indiegogo, site de financiamento coletivo. A Solar Roadways entrou no sistema com um alvo bem alto, buscando US$ 1 milhão. Faltando quase vinte dias para o fim das doações, o projeto já alcançou US$ 1.848,44.
A pavimentação modular é feita com paineis solares hexagonais, resistentes o bastante para suportarem o tráfego das estradas. Por toda a eficiência, ele também pode ser usado em estacionamentos, calçadas, ciclovias e qualquer outra superfície onde normalmente seriam instalados concreto, asfalto ou paralelepípedo.

Além de permitir a produção constante de energia, as estradas feitas com este material poderiam ser equipadas com faixas em LED. Esse detalhe aumentar a visibilidade do motorista para as sinalizações, principalmente durante a noite, elevando também a segurança. Outro benefício, ideal para os países frios, é a possibilidade de aquecimento da pista para derreter a neve.
Assim como das vias tradicionais, a pista do futuro é equipada com canais para a saída das águas pluviais. Por ser modular, as unidades danificadas podem ser facilmente substituídas, reduzindo o tempo de obras e os gastos. Falando em economia, por causa da geração de eletricidade, o sistema paga por si mesmo em pouco tempo.


Os primeiros testes com o material já foram feitos. Com todo o capital arrecadado através do financiamento coletivo a empresa pretende contratar mais pessoas e especialistas em tecnologia para desenvolver ainda mais o sistema e coloca-lo nas ruas o mais rápido possível.

Veja no vídeo abaixo como funciona o Solar Roadways:
 

Fonte: Thaís Teisen - Redação CicloVivo

Hospital do Coração, em São Paulo, irá utilizar bicicletas em 40% das entregas de exames a pacientes

Antigamente, as bicicletas eram comumente utilizadas para entregas. Hoje em dia, apesar de todo o avanço tecnológico, elas estão em voga por serem opções mais sustentáveis, principalmente para cutas distâncias.

O Hospital do Coração (HCor), de São Paulo, percebeu isso e vai adotar a bicicleta para entregar exames aos seus pacientes. Assim, gasta-se menos e não há emissão de poluentes.
No entanto, não é possível deixar de usar o serviço dos motoboys, principalmente para entregas mais longínquas. Em dois meses de teste, os bikers do hospital evitaram a emissão de cerca de 65,31 kg de CO2.
A partir deste mês, as entregas em domicílio utilizando bicicletas serão responsáveis por 40% do total. – aqueles que estão num raio de até 5 km do hospital. Isso também reduz a taxa de entrega para o cliente.


Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35-atitude/2390-hospital-do-coracao-em-sao-paulo-ira-utilizar-bicicletas-em-40-das-entregas-de-exames-a-pacientes.html

Turbina eólica itinerante leva energia para quem não tem

Dá pra imaginar sua vida sem energia elétrica? E ainda tem muita gente no mundo sem acesso à ela: segundo a ONU, são mais de 1,3 bilhão de pessoas! Ou seja, uma em cada cinco pessoas.
Por conta disso, sempre aparece um inventor com uma ideia genial, como já mostramos aqui no Blog da Redação: lembra dos gira-giras que produzem energia para escolas da África?
Este projeto já mudou a vida de regiões da África Subsahariana e é realmente muito legal. Mas o que mostramos no post de hoje pode fazer muito mais.



Trata-se da BAT – Buoyant Airborne Turbine, uma espécie de turbina eólica que flutua. Preenchida com gás hélio, essa tecnologia é conectada com sistemas de monitoramento de condições meteorológicas para alinhar sua posição de forma eficiente.
Além disso, chega a altura de até mil pés, aproximadamente três vezes mais alto que uma turbina convencional. Essas inovações permitem o dobro de aproveitamento dos ventos em relação a tecnologia atual.
Testes com um protótipo foram realizados em Maine, na região da Nova Inglaterra, nos EUA, e agora o negócio é para valer! A cidade de Fairbanks, no Alasca, receberá a BAT por conta do investimento de U$1,3 milhão feito pela empresa que distribui energia na região.
Esta parceria foi importante para que a startup Altareos tirasse suas ideias do papel. A fase de demonstração comercial deve durar 18 meses.
Depois disso, o objetivo é expandir e levar a turbina flutuante para lugares carentes de energia elétrica, como a África, ou que se utilizam de fontes sujas, como o diesel. Segundo os ex-alunos do MIT que fundaram a startup e são responsáveis pela tecnologia, a BAT tem capacidade suficiente para abastecer 12 casas.
Ben Glass, CEO da Altaeros, afirmou em entrevista ao site Mother Nature Network que o acesso e a instalação são muito mais fáceis. “O BAT é transportado e instalado sem a necessidade de guindastes, torres ou fundações no subsolo – fatores que empataram projetos anteriores de fazendas eólicas”.
Abaixo, o vídeo produzido pela empresa para apresentar a tecnologia para o mundo. No vídeo, a síntese da criação: “Mais barata, flexível e significativamente mais eficiente, a BAT é a próxima geração de energia eólica”. Se for para o bem de todos, tomara!


Fonte: Exame

20 DICAS PARA UM AMBIENTE DE TRABALHO MAIS SUSTENTÁVEL


Fonte: Eco Desenvolvimento.org

Carregador da Tesla garante energia grátis para carros elétricos

Os norte-americanos que possuem um Model S, da Tesla - um dos carros elétricos mais vendidos no mundo - já podem atravessar os Estados Unidos sem pagar nada pela eletricidade consumida.
A Tesla instalou nesta semana seu centésimo supercarregador para carros elétricos, em Hamilton, Nova Jersey. Ao todo, existem 86 pontos nos Estados Unidos e outros 14 na Europa.
A Supercharger, como é chamada a estação de recarga rápida, é capaz de fornecer até 50% da capacidade da bateria de um Model S em 20 minutos (tempo 16 vezes mais rápido do que a maioria das estações de recarga públicas).






                                            Detalhe: recargas de até 20 minutos no supercarregador são gratuitas.

Quando o usuário quiser recarregar, basta parar em uma das estações da Tesla, que ficam próximas a restaurantes, postos e lojas de conveniência de estrada, e tomar um café, enquanto aguarda a recarga rápida do seu carro.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/carregador-da-tesla-garante-energia-gratis-para?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Lâmina de turbina eólica de 83 metros é transportada por caminhões

Maior lâmina de turbina eólica marítima do mundo é transportada da costa dinamarquesa para a costa escocesa em um processo logístico que normalmente daria muita dor de cabeça[...]

O que você vê na imagem acima é a maior lâmina de turbina eólica do mundo a caminho da maior turbina eólica marítima do mundo. São impressionantes 83,5 metros de comprimento por 4,2 metros de largura sendo transportados da Dinamarca, lugar onde foi fabricada, para a Escócia. Um verdadeiro pesadelo logístico.

A lâmina foi instalada em uma turbina marítima de 7 megawatts que está em testes, mas que deve começar a produzir energia a partir do ano que vem. A V164-7.0MW é fabricada pela SSP Technology em parceria com a Samsung Heavy Industries, divisão da Samsung especializada em equipamentos pesados e fabricação de embarcações — serviço prestado para a empresa Vestas, maior companhia especializada em energia eólica e aerogeradores do planeta.

O governo dinamarquês descreveu a logística do projeto em uma nota no site oficial: “Um transporte de lâminas fácil: O diâmetro da base das lâminas é de apenas 4,2 metros, ideal na facilitação de um tranquilo transporte rodoviário. As lâminas são transportadas em pesados caminhões de carga do local de produção da SSP Technology na região sul de Funen, Dinamarca. No porto de Esbjerg na costa oeste dinamarquesa, as lâminas são carregadas por embarcações especiais para o transporte marítimo rumo ao local de instalação na costa escocesa.”

Provavelmente, a parte do “transporte fácil” é algum tipo de humor dinamarquês que nós, brasileiros, não entendemos muito bem.

Veja o sensacional vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=7Rjzsjqmqws 

Fonte: Tecmundo

Logística Reversa

Vídeos do programa Globo Ecologia sobre Logística Reversa:




http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/12/logistica-reversa-estimula-reciclagem-de-aparelhos-eletroeletronicos.html

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/instituto-doe-seu-lixo-busca-solucoes-sustentaveis-para-o-descarte-do-residuos/3258748/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/prefeitura-do-rio-de-janeiro-multa-pessoas-que-jogam-lixo-no-chao/3258747/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/projeto-reutiliza-garrafas-pet-e-preserva-o-meio-ambiente/3258750/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/globo-ecologia-05042014-lixo-integra/3258766/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/