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Maior termelétrica movida a biogás de resíduos sólidos urbanos do Brasil é inaugurada no Estado de São Paulo

Empreendimento representa um importante reforço energético para São Paulo e tem a sustentabilidade ambiental como pilar


Com potência instalada de 29,5 MW e investimentos de mais de R$ 100 milhões, foi inaugurada nesta sexta-feira, 16 de setembro, em Caieiras, região metropolitana de São Paulo, a maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário do Brasil e uma das maiores do mundo.
Representando o governador Geraldo Alckmin, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, destacou a importância da geração desse tipo de energia. “A primeira coisa que o homem produz no ambiente urbano é lixo e uma das principais necessidades do ser humano nos dias atuais é a energia elétrica. Além de dar segurança energética ao centro de carga do país, essa usina realiza um dos principais desafios do mundo moderno, que é transformar resíduos urbanos em energia elétrica limpa”, afirmou.


A Termoverde Caieiras, que pertence ao Grupo Solví, foi construída na Central de Tratamento e Valorização Ambiental (CTVA) da Essencis, no km 33 da Rodovia Bandeirantes, e gera energia limpa a partir do resíduo depositado no aterro sanitário da Essencis. O gás metano, o principal componente do biogás, é o combustível utilizado para a geração de energia.
“Mesmo em tempos de crise econômica, o conselho deliberativo teve a coragem de aprovar um investimento desse valor gerando emprego e apoiando o meio ambiente. Estamos aqui deixando um legado”, destacou o diretor técnico do grupo Solví, Eleusis Creddo.
A usina foi construída em uma área de 15 mil metros quadrados e teve autorização da Aneel para iniciar a operação em julho de 2016. Como contrapartida ambiental, a Termoverde Caieiras realizou a preservação da vegetação e da fauna local, a manutenção da topografia existente, a não geração de odores e a isenção de riscos de poluição de mananciais e da atmosfera.
“Parabenizamos o grupo Solví por essa inauguração, por acreditarem no Brasil e na cidade de Caieiras”, disse o prefeito do município, Roberto Hamamoto.
A produção da usina é suficiente para abastecer até 130 mil residências, segundo a empresa.

Fonte: Energia SP

Manserv otimiza em 20% o consumo de filtros de ar em máquinas pesadas

Identificar oportunidades para gerar economia através do consumo inteligente é um verdadeiro desafio para as empresas na atualidade. Em uma fábrica de fertilizantes, no triângulo mineiro, a Manserv implementou uma solução que permite a otimização de custos através do correto aproveitamento de filtros de ar de tratores, pás carregadeiras, escavadeiras e caminhões. A mudança foi responsável pela redução de 15% em incidentes de queda de pressão nos equipamentos. Além disso, diminuiu o consumo dos filtros em 20%.
Para chegar a tal resultado, a Manserv realizou um estudo de caso, utilizando dados de telemetria, e identificou que um dos itens mais críticos para controle, com base nas características de operação dos veículos e equipamentos, é a pressão de ar dos motores. Com isso, a empresa pode chegar a um ponto comum, que foi o elevado gasto relacionado à troca e manutenção dos filtros de ar.
Feito até então de forma manual, o processo apresentava um desgaste acentuado nos veículos e equipamentos, que tinha sua vida útil reduzida e, consequentemente, maior gasto. Atento a isso, o time de especialistas da Manserv elaborou um processo, automático, que realiza a limpeza com o mínimo de agressão aos veículos e com maior velocidade.
“Com a automatização do processo, conseguimos tornar todo o processo mais eficiente, responsável e seguro. Antes da mudança, registrávamos até 500 eventos de queda de pressão, agora temos em média 350”, afirmou o Diretor Geral da Manserv Logística, Marcelo Augusto Felipe.
Segundo o executivo, além de diminuir o tempo em que as máquinas permanecem em manutenção, também foi possível economizar cerca de 20% do custo de aquisição de novos filtros de ar. “A economia de recursos é importante, porém a diminuição do impacto ambiental e segurança dos colaboradores com este novo processo são essenciais para a Manserv”, concluiu o executivo.

Fonte: Logweb

Caixa preta para caminhões revoluciona mercado de rastreadores no Brasil


A OnixSat atua no mercado de comercialização de soluções em rastreamento e comunicação via satélite para os mercados aéreo, terrestre e marítimo. Além disso, a empresa também atua na disponibilização de soluções personalizadas para mercados específicos, a partir de Projetos Especiais e é pioneira no sistema híbrido, desde 2004.
As novas tendências de mercado estão cada vez mais exigindo novas tecnologias embarcadas, para melhor aproveitamento do potencial do veículo, assim como mais conforto e cuidado com o motorista. Pensando nisto, mais uma vez a empresa se antecipa às tendências de mercado e apresenta o Novo Módulo Caixa Preta. Imagine poder analisar em tempo real se houve, quando houve e onde ocorreu o excesso de velocidade em um veículo e, além disso, poder visualizar o ponto exato da infração no mapa. Com o Módulo Caixa Preta OnixSat é possível ter acesso a estas e muitas outras informações.
Os Rastreadores da linha OnixSmart 2 com os planos de Telemetria e Caixa Preta habilitados permitem que sejam gravadas várias informações sobre a condução do veículo, que são registradas a cada segundo de operação.
Com este novo Módulo o transportador poderá consultar dados como: A localização do veículo; sua Velocidade em km/h; Rotações por minuto (RPM) do motor e o registro simultâneo de até 8 ações configuráveis de condução do veículo, especificadas através do Módulo de Telemetria, como Excesso de Velocidade, Excesso de Velocidade na Chuva, Excesso de Velocidade em Curva, Frenagem Brusca, Acionamento de Freio de Serviço, Acionamento de Freio Motor, Excesso de RPM e Condução em Ponto Morto, popularmente conhecida como “Banguela”.
Em caso de sinistro do veículo, com a recuperação do cartão de memória do Módulo Caixa Preta é possível obter adicionalmente os registros de todos os sensores e atuadores do sistema de rastreamento, permitindo uma melhor análise das causas do acidente. O maior diferencial deste produto é que todas as informações são armazenadas de um em um segundo. Ou seja, o transportador poderá ver detalhadamente o que aconteceu durante todo o trajeto. Assim, analisar minuciosamente possíveis causas de acidentes, imprudências e muito mais.
“Trabalhamos fortemente para oferecer aos nossos clientes o máximo de informações sobre o veículo, pois acreditamos que é muito difícil uma empresa crescer e se manter estável sem ter a sua disposição recursos de tecnologia da informação. É necessário investimento em equipamentos de qualidade, com softwares capazes de realizar atividades fundamentais para a operação das empresas. Quando falamos em transporte, é ainda mais importante ter em mãos informações minuciosas colhidas em tempo real diretamente do veículo.”, enfatiza Wagner Eloy, diretor de Marketing e Vendas da OnixSat.

Fonte: Logweb

Como diversos países usam a telemetria para transporte e logística

No Brasil, empresas buscam eficiência, segurança e conformidade para a gestão de frotas
 
Cada país tem uma característica única e, diante disso, as empresas buscam sempre entender o comportamento e as necessidades dos clientes. Com a MiX Telematics não é diferente. Líder global no fornecimento de informações de gestão de frotas, segurança do motorista e de soluções de rastreamento de veículos, a empresa presente em mais de 120 países, entre eles o Brasil.
Recentemente, a empresa publicou estudo sobre as tendências na área de telemetria dentro do segmento de veículos comerciais, em mercados importantes na Europa: Reino Unido, França, Alemanha e Espanha. 
O estudo mostra que, enquanto o mercado continuar a amadurecer, as empresas de telemetria buscarão, constantemente, novas e inovadoras maneiras para aumentar o retorno sobre os investimentos nessa tecnologia.
Embora o Brasil não esteja neste estudo, a telemetria tem crescido vertiginosamente na última década, principalmente em função de três fatores, explica Bruno Santos, engenheiro e gerente de Vendas e Marketing da MiX Telematics:

• Eficiência: as empresas buscam soluções que aumentem a rentabilidade, em função da redução de gastos com manutenção, combustíveis etc.;

• Segurança: Identificar e corrigir comportamento inadequado do motorista é o primeiro passo para reduzir riscos e aumentar os níveis de segurança;

• Conformidade: o setor de transporte rodoviário é um dos setores com mais regulamentações, por isso a telemetria é fundamental para gerenciar essa questão. 

"Aqui no Brasil temos um cenário pouco diferente do que acontece em outras regiões, porém devido a MiX Telematics ser uma multinacional no segmento de telemetria, estamos sempre de olho nas tendências dos demais países, trazendo para o mercado local soluções que já foram implementadas com sucesso lá fora. Assim, estaremos ainda mais preparados para atender de norte a sul do país", explica Bruno. 

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Fonte: Terra



UNEPXMIL inicia plano de ação para dobrar rede de fraquias de rastreamento

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Toyota se une à Intel para o desenvolvimento de novos sistemas multimídias

A montadora Toyota acaba de firmar parceria com a fabricante americana de circuitos integrados Intel. A união tem como objetivo o desenvolvimento de uma série de estudos em conjunto para a próxima geração de sistemas multimídias para veículos, que substituirão os atuais sistemas de navegação.
A junção das duas empresas quer, além de desenvolver metodologias para prover informações e conectar os motoristas por meio e sistemas integrados, criar de ferramentas de informação que possibilitarão uma integração entre sistemas de informação de bordo com sistemas instalados nos arredores da localização do veículo.
As pesquisas serão conduzidas seguindo a premissa de que, no futuro, a quantidade de dados trocada entre carros e motoristas tende a aumentar devido a crescente demanda por informações de trânsito, pesquisas por destinos e limites de velocidades das vias, por exemplo. Com base nessas necessidades, a Toyota e a Intel desenvolverão interfaces que não interfiram na condução do veículo.
Ademais, as companhias buscam aprimorar a conectividade entre carros e equipamentos de informação amplamente utilizados, como smartphones.

Fonte: Portal Transporta Brasil.

DHL traz soluções de transporte ao BR

Em evento inédito no Brasil, especialistas da DHL Logística apresentaram os avanços relacionados à distribuição de cargas desenvolvidas pelo no centro de inovação do Grupo Deutsche Post localizado em Bonn, na Alemanha, que podem ser aplicados no território nacional.
O primeiro “Encontro de Inovação DHL” reuniu clientes das três divisões do grupo no Brasil: Express, Global Forwarding e Supply Chain, que puderam dialogar sobre tecnologias e inovações para o futuro do segmento.
“Apresentamos produtos que funcionam na vida real, os quais os participantes puderam tocar e discutir suas aplicações dentro do cenário brasileiro. O sucesso do Centro de Inovação é fruto de pesquisas e investimentos, que agora começam a ser aportados no Brasil”, destacou Douglas Tacla, vice-presidente de operações de transporte da DHL para a América Latina.
Uma das principais novidades apresentadas foi o Smart Truck, veículos capazes de controlar o transporte de suprimentos por meio de geo-posicionamento por satélite, e/ou celular, combinados com um avançado sistema de roterização dinâmica que, ao considerar as condições de tráfego existentes, permite um planejamento de rota em tempo real.
Outra soluções foram o Cargo Guard, um dispositivo de fechadura eletrônica, no qual a sua abertura somente é possível por meio de um computador; o sistema RFID, que trabalha por meio das ondas de rádio e oferece informações sobre toda a operação logística, e o SmartSensor, que permite o monitoramento, em tempo real, de temperatura durante o transporte.
De acordo com a DHL, estas novas soluções visam aumentar a praticidade das operações logísticas, reduzir custos, otimizar os planos de entrega e coleta de remessas por meio de rotas dinâmicas e viabilizar a automatização de recursos destinados à segurança e proteção dos suprimentos ao longo da cadeia logística.

Fonte: WebTranspo

Evento: II Seminário Google Earth e Maps para Empresas


Gestão deve elevar negócios à Ticket Car

O Ticket Car passou a oferecer ao mercado automotivo nacional uma nova tecnologia para gerir frotas de veículos leves e pesados. Agora, além de oferecer ao cliente todas as informações financeiras relacionadas ao abastecimento e manutenção, a empresa apresenta o Track Online que analisa todo o comportamento do motorista durante a condução.
Para Fernando Camijo, diretor de produto da empresa, trata-se de uma ferramenta a mais a ser utilizada pela carteira atual de consumidores da companhia, visando a redução de custo. “Com esse recurso tecnológico o gestor vai controlar em tempo real o desempenho e do veículo e o comportamento dos motoristas em diferentes rotas”, destaca o diretor.
“Desta forma, podemos cruzar as informações financeiras com aquelas relacionadas ao posicionamento do carro. Assim, conseguimos transmitir ao frotista onde ele pode otimizar as suas operações, como por exemplo, em que área pode intensificar os treinamentos aos seus funcionários”, salienta Camijo.
Ao entrar nesse mercado, a Ticket Car busca ampliar o leque de opções aos seus clientes. De acordo com o executivo, toda a cadeia de gestão de frota atual tem prioridade muito forte no operacional de rastreamento, mas buscando intensificar a segurança.
“O que estamos trazendo para o mercado agora é a possibilidade de obter informações de controle do veículo e posicionamento mas com o foco em redução de custo e melhoria da gestão operacional da frota”, relata.
Entre as principais características da tecnologia, que é 100% online, estão a identificação da ociosidade para otimizar o uso da frota, condução inadequada do motorista e a previsão de acidentes e multas.
“A partir do momento em que os sensores verificam a velocidade do veículo, o cliente pode determinar para o sistema a emissão de um sinal de alerta quando a velocidade máxima de determinada rua for ultrapassada”, prossegue Camijo.
Nesse caso, se o veículo ultrapassar a velocidade máxima permitida, para a empresa, é possível saber da infração no momento da ocorrência e, assim, acordar com o motorista o motivo do erro, antes mesmo do recebimento da multa.
Com relação ao custo-benefício para o consumidor, o diretor aponta a redução de custo. “No momento em que se consegue verificar de que forma seus ativos estão em funcionamento, ele passa a trabalhar melhor a coletividade e reduzir a ociosidade, que influencia diretamente na questão financeira”.
A empresa não revelou quanto foi investido e qual será a porcentagem de crescimento nos negócios, entretanto, a companhia destacou que com o lançamento de mais esse canal de gestão, terá um suporte a mais para o alcance da liderança do mercado.

Fonte: WebTranspo

Grupo Apisul dá salto de qualidade com nova sede

Empresa gaúcha que nasceu como corretora de seguros desponta no mercado como provedora de soluções em gerenciamento de risco e monitoramento logístico [...]
O Grupo Apisul, tradicional empresa gaúcha de gerenciamento de risco, seguros e monitoramento logístico, acaba de inaugurar em Porto Alegre sua nova sede, um prédio de sete andares com toda a estrutura para suportar a prestação de serviços para seus cerca de 650 clientes em todo o Brasil.
O novo centro de operações da Apisul foi criado, de acordo com a empresa, para fazer frente à nova etapa de negócios do Grupo, que se encontra em franco crescimento. O prédio, com mais de 5 mil metros quadrados de área construída, recebeu o nome de Condomínio Empresarial Marcelo Cunha, em homenagem a um dos filhos do presidente da Apisul, Paulo Cunha.
O vice-presidente da empresa, responsável pela base em São Paulo, Sérgio Casagrande, disse em entrevista coletiva no dia da inauguração da nova sede que a Apisul traz a marca da evolução de seus negócios, iniciados em 1985. “Eu diria, para exemplificar, que a Apisul surgiu como uma corretora de seguros especializada em seguro de transportes. Em um determinado momento ela passou a ser uma corretora de seguros que prestava serviços de gerenciamento de risco, em um terceiro momento ela passou a ser um grande gerenciador de risco que fazia seguro, essa que é a grande realidade. E hoje eu diria que a empresa é uma grande corretora de seguros suportada por uma grande empresa de gerenciamento de risco. Não há como se trabalhar hoje o seguro de transporte sem ter todo esse aparato, e nós entendemos que a melhor maneira de trabalhar é ter toda essa estrutura própria. Existem empresas concorrentes que trabalham com todas essas estruturas, todas elas terceirizadas, ou seja, quem atende um sinistro não é a mesma empresa, quem faz o cadastro de motorista é outra empresa. Enfim, a gente tem como conceito, primeiro, por força de ter um domínio maior dentro disso, e até para contribuir, se é essa a palavra certa, quase mil funcionários. E eu diria que temos por volta de 650 empresas de transporte que são nossos clientes. Nós passamos a ser um grande gerenciador de risco e hoje, a passos largos, a Apisul ‘se meteu’ em um mercado de entregar informação logística”, conta Casagrande.
Especialista em informações e monitoramento de frotas e cargas para o gerenciamento de risco, a Apisul aposta também no fornecimento de informações logísticas para as tomadas de decisões das transportadoras, operadores e embarcadores. “Hoje estamos em um patamar que todos precisamos de informação logística. Não tem por que o caminhão de uma empresa chegar em um determinado cliente para entregar e ficar lá parado horas sem ninguém saber disso, esperando que abram a porta para descarregar o caminhão. Hoje, a Apisul dispara essa informação com frequência da forma que foi formatada ou desenvolvida para que essa empresa receba essa informação. Então eu digo que hoje a Apisul passa a ser um conglomerado de empresas que está disponibilizando uma série de informações logísticas com boas condições de seguro de transporte e com um suporte extremamente qualificado na área de gerenciamento de risco para suportar isso. Hoje nós temos clientes que nos tratam só como gerenciador de risco, ou só para disponibilização de informação logística, ou até mesmo só para o seguro, em alguns casos, pois o seguro está mais atrelado com esse processo de gestão, mas hoje nós temos vários clientes que atendemos só para gerenciamento e riscos ou disponibilização de informações logísticas”, diz o vice-presidente, que recebeu a reportagem do Portal Transporta Brasil em Porto Alegre (RS).
Toda a nova estrutura da Apisul na capital gaúcha está voltada para suas operações de rastreamento, com capacidade instalada para realizar o monitoramento de mais de 300 mil viagens por dia. Ao todo, a Apisul monitora, no Brasil inteiro, cerca de 45 mil veículos de seus clientes.
Planos para o futuro
A Apisul ataca o mercado com apetite. Segundo seus diretores, o planejamento estratégico traçou para 2010 um crescimento de cerca de 20% no faturamento, meta já atingida pela empresa. “Eu acredito que teremos um nível de crescimento nesse mesmo padrão em 2011. Nós entendemos que a operação de transporte deva ter um crescimento significativo”, conta Sérgio Casagrande.

Fonte: Portal Transporta Brasil

i-Dea lança caixa preta para segurança veicular com gravação de imagens

A i-Dea, empresa paulista que comercializa aparelhos para portabilização de informações, acaba de lançar um dispositivo que grava e armazena imagens e sons de tudo o que acontece no interior e exterior do veículo [...]
Trata-se do Carpa 120, uma caixa preta para segurança veicular, já utilizado em larga escala por viaturas policiais e demais veículos em diversos países.
O aparelho é basicamente um módulo com duas câmeras embutidas, uma destinada à gravação do ambiente interno e outra para gravação do que
acontece diante do veículo. Ele grava 24 horas, mesmo com o veículo desligado, e armazena os dados em um cartão SD, com registro da
data e hora das imagens. A caixa preta pode também captar imagens mesmo em ambiente noturno, pois possui sensor infravermelho.
A solução é recomendada para veículos de frota, táxis, caminhões, viaturas policiais e veículos particulares.

Fonte: LogWeb

Começa a corrida pela placa eletrônica

Foi dada a largada....
Depois de um longo período de testes e definições técnicas, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) chegou à versão final do padrão tecnológico que será usado na instalação de chips de identificação em todos os veículos do país. A decisão era aguardada pelos fabricantes de equipamentos, que agora poderão desenvolver sistemas baseados nas normas estabelecidas pelo Denatran.
A tecnologia da "placa eletrônica" - como ficou conhecido o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) - foi criada pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, de Campinas (SP), com o apoio de empresas especializadas em sistemas de rastreamento. Com a instalação dos chips nos carros, será possível ampliar o controle fiscal de veículos em situação irregular - com atraso de multas, IPVA e seguro obrigatório -, aprimorar a gestão do trânsito e monitorar carros que tenham sido roubados.
Nas próximas semanas, o Denatran divulgará uma relação de laboratórios que farão a homologação de equipamentos dos fabricantes. O próprio von Braun já está preparado para isso. As regras de segurança do projeto - uma lista com mais de 150 itens - incluem exigências como o intercâmbio automático de informações entre diferentes Estados, independentemente de quem seja o fornecedor da tecnologia adotada por cada Detran. A etiqueta com o chip (tag) também deverá ser instantaneamente inutilizada em casos de tentativas de remoção. Isso impedirá, por exemplo, que um chip seja clonado, evitando que carros roubados ou em situação irregular transitem livremente. Para fazer a captura dos dados, serão instaladas milhares de antenas em estradas e avenidas (ver quadro acima).
Segundo Alfredo Peres da Silva, diretor do Denatran, o custo de implantação do projeto - desde a instalação dos chips nos carros até a montagem da infraestrutura para receber os dados - deverá ser bancado pelo Detran de cada Estado, por meio do caixa acumulado com as multas de trânsito. "São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, já sinalizaram que não vão cobrar nada do cidadão", diz.
O valor de cada etiqueta com chip pode variar de R$ 2 a R$ 10, dependendo do grau de sofisticação do componente, mas segundo Silva, o custo também dependerá da frota de cada região e da negociação com o fornecedor.
A expectativa do Denatran é de que as primeiras licitações para compra de equipamentos ocorram nos próximos meses. Em São Paulo, onde a inadimplência no pagamento de taxas atinge cerca de 30% da frota, o governo estadual já realizou testes com uma tecnologia parecida à desenhada pelo órgão federal. A ideia é que a instalação do chip ocorra em situações como a inspeção veicular, atualmente realizada no Estado paulista e no Rio. "Nos demais Estados, uma opção seria instalar a etiqueta no momento de licenciamento dos veículos", diz Silva.
Uma extensa lista de fabricantes nacionais e estrangeiros está de olho na frota nacional de 51 milhões de veículos. Durante a fase de estudos do projeto, ao menos 23 fabricantes submeteram suas tecnologias a testes. Entre estes estão companhias como 3M, Firit, Freescale, Kapsch e NXP Semicondutores. Também acompanham o andamento do projeto a Enternet, Q-Free, Texas Instruments e Transcor. No ano passado, essa disputa também foi engrossada pelo Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), estatal vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT).
Apoiado pelo MCT, o Ceitec vem mantendo um relacionamento estreito com o Denatran para projetar-se como o principal fornecedor dos chips de identificação. Eduard Weichselbaumer, presidente do Ceitec, afirmou que a estatal tem estrutura suficiente para produzir 100 milhões de chips de identificação por radiofrequência (RFID, na sigla em inglês) por ano.
Sejam quais forem os fornecedores, diz Dario Sassi Thober, diretor do Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, a decisão por criar um padrão nacional vai garantir ao país a independência tecnológica, além da ausência de pagamento de royalties. "Testamos a tecnologia até a exaustão e chegamos a um padrão com patente nacional", afirma. Desde a criação do Siniav, lançado há exatamente quatro anos, o governo federal defende a bandeira de priorizar o desenvolvimento nacional de sistemas e componentes, com o propósito de não ter de pagar pelo uso de propriedade intelectual de terceiros. "Hoje temos um sistema de nível internacional, uma tecnologia que pode ser usada por qualquer país do mundo", comenta Thober.
No mês passado, o Denatran conseguiu aprovar outra medida relacionada a componentes de rastreamento de veículos. A resolução que trata da obrigatoriedade de instalação de um dispositivo antifurto em veículos novos havia sido revogada por uma liminar do Ministério Público Federal de São Paulo, que acusou a medida de violar preceitos constitucionais de privacidade e intimidade. Para aprovar o projeto, o Denatran retirou a função do rastreamento dos dispositivos, deixando apenas as funções de bloqueio e localização do veículo somente com a contratação do serviço e a expressa autorização do proprietário. O projeto passa a valer a partir de julho.

Fonte: NTC & Logística


Telemetria: O que é??

Telemetria é uma tecnologia que permite a medição e comunicação de informações de interesse do operador ou desenvolvedor de sistemas. A palavra é de origem Grega onde tele = remoto e metron = medida.
Sistemas que necessitam de instruções e dados enviados à eles para que sejam operados, requerem o correspondente a telemetria, o telecomando.
É um sistema de monitoramento com diversas aplicações, muito falada nas corridas como Fórmula 1, Dragsters e qualquer outro tipo de esporte automobilistico, também é muito usada em indústrias de monitoramento, normalmente funciona via transmissão sem fio (sinal de rádio), daí o nome telemetria. Em muitos lugares tem o uso em conjunto do Datalog que é a função de gravar um periodo de tempo da leitura dos canais da telemetria. O sistema também é utilizado para recolhimento de dados meteorológicos.
A telemetria geralmente refere-se à comunicações sem fio(i.e. usa um sistema de radio para implementar um enlace de dados), porém pode também referir-se aos dados tranferidos sobre outras mídias, tais como telefone, redes de computadores ou através de um enlace ótico. No setor automotivo e de logística as informações também podem ser transmitidas via sistemas celulares, em interfaces próprias para transmissão de dados (GPRS e EDGE no sistema GSM e 1xRTT no sistema CDMA).

Aplicações:
=>Agricultura:
A maioria das atividades relacionadas ao cultivo de alimentos dependem das condições de solo e tempo. Portanto, estações meteorológicas sem fio representam um papel muito importante na prevenção de doenças e na correta irrigação. Estas estações retornam à estação base os principais parâmetros necessários para tomada das melhores decisões: temperatura do ar e umidade relativa, precipitação e dados de umidade da vegetação(necessários para modelos de prognóstico de doenças), radiação solar e velocidade do vento(necessários para calcular a evapotranspiração) e, em algumas ocasiões, a umidade do solo, crucial para decisões de irrigação adequada para compreensão do progresso da água no solo e para as raízes. Devido aos micro-climas locais poderem variar significativamente, tais dados precisam vir corretamente dentro do cultivo. Estações de monitoramento normalmente transmitem de volta os dados através de rádio terrestre, apesar de sistemas de satélite serem usados eventualmente.
=> Eficiência Energética:
Nas fábricas, escritórios e residências, monitorando o uso de energia de cada seção ou equipamentos e os fenômenos decorrentes (como a temperatura) em um ponto de controle por telemetria facilita a coordenação para o uso mais eficiente da energia como no caso do Japão.
=>Logística:
A telemetria é uma grande aliada dos transportadores, pois as informações relativas a condução do veículo são transmitidas à base de monitoramento. Com isso é possível identificar e corrigir hábitos dos motoristas, identificar situações que podem expor o veículo, a carga e o próprio condutor a riscos e otimizar o desempenho de cada veículo. As principais informações oferecidas pela telemetria são: odômetro (distância percorrida), velocidade em pista seca ou molhada, tempo de acionamento da embreagem (pé na embreagem), freadas bruscas, acelerações bruscas, tempo de uso do veículo parado, em marcha lenta e em movimento, rotações do motor, combustível, temperatura do motor, falha na pressão de óleo e uso do freio motor para veículos de carga. Através da Telemetria também é possível gerar relatórios de uso do veículo com identificação do motorista, jornada de trabalho, tempo de condução na faixa de rotação econômica, etc. A quantidade de informações depende do veículo (marca, ano, modelo, etc) em que será instalado o sistema. As informações podem ser enviadas juntamente com a localização via sistema de rastreamento.

Equipe Infologis