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CargoX lança programa que divide 50% do resultado líquido com representantes de frete

O valor é 1.667% maior que o praticado no mercado e objetivo é cadastrar e treinar 100 parceiros em todas as regiões do Brasil

 
A CargoX Transportes,  que opera conectada em tempo real a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, lança seu primeiro programa de parceria comercial para profissionais que trabalham como representação de fretes (PJ).
A companhia cadastrará um total de 100 representantes comerciais, com experiência em todas as regiões do Brasil, para atuarem como vendedores de fretes de cargas fechadas.
Serão pagos até 50% dos resultados líquidos gerados pelos embarques, um valor 16 vezes acima do mercado, que atualmente remunera entre 1% e 3%. A intenção da empresa é firmar contrato e qualificar 100 profissionais para atuarem em todo o país.

Inscrição
Para participar, os interessados que já possuem uma carteira de clientes, podem se inscrever pelo site no link: www.cargox.com.br/parceiros e preencher um formulário com informações básicas, contendo dados sobre o principal segmento de atuação e o faturamento médio. 
Federico Vega, CEO da companhia.
Depois dessa etapa, é só aguardar o contato de retorno para enviar os documentos necessários para aprovação final. Os profissionais classificados assinam um contrato de representação e começam um treinamento exclusivo para aproveitar ao máximo as oportunidades de carregamento que a transportadora oferece. Representantes que indicarem outros profissionais para o programa, também serão recompensados pela indicação.
Outro benefício, além de aumentar a renda dos parceiros do projeto, é a prestação de auxílio e assistência para o vendedor, com uma equipe de operação focada no atendimento das cargas recomendadas. “Na CargoX, priorizamos a qualidade e agilidade dos serviços prestados. Por isso, disponibilizamos um time para cuidar especialmente do transporte dos nossos embarcadores”, diz Federico Vega, CEO da companhia.
Recentemente, a CargoX recebeu um aporte total de R$ 49 milhões de investidores internacionais, liderado pelo banco Goldman Sachs. Por causa do rápido crescimento, que já ultrapassa 57% ao mês, a previsão é encerrar o ano com mais de R$ 50 milhões de faturamento.

Fonte: Cargo News

NTC divulga novo índice de defasagem do frete

Na tarde desta quinta-feira, 04, durante o Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado (CONET), ocorrido em Bento Gonçalves (RS), empresários do setor do transporte rodoviário de cargas debateram os índices da pesquisa realizada pela NTC&Logística com as empresas do segmento. A novidade desse ano para o estudo está na diferenciação da defasagem tarifária entre os tipos de carga, fracionada com 9,81%, e lotação com o índice alarmante de 22,9%. A análise é feita no comparativo dos fretes praticados no mercado e os custos efetivos da atividade, ou seja, desconsidera inclusive o lucro das empresas.
“Esse ano, procuramos trazer os índices separados porque entendemos que as realidades da carga fracionada para a carga lotação são muito distintas, e com essa nova análise teremos mais assertividade do que é praticado pelas transportadoras”, afirma Lauro Valdivia, assessor técnico da NTC.
Além dos índices, a sondagem realizada entre junho e julho desse ano traz também dados sobre o panorama do setor, uma vez que 77% dos empresários afirmaram queda no desempenho financeiro da empresa e 65,4% estão com veículos parados, uma média de 11,2% da frota.
A pesquisa e o evento são realizados pela entidade duas vezes ao ano, com o intuito de conscientizar o empresário sobre a importância de entender seus custos e cobrar corretamente pelo serviço. De acordo com José Hélio Fernandes, presidente da NTC, o histórico da defasagem é grande, mas o empresário precisa se lembrar de que a crise uma hora vai passar, e será ainda mais difícil o processo de retomada para quem negociou seu frete no limite ou abaixo dele. “Não é a primeira vez que fazemos um apelo aos empresários para cuidarem da gestão consciente dos negócios, principalmente, em momentos de crise, quando sabemos que equalizar a conta fica mais difícil. Observamos pela pesquisa que grande parte dos entrevistados manteve ou deu desconto no frete, que já sabemos ser defasado, e apenas 19% conseguiram o reajuste. Nossa luta é para que o setor se fortaleça cada vez mais e consiga se recuperar desse histórico que nos assombra”, comenta o presidente da NTC.
A defasagem no frete tem sua origem tanto no acúmulo das defasagens ao longo dos anos quanto na inflação dos insumos que compõem os custos, como o combustível, salário e manutenção dos veículos.
Índice Nacional do Custo do Transporte de Carga – Fracionada e Lotação
Apresentado também durante o evento, o estudo realizado pelo DECOPE sobre a variação média do INCT-F e INCT-L (Índice Nacional do Custo do Transporte de Carga – Fracionada e Lotação) nos últimos 12 meses, mostrou que, mesmo representando ainda um aumento, os números apresentaram queda quando comparados a 2015. O primeiro com 9,08% (índice em 2015 era de 9,46%), o segundo com 7,30% (9,01% no ano passado).
De acordo com Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC, o Arla 32, Agente Redutor Líquido Automotivo usado para o controle da emissão de óxidos de nitrogênio (NOx), é o insumo responsável pela redução nos índices, uma vez que agora é vendido a granel, diretamente na bomba, reduzindo custos, principalmente, com embalagens.
As principias altas nos últimos 12 meses se verificaram nos insumos de óleo diesel, salários, despesas indiretas, manutenção e lavagem.

Fonte: Logweb

Arysta LifeScience divulga números resultantes da implantação de TMS

Software de gestão de frete da TranspoBrasil proporcionou economia de 300 mil reais para a empresa

 A Arysta LifeScience, empresa global especializada na comercialização e distribuição de defensivos agrícolas, produtos de nutrição vegetal e tratamento de sementes, divulgou números da economia obtida após a implantação do sistema de gerenciamento de transporte (TMS, na sigla em inglês para transportation management system) TranspoFrete, da TranspoBrasil, empresa que atua no desenvolvimento de soluções para a gestão de fretes e logística de embarcadores.
Com processos logísticos bastante distintos, a empresa tem a necessidade de gerir seus fretes em operações de distribuição e armazenamento de mercadorias, transferências de materiais, fretes de devoluções e de compras. Para atender a essas demandas e proporcionar um planejamento logístico melhor, desde julho de 2015 toda a gestão de valores de fretes é feita pela ferramenta da TranspoBrasil.
Segundo os analistas da Arysta, de novembro de 2015 a março de 2016 a companhia teve uma economia total de R$ 300 mil, apurada com a utilização do software, o que garantiu rápido retorno do investimento.
“Após a implantação do TranspoFrete, houve uma melhora significativa no processo de decisão de quais transportadoras vão efetuar os nossos transportes, que passou a ser totalmente apoiada pela gestão das informações no TranspoFrete. As cotações on-line de fretes, que fundamentam essas decisões, também tiveram sua rotina dinamizada a partir da implantação da solução, que permite ainda que sejam feitas simulações de valores de fretes nos casos dos fretes fracionados”, diz Dener Frige, coordenador de Logística Outbound nas operações da Arysta no Brasil.
André Luiz Jacinto, diretor de Serviços da TranspoBrasil, acrescenta que outras frentes também fizeram parte do projeto TranspoFrete na Arysta, como a gestão de prazos e ocorrências de transporte. “Outra medida importante foi a instalação de um televisor na área de Logística para o acompanhamento dinâmico da eficiência dos transportes. Também fizemos a implementação de toda a integração fiscal e administrativa com o ERP (enterprise resource planning) SAP, eliminando a necessidade de digitação de documentos fiscais e faturas de transportes”, diz.



Sistema GKO Frete

Sistema é diferente do GKO Frete, mas pode se alimentar dos dados desse ou qualquer outro sistema de gestão

Rio de Janeiro, 23 de julho de 2014 - A GKO Informática (www.gko.com.br), empresa especializada em soluções de base tecnológica para a área de logística com foco na gestão de fretes, anuncia o lançamento de uma modalidade de negócios que traz um novo produto: o GKO PLUS. A empresa é reconhecida pelo sucesso de seu principal produto, o GKO FRETE.
Criado no final de 2012, juntamente com uma área de produtos com foco na web e conceito de serviços, o GKO PLUS tem uma proposta diferente do GKO FRETE. Ele é um pacote de serviços com base na web, estilo SaaS, com infraestrutura instalada na Nuvem. Os clientes contratam o acesso a um ou todos os módulos do GKO PLUS e pagam apenas pelo volume de uso do produto. “É um serviço que só se paga pelo uso, diferentemente do que ocorre quando se compra licenças de produtos inteiros”, esclarece o gerente de produto da GKO Informática, José Carlos Pereira, acrescentando que o GKO PLUS surgiu praticamente por demandas de clientes da GKO e suas necessidades no dia a dia. Não é necessário que este produto seja ligado ao GKO FRETE.
O serviço que deu início ao produto foi o CONFIRMA FÁCIL. Independente do uso do GKO FRETE, porém aderente a ele, o Confirma Fácil permite ao embarcador obter as informações de suas entregas em tempo real, com validade jurídica, estreitando a relação entre embarcadores e seus clientes de forma segura, além de obter a validade jurídica da comprovação de entrega por meio eletrônico do ambiente SEFAZ. O principal case do Confirma Fácil é seu uso pela Chili Beans: atualmente, cinco franquias da rede utilizam o software; porém, estuda-se que todas as 500 lojas passem a utilizá-lo.
O Confirma Fácil tem dois pontos principais: primeiro é tornar o processo de confirmação de entrega simples para os clientes (destinatários da carga) através de um ambiente web, gerando notificações e ocorrências em tempo real, enviadas para qualquer sistema do embarcador com apenas um click. O segundo é viabilizar a substituição de todo o processo de retorno e arquivamento do canhoto do DANFE (documento que é a cópia impressa da NFe) assinado pelo destinatário, para o embarcador, pela disponibilidade e o envio de um documento chamado Manifestação do Destinatário, assinado digitalmente por meio do SEFAZ, com a mesma validade jurídica e sem qualquer esforço adicional. Além disso, gera-se também possibilidades de melhorias logísticas tais como liberação mais ágil de faturas das transportadoras e controle mais eficaz de SLA (acordo de nível de serviço) das entregas, esclarece.
Na prática e sob o ponto de vista do embarcador, a solução traz agilidade logística tanto com o retorno imediato das ocorrências de entregas quanto com a validação das entregas, isentando a necessidade da empresa arquivar documentos fiscais impressos já que ficam arquivados no formato digital.  Sob o ponto de vista do destinatário, o sistema representa uma forma fácil, robusta e segura de manifestar seus recebimentos e sinalizar problemas nos mesmos.
Em meio ao desenvolvimento do Confirma Fácil, surgiu outro produto graças à demanda da MWJ Logística para um de seus clientes, do segmento de chocolates: o MONITOR DE ENTREGA. Direcionado para transportadoras, o Monitor, como o próprio nome diz, monitora a previsão de entrega de produtos dando informações à transportadora para comunicar o embarcador, em tempo real, sobre a entrega. Gera ainda relatórios de desempenho e controle de qualidade de serviços da transportadora.
“Então se algo vai atrasar, a transportadora pode ser pró-ativa em relação ao embarcador avisando-o do atraso ou qualquer outro problema”, diz Pereira. O software promove uma integração direta entre transportadoras e embarcadores – sem a necessidade de ter um ERP ou o GKO FRETE – é acessível de qualquer computador ou tablets
                Lançado efetivamente em dezembro de 2013, a solução funciona integralmente de modo on line por meio de um site dedicado. Com capacidade efetiva de apresentar o deadline das entregas e uma visão operacional acurada, o Monitor gera dados como o que foi embarcado, prazos de entrega, regiões das entregas e indicadores de desempenho.
                A ferramenta proporciona, ainda, praticidade, visibilidade simples, controle eletrônico e relatórios concisos. “O grande diferencial da solução é garantir o controle de que as entregas serão feitas dentro do prazo estipulado pelo cliente, antecipando-se aos possíveis gargalos da operação, assim contribuindo para decisões rápidas e efetivas”, revelo o Diretor da MWJ Logística, Mauricio Wenisch Jacintho.

O CICLO do PEDIDO é a terceira solução a compor o produto GKO PLUS. Gerado a partir da apresentação do Monitor de Entrega em algumas empresas, é um software voltado para o embarcador que deseja ter maior visibilidade desde a criação do pedido até sua entrega, tudo em tempo real.
Essa solução permite que o embarcador defina as etapas de ciclo de pedido que deseja acompanhar e incremente novas etapas, de qualquer fonte (o ERP, o FTP ou outros módulos de integração de dados). Totalmente desenhado, esse software está pronto para a fase piloto do protótipo, ou seja, testes, em uma empresa.
“Uma empresa não precisa adquirir todos os softwares que formam o GKO PLUS”, comenta o gerente de Produto da GKO, José Carlos Pereira. “A vantagem é poder contratar suas soluções de acordo com a necessidade ou demanda da empresa”.
  

Sobre a GKO Informática
Fundada em 1987, a GKO Informática se dedica ao desenvolvimento e ao apoio à implantação de soluções de base tecnológica na área de logística e especializou-se na área de gestão de fretes para embarcadores, segmento no qual atua com seu principal produto, o software GKO FRETE. A empresa oferece serviços de consultoria e ministra cursos aos embarcadores sobre como contratar e administrar fretes para gerar lucros. O GKO FRETE foi eleito a Marca Líder em software TMS (Transportation Management System) nos anos de 2006, 2007, 2008 e 2009 em premiação promovida pela revista IntraLogística, editada pelo Instituto IMAM. A GKO Informática, por sua vez, foi eleita “Protagonista da Logística” pela Aslog em 2009, na comemoração do décimo aniversário da associação que representa os profissionais de logística.
A empresa oferece também a modalidade de terceirização de infraestrutura (hardware e software) para seus clientes, o que permite o acesso ao GKO FRETE via internet no modelo Software as a service (SaaS). Mais de 250 empresas já implementaram a ferramenta para gerenciar seus fretes, entre elas Adidas, Danone, Pepsico, Melitta, Volkswagen, Volvo, Schulz, Chevron, Cosan, Natura, DPaschoal, Mabe, Panasonic, GSK, Novartis, Roche, Mantecorp, Syngenta, BIC, Oi, Teka, Carrefour, WalMart, Coteminas, Record, Saraiva e O Boticário.


Sobre a MWJ
Atuando na movimentação de mercadorias nos âmbitos regional, nacional e internacional nos modais terrestre, aéreo e marítimo de cargas secas e refrigeradas, a MWJ Logística surgiu em 2007 a partir da necessidade do mercado de contar com uma empresa focada na excelência dos resultados com soluções integradas por meio da aplicação de inteligência logística. Atuando com grandes players embarcadores, a MWJ desenvolve soluções logísticas personalizadas de acordo com a necessidade apresentada pelo cliente.


Informações à imprensa:





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CT-e se torna obrigatório a partir do último domingo

No último dia 1º de dezembro, o CT-e - sigla do Conhecimento de Transporte Eletrônico, subprojeto do Sistema Público de Escrituração Digital  (SPED), passou a ser obrigatório para todas as transportadoras do país. A medida, que agora vai valer para todos os modais, também atinge as transportadoras do modal rodoviário optantes pelo Simples Nacional.

O objetivo com a adoção do Conhecimento Eletrônico por meio eletrônico é acelerar o procedimento e trazer maior segurança na troca de informações por meio do documento. Com isso, o motorista, nos postos de fiscalização interestaduais, bastará mostrar uma impressão do CT-e que o fiscal localizará o registro da viagem e dados referentes à venda das mercadorias. No caso do transportador autônomo será necessário que as informações sobre vale-pedágio também sejam inseridas no Conhecimento Eletrônico, assim, outros órgãos como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderão fiscalizar se o embarcador está pagando a tarifa do pedágio.

Além de estar credenciada para emitir o CT-e junto à Secretaria da Fazenda do seu Estado, a transportadora deve se inscrever nas demais unidades da federação onde opere, bem como possuir certificado digital emitido por Autoridade Certificadora autorizada pelo ICP-BR, adaptar seu sistema de faturamento para a emissão do novo documento eletrônico ou – em se tratando de empresa de pequeno porte – utilizar o Emissor de CT-e.

Fonte: Agência Ciesp de Notícias

Cartão Caminhoneiro será lançado nesse sábado oficialmente



Cartão Caminhoneiro será lançado nesse sábado oficialmente. O produto beneficiará mais de 2 milhões de profissionais que atuam no Transporte Rodoviário de Cargas e movimentam 70 bilhões de reais por ano.

         Com o apoio da Corretora de Seguros Via Correcta e a Seguradora Mapfre, dois jovens empresários brasileiros, Thiago Muriel  e Bárbara Diniz, desenvolveram um visionário cartão de débito para os caminhoneiros brasileiros que suporá uma verdadeira revolução no mundo dos denominados "Cartão Frete".

Depois de um minucioso estudo sobre o mercado de cartões de débito e crédito, os empresários brasileiros, Thiago Muriel e Bárbara Diniz, colocam à disposição do mercado  um cartão de vantagens e grandes  benefícios tais como:  Seguro de Vida de 20 mil reais,  cesta básica anual  e assistência jurídica  integral em caso de acidentes pessoais e uma série de outros benefícios pouco comuns no tradicional sistema de "Cartão Frete".

O Cartão está associado a um sistema de  pontuações no abastecimento de combustíveis em mais de 3.500 postos selecionados. Segundo os empresários Thiago Muriel e Bárbara Diniz.  "Procuramos desenvolver um produto inusitado, que possa suprir a carência encontrada nos cartões de débito e crédito tradicionais".

O Caminhoneiro, seja ele funcionário de transportadora ou autônomo, quando atingir um determinado número de pontos recebe no "Cartão Caminhoneiro" o valor em efetivo correspondente a 50% do IPVA do veículo cadastrado e vinculado ao Cartão.

A equipe de executivos do   "Cartão Caminhoneiro" destacam ainda : " As vantagens do sistema são múltiplas e não estão restritas ao caminhoneiro, o produto foi pensado para qualquer seguradora ou transportadora interessada no rastreamento da carga ou do veículo sem custos financeiros de monitoramento, via satélite e por GPS ".

"Estrategicamente optamos por não lançar um cartão frete neste momento, onde a legislação não permite conceder benefícios aos caminhoneiros ." Complementam Thiago e Bárbara.

A Administradora de Cartões Cash Back Card, organização ligada ao grupo, inicia as suas atividades apoiada por 60 transportadoras e pelo presidente da Associação Brasileira dos Transportadores Autônomos e motoristas - ABTRAM representada pelo seu presidente Neori Tigrão.

O mercado   movimenta cerca de 70 bilhões de reais por ano e mais de 2 mihões de motoristas.  Os empresários complementam com a afirmação de que além do cunho social de Cash Back, ou seja, dinheiro de volta, o caminhoneiro "carrega o progresso do Brasil".

Programa de Vantagens sucessivas para os usuários

Os acordos  estratégicos  envolvem  vantagens e benefícios  em mais de 7 mil farmácias  por todo o Brasil  que concedem descontos especiais de até 60%  em medicamentos e  sorteios  todos os sábados,  pela Loteria Federal exclusivamente para o caminhoneiro que concorrerá a  2.000 mil litros de combustíveis e  quitação de 100%  do IPVA  do veículo cadastrado no "Cartão Caminhoneiro".

Os empresários quizeram destacar também que : « As transportadoras também receberão o Cash Back,  enfatizando  a  divulgação e outras novidades no lançamento do "Cartão Caminhoneiro"  que ocorrerá no dia 28 de setembro  em Ponta Grossa - PR  na sede da ABTRAM, onde será o lançamento oficial do "Cartão Caminhoneiro" , e será oferecido  um almoço para 400 convidados, entre estes estarão políticos que defendem a classe trabalhadora de motoristas caminhoneiros, além de entidades de classe, transportadoras e não poderia  faltar  a presença de caminhoneiros que apoiam  o projeto  dos jovens.
 
Tecnologia a serviço do produto

Os Diretivos quizeram destacar ainda : " Utilizamos tecnologia de ponta a favor do novo produto.  Estamos atendendo os anseios de uma classe que atua diretamente para o progresso do país e esperamos  que o  reconhecimento do nosso trabalho seja materializado com uma importante participação de nosso produto neste interessante segmento da atividade econômica".

Para mais informações :

www.cartaocaminhoneiro.com.br

Cláudio Lacerda Oliva
(11) 99649-7800/ 4329-6532
claudio@presslog.com.br

 

Roteirizador online Grátis


Segue link para utilizar o roteirizador online:

O sistema permite que seja inserido um ponto de partida/retorno e até seis pontos de entrega. Clicando em “Roteirizar” ele sugere o melhor percurso para o veículo minimizando o deslocamento total. Ao entrar no site ele já sugere um exemplo com os endereços de partida e entrega, mas que podem ser alterados.


Portal Te Pego na Volta aproxima embarcador e transportador

Autodenominado como a social do transporte brasileiro, mídia tem como objetivo facilitar busca por serviços [...]

pegonavolta-site
O recém-lançado portal Te Pego na Volta vem aprimorando a relação do embarcador com o transportador ao ser utilizado como uma rede social. O objetivo da publicação é promover a captação e a divulgação de dados de cargas disponíveis e/ou para embarque, no retorno de viagens dos veículos de transportes utilizados pelas transportadoras.
“Criamos ferramentas baseadas em pesquisas para o lançamento e não mudamos nossa posição. Entendemos que a evolução depende da parceria e, sempre baseando as inovações em pesquisas com nosso público alvo, desenvolvemos e disponibilizamos mais três ferramentas que facilitarão ainda mais o setor”, diz Anderson Zambeli, diretor comercial do portal.
Por meio dessas ferramentas, transportadores encontram cargas e embarcadores encontram motoristas ou caminhões para utilizarem seus serviços.
Os serviços ofertados pelo portal Te Pego na Volta são gratuitos e para utilizá-los é necessário se cadastrar.

Fonte: Transporta Brasil

Frete marítimo tem aumento de mais de 82% nos últimos quatro anos, constata Ibpt


De janeiro de 2009 a abril de 2013, o valor do frete marítimo, que corresponde à remuneração paga ao armador (proprietário do navio) pelo serviço de transporte de mercadorias importadas, teve um aumento de 82,11%, em dólar, passando de US$ 42,33 para US$ 77,09 por tonelada.

Esta informação é parte do estudo “Frete Marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação”, do Ibpt (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).

O levantamento aponta que, do início de 2009 até o primeiro quadrimestre de 2013, a arrecadação dos tributos sobre a importação totalizou US$ 226,15 bilhões, ou seja, R$ 435,43 bilhões.
Caso não houvesse aumento do custo do frete marítimo, a arrecadação tributária seria menor em US$ 5,51 bilhões, ou R$10,55 bilhões. O custo deste serviço influencia a base de cálculo dos tributos sobre importação e representa um impacto na arrecadação.

A entidade apurou ainda que o aumento de 82,11% no valor do frete sobre as mercadorias importadas também se refletiu na inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que teve um crescimento de 1,82 ponto porcentual no período, sendo 0,75 ponto percentual somente no ano de 2012.

O custo do frete marítimo, objeto do estudo concluído pelo IBPT, é composto pelos custos fixos; nos quais se incluem os impostos; custos variáveis da operação do navio, referente aos gastos com a tripulação e manutenção do navio; custos portuários diretos, relacionados à utilização dos equipamentos, instalações portuárias e embarque e desembarque de cargas; custos portuários indiretos, referentes à contratação dos serviços de praticagem, rebocadores e outros; e margem de lucro, contribuição marginal que o serviço de frete contratado irá oferecer ao armador. O aumento do valor deste serviço representa um alto impacto na arrecadação tributária e na inflação do País, uma vez que atualmente 95% das operações de importação são realizadas por via marítima.

Fonte: Guia Marítimo

Conclusão da BR-163 retiraria 3,5 milhões de toneladas de carga, por mês, dos portos do Sul e Sudeste

Levantamento da CNI aponta a conclusão das obras como essencial para o escoamento de carga da região, que responde por 52% da produção brasileira de soja e milho.... 

A conclusão das obras da BR-163, também conhecida como rodovia Cuiabá-Santarém, pode ajudar a diminuir o problema de congestionamento nos portos mais demandados do país, os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Segundo dados do documento "BR-163 Quebra de paradigma no transporte do Comércio Exterior" (download ao final da página), feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a conclusão da rodovia facilitaria o escoamento de 3,5 milhões de toneladas de carga por mês, fluxo que atualmente segue para portos do Sul e do Sudeste.

O documento da CNI aponta que a conclusão da rodovia é essencial para consolidar uma saída setentrional para a produção de grãos do Mato Grosso, maior produtor agrícola do país, especialmente para as safras de soja e milho.

Num período de três meses de escoamento da safra, por exemplo, a rodovia retiraria 10,5 milhões de toneladas, equivalente a 45% das exportações de grãos feitas em 2012 pelo Porto de Santos, principal rota de exportação do agronegócio – que exportou 23,1 milhões de toneladas de grãos em 2012.

mapa 




 RADIOGRAFIA - A BR-163 liga Cuiabá (MT) ao Porto de Santarém (PA), no Rio Tapajós, num percurso de 1.764 km. A região cortada pelo trajeto – acima do paralelo 16° S – respondeu por 52% da produção brasileira de soja e milho, o equivalente a 68,2 milhões de toneladas, na safra 2011/2012.

Iniciada em 1973, as obras da BR-163 só foram concluídas na parcela mato-grossense, entre Cuiabá e Guarantã do Norte, cidade próxima à divisa com o Pará. No restante, há diversos trechos incompletos e com atrasos nas obras, o que inviabiliza o escoamento da produção pelos portos de Santarém (PA) e Miritituba (PA).

Fonte: Guilherme Queiroz do Portal da Indústria

Logística prejudica Brasil no mercado de grãos

Sem logística Brasil perde dos EUA em capacidade de armazenamento e escoamento da soja[...]

Rivais na produção de grãos, Brasil e Estados Unidos protagonizam disputa desigual pela liderança do agronegócio. E a logística – da disponibilidade de silos à escolha dos modais para escoar a safra – é o principal fator contra os brasileiros. O resultado é que, apesar de produzir com eficiência, o país não é estratégico na formação dos preços globais. Situação agravada com a falta de política agrícola que influencie os rumos do mercado de commodities, dizem analistas.
A logística para escoar a soja é exemplo da desigualdade. No Brasil, 82% da soja são transportados por rodovias, 16% por ferrovias e 2% por hidrovias; nos EUA, 15% são escoados por rodovias, 35% por ferrovias e 40% por hidrovias. Com economia de escala menor e más condições das estradas, o peso do frete no valor da tonelada de soja é bem maior aqui: 44%, contra 26% nos EUA.
- As rodovias são competitivas para distâncias de até 500 quilômetros, mas nossas carretas percorrem mais de dois mil quilômetros para levar a soja até o porto. Não garantimos economia de escala para diluir os custos fixos – diz Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Logística da Fundação Dom Cabral.
Outro problema que o Brasil enfrenta é a falta de armazéns. A capacidade de armazenagem corresponde a 80% da safra. Nos EUA, é de 120%. Isso cria uma situação perversa, sobretudo no caso da soja. Como os EUA estocam o grão, conseguem controlar sua oferta no mercado e, assim, ser um país estratégico na formação de preços. A Bolsa de Mercadorias de Chicago, principal praça para comercialização de matérias-primas e referência internacional das cotações, reflete em grande parte o que acontece no mercado americano.
No Brasil, os produtores precisam escoar a produção rapidamente para que não apodreça, o que os leva a se submeterem a pressões da China, principal comprador da nossa soja. A suspensão de compra de dois milhões de toneladas de soja (6% do volume exportado em 2012) por uma trading chinesa mês passado, por causa do nó logístico, revela o poder de fogo asiático.
“não temos política”
Semana passada, o produtor e senador Blairo Maggi (PR-MT) foi à China, a convite da Associação Brasileira do Agronegócio, para estreitar relações com o governo e tradings do país e mostrar como o Brasil pretende melhorar a infraestrutura.
- Os EUA têm política agrícola. Usam estoques para influenciar a oferta dos grãos e, assim, o preço. O Brasil simplesmente atende a demanda, não somos estratégicos na formação de preços e não temos política para isso – diz o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro.
Sem apitar na composição das cotações e com o caos logístico, os produtores de soja devem perder a oportunidade de ver a matéria-prima e os derivados galgarem um degrau na lista dos itens exportados. Hoje, o complexo da soja – grão, farelo e óleo – ocupa o segundo lugar da pauta, com US$ 25,8 bilhões exportados em 2012. Só atrás do minério de ferro (US$ 31 bilhões). A previsão da AEB era que o complexo atingisse US$ 32,5 bilhões este ano, mas está revendo a projeção.
O secretário de Política Agrícola, Neri Geller, rebate as críticas da falta de política agrícola:
- Não somos os EUA. Eles têm ferrovias, armazéns, e a produção está se estabilizando. Aqui, a produção tem crescido muito e a infraestrutura avança num ritmo mais lento.

Fonte: Luis Nassif, em : http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/logistica-prejudica-brasil-no-mercado-de-graos

Consumidor paga caro por problemas em estradas e portos do Brasil

Gargalos aumentam custo dos fretes, que chega a 10% do valor dos produtos

O transporte de cargas no Brasil sofre com diversos problemas nas rodovias, portos e ferrovias que prejudicam produtores e transportadores pelo País. No fim das contas, o maior prejudicado é o consumidor, que paga mais caro pelos produtos.

A conclusão é de um estudo recente do Inbrasc (Instituto Brasileiro de Supply Chain), que apurou que entre 9% e 10% do preço final das mercadorias correspondem aos gastos com frete. Caso os gargalos na infraestrutura fossem menores, haveria uma redução estimada de 2,63% em cima dessa porcentagem.

Na prática, o frete de uma geladeira de R$ 1.500 produzida em Manaus, por exemplo, sairia até R$ 150. Caso os problemas logísticos não existissem, o transporte custaria, em um cálculo estimado, a partir de R$ 95,55 — uma diferença de R$ 54,45 que deixa de ir para o bolso do consumidor.
A pesquisa da Inbrasc, realizada com empresas de transporte de cargas, revelou que 72% delas poupariam até R$ 2 milhões por ano se não houvesse os problemas de infraestrutura. 

De acordo com Henrique Gasperoni, diretor do instituto que conduziu o estudo, entre os problemas mais frequentes citados pelos entrevistados estão a falta de segurança nas estradas, a burocracia na fiscalização junto à receita federal e o excesso de taxas.

— Observamos que 13% das empresas perdem de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano devido aos problemas logísticos. É claro que esse valor não vira prejuízo delas. Ele é transferido ao consumidor, que tem de pagar a conta.
Correndo atrás do prejuízo
Rodovias malcuidadas, malha ferroviária escassa e portos despreparados são exemplos da falta de infraestrutura dos transportes de carga no Brasil. O congestionamento de caminhões a caminho do Porto de Santos, no fim de março, foi apenas uma amostra desse cenário caótico.

Na ocasião, os veículos formaram uma fila de 34 quilômetros para entrar no maior terminal portuário da América Latina, responsável pela movimentação no ano passado de 104,5 milhões de toneladas de cargas — 25,8 % de todas as trocas comerciais brasileiras em 2012.  

Com o acesso deficiente, os navios passam dias à espera do carregamento, os exportadores têm de arcar com custos extras e os importadores recebem com atraso as encomendas, reduzindo a competividade do Brasil no comércio internacional.

Para combater esse nó logístico criado por décadas de inércia administrativa, o governo federal anunciou, em 2012, o PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes), que traz uma série de diretrizes para o setor de transportes no País.

No mesmo ano foi criado o PIL (Programa de Investimento em Logística), um pacote de concessões baseado no modelo de PPPs (Parceria Público Privadas) que prevê estímulos ao investimento de R$ 212 bilhões nos diversos modais de transportes de carga nos próximos 25 anos (tabela abaixo).

De acordo com o programa, nesse período serão investidos R$ 42 bilhões para a duplicação cinco mil quilômetros de rodovias e R$ 91 bilhões para a construção de dez mil quilômetros de ferrovias — atualmente, a malha ferroviária brasileira tem cerca de 30 mil quilômetros.

Apesar dos números vultosos, o “PAC das concessões” precisa sair do papel. Um estudo da Contas Abertas revelou que, entre 2001 e 2012 cerca de R$ 50 bilhões aprovados pelo governo não foram investidos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. 

O presidente da transportadora Veloce Logística, Paulo Guedes, vê com ceticismo os investimentos anunciados pelo governo e acredita que eles são insuficientes para contornar as dificuldades atuais.

— O maior problema é a realização na prática desse plano do governo. Além disso, vários estudos mostram que temos de investir muito mais, pelo menos o triplo.

Desafios

Neste cenário de novos programas para melhorar a infraestrutura de transporte de carga no Brasil, o governo terá pela frente inúmeros desafios.

Entre eles estão reduzir a dependência do transporte rodoviário, responsável por cerca de 60% da carga transportada no País, e ampliar a oferta de malha ferroviária, mais segura e menos poluente. Além, é claro, de aprimorar os terminais portuários, a principal porta giratória dos produtos que entram e saem do Brasil.

No ano passado, a safra de grãos foi a maior já registrada no País, com 166 milhões de toneladas. E as previsões do Ministério da Agricultura para este ano são ainda mais otimistas: uma produção de 183,5 milhões de toneladas que deverá gerar um valor bruto de R$ 305,3 bilhões e poderá colocar o Brasil, pela primeira vez, como o maior produtor de soja do mundo, à frente dos Estados Unidos.

Para explorar toda a riqueza dessa produção crescente, a melhoria da infraestrutura logística surge como uma providência cada vez mais inadiável — sobretudo diante de cenas como a dos caminhões enfileirados a caminho do terminal santista.


Fonte: Luiz Betti / R7 via Revista Mundo Logística

CargoBR - Unindo transportadoras e cargas

Você sabia que, de acordo com a revista Exame, de cada 100 caminhões rodando no estado de São Paulo, cerca de 46% deles está vazio? Isso equivale a quase 40 milhões de caminhões vazios circulando por ano. É um gasto operacional da ordem de 7 bilhões de dólares e um desperdício de cerca de 2 bilhões de litros de diesel por ano.
Além disso, todos os dias nos deparamos com notícias sobre o caos na logística brasileira. Em 2013 teremos uma supersafra de soja, e as rodovias e transportadoras não estão preparadas para escoar as 183,3 milhões de toneladas de grãos esperados para esta safra (IBGE). Há, também, que se considerar o crescimento do e-commerce no Brasil. Segundo a e-bit, o crescimento de 2012 em relação à 2011 foi da ordem de 20%, ou seja, um faturamento de R$22,5 bilhões. Para 2013, é esperado um crescimento de 25% no comércio B2C.
Levando em consideração os pontos abordados acima, três amigos de faculdade resolveram criar a CARGOBR (http://cargobr.com): uma empresa que procura solucionar parte desses problemas logísticos unindo transportadoras e cargas e levando informação à ambas as partes. Os embarcadores que acessam o site podem cadastrar suas cargas gratuitamente, e recebem cotações da gama de transportadoras que fazem parte da base de dados da empresa. Com a opção de concluir o pedido de coleta online, os embarcadores ganham em tempo, não sendo mais necessário buscar por transportadoras que fazem o trecho desejado, nem esperar por cotações via telefone ou e-mail; e, com a concorrência de preços, conseguir economizar até 30% nos seus fretes. As transportadoras que se cadastrarem terão acesso a um banco de cargas, sendo possível enviar cotações para as cargas que lhe interessarem. Com isso, podem diminuir a sua ociosidade e ter acesso a um canal de vendas extra sem muito custo.
Acessando a CARGOBR, embarcadores e transportadores têm acesso a um painel de controle gerencial, onde informações como fretes cadastrados, cotados, enviados ou aguardando coleta estarão disponíveis. Além disso, informações gerenciais como ticket-médio de frete, rotas mais utilizadas e quantidades movimentadas também estarão disponíveis.
A legislação também terá papel importante no transporte rodoviário no ano de 2013. A lei 12619/12, que regulamenta a jornada de trabalho dos caminhoneiros, estabelece que o motorista deve descansar 11 horas a cada 24 horas trabalhadas, além de parar por 30 minutos a cada quatro horas dirigidas. O mercado está sofrendo com a falta de caminhoneiros autônomos, e essa lei impacta diretamente na oferta de trabalho, já que mais profissionais terão que ser contratados pra transportar o mesmo volume de carga atual.  No âmbito fiscal, as Secretarias de Fazenda dos Estados e a Receita Federal do Brasil desenvolveram o conhecimento de transporte eletrônico (CT-e), documento exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente, que irá substituir o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTR-C). O CT-e tem validade jurídica, e é garantido pela assinatura digital do emitente. Até o final do ano todas as transportadoras serão obrigadas a adotar o novo documento. Isso implica numa redução drástica em sonegação de impostos, o que vai ocasionar um grande problema para as pequenas empresas que realizam operações “por fora”.
O cadastro de embarcadores e transportadoras é bastante simples, e caso haja alguma dificuldade, a equipe CARGOBR está a disposição para ajudar no que for preciso.

Felipe Itoyama

Skype - felipe.itoyama
Twitter - @felipeitoyama


Terminal de Grãos do Maranhão reduzirá custo de exportação e colocará Itaqui entre três maiores portos do Brasil


Com a obra, Itaqui receberá cerca de 30 milhões de toneladas de soja e milho que hoje são exportados pelo Sul e será principal porto de grãos do Norte e Nordeste.

 Foi lançada, na manhã da última quarta-feira (07/11), a pedra fundamental para a construção do Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), no Porto do Itaqui, em São Luís. A obra vai mudar a rota de exportações do país e será fundamental para o desenvolvimento do agronegócio das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Com operação prevista para o final de 2013, o Terminal permitirá que a capacidade instalada para armazenagem e exportação de soja, milho e farelo do Itaqui salte dos atuais 2,5 milhões de toneladas de grãos/ano para até 15 milhões de toneladas/ano até 2020, o equivalente a um terço do potencial para exportações de grãos pelos portos do Norte e Nordeste.
Hoje, cerca de 85% da soja e do milho exportados pelo Brasil saem pelos portos de Paranaguá, Santos e São Francisco do Sul, que enfrentam sérios gargalos de logística. Com a implantação de novos terminais no Norte do país, estima-se que dois terços das cargas transferidas hoje para portos do Sul e Sudeste, cerca de 30 milhões de toneladas, sairiam pelos portos da região conhecida como Arco Norte do país.
Quando o TEGRAM estiver operando em sua capacidade plena, cerca de 11,5% da produção de grãos do país vai passar pelo Itaqui, o que posicionará o porto entre os três maiores do país.
Logística integrada ao Itaqui vai gerar economia no agronegócio-A construção do TEGRAM, a entrada em operação da Ferrovia Norte-Sul, que liga Palmas - TO a Açailândia - MA, e a sua conexão com a Estrada de Ferro Carajás (EFC) criaram as bases para o corredor que tem o Porto do Itaqui como destino.
Atualmente, o custo logístico total (terrestre, porto, aduana, transporte marítimo e documentações) para exportação de uma carga de soja que sai de uma fazenda em Balsas, principal município produtor de grãos no Sul maranhense até o Porto de Santos é de cerca de US$ 140 por tonelada. Se a mesma carga for exportada via porto do Itaqui, o custo sai por US$ 115 por tonelada, ou seja, uma economia de US$ 25 por tonelada, que representa quase 18%.
Na parte do transporte terrestre, especialistas do setor do agronegócio estimam que a redução entre 500 e mil quilômetros para chegar a um terminal de exportação darão ao produtor uma economia no transporte que será revertido em adicional de renda de até R$ 3,00 por saca de milho ou de soja.
Soma-se a isso a ampliação do Canal do Panamá, que com a obra permitirá passagem de graneleiros de até 60 mil toneladas para 150 mil toneladas. Na rota para a Ásia, principal destino da soja brasileira, estima-se uma redução no frete da ordem de 20%, o que beneficiará portos como o Itaqui, no Maranhão. 

Para ler a matéria na íntegra acesse: http://revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=219857

Fonte: Portal Fator Brasil