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Correios apresenta serviço de logística integrada com foco em MPEs

Nesta quinta-feira (15), Dia do Cliente, os Correios apresentaram um novo serviço de logística, voltado ao comércio eletrônico e com foco nas micro e pequenas empresas (MPEs): a solução de logística integrada (e-fulfillment), que suporta operações completas na armazenagem, atendimento de pedidos, separação, embalagem, integração com transporte/distribuição e logística reversa.
A apresentação do serviço foi realizada pelo presidente dos Correios, Guilherme Campos, e pelo vice-presidente de Logística da estatal, José Furian Filho, durante a coletiva de imprensa sobre a Black Friday Legal 2016, em São Paulo (SP), em uma ação que envolveu, além da empresa, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Braspag.
O e-fulfillment prevê uma redução média de 47% nos custos logísticos no e-commerce, que segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) está concentrada em 62,6% com o frete, 19,9% da operação de armazenagem e 17,5% com o manuseio.
O presidente dos Correios, Guilherme Campos, lembrou que a empresa realiza logística desde o seu nascimento, há 353 anos. “Nossa presença, que nos coloca em todas as cidades do país, vem se transformando. O mesmo mundo que tira dos Correios o mercado postal, em declínio, permite aos Correios ampliar sua presença no comércio eletrônico”, afirmou.
O vice-presidente de Logística, José Furian Filho, explicou que o novo serviço possibilita o acesso dos proprietários de micro e pequenas empresas à cadeia logística com um custo reduzido, dando-lhes oportunidade para que foquem energia e recursos nas vendas. “Assim, as chances de essas MPEs crescerem são muito maiores. Isso é uma política de governo, que tem feito grandes esforços para fomentar o segmento, e os Correios, como uma empresa pública, têm essa preocupação também”, disse.
Simplificação — Os produtos poderão ser enviados para destinos nacionais e internacionais, incentivando as exportação pelas MPEs devido à simplificação do processo. A vantagem do modelo é que o empresário não precisa se preocupar com o espaço para armazenagem dos produtos e preparação dos pedidos. Os principais ganhos estão na simplicidade de precificação, por item armazenado e pedido atendido, na redução dos custos fixos logísticos e na celeridade operacional em retirar um produto do estoque e despachar no mesmo dia para entrega. Com isso, além de manterem o foco nas suas atividades-fim, as lojas conseguem atender com escalabilidade as vendas em períodos de grandes demandas em datas especiais, como Black Friday, Natal, Dia das Mães etc. Mais informações sobre o serviço podem ser obtidas no site dos Correios, no endereço www.correios.com.br/ecommercecorreioslog

Infraestrutura — O armazém logístico da empresa em Cajamar (SP) possui 72 mil m² de área total, pé direto livre de 12 metros e 18 mil posições de armazenagem. Com um investimento de R$ 5,5 milhões, os Correios adquiriram licenças de uso permanente de software integrado de gerenciamento de armazéns para operadores logísticos, o Warehouse Management System (WMS). O sistema permite que os clientes tenham acesso ao que há de mais moderno na gestão de estoque e acompanhamento de pedidos on-line, rastreabilidade, cálculo de produtividade, giro de estoque e armazenagem inteligente.

Fonte: Logweb

Orelhões inteligentes dizem quando seu ônibus está chegando em São Paulo

Os telefones públicos acabam de ganhar uma nova utilidade na capital paulista. E ainda é de graça.


Pense bem: qual foi a última vez que você usou um orelhão? É, você sabe, aquele telefone público que fica na calçada, na esquina da padoca, às moscas... Mas agora eles ganharam uma nova utilidade: vão te dizer que ônibus estão chegando ao ponto mais próximo.
A ideia é colocar em uso os 25 mil orelhões da cidade de São Paulo, que estão praticamente abandonados - e, ao mesmo tempo, ajudar quem não tem smartphones com internet para checar a proximidade do busão. Por semana, só em São Paulo, 2,7 milhões de pessoas usam o transporte público sem internet no celular. Daí o nome do projeto, Smart Orelhão.


Giga contrata 40 trabalhadores nesta segunda-feira

A nova unidade do atacadista Giga realiza nesta segunda-feira, dia 22 de agosto, a partir das 8h30, o processo seletivo para a contratação de mais de 40 pessoas com disponibilidade para trabalhar das 14h40 às 23 horas, inclusive aos finais de semana.
As vagas são para cargos operacionais nos setores de estoque, mercearia, caixa, prevenção e perdas, hortifrúti e carga e descarga.
Para as vagas são exigidas ensino médio completo, disponibilidade para horário da tarde e para trabalho aos finais de semana e feriados (em escala 6×1).
Os interessados devem comparecer na Rua Zuferey, 140, Jardim Cica – Jundiaí, com CTPS, portando currículo e documento com foto, no dia 22 de agosto, das 8h30.

Confira as vagas disponíveis, também para PcD: 

Repositores
20 vagas 
Operador de Empilhadeira
01 vaga
Fiscal de Prevenção
06 vagas
Empacotador
08 vagas
Operador de caixa
10 vagas
Auxiliar de caixa
01 vaga

Fonte: Logweb

Startup traz conceito de economia colaborativa para o serviço de entregas

Aplicativo Eu Entrego conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes


O transporte é um dos maiores gargalos do Brasil. Porém, ao mesmo tempo em que muito se discute, poucas são as ações efetivas para a melhora desse serviço. Com uma iniciativa inovadora e a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro, nasce o Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa, de qualquer lugar, 24 horas, sete dias.
“Queremos apresentar uma solução para questões logísticas, fazendo com que pessoas comuns possam realizar entregas durante o seu percurso normal, indo ou vindo do trabalho, faculdade, casa etc”, explica o CEO e cofundador do Eu Entrego, João Paulo Camargo.
O projeto nasceu após seis meses de concepção e o recebimento do investimento de R$ 1 milhão. “Nossa meta é ser a maior empresa de entregas do Brasil sem frota de veículos e empregados. Apostamos no conceito de economia colaborativa, um modelo de negócios que vem revolucionando o mercado, com cases como Uber, Airbnb, entre outros, e deve movimentar mais de US$ 100 bilhões em todo o mundo até 2020”, explica Camargo.
A expectativa do aplicativo é realizar até o final do ano mais de 5.000 entregas por mês e estar presente nas principais capitais do País.

Como funciona
Um usuário do app solicita uma entrega. Para isso, descreve o que deseja entregar (não há restrição de itens), indicando o tamanho e o peso da encomenda, inclusive, com a opção de postar foto. Feito isso, ele define o local e a data de retirada do objeto, bem como o prazo de entrega e o endereço final. Por fim, indica o quanto pretende pagar por esse serviço.

O processo de entrega
O Eu Entrego, então, repassa a oferta aos entregadores mais próximos, que podem aceitar ou negociar o valor da demanda. É um mercado aberto, não existe valor mínimo de cobrança, mas, como referência, as entregas via aplicativo são, em média, 15% mais econômicas do que as realizadas com motoboys tradicionais ou Correios.
A partir da hora que o acordo é selado, o usuário define o prazo e passa a ter uma visão completa da localização do entregador, que também pode ir reportando cada passo. Ao final, o pagamento é finalizado dentro do próprio app, via cartão de crédito, de forma prática e segura”, explica Camargo.
As entregas são realizadas da forma mais cômoda ao entregador, seja de carro, bicicleta ou, até mesmo, a pé.

O aplicativo
O app pode ser encontrado na versão usuário na App Store, da Apple, ou na Google Play, do Android. Já a versão do entregador, no primeiro momento, só está disponível para dispositivos Android.
Para garantir a melhor experiência, há a avaliação sobre o entregador, que, por sua vez, também pode fazer comentários sobre o usuário.

Quem entrega?
Para se tornar um entregador no aplicativo, o Eu Entrego faz uma extensa pesquisa sobre o candidato, que precisa ter ficha limpa. “Verificamos a veracidade das informações e antecedentes dos entregadores, a fim de garantir total segurança no processo de coleta e entrega de remessas”, afirma Camargo.
Os entregadores independentes podem ganhar até R$ 3.000,00 por mês, com a liberdade de carga horária. “Buscamos o perfil de pessoas que procuram um complemento de renda ou atuam de forma autônoma e pode ser um trabalho ideal para estudantes, taxistas e aposentados”, conclui o CEO.

Fonte: Revista Mundo Logística

Correios suspendem entregas com limite de horário para o Rio entre 28/07 e 18/09

Os Correios informaram nesta terça-feira, 26, que os serviços com horário limite de entrega para a cidade do Rio de Janeiro ficarão suspensos entre 28 de julho e 18 de setembro deste ano. A estatal diz que o motivo são os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que interditarão ou colocarão restrições de acesso em diversas ruas.
Não será possível mandar Sedex 10, Sedex 12 e Sedex Hoje durante quase dois meses para a capital fluminense. Os cariocas que moram no entorno de vias públicas próximas às arenas e provas de rua também ficarão sem a entrega e a coleta domiciliar de todos os tipos de correspondências. Quando o destino for essas localidades, os Correios não receberão encomendas e malotes de qualquer lugar do Brasil.
Não só os vizinhos aos locais onde terão provas serão prejudicados. Serviços expressos (Sedex, e-Sedex e malote e remessa expressa) para qualquer lugar do Rio de Janeiro terão dois dias úteis acrescidos aos respectivos prazos padrão. Os serviços não expressos (PAC, remessa econômica e carta registrada) demorarão mais três dias úteis além dos prazos originais.
Os Correios afirmam que traçaram uma “operação especial” por causa dos Jogos Olímpicos que prevê ajustes na prestação dos serviços, reforços da capacidade produtiva, funcionamento de entrega de encomendas aos sábados, domingos e feriados, realização de horas extras e alocação de veículos extras na capital fluminense. As restrições foram estabelecidas por um decreto municipal, com o objetivo de “melhorar a mobilidade urbana no período”.

Fonte: Isto É

Correios lança guia técnico com recomendações sobre embalagens

Os Correios lançaram, na última semana, o “Guia Técnico de Embalagens Recomendadas pelos Correios – RPC”. O manual, já disponível no site da empresa, visa orientar os clientes na hora da escolha das caixas e envelopes para o envio de encomendas, além de nortear o mercado quanto à produção de embalagens, de forma a viabilizar a comercialização de caixas e envelopes no padrão Correios pela indústria gráfica, estabelecimentos comerciais e redes varejistas do País.
O guia apresenta as embalagens divididas por tamanhos e sugere padrões de layout gráfico, com elementos obrigatórios e opcionais, como selo, código de barras, dimensões e modelo da caixa, área de endereçamento, rótulos, fontes, tamanhos, símbolos das remessas postais e área de informações de devolução.
Além de divulgar as especificações técnicas, a iniciativa fornece recomendações e dicas sobre as melhores práticas de endereçamento e acondicionamento das encomendas, visando melhorar seus processos logísticos e garantir um melhor serviço para os clientes. Um dos itens mais importantes do processo de postagem, a escolha de uma embalagem resistente, associada ao seu correto acondicionamento, proporciona segurança, proteção e integridade ao conteúdo, desde o seu encaminhamento até a entrega.
Proibições e restrições de conteúdo – Antes de utilizar os serviços dos Correios, é importante estar atento a algumas restrições, uma vez que a aviação civil internacional e a legislação postal proíbem o transporte de certas substâncias. Em caso de dúvidas quanto à aceitabilidade do objeto para envio postal, o cliente pode consultar o Fale com os Correios ou solicitar informações em uma das agências de atendimento.

Fonte: Log Web

Caminhoneiros recebem serviços gratuitos na rodovia Prof. Zeferino Vaz (SP-332), em Paulínia

Diariamente, 450 mil veículos passam pelas cinco rodovias que formam o Corredor Dom Pedro, importante sistema viário que faz a ligação entre a Região Metropolitana de Campinas (RMC) e o vale do Paraíba. Desses, aproximadamente 25% são caminhões.
Para auxiliar esse público, a Rota das Bandeiras, concessionária responsável pela administração do Corredor, realiza mais uma edição do programa Parada Legal, desta vez no Auto Posto Planalto, no km 130 da rodovia Prof. Zeferino Vaz (SP-332), em Paulínia. O posto está localizado na pista norte da via, sentido Cosmópolis. O evento tem início nesta terça-feira, dia 28, e segue até a quinta-feira, dia 30, sempre das 7h às 16h.
No local, os motoristas terão uma série de serviços gratuitos, como corte de cabelo, música ao vivo e serviços de saúde. “Como estão sempre nas rodovias, algumas vezes os caminhoneiros não têm tempo para esses cuidados. Por isso, nós resolvemos disponibilizá-los e de uma maneira gratuita”, analisa a coordenadora de Responsabilidade Social da Rota das Bandeiras, Maria Augusta Nolasco.
Por conta da Refinaria de Paulínia (Replan), a rodovia Prof. Zeferino Vaz recebe um grande número de caminhões que vão diariamente ao local fazer o carregamento de petróleo e derivados. Por isso, a Concessionária escolheu a SP-332 para realizar a ação.
Segundo dados da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), o número de acidentes nas rodovias sob concessão em São Paulo teve uma queda de 10,1% em 2015, quando comparado a 2014. Seguindo a mesma tendência, o número de mortes apresentou uma redução de 23%.
“Dos acidentes que acontecem nas rodovias, 75% ocorrem por falha humana. Nós acreditamos que ações como essa do Parada Legal, que foca a pessoa, ajudam a diminuir essa estatística”, explica Nolasco. Entre os serviços de saúde, estarão disponíveis testes rápidos de doenças como hepatite C, Aids e DSTs.
As pessoas que quiserem mais informações podem entrar em contato com a Rota das Bandeiras por meio do telefone 0800-770-8070. O serviço é gratuito e funciona 24 horas.
A Rota das Bandeiras é uma empresa da Odebrecht Rodovias, que reúne os investimentos da Odebrecht TransPort em concessões rodoviárias. A Odebrecht TransPort desenvolve, implanta e opera projetos nas áreas de mobilidade urbana, portos, aeroportos e sistemas integrados de logística.

Fonte: Log Web

Prestação de serviços de logística gera negócios lucrativos

A previsão é de crescimento no mercado de logística em 2012, com faturamento que deve chegar a quase R$ 450 bilhões este ano. Empresários investem no setor de prestação de serviços para grandes empresas e geram negócios lucrativos.
Com um leva e traz de mercadorias, o empresário Roberto Dexheimer fatura alto. Há três anos, ele encontrou no mercado de logística uma grande oportunidade de negócio e criou uma empresa, na capital paulista. No espaço, ficam armazenados diversos tipos de produtos, de vestuário a utilidades domésticas e peças decorativas. O começo foi numa grande rede de supermercados.
“Contratamos 51 funcionários para fazer a operação de intralogística dentro das instalações de nossos clientes. E aí a empresa começou a crescer e a gente sentiu a necessidade de montar um armazém”, explica o empresário.
Hoje a empresa tem 300 funcionários, que trabalham numa área de 3 mil metros quadrados. Além da armazenagem dos produtos, é feita a distribuição logística para clientes espalhados por todo Estado de São Paulo.
E uma dica para quem quer trabalhar no setor é que o serviço costuma ser contratado por redes de supermercados, varejistas e indústrias. “Eles preferem manter o espaço que eles têm como espaço produtivo, espaço industrial, já que a armazenagem é considerada improdutiva para ele. Então há necessidade de terceirizar essa operação”, diz Dexheimer.
Os serviços começam com o recebimento das mercadorias. Em um galpão tudo é checado e separado por cliente. Depois, os produtos embalados e etiquetados seguem para a expedição. O transporte de mercadorias é feito com uma frota de oito caminhões.
O investimento para montar toda a estrutura foi pesado: R$ 1,5 milhão. Mas o faturamento é alto: R$ 8 milhões por ano.
Carlos Porto terceiriza a logística para a empresa dele. Dono de uma importadora de utilidades domésticas, ele usa o serviço para a distribuição das mercadorias para lojas e supermercados.
Com isso, ele gasta cerca de R$ 4 mil por mês. “A empresa ficou com mais tempo para as vendas, que é o nosso negócio hoje. E a parte operacional, relacionada com a parte de a armazenagem, ficou com a empresa terceirizada”, explica.
Logística reversaE o empresário Adalberto Panzan se especializou na chamada logística reversa. A empresa dele projeta crescimento e bons lucros para 2012. Ele transporta, separa e destina resíduos, mas no sentido contrário: do consumidor final para as indústrias.
A empresa coleta pilhas, baterias, cartuchos de impressora, lâmpadas e sucatas de computador. Tudo é encaminhado para recicladoras especializadas. O negócio começou pequeno: em uma salinha de 50 metros quadrados e com um investimento de R$ 100 mil.
Em uma área de 1.300 metros quadrados ficam os produtos que são coletados em mais de 3 mil pontos espalhados por todo o país. É a etapa intermediária de toda a operação logística. Quando o material chega até ao local, é separado em baias para depois ser transportado para a reciclagem, que é a destinação final.
O transporte é feito por carros próprios e terceirizados. Tudo segue encaixotado em embalagens para evitar contaminação de resíduos.
“Uma das principais demandas da nossa operação é que nós temos rastreabilidade disso tudo, ou seja, que nós saibamos de onde está vindo aquela pilha e para onde ela vai. Então isso envolve não só informação, mas também documentação para certificar isso”, diz o empresário.
A coleta é feita em escolas, empresas, hospitais e hotéis. Nesses pontos são instalados coletores para que as pessoas possam depositar os resíduos para a reciclagem. Em um hotel, a coleta de pilhas é feita há dois anos. O estabelecimento paga R$ 180 por mês pela retirada do material.
“Nós vimos a necessidade, como o hotel consome muita pilha (...), pela sustentabilidade, meio ambiente e pelo fato de a pilha soltar um material que é muito danoso para o meio ambiente”, diz John Rudy, supervisor de serviços do hotel.
O mercado de logística segue em expansão. Fatura R$ 400 bilhões por ano e a previsão para 2012 é de que aumente para R$ 430 bilhões.
“Desde esses períodos pós crise, as empresas começam a mexer bastante em relação a revisar seus processos logísticos, reduzir custos, otimizar suas cadeias de produção, então isso gera uma demanda muito grande para operadores logísticos, profissionais de logística de um modo geral”, diz Mauro Henrique Pereira, da Associação Brasileira de Logística.

Fonte: PEGN

Economia do Brasil cresce 2,7% em 2011 e se torna a 6ª maior do mundo

A economia do Brasil cresceu de acordo com o previsto em 2011. Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 2,7% no ano passado. A projeção era de crescimento entre 2,6% e 3%. O PIB per capita em 2011 ficou em R$ 21.252, uma alta de 1,8%, em volume, em relação a 2010. Ainda segundo o instituto, o PIB de 2011 em valores correntes somou R$ 4,143 trilhões.
A alta de 2,7% no PIB de 2011 foi o mais fraco resultado anual desde 2009 (-0,3%, o ano da crise global) e foi bem diferente do desempenho de 2010 (+7,5%). Segundo o IBGE, que divulgou hoje as Contas Nacionais Trimestrais do ano passado, o aumento de 1,4% no PIB do quarto trimestre do ano passado, ante igual trimestre em 2010, foi o pior resultado nesta comparação desde o terceiro trimestre de 2009 (-1,5%).
A indústria foi um dos destaques negativos, na comparação do quarto trimestre de 2011 contra o quarto trimestre de 2010. Nesta série comparativa, a queda de 0,4% no PIB da indústria foi o pior desempenho também desde o terceiro trimestre de 2009 (-6,8%).
Um crescimento de apenas 0,7% em 2011 já seria suficiente para que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro ultrapassasse o da Grã-Bretanha, tornando o Brasil a sexta maior economia do mundo, segundo cálculos feitos a pedido da BBC Brasil pela consultoria IHS Global Insight, com sede nos EUA.
No quarto trimestre de 2011 o Produto Interno Bruto registrou aumento de 0,30% em comparação ao terceiro trimestre do mesmo ano. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções (de queda de 0,20% a alta de 0,70%) e ficou acima da mediana projetada positiva de 0,20%.
Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o PIB apresentou alta de 1,40%, dentro das estimativas do AE Projeções, que variavam de uma alta de 0,80% a 1,90%, com mediana de 1,50%.
Indústria
O Produto Interno Bruto da indústria caiu 0,5% no quarto trimestre de 2011, ante o terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o PIB da indústria caiu 0,4% no quarto trimestre de 2011. Em 2011, o PIB da indústria subiu 1,6% ante 2010
Agropecuária
O PIB da agropecuária subiu 0,9% no quarto trimestre do ano passado ante o terceiro trimestre de 2011. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o PIB da agropecuária teve alta de 8,4% no último trimestre do ano passado.
Com o desempenho fechado do quarto trimestre de 2011, o PIB da agropecuária encerrou o ano passado com alta de 3,9% ante o resultado de 2010.
Serviços
O PIB de serviços mostrou alta de 0,6% no quarto trimestre de 2011 ante o terceiro trimestre do ano passado. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que anunciou hoje os resultados das Contas Nacionais Trimestrais.
Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o PIB de serviços mostrou alta de 1,4% no quarto trimestre de 2011. Isso levou uma alta de 2,7% no PIB de serviços em 2011 em relação a um ano antes.
Consumo do Governo
O consumo do governo subiu 0,4% no quarto trimestre de 2011 ante o terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o consumo do governo subiu 1,3% no quarto trimestre de 2011. No acumulado de todo o ano passado, o consumo do governo cresceu 1,9% ante o ano anterior.
Consumo das famílias
O consumo das famílias subiu 1,1% no quarto trimestre de 2011, ante o terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, o consumo das famílias subiu 2,1% no quarto trimestre de 2011. Em 2011, o consumo das famílias subiu 4,1% ante 2010.
Formação Bruta de Capital Fixo
A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que representa a parcela de investimentos dentro do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,2% no quarto trimestre do ano passado ante o terceiro trimestre.Na comparação com o quarto trimestre de 2010, a FBCF avançou 2% no quarto trimestre do ano passado. Isso conduziu a um resultado de alta de 4,7% no FBCF em 2011 em relação a 2010.
Exportações e importações
As exportações brasileiras subiram 1,9% no quarto trimestre de 2011 ante o terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, as exportações subiram 3,7% no quarto trimestre de 2011. Em 2011, as exportações subiram 4,5% ante 2010.
No caso das importações, houve alta de 2,6% no quarto trimestre de 2011 contra o terceiro trimestre do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, houve aumento de 6,4% nas importações no quarto trimestre de 2011. Com isso, as importações subiram 9,7% em 2011 contra 2010.
Taxa de investimento
A taxa de investimento da economia brasileira (FBCF/PIB) em 2011 foi de 19,3% em 2011, inferior à taxa de 2010, quando registrou 19,5%. Os técnicos do instituto concederão entrevista dentro de instantes sobre os resultados.
Revisão
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revisou o resultado do PIB do terceiro trimestre de 2011 em relação ao segundo trimestre do mesmo ano de estabilidade (0,0%) para queda de 0,1%. Também houve revisão no número do PIB no segundo trimestre do ano passado ante o trimestre imediatamente anterior, de +0,7% para +0,5%.
Houve revisão ainda na alta do PIB no primeiro trimestre de 2011 ante o quarto trimestre de 2010, de 0,8% para 0,6%. Já a alta do PIB no quarto trimestre de 2010 ante o terceiro trimestre do mesmo ano foi revisado de 0,7% para 1,1%.

Fonte: Estadão

Mato Grosso vai cobrar 3% de ICMS sobre frete

Em resposta à Revista Carga Pesada, o governo do Estado de Mato Grosso minimizou os efeitos do decreto 789/11, que começou a vigorar dia 1º de janeiro deste ano. Segundo a assessoria da Secretaria da Fazenda, o que muda basicamente é a cobrança de 3% de ICMS sobre o frete intermunicipal em Mato Grosso, que não vinha sendo feita.
“Para não afetar o custo na produção e não retirar a competitividade do setor, o governo decretou um benefício fiscal sobre a base de tributação de 75% de desconto. Com este benefício, ao invés de cobrar uma alíquota de 12%, o cálculo resultará em uma carga de ICMS de 3%”, afirmou a assessoria.
A Secretaria da Fazenda ressaltou que as operações de transporte para exportação continuam sem pagar imposto. “Com o decreto 789/11, ao invés de isento, esta operação estará diferida. Em outras palavras, será lançado o ICMS sobre esta operação e este imposto ficará registrado no Sistema da Sefaz como suspenso”.
De acordo com a assessoria, “comprovada a exportação”, o Fisco irá isentar o ICMS. “O frete na exportação continua isento, só que terá maior controle para evitar descaminhos e perdas na arrecadação”, assinala.
Quanto às operações interestaduais não há mudança. O ICMS segue sendo cobrado em 12%.
“Várias reuniões junto aos representantes do setor produtivo ainda estão sendo realizadas para definir logísticas e critérios de cobrança”, finalizou a assessoria.

Fonte: Portal Carga Pesada

Parceria EMBARQ-FedEx busca melhorar o transporte público em países em desenvolvimento

Uma nova parceria, criada para aumentar a eficiência das operações de ônibus urbanos no México, no Brasil e na Índia, foi anunciada pela FedEx Corp. e pelo EMBARQ, centro para o transporte sustentável do World Resources Institute.
“Graças ao generoso suporte financeiro e técnico da FedEx, algumas das maiores cidades do mundo poderão melhorar seus sistemas de transporte público, fundamentais nestes tempos de urbanização acelerada”, diz Holger Dalkmann, diretor da EMBARQ. “Especialmente em cidades em desenvolvimento, o segredo para ampliar o transporte sustentável está em adaptar-se ao crescimento local e na cooperação entre os setores privado, público e sem fins lucrativos na busca de novas soluções.”
A FedEx investirá 1,4 milhão de dólares em dois anos para que a EMBARQ possa levar seu conhecimento técnico em transporte sustentável a projetos destinados a aumentar a qualidade de vida nas cidades. Essa concessão é uma continuação da bem-sucedida parceria entre a FedEx e o Centro para o Transporte Sustentável da EMBARQ no México (CTS-EMBARQ México), iniciada em fevereiro de 2010 com uma doação de 500.000 dólares, investidos na modernização das operações do metrobus na Cidade do México.
“Estamos felizes em ampliar nosso trabalho com a EMBARQ e com a oportunidade de atuar não apenas no México, mas também no Brasil e na Índia, duas das economias de maior crescimento do mundo”, analisa Mitch Jackson, vice-presidente de Assuntos Ambientais e Sustentabilidade da FedEx. “Temos muito conhecimento para compartilhar. A FedEx transporta pacotes e a EMBARQ ajuda cidades a transportarem pessoas. Como empresa, a FedEx vê os benefícios provenientes de rotas mais bem desenhadas e eficientes, e de combustíveis e veículos menos poluentes. Mas e se os operadores de ônibus e passageiros pudessem desfrutar desses mesmos benefícios? Teríamos viagens mais rápidas, ruas mais seguras e ar mais limpo. É disso que se trata a nossa parceria.
Por meio de workshops, visitas de campo e consultoria direta, os técnicos de transporte da EMBARQ e os especialistas globais da FedEx se unirão para dar suporte a cidades em desenvolvimento em áreas como tecnologias energéticas e veiculares, gestão de frota e sistemas de informações ao usuário em tempo real. E mais: para evitar ferimentos e mortes resultantes de acidentes de trânsito no México, o projeto treinará centenas de motoristas de ônibus em princípios fundamentais de segurança.
“Segurança é uma de nossas maiores prioridades, pois temos centenas de veículos rodando no México e milhares no mundo”, pondera o vice-presidente de Veículos Globais da FedEx Express, Dennis Beal. “É importante que todos os usuários de estradas e vias estejam protegidos.”
Na Índia, a EMBARQ e a FedEx ampliarão a capacidade técnica das agências de transporte urbano para que elas organizem seus sistemas de ônibus, fazendo recomendações em áreas como manutenção e compra de veículos, e tecnologia veicular, além de coleta e gestão de dados.
“A consultoria da FedEx será de grande ajuda para que os envolvidos na Índia – de operadores de ônibus a técnicos governamentais – entendam o quanto sistemas baseados em ônibus podem contribuir para amenizar problemas de mobilidade, entre os quais, congestionamentos, poluição do ar e falta de segurança nas estradas”, declara Madhav Pai, diretor da EMBARQ na Índia.
No Brasil, os urbanistas e planejadores de transporte estão trabalhando a todo vapor para aprimorar a infraestrutura urbana, a fim de recepcionar os milhões de visitantes que virão ao país prestigiar a Copa do Mundo FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
A FedEx trabalhará com a equipe de Pesquisa e Prática da EMBARQ para criar um sistema de suporte à decisão para ajudar as cidades brasileiras a escolherem o melhor combustível e tecnologias veiculares para novos sistemas de transporte, com base em seu custo-benefício e vantagens ambientais.
Por fim, a EMBARQ e a FedEx lançaram também a Bolsa EMBARQ-FedEx, programa de dois anos destinado a proporcionar a alguns dos funcionários mais promissores da EMBARQ no México, no Brasil e na Índia as ferramentas e o conhecimento necessários para que eles façam a diferença em suas cidades. Os bolsistas passaram recentemente por um curso de 10 dias na matriz da FedEx, em Memphis, Tennessee, onde receberam treinamentos técnico e de liderança, ministrados por funcionários seniores da FedEx. Os bolsistas retornaram aos seus países, onde aplicarão os conhecimentos adquiridos para aprimorar as atividades patrocinadas pela EMBARQ e pela FedEx, que incluem treinamentos, pesquisa e projetos de transporte terrestre sustentável.
A FedEx Express América Latina e Caribe (FedEx Express LAC) atende mais de 50 países e territórios e emprega mais de 8.000 pessoas empenhadas na satisfação total do cliente. FedEx Express LAC vem atuando como pilar de crescimento para a região e mantém seu compromisso por meio do Programa de Afiliados FedEx PyMEx, a primeira iniciativa para colaborar como parceiros com os pequenos e médios exportadores, oferecendo formas inovadoras de acesso ao mercado global.
A FedEx Corp. (NYSE: FDX) provê para clientes e empresas do mundo todo uma ampla carteira de serviços de transporte, comércio eletrônico e entregas. A empresa, cujas receitas anuais somam US$41 bilhões, oferece aplicações comerciais integradas através de empresas operadoras que atuam coletivamente e que são administradas de forma colaborativa sob a respeitada marca FedEx. Classificada mais de uma vez entre os empregadores mais admirados e dignos de confiança do mundo, a FedEx inspira seus mais de 290.000 funcionários e prestadores de serviços a permanecerem “absoluta e positivamente” concentrados na segurança, nas mais estritas normas de ética e profissionalismo, e nas necessidades dos clientes e das comunidades onde operam.

Fonte: Portal Fator Brasil

Pão de Açúcar reforça sistema de entrega para evitar atrasos no final de ano

A Nova Pontocom, unidade de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar, reforçou sua estrutura de operação para atender os elevados volumes de vendas no período de festas de fim de ano e evitar problemas logísticos, como ocorreu no final do ano passado, quando muitas empresas atrasaram a entrega de produtos aos clientes.
A companhia que concentra os sites Extra, Ponto Frio e Casas Bahia, anunciou nesta quarta-feira que as ações realizadas envolveram as áreas de atendimento ao cliente, logística e estoques.
Segundo a empresa, foram contratados 1.800 novos funcionários para atuar principalmente no atendimento ao cliente.O sortimento de produtos também foi revisto e foram incluídas novas categorias que incrementaram o mix em 16%, somando mais de 60 mil itens. A companhia informou ainda ter desenvolvido parcerias com 20 transportadoras do país.
Na área de logística, a empresa investiu na ampliação da capacidade de armazenagem, adicionando quatro novas centrais de distribuição. Hoje, a Nova Pontocom tem oito centros de distribuição próprios. A Nova Pontocom afirmou ter registrado vendas 40% maiores nos nove meses do ano até setembro em relação ao mesmo intervalo em 2010.

Fonte: Portal New Trade

Transparência, segurança e foco nos resultados logísticos na rastreabilidade oferecida pela Bysoft

A rastreabilidade e ou informação eletrônica são sinônimos da transparência na comunicação em tempo real para o cliente final. Atualmente esse instrumento é essencial no sucesso dos operadores logísticos e empresas de transportes .
A rastreabilidade é um conceito que surgiu devido à necessidade de saber em que local é que um produto se encontra na cadeia logística, também muito usada em controle de qualidade e na composição dos custos das mercadorias.
Para a BYSOFT, que desenvolve produtos para a gestão e negócios de comércio exterior, o significado vai além, representa à capacidade de traçar o caminho da história, aplicação, uso e localização de uma mercadoria individual ou de um conjunto de características de mercadorias, através da impressão de números de identificação. Ou seja a habilidade de se poder saber através de um determinado dado (seja ele um código numérico de registro de PO, LI, DI, Master, House) qual a identidade de uma mercadoria, as suas origens e o destino em tempo real.
Na atualidade nos deparamos com diversos tipos de sistemas informatizados governamentais que nos provêm da informação de onde está determinada mercadoria, porém, sem integração ou integralidade destas informações.
Por esta razão, integramos importantes recursos de consulta automática e robotizada aos nossos sistemas da linha i-Global, seja para :
Consulta ao Mantra: Os Mawb (Master) e Hawb (House) são consultados automaticamente e a informação é disponibilizada ao cliente 24 horas/ dia, facilitando o acompanhamento de importações e enviando os avisos para as diversas posições da carga. Consulta e recuperação do Canal ao Siscomex: As consultas são parametrizadas por tempo desejado, onde todas as informações pertinentes ao processo são recuperadas do Sistema Orientador, trazendo a posição do canal, entre outras informações que contribuem para a incorporação de dados e composição do custo final da mercadoria.
A saída automática de dados para a Nota Fiscal de Entrada Eletrônica também se faz presente através de um único aplicativo que integra automaticamente os dados obtidos ao SEFAZ, seja através de arquivos eletrônicos diretos ao importador para a validação da assinatura digital ou incorporação ao ERP.
Disponibilizar todas as informações dos processos de importação, exportação ou agenciamento de cargas através do i-Tracking, via WEB, em tempo real. Os importadores, agentes, exportadores podem efetuar suas consultas sobre o andamento de seus processos, obter posição financeira sobre seus adiantamentos e aproveitamento das verbas, entre outras importantes informações de ordem de liberação da mercadoria, quando tratar-se de concessão de anuência.
Todas estas funcionalidades fazem com que os operadores logísticos trabalhem de forma eficaz os processos de importação das grandes companhias que são exemplos no ranking de eficiência da Infraero, que os premia pelo menor tempo médio dos embarques liberados por meio do Canal Verde. Entre os operadores logísticos estão os clientes Bysoft: Panalpina, Intercom Vale, Custom, Prodespal, entre outros.
Sobre a Bysoft
A Bysoft é pioneira e especializada no desenvolvimento de software e soluções para gestão do Comércio Exterior. A empresa atende às necessidades específicas de cada vertical: Importador, Exportador, Trade, Comissária de Despachos, Consultoria e Assessoria, Agente de Carga e Operador Logístico.
Também foi a primeira a formar uma sólida parceria com a Receita Federal, no lançamento do Siscomex Exportação em 1993, além de automatizar o Siscomex Importação com o lançamento do Gip Lite em 1999, proporcionando aos prestadores de serviços agilidade e segurança.
Atualmente, a Bysoft atende a mais de 60.000 usuários, através de 4.000 licenças de software comercializadas, tem 80% de http://www.bysoft.com.brparticipação no mercado de prestadores de serviços e está em constante crescimento, e vem se destacando, devido ao seu atendimento personalizado, inovação tecnológica, cases, e aos seus programas de qualidade: PQB (Programa de Qualidade Bysoft) e QAB100 (Quality Attend Bysoft), que se baseiam no aprimoramento constante de processos e pessoal.


Segue link! Com informações!

www.bysoft.com.br

Aquisição cria gigante logística de R$ 3 bi

A JSL, uma das maiores companhias de logística do país, com receita de cerca de R$ 2,6 bilhões, anunciou nesta segunda-feira a aquisição da Schio, especializada no transporte rodoviário de cargas que exigem temperatura controlada, como alimentos frigorificados, alguns tipos de produtos químicos, medicamentos e bebidas. Em troca de ações e o desembolso direto de recursos, o negócio totaliza R$ 405 milhões, valor muito próximo da receita anual da Schio.
Com a aquisição, a participação do segmento de alimentos na receita da JSL sobe de 1,5% para aproximadamente 15%. Fernando Simões, presidente da companhia, afirma que a investida na área vinha sendo estudada pela JSL há algum tempo. E que a compra foi uma forma de avançar no mercado de forma rápida e “diferenciada”. outro segmento no qual a Schio é forte é o de higiêne e limpeza.
O segmento de alimentos é visto pelo executivo como atrativo por ter baixa flutuação de receita e boas perspectivas, uma vez que a ampliação da renda tem levado os brasileiros a comerem mais e a comprarem alimentos mais caros e sofisticados, que oferecem maiores margens de lucro.
Para a JSL, a aquisição representa ainda a ampliação da frota de veículos em cerca 1,4 mil unidades (ou 10%); o aumento da folha de pagamento em quase 3,8 mil funcionários; dez novos centros de distribuição, maior poder de barganha na negociação de equipamentos; ganhos de escala na compra de insumos, manutenção e gestão de pessoal, além da entrada na Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela - a ida da JSL ao mercado externo já estava em estudo.
A expectativa é de que a venda de serviços da JSL aos clientes que vêm com a Schio, e a oferta do portfólio da Schio para os clientes da JSL, vá contribuir para um aumento de 16% a 20% na receita da companhia em 2012, avalia Simões.
Ao menos um dos executivos da família Schio virá junto com os ativos da empresa. José Schio, ex-presidente da Schio, trocou uma participação de 12,5% que tinha no negócio por 1,2% das ações da JSL e será o responsável por tocar nova divisão criada com a compra. O restante da família, que detinha 87,5% da Schio, receberá pelo negócio em dinheiro.
A concretização da aquisição depende agora de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária com os acionistas, agendada para o dia 7 de dezembro, e do aval do Conselho Administrativo de Defesa da Econômica (Cade), responsável por preservar a concorrência.


Fonte : Portal iG

Portos brasileiros são carentes quando o assunto é gestão sustentável

A sustentabilidade portuária não se resume apenas à boa política ambiental. Para reduzir os chamados gases de efeito estufa em complexos portuários as autoridades precisarão investir em sistemas logísticos mais ecoeficientes, alerta especialista.
Ainda que competitivos comercialmente, os portos brasileiros estão defasados quando falamos em novas tecnologias para uma gestão sustentável. Para especialistas no assunto, o sistema portuário brasileiro pode ser considerado um verdadeiro calcanhar-de-aquiles para o desenvolvimento da economia brasileira de acordo com o conceito de logística verde. Até há uma preocupação do poder público em introduzir o princípio da sustentabilidade, mas também é sabido que as Autoridades Portuárias carecem de mecanismos. Sustentabilidade portuária não se resume apenas à boa política ambiental. As mudanças climáticas são a grande questão.
Para se conseguir reduzir os chamados gases de efeito estufa é fundamental diminuir a queima de combustíveis fósseis e optar por energia limpa. Isso pode ser feito por meio da implantação de um sistema logístico mais ecoeficiente.
“Priorizar os modais aquaviários e ferroviários, em detrimento do uso de caminhões, é um bom começo”, lembra o vice-presidente de Transporte Ferroviário da Câmara Brasileira de Contêineres, Transporte Ferroviário e Multimodal – CBC, Washington Soares.
Pesquisador de políticas sustentáveis e modais ecoeficientes, em especial o modal shift (troca modal), Soares diz que, do ponto de vista ambiental, poucas empresas que utilizam o sistema portuário nacional preocupam-se com as questões ambientais ou com a gestão do planejamento pró-ativo das emissões de gases prejudiciais ao efeito estufa em zona portuária.
Isto acontece, segundo ele, pois não há obrigatoriedade explicita por parte dos órgãos públicos reguladores do transporte. “Além da escassa fiscalização, a Autoridade Portuária ainda depende muito dos investimentos privados dos arrendatários e operadores. Não foram estabelecidos modelos contratuais eficazes que criassem dispositivos protecionistas de forma a privilegiar modais de transporte de menor impacto ambiental”, destaca Soares.
Para o vice da CBC, que também é diretor da ITRI Rodoferrovia, as Autoridades Portuárias permanecem inertes, ou seja, sem poder de reação direta. “A reforma portuária brasileira não contemplou a gestão ambiental. Muitos portos até preservam as ferrovias, modal mais ecoeficiente, dentro da sua área organizada, mas sem qualquer obrigatoriedade de operacionalização do modal”, critica.
Para o executivo, Santos é um exemplo de porto onde se erradica linhas férreas sem qualquer preocupação ambiental com a mobilidade sustentável da carga. Ele lembra ainda que, no complexo portuário santista, os custos portuários são altíssimos para o usuário explorar a ferrovia dentro do porto organizado.
Outros portos citados por ele são os de Salvador e Porto de Rio Grande. “Existem portos, como o estes dois últimos, que ainda lutam por operacionalizar mais cargas ferroviárias. Entretanto, possuem acessos ainda muito escassos e uma malha ferroviária deficiente para atender maiores demandas na plenitude das safras”, explica.
“No Porto de Itaguaí (RJ) e Rio de Janeiro há maior flexibilidade para movimentação de vagões, estes portos não dependem de qualquer consórcio ferroviário para acessar a malha ferroviária, ou seja, não há conflito de interesse entre concessionárias ferroviárias, e a operadora (MRS Logística) consegue melhor transit time no posicionamento e retirada de vagões ao usuário daqueles portos”, comenta.
Pontuar o papel da Autoridade Portuária, enquanto poder público, e o das empresas privadas (usuárias do sistema portuário) para a criação de uma política de gestão sustentável nos portos brasileiros não é simples, admite o executivo: “Mas ambos precisam trabalhar em conjunto para que haja uma maior eficiência”.
Na opinião do executivo, ainda há muita resistência e é difícil deixar de lado uma cultura rodoviarista e passar, não só a equilibrar a matriz, mas também privilegiar soluções logísticas portuárias que utilizem modalidades mais ecoeficientes.
Para Soares, “as Autoridades Portuárias brasileiras que realmente quiserem ter um modelo de gestão portuária sustentável precisarão recorrer à pesquisadores e especialistas no conceito do modal shift para poderem criar uma rotina de cálculo de emissões de gases poluentes e assim gerar opções para impulsionar - de maneira correta - a troca modal, trazendo equilíbrio para a matriz de transportes”.
Sobre a ITRI – Rodoferrovia e Serviços
Jornalistas interessados em fontes e/ou informações sobre operações ferroviárias, rodoviárias, intermodais, multimodais, modal shift, entre outras, relacionadas ao porto de Santos e outros importantes centros do comércio internacional brasileiro poderão contar com os profissionais da ITRI RODOFERROVIA para compor suas pautas, entrevistas ou até mesmo para consultar informações pertinentes aos setores de atuação da empresa.
A ITRI RODOFERROVIA é uma empresa com mais de 15 anos, sediada no Centro Histórico de Santos, junto ao maior porto da América Latina, o porto de Santos, que atua como operadora rodoferroviária e está também habilitada como Operadora de Transporte Multimodal com reconhecimento deferido pela ANTT – Agência Nacional de Transporte Terrestre.
A empresa dispõe de um contrato de transporte com a MRS LOGÍSTICA para o fornecimento diário de 30 vagões no fluxo Santos-Suzano, e no curso inverso outros 30 vagões para atender à programação de cargas de diversos exportadores da Grande São Paulo.
A ITRI possui exclusividade no uso de vagões protótipos do tipo (PDS/PDR) adaptados com travas de segurança, vagões que são específicos para o transporte de contêiner. Esta disponibilidade de ativos garante aos clientes o atendimento dos serviços de forma plena.

Fonte: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

Setor de empilhadeiras representa 15% da intralogística

O setor de empilhadeiras, máquinas utilizadas na movimentação de cargas paletizadas, representa cerca de 15% da intralogística (logística interna) das empresas. O resultado reflete o forte mercado de fabricação de máquinas do Brasil.
O consumo dos equipamentos no mercado brasileiro é dividido em duas categorias: elétricas e de combustão. Nas elétricas, a participação dos fabricantes nacionais é de 57%. Já nas de combustão o índice nacional representa 41%.
Para discutir o assunto, o setor de intralogística estará reunido no Expo Center Norte, entre os dias 3 e 6 de agosto, na 25ª edição da MOVIMAT – Feira de Logística, Movimentação, Armazenagem e Embalagem de Materiais. Mais informações no www.feiramovimat.com.br.

Fonte: DFREIRE Comunicação e Negócios e Portal Logística Total

Sassmaq - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade

O Sassmaq (Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade) possibilita uma avaliação do desempenho nas áreas de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade das empresas que prestam serviços à indústria química.
A avaliação das empresas é feita por organismos certificadores independentes credenciados pela Abiquim. São avaliados os “elementos centrais”, compostos pelos aspectos administrativos, financeiros e sociais da empresa, e os “elementos específicos”, constituídos pelos serviços oferecidos e pela estrutura operacional.
A avaliação pelo Sassmaq não é obrigatória, mas sua aplicação gera um importante diferencial para as empresas certificadas pelo sistema pela comprovação de que oferecem serviços qualificados nas operações de logística.
Vários prestadores de serviços de logística têm em seus próprios sites operações de transporte, operações de limpeza, armazenagem, entre outras atividades. Objetivando evitar duplicidade nas avaliações SASSMAQ os módulos específicos do SASSMAQ (Rodoviário, Estação de Limpeza, Ferroviário, Atendimento a Emergências e outros em implantação) estão alinhados nos requisitos do Elemento Central e Específico. Operadores logísticos que tem mais de uma atividade no mesmo local podem efetuar a avaliação considerando os módulos integrados.
O módulo Rodoviário, o primeiro a ser lançado, é dirigido a transportadoras e operadoras logísticas. Em março de 2005 entrou em vigor o compromisso das empresas associadas à Abiquim, todas signatárias do Programa Atuação Responsável, de somente contratar empresas avaliadas pelo Sassmaq para o transporte rodoviário de produtos químicos a granel. Desde janeiro de 2006, esse compromisso foi estendido ao transporte rodoviário de produtos químicos embalados.
Com o objetivo de reduzir o risco de acidentes envolvendo o processo de descontaminação de tanques, a Abiquim publicou em agosto de 2007, o Módulo Estação de Limpeza. A meta para a implantação deste módulo é que, a partir de janeiro de 2009, as transportadoras que prestam serviços para as empresas associadas à Abiquim utilizem preferencialmente estações de limpeza avaliadas pelo Sassmaq.
O Sassmaq tem como base o envolvimento e a participação das seguintes empresas e instituições:
* Abiquim – É responsável pelo gerenciamento do Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade.
* Organismos de certificação – São especializados e credenciados para a avaliação, inspeção e auditoria de sistemas.
* Prestadoras de serviços de logística – São as empresas interessadas na aplicação do Sassmaq visando sua qualificação para atender a indústria química.
* Indústria química – Como usuária dos serviços de logística procura estender a toda a cadeia produtiva os princípios de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade que adota em suas operações.
Abiquim
O gerenciamento do Sassmaq inclui a realização das seguintes atividades:
* Edição e publicação do manual para implantação do sistema
* Divulgação do Sassmaq
* Manutenção, revisão e atualização da sistemática de avaliação
* Estabelecimento de critérios para a qualificação de auditores
* Treinamento dos auditores do sistema
* Manutenção e atualização do banco de dados de empresas avaliadas, organismos certificadores e auditores qualificados
* Desenvolver a integração dos sistemas, facilitando a sua aplicação.
Organismos certificadores
Compete aos órgãos certificadores a execução das seguintes tarefas:
* Destacar auditores para treinamentos e para avaliações
* Aplicar o sistema de avaliação nas empresas prestadoras de serviços de logística
* Preencher e selar os formulários e questionários de avaliação
* Emitir documento que comprove a realização da avaliação (quando solicitado)
* Participar do processo de revisão do Sassmaq realizado pela Abiquim
* Informar à Abiquim os nomes das empresas avaliadas
* Informar à Abiquim os nomes dos auditores que participaram da avaliação
* Criar programa para avaliação de desempenho de aplicação do Sistema;
* Manter documentação a disposição para verificação, tais como perfil, contrato e troca de informações;
Prestadoras de serviços de logística:
As principais atribuições das empresas prestadoras de serviços de logística são:
* Solicitar aos organismos certificadores a aplicação do sistema de avaliação
* Abrir suas instalações para a realização das avaliações
* Fornecer todos os dados solicitados pelos organismos certificadores
* Apresentar às indústrias químicas interessadas os formulários e questionários completos de avaliação (quando solicitados)
* Apresentar às indústrias químicas o Termo de Avaliação (quando solicitado)
Indústria química:
À indústria química cabe a responsabilidade de:
* Solicitar às empresas prestadoras de serviços de logística a aplicação do sistema de avaliação
* Acompanhar a avaliação na unidade do prestador de serviço (opcional)
* Solicitar às empresas prestadoras de serviço de logística os formulários e questionários completos de avaliação
* Analisar as avaliações apresentadas pelas empresas prestadoras de serviço de logística
* Qualificar ou não a empresa de prestação de serviço de logística para a atividade a ser contratada
Elementos central e específico:
O “elemento central” é composto pelos aspectos administrativos, financeiros e sociais da empresa e o “elemento específico” refere-se aos serviços oferecidos e à estrutura operacional. A verificação desses aspectos é feita com base em três documentos:
* Formulário de avaliação
* Questionários de avaliação
* Guia de avaliação
Formulário de avaliação:
* Informações da avaliação
* Informações da empresa avaliada
* Comentários da empresa avaliada
* Comentários do auditor ou auditores
Requisitos do questionário de avaliação:
* Gerenciamento
* Segurança, saúde e meio ambiente
* Qualidade
* Equipamentos
* Operações
* Segurança patrimonial
* Inspeção no local
Classificação das respostas ao questionário de avaliação:
* Mandatórias: (M) São os requisitos legais e devem ser obrigatoriamente atendidos.
* Indústria química: (I) São itens de interesse específico da indústria química.
* Desejável: (D) São requisitos não obrigatórios, mas que demonstram o interesse da empresa em adotar um processo de melhoria contínua
Guia de avaliação:
Orienta o auditor para a aplicação do questionário de avaliação. O guia pode ser utilizado pelas empresas prestadoras de serviços de logística como documento orientador.
Metodologia do sistema de avaliação
Toda avaliação será composta pelo “elemento central” e pelo menos um item do “elemento específico”.
Para empresas com mais de uma unidade operacional, a avaliação do “elemento Central” será realizada apenas na matriz ou na unidade responsável pela gestão. A avaliação do “elemento específico” será realizada para cada unidade operacional.
Benefícios da aplicação do Sassmaq:
O Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade representa uma importante evolução para os serviços de logística, com potencial de gerar efeitos positivos para todos os agentes envolvidos.
Um sistema padronizado de avaliação e que é aplicado por organismos certificadores integrantes do Sinmetro - Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial torna mais ágil a seleção de uma prestadora de serviços de logística e valoriza a imagem da indústria por espelhar sua preocupação com a redução de riscos nas operações da cadeia do produto.
Para os prestadores de serviços de logística, a aplicação do sistema traz como benefícios a redução de custos, decorrentes do uso de um único sistema de avaliação reconhecido pela indústria química, e um importante diferencial de mercado pela comprovação de sua capacidade para operações seguras com produtos químicos.
Validade das avaliações:
A avaliação é válida por dois anos. Avaliações de manutenção podem ser solicitadas pelas empresas de logística para verificação de melhorias, atualização ou implementação de novos sistemas de trabalho.
Comissão Consultiva do Sassmaq:
Os organismos certificadores e equipe de auditores são soberanos no apontamento das respostas aos questionários, de acordo com as evidências apuradas na avaliação da empresa. Na qualidade de gerenciadora do programa, a Abiquim criou uma comissão consultiva específica para o Sassmaq. Os principais objetivos da comissão são acompanhar a implantação do programa, debater e solucionar possíveis desvios na condução do mesmo e relatar os resultados de melhoria encontrados na gestão de segurança, saúde e meio ambiente na cadeia produtiva da indústria química. A comissão é formada por profissionais da Abiquim, da indústria química, de organismos certificadores e de empresas prestadoras de serviços de logística.
QUALIFICAÇÃO DO ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO - OC
Para participação como avaliador do SASSMAQ, o OC deve ser credenciado por um organismo CREDENCIADOR nacional ou internacional para aplicação do Sistema de Garantia da Qualidade (ISO 9000); do Sistema de Gestão Ambiental (ISO 14000) e/ou do Sistema de Gestão de Saúde e Segurança (OHSAS 18001 ou similar). O OC deve ser credenciado para pelo menos dois dos três sistemas.
o 100 certificações em ISO 9000 e 30 certificações em ISO 14000 ou
o 100 certificações em ISO 9000 e 10 certificações em OSHAS 18000 ou
o 30 certificações ISO 14000 e 10 certificações OSHAS 18000.

Mais informações em: http://www.abiquim.org.br/sassmaq/