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Fórum de Logística IPOG - Tema: Logística de Distribuição: desafios no atendimento aos canais de distribuição


Entregas Urbanas

As Entregas Urbanas, também conhecidas como Logística Urbana é uma solução que tem ganhado espaço recentemente quando o assunto é transporte de cargas.
Grandes cidades estão lidando com problema de alto fluxo de veículos nas ruas e, muitas delas já estão adotando restrições de tráfego. Desta forma veículos de cargas não podem circular em determinadas regiões e/ou horários, devido ao seu peso e tamanho.
Além da restrição de tráfego, a demanda por entregas cada vez mais rápidas, estimuladas principalmente pelo consumidor online, também tem contribuído para que as entregas urbanas tornem-se a solução para estes problemas logísticos.
As transportadoras geralmente utilizam caminhões pesados e médios, os quais na sua maioria enfrentam as restrições e consomem mais tempo de transporte. O principal motivo é que necessitam de maior quantidade de carga para atingir uma taxa de ocupação mínima estabelecida pelo transportador. Isso contribui para que os materiais fiquem parados por mais tempo nos Centros de Distribuição aguardando consolidação, ou seja, agrupamento de maior volume para início das rotas de entregas. Enquanto isso não acontece, o material fica parado.
A tendência global de oferecer prazos de entregas cada vez menores já é uma realidade praticada em grandes varejistas e a gigante de tecnologia Google nos Estados Unidos. A Amazon e Macy’s, por exemplo, já iniciaram a entrega no mesmo dia (same day delivery) em algumas regiões do país norte americano. Hoje talvez ainda possamos classificar o curto prazo de entrega como um diferencial competitivo, porém num futuro breve passará a ser um requisito!
Para viabilizar a maior velocidade nas operações de transporte é preciso realizar algumas mudanças. Desde ajustes de processos até a utilização de novos veículos de carga. O veículo urbano de carga (VUC) é uma solução disponível no mercado que permite uma maior rapidez nas coletas e entregas de cargas fracionadas, características do e-commerce.
Pelo fato de serem utilitários de pequeno porte, não se enquadram nas restrições de tráfego e oferecem uma maior versatilidade de locomoção nos centros urbanos. Contam com uma boa autonomia dentro da cidade e consumo de combustível quase como de um carro de passeio, além disso são fáceis de estacionar.
Uma alternativa simples, a entrega urbana pode ser um diferencial competitivo para o comércio eletrônico, pois através dela pode-se realizar vendas com menores prazos de entrega! Adicionalmente o custo dessa modalidade de transporte pode ser mais baixo que os meios convencionais, como o do Correios.
Outro benefício está na logística reversa que pode ser feita de forma mais ágil, já que não representa um grande volume de carga se comparado ao total distribuído. Os produtos são coletados na casa dos clientes e entregues no centro de distribuição da empresa.
Alguns cuidados básicos devem ser tomados na contratação deste tipo de serviço, principalmente:
  • Idade do veículo: os mais antigos têm consumo de combustível mais elevado, o que aumenta o custo de transporte. Além disso, automóveis mais velhos necessitam de manutenção mais frequente e podem acabar apresentando problemas técnicos durante um trajeto, resultando em atraso na entrega.
  • Seguro: todo deslocamento está sujeito a riscos, principalmente assaltos, acidentes, catástrofes, entre outros. Nem sempre é possível prever, mas pode-se contar com uma apólice de seguro para mitigar riscos.
  • Registro na ANTT: transportadoras, autônomos ou cooperativas de transporte de mercadoria de terceiros devem ter registro na Agência Nacional de Transporte Terrestre.
  • Rastreamento: mais uma forma de mitigar riscos e obter localização geográfica do caminhão e sua carga por sistema de GPS.
  • Identificação visual: tanto a plotagem do carro de entrega quanto o uniforme dos funcionários, demonstram ao cliente mais confiança durante uma entrega, além de mais profissionalismo.
  • Fiscal: é necessária a emissão de CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e NF-e (Nota Fiscal Eletrônica de Serviços). Em alguns casos é preciso outros documentos.
O ideal é que seja formalizado um contrato de prestação de serviços de transporte entre as partes. Desta forma é possível prevenir legalmente em relação a preços, prazos, responsabilidades, entre outros.
Fonte: Blog ASAP Log Soluções em Logística

Anticipatory Shipping (Entrega Antecipada)

Uma ideia genial da Amazon, a qual patenteou com o nome de anticipatory shipping, no português livre, entrega antecipada. Um dos grandes diferenciais do varejo, principalmente e-commerce, é o prazo de entrega. Num mercado cada vez mais concorrido com playersde confiança praticando preços similares, a Logística tem se tornado uma vantagem competitiva.
O grande desafio é como entregar os produtos de compras online de forma mais rápida. O modal de transporte mais utilizado nacionalmente para este tipo de entrega éAnticipatory Shipping Amazon o rodoviário, mas não é possível reduzir o transit time de um trajeto com o mesmo veículo (respeitando os limites de velocidade e legislação) e rota ótima. Desta forma sobram poucas alternativas, mas a Amazon, através dos recursos tecnológicos e de inteligência artificial desenvolveu o anticipatory shipping ou entrega antecipada.
Basicamente consiste em entregar um produto antes do cliente finalizar uma compra na loja virtual. A viabilidade desta inovação está nos dados dos usuários e algoritmos que avaliam o comportamento do consumidor online. Em outras palavras, estatisticamente é possível prever a probabilidade de compra de determinados itens, baseado em ações dos clientes, como: pesquisas, compras anteriores, entre outros fatores avaliados.
Em termos logísticos, assim que é identificada uma probabilidade de compra, o produto é enviado do Centro de Distribuição onde está localizado para o HUB mais próximo do endereço do cliente. Desta forma a mercadoria já estará mais próxima do destino, o que permite um menor prazo de entrega. As condições de transporte continuam as mesmas, porém quando o consumidor decide comprar, o tempo de espera pelo produto será menor. Essa mudança permite que outras inovações/tendências como o Same Day Delivery, no português, Entrega no Mesmo Dia, sejam possíveis. Caso o comprador não tenha interesse em finalizar a compra, não tem problema, o material é encaminhado para outro potencial consumidor ou para o HUB. Este modelo de entrega foi registrado através de um pedido de patente em 2012 pela Amazon. No pedido constou como sendo um mecanismo desenvolvido que envolve o envio do produto a uma determinada área geográfica enquanto o potencial consumidor avalia comprar o mesmo sem dar o endereço desse consumidor (já que ele ainda não fechou negócio). Enquanto o pacote estiver em trânsito, caso o consumidor conclua sua compra, a Amazon então envia o endereço específico de entrega e a entrega é feita em um tempo menor do que pelo método de entrega atual.
A Amazon é uma empresa de Comércio Eletrônico multinacional sediada nos Estados Unidos fundada em 1994 por Jeff Bezos. Ganhou fama recentemente principalmente pelas inovações dos produtos e serviços.
Fonte: Blog ASAP Log (http://asaplog.com.br/blog/)

Subsidiária da B2W compra empresa de logística da Tegma

A 8M Participações, subsidiária da empresa de varejo on-line B2W - dona dos sites Americanas.com e Submarino - comprou a Direct Express Logística Integrada, subsidiária da Tegma Logística. O negócio foi fechado por R$ 127 milhões e está sujeito ao cumprimento de determinadas condições.
De acordo com o fato relevante, a aquisição da Direct tem por objetivo elevar o nível do serviço logístico da companhia e está alinhada com o seu plano estratégico de estar mais próxima do cliente, oferecendo uma melhor experiência de compra na internet.

A Direct foi fundada em 2003 e presta serviços logísticos voltados para cargas e encomendas expressas, desde a armazenagem até a execução e informação das entregas. A empresa possui estrutura de 21 mil metros quadrados de triagem em São Paulo, cerca de 2 mil colaboradores, frota com 1,5 mil veículos e uma rede de 64 unidades de entrega em todo Brasil.

Fonte: Valor Econômico

O blog INFOLOGIS entrevista o Diretor Geral da TRA – TRANSPORTES DA AMAZÔNIA, uma empresa genuinamente brasileira e especializada na distribuição de mercadorias para a região Norte do Brasil

Nesta entrevista, o Diretor Geral da empresa, Gilvan Huosell Ramos, que tem uma vida dedicada ao segmento detalha os motivos pelos quais sua organização atua como uma empresa efetivamente especializada na distribuição porta a porta na região Norte do Brasil


Ao fundar a organização que dirige com afinco e uma dedicação extrema, o empresário Gilvan Huosell Ramos esteve imbuído de materializar um verdadeiro sonho: “Ao detectar as oportunidades de negócios e as  carências dos segmentos de logística e de transportes na região Norte do Brasil, notei que deveria materializar em um projeto empresarial a oportunidade que não dispunha ao representar organizações bastante importantes mas que atendiam a região como uma obrigação imposta pelas respectivas casas matriz de integrar o Brasil. Nosso caso é diferente, fizemos da capital manauara a casa matriz da TRA – TRANSPORTES DA AMAZONIA como forma de oferecer ao mercado um serviço que fosse distinguido pela qualidade e especialização”.
Com esta introdução recebemos ao empresário Gilvan Huosell Ramos para uma entrevista direta e distendida na qual tivemos uma oportunidade sem igual de conhecer com um pouco mais de detalhes as características de um Brasil pouco conhecido dos grandes centros comerciais.
INFOLOGIS – Quando o senhor se convenceu que deveria instalar uma organização com base na cidade de Manaus? 
GILVAN – Depois de uma vida inteira dedicada ao segmento do TRC, tive um grande desafio que foi dirigir a filial manauara de uma grande organização de transportes do Brasil. Apesar dos meus esforços era impossível convencer à direção da organização de que a região Norte tem características singulares. Neste sentido procurei passar da cômoda situação de Executivo para a difícil posição de empresário criando uma organização especializada na distribuição de mercadorias para a região Norte.
INFOLOGIS – Quais foram os aspectos básicos que nortearam o projeto?
GILVAN – Nosso projeto partiu do princípio básico e elementar que deveríamos estar estruturados para atender com eficiência e eficácia a última milha da cadeia de distribuição da riqueza. Portanto, estruturamos duas importantes bases de negócios; verdadeiros HUB; centros de conexão com os grandes centros expedidores de mercadorias e filiais estrategicamente situadas nas principais capitais da região Norte do Brasil. Realizamos um intenso trabalho de treinamento ao pessoal transmitindo a importância de atuar tendo como princípio que falhar não é humano mas sim é uma exceção... A partir destes pilares básicos uma vez transcorrido mais de uma década do início de nossa atividade empresarial hoje somos uma empresa reconhecida como sinônimo da região norte do Brasil.
INFOLOGIS – Como o senhor definiria a atuação empresarial da TRA?
GILVAN – Tive oportunidade de aprender com algumas empresas e com alguns empresários para os quais trabalhei, que cada operação de transporte realizada é uma oportunidade que não se repete. Diariamente, a TRA coloca ao serviço dos seus clientes sua estrutura humana e material, coordenando uma serie de meios; aviões, caminhões, balsas, barcos e navios fluviais, motoristas, carreteiros, sistemas informáticos para fazer com que cada produto que transportamos chegue ao sei consignatário final no tempo e na forma desejada. Ao cumprir esta missão contribuímos para que exista uma renovação dos intercâmbios comerciais entre uma entidade produtiva e uma entidade consumidora; tudo isso conforma a riqueza expressa em importantes índices do desenvolvimento da região. Quando me refiro à uma oportunidade que não se repete, quero dizer que qualquer falha no sistema pode significar um encarecimento no custo do transporte e na frustração das expectativas dos canais expedidores e recebedores dos bens e produtos que transportamos dificultando a integração entre as diversas regiões do Brasil com a região Norte.
INFOLOGIS – Qual é a principal característica macro econômica da região Norte do Brasil?
GILVAN – A região Norte tem um elevado grau de dependência dos bens e insumos produzidos nos grandes centros. De uma maneira resumida é muito mais uma região consumidora e produtora de serviços básicos. Neste sentido a pressão exercida nas empresas que prestam serviços de transporte e distribuição, como é o caso da TRA é bastante superior à pressão exercida sobre as empresas sediadas em outras regiões geográficas.
INFOLOGIS -  Dentro destas características quais são os mercados nos quais   TRA mais participa nos fluxos dos embarques do PIM – polo industrial de Manaus? A TRA participa em diversos mercados com maior concentração nos segmentos de eletroeletrônico, eletrodoméstico e, embalagem.  Já com origem de Belém, os embarques que participamos com maior concentração são relativos aos produtos alimentícios e armarinhos em geral. Em Porto Velho, nossos serviços, são mais de distribuição e entregas, dos produtos do PIM, para os Estados de AC/RO/MT e MTS
INFOLOGIS – Com que meios conta a TRA para prestar os seus serviços?
GILVAN – Contamos com filiais estrategicamente localizadas nas principais capitais da região Norte as quais são coordenadas pelos nossos centros de Manaus e de Belém. Dispomos de plataformas de transito em nossas filiais, que operam com um conceito de CROSSS DOCKING, ou seja, espaços pequenos que existem para que as mercadorias tenham uma rápida circulação. Dispomos de frota própria a qual é complementada por uma importante frota de veículos autônomos que operam exclusivamente para a TRA. Nossa organização dispõe de uma equipe humana bastante treinada e atualizada. Esta equipe dispõe de suporte de um sistema informático que atua como forma de integrar os processos; desde a coleta até a entrega final. Mantemos acordos de colaboração com as principais companhias marítimas e fluviais e com as companhias aéreas que operam na região. A coordenação destes meios faz com que a TRA; que não é a maior empresa do setor, consiga angariar uma interessante fatia do mercado. Gosto da expressão que diz: Não queremos ser a empresa líder do setor; queremos trabalhar para as empresas que tenham liderança nos seus segmentos econômicos complementa o empresário.
INFOLOGIS – Para finalizar, comente um evento recente que significou um fato importante na história da jovem organização que o senhor dirige.
GILVAN -  A TRA, foi contratada para fazer na cidade de Manaus, que como sabem é uma das sedes do mundial FIFA BRASIL 2014, do translado da Taça da Copa do, do pessoal e bagagem da Comitiva, o que ocorreu nos passados dias 17 e 18 de maio (aeroporto/hotel/local do evento/aeroporto) na cidade de Manaus, Foi um sucesso e um grande orgulho para a nossa empresa!!!
TRA TRANPORTES DA AMAZONIA – Ver: www.tradaamazonia.com.br

Vale anuncia a chegada do primeiro navio Valemax no terminal marítimo e CD Teluk Rubiah, na Malásia

A Vale anuncia a chegada do primeiro navio Valemax no terminal marítimo e centro de distribuição Teluk Rubiah, na Malásia, que está em fase de comissionamento. O navio Berge Everest foi carregado com 382,5 mil toneladas de minério de ferro, que serão armazenados no centro de distribuição para futuros embarques comerciais. A companhia prevê iniciar as operações do centro de distribuição no segundo semestre de 2014.
"Com um investimento total de US$ 1,371 bilhão, Teluk Rubiah faz parte da estratégia de negócios da Vale de investir em alta eficiência, sistemas de produção e logística integrada que visam melhorar a capacidade da empresa em gerar soluções customizadas para seus clientes na Ásia e no Sudeste Asiático", explica o comunicado.


Quando concluída, a primeira fase do centro de distribuição da Malásia terá uma capacidade de 30 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.


Navio gigante da Vale aporta pela 1ª vez em centro de distribuição na Malásia

A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, informou nesta segunda-feira que um de seus mega navios aportou pela primeira vez no terminal marítimo e centro de distribuição Teluk Rubiah, na Malásia, um fato marcante para a estratégia da mineradora de redução de custos.
 A chegada do navio Berge Everest, da classe Valemax --o maior navio mineraleiro do mundo, com capacidade para 400 mil toneladas--, ao terminal "representa um marco importante para a empresa, que prevê iniciar as operações do centro de distribuição no segundo semestre de 2014", disse a Vale.
Em sua viagem inaugural para a Malásia, o navio foi carregado com 382,5 mil toneladas de minério de ferro, que serão armazenados no centro de distribuição para futuros embarques comerciais.
Com um investimento total de 1,37 bilhão de dólares, o centro de distribuição Teluk Rubiah faz parte da estratégia de negócios da Vale de atender melhor os clientes da Ásia, o principal destino do minério de ferro da companhia, e de reduzir custos logísticos, que respondem por quase 80 por cento das despesas no segmento.
"Entendemos que o preço do minério tende a ter volatilidade grande e precisamos ter custo baixo para ser rentável mesmo em períodos em que o preço se reduz... Falar em redução de custo, em controle de custos na atividade, é falar em custos logísticos", disse diretor-executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, em mensagem de vídeo divulgada à imprensa.
Martins lembrou que o Brasil está distante dos mercados de minério da Ásia, enquanto os principais concorrentes da Vale, na Austrália, estão mais próximos e têm menores custos logísticos.
Enquanto a distância média da mina da Vale até o porto, considerando todos os sistemas, é de 700 km, a dos concorrentes não chega a 400 km. Além dessa vantagem, os competidores da companhia brasileira estão a cerca de dez dias de viagem marítima até a Ásia, contra pelo menos 40 dias no caso do Brasil.
"Então, a estratégia da Vale busca reduzir essa vantagem competitiva, principalmente com escala, não somente na mina, mas também com escala de navios, quanto maiores os navios, menores serão os custos operacionais", disse o executivo.
As instalações no centro de distribuição são compostas de um porto de águas profundas e um pátio de estocagem, onde diferentes tipos de minério de ferro podem ser misturados e customizados de acordo com as necessidades das siderúrgicas.

Quando concluída, a primeira fase do centro de distribuição da Malásia terá uma capacidade de 30 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, disse a Vale --o volume representa um bom mês de todas as exportações mensais do Brasil.
"Distância é tempo... então estamos levando o nosso minério mais para próximo do cliente, para isso precisamos do centro de distribuição como este que estamos inaugurando na Malásia. E precisamos de uma frota de navios, que funciona como um estoque flutuante. Basicamente, esta é a estratégia da Vale, é muito simples", disse.
A propósito da frota de navios gigantes, a Vale observou que, até fevereiro de 2014, os Valemax realizaram 170 operações de descarga em dez diferentes portos ao redor do mundo, além das duas estações de transferência de minério nas Filipinas.
A Vale já exportou cerca de 56 milhões de toneladas de minério de ferro por meio desses navios. Atualmente, 30 navios Valemax (próprios e afretados) estão em operação.

Fonte: Reuters 


Empresa DHL testa drones para entrega em lugares remotos

Semana passada publicamos aqui no blog uma matéria onde a gigante Amazon começaria a usar Drones para a entrega de seus produtos (veja aqui a matéria: http://infologis.blogspot.com.br/2013/12/amazon-planeja-usar-mini-drones-para_5.html) . A alemã DHL não ficou para trás e também começou a pensar em utilizar este tecnologia. Vejam:
 
A empresa de entrega expressa da Alemanha, Deutsche Post (DHL), está testando um drone (robô) que poderia ser usado para entregas urgentes em locais de difícil acesso. A aeronave pode transportar cerca de 3kg e tem quatro hélices.


O drone voou a uma altura de 50 metros transportando um pacote de remédios de uma farmácia na cidade de Bonn até a sede da empresa, do outro lado do rio Reno. O robô levou apenas dois minutos para completar sua jornada.  
Dois homens controlavam o veículo usando um controle remoto, mas a empresa disse que a tecnologia está disponível para enviar os drones para um local especificado usando o GPS sozinho.
O porta-voz da DHL, Thomas Kutsch, disse que os voos serviram unicamente como estudo, para ver se a tecnologia funciona e ainda não há planos para iniciar as entregas utilizando drones.

Fonte: Terra

Amazon planeja usar mini-drones para entrega de mercadorias

Serviço entregaria encomendas em até 30 minutos, diz Jeff Bezos. 'Amazon Prime Air' pode estar operacional dentro de 4 ou 5 anos.

 O fundador da gigante do varejo on-line Amazon, Jeff Bezos, anunciou no domingo (1º) que sua empresa planeja em poucos anos usar mini-drones – veículos aéreos não tripulados – para entregar em até 30 minutos pacotes pequenos a seus clientes.

O ambicioso projeto exige testes de segurança e a aprovação das autoridades de aviação dos Estados Unidos, mas, segundo Bezos, a "Amazon Prime Air" poderia estar operacional dentro de 4 ou 5 anos.

Um vídeo de demonstração divulgado no site da empresa mostra minúsculos aparelhos robóticos transportando objetos em pequenas caixas amarelas, dos depósitos até a casa dos clientes que encomendaram os produtos 30 minutos antes na Amazon.com.

 
Acesse o link para ver o vídeo:


"Eu sei que parece ficção científica, mas não é", declarou Bezos no programa "60 Minutes" do canal CBS.

"Podemos entregar em meia hora e podemos carregar objetos pesando até 2,3 kg, o que representa 86% das mercadorias que nós entregamos", acrescentou.




Os mini-drones têm motores elétricos e podem operar em um raio de 16 km ao redor do depósito, com acesso a uma grande parte da população em áreas urbanas.

"É muito ecológico, é melhor do que os caminhões de transporte", ressaltou o chefe de vendas da gigante on-line.


Fonte: G1

Holambra vai de RFID para distribuição

A Veiling Holambra, cooperativa responsável por 45% da comercialização de flores e plantas ornamentais no Brasil, adotou um sistema de identificação por radiofrequência para organizar melhor a sua cadeia de suprimentos.
Segundo a cooperativa, a adoção da nova tecnologia serve para reforçar o controle logístico de cerca de 1,1 milhão de ativos retornávies – embalagens usadas na logística entre seus cerca de 400 fornecedores e milhares de clientes em todo o país.
 
O projeto, realizado no padrão global EPC e com orientação da GS1 Brasil, consistiu na inserção de etiquetas em cestos, suportes de cestos, carrinhos, prateleiras e porta-vasos, em que cada unidade possui um código de identificação próprio.
A empresa responsável pela instalação da tecnologia é a Coss Consulting, de São Carlos, no interior de São Paulo, em um processo que, do planejamento à execução, levou cerca de dois anos.
Com a nova solução, o controle manual dos ativos será eliminado, dando lugar a um controle mais rigoroso, usando antenas nos portais da área da cooperativa, que farão a leitura automática das tags RFID implantados nos ativos retornáveis.
De acordo com a cooperativa, o resultado imediato é a diminuição de erros e de custos, assim como um ganho com a possibilidade de rastrear estes equipamentos ao longo da cadeia de abastecimento.
“O acesso a informações torna-se mais amplo, o que agrega inúmeras vantagens para a logística e para a gestão dos ativos”, destaca a assessora de soluções de negócios da GS1 Brasil, Patrícia Munhoz Botelho do Amaral.
O retorno do investimento da Cooperativa Veiling Holambra está programado para um período de dois anos e meio. Somente em logística reversa, a redução esperada é de 40% no tempo gasto com as operações envolvendo a devolução do material circulante.
“O projeto de adoção de tecnologia RFID representa uma mudança estratégica em toda a gestão de materiais circulantes que utilizamos em nossas operações”, explica o gerente de logística e facilidades da Cooperativa Veiling Holambra, Jorge Possato Teixeira.
O segmento de flores faturou cerca de $ 4,5 bilhões, segundo dados de entidades setoriais. Desde 2006, o segmento tem registrado altas de 8% a 12% em volume e de 15% a 17% em valor. Hoje, o país tem cerca de nove mil produtores.
NO SUL - Também focado no mercado de distribução e venda de flores, um grupo de pesquisadores da Unisinos, em São Leopoldo, criou o portal Cnflores, plataforma que reúne informações de produção e demanda de fornecedores e floriculturas no estado.
Atualmente em fase de testes, a plataforma – disponível via web e mobile – relaciona os tipos de flores disponíveis por quem produz e informa os tipos mais solicitados por quem vende ao consumidor final.
Segundo os pesquisadores, a ideia é estruturar melhor o segmento, que trabalha com janelas restritas de distribuição, ainda mais nos casos de flores de corte, que contam com prazos curtos de validade.


Uniagro instala CD no Mega Intermodal Esteio

A importadora e distribuidora de alimentos Uniagro passou as instalações de seu centro de distribuição, em julho, para o condomínio logístico Mega Intermodal Esteio, empreendimento da Capital Realty localizado no Rio Grande do Sul.
As operações da empresa acontecem agora em um espaço de 2 mil m² dentro do condomínio, o que quadruplicou o potencial de armazenamento, antes realizado em sua sede, localizada em Porto Alegre. Com isso, a matriz da empresa pode utilizar o espaço até então dedicado à atividade de armazenagem, aumentando em três vezes seu potencial de produção de embalagens.
De acordo com a diretora superintendente da Uniagro, Isabel De Marchi, a conquista de novos mercados, a renovação de embalagens e o lançamento de novos produtos foram fatores que exigiram tais mudanças na logística e na produção da empresa. Sem revelar valores absolutos, a Uniagro destaca um crescimento de cerca de 30% nos negócios em 2012.  
A empresa familiar importa e distribui, anualmente, cerca de 4 mil toneladas de alimentos oriundos de países como Chile, Argentina, Espanha, Itália e Turquia. São mais de 300 produtos entre frutas secas, oleaginosas, azeites de oliva e outras especiarias.

 Fonte: Tecnologística.com.br

SP aprova lei que proíbe taxa para agendamento de entrega

Comércio é obrigado a agendar, sem custos para o consumidor, o envio de produtos aos clientes em um dos três turnos: manhã, tarde e noite[...]

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou, na noite da última quarta-feira, o Projeto de Lei 682/2012, que proíbe a cobrança de taxa para o agendamento da entrega de produtos e serviços no Estado de São Paulo.  

O PL altera a redação da Lei da Entrega (nº 13.747/2009), que obriga o comércio a agendar o envio de produtos aos clientes em um dos três turnos definidos pelo texto - manhã (8h às 12h), tarde (12h às 18h) e noite (18h às 23h). 
Foi ratificada a mudança no texto que elimina qualquer dúvida quanto à aplicação da legislação a fornecedores instalados fora do Estado de São Paulo. Isso levará as empresas que prestam serviços aos consumidores paulistas a se adaptarem à legislação de São Paulo.
Em nota, o governo informa ainda que foram vetados os dispositivos que obrigavam os fornecedores a afixar placas informativas, por inadequação dos dizeres que estas placas deveriam trazer, segundo o projeto.

Fonte: Estadão

Logística é a principal preocupação para o agronegócio no ano

O encarecimento do frete e a falta de investimentos públicos em infraestrutura para o escoamento da produção são as principais preocupações para os produtores[...]

Os desafios logísticos ocorrem sob um cenário agrícola de supercolheitas, uma vez que a expectativa é que essa safra cresça 26,4% [...]
 
O encarecimento do frete e a falta de investimentos públicos em infraestrutura para o escoamento da produção são as principais preocupações para os produtores agrícolas para a safra 2012/2013. Os desafios logísticos ocorrem sob um cenário agrícola de supercolheitas, uma vez que a expectativa é que essa safra cresça 26,4% com relação à anterior, de acordo com estimativas da Agroconsult.
Os desafios logísticos ocorrem sob um cenário agrícola de supercolheitas, uma vez que a expectativa é que essa safra cresça 26,4%. O coordenador do Rally da Safra 2013 e diretor da Agroconsult, André Pessôa, destaca o problema do encarecimento do frete, que passou de US$ 44 a tonelada na safra 2003/04 para US$ 91 a tonelada em 2011/12.
O coordenador das atividades para o Rally do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-LOG), da USP (Universidade de São Paulo), Kalil Winters, comenta o descompasso entre a logística e as lavouras brasileiras. “Estamos vendo ano a ano safras recordes tanto para soja quanto para milho. Entretanto, a injeção de dinheiro aplicada no campo não tem a mesma força frente ao investido pelo poder público na logística. O agricultor melhora seu plantio toda safra, mas as rodovias e os portos não acompanham esses investimentos feitos no campo”, afirma o pesquisador.
Começam nesta segunda-feira (28) as expedições do Rally da Safra 2013, realizado pela Agroconsult, com participação de equipes do Esalq-LOG. O objetivo é analisar a sistemática brasileira de escoamento das lavouras de soja e milho para mercados interno e externo. As expedições seguirão até o dia 13 de março.
Os pesquisadores acompanharão pela quarta vez todos os percursos traçados, que desta vez somarão mais de 60 mil quilômetros de estrada – serão 11 estados produtores, representando uma cobertura de 99% da área de soja e 80% de milho. Após o término do evento, o Grupo Esalq-LOG produzirá um relatório técnico com análises das rodovias – pavimentação, sinalização e acostamento –, condições de trabalho do caminhoneiro e situação de armazenagem do milho e soja.

Fonte: Portal DCI via GJ Logística News

Pão de Açúcar lança serviço de drive thru

Loja Pão de Açucar
A rede de varejo Pão de Açúcar anunciou nesta terça-feira que irá oferecer o serviço de drive thru para seus clientes em uma das unidades de São Paulo.

Os primeiros consumidores a fazer compras sem sair do carro serão atendidos na loja da Avenida Washington Luís, na capital.
Os pedidos poderão ser feitos na internet, através do Pão de Açúcar Delivery, e retirados num espaço próprio da unidade. A taxa de serviço é de R$ 6,90 e os produtos podem ser resgatados até 3 horas após o fim do pedido.
"O serviço drive thru traz uma nova possibilidade de compra, complementando o mix de serviços que temos para trazer cada vez mais conforto ao cliente”, afirmou Andrea Dietrich, gerente de marketing digital do Grupo Pão de Açúcar, em comunicado oficial nesta terça-feira.
A novidade já está em funcionamento na loja em São Paulo, e por enquanto não há detalhes sobre a expansão do serviço, que deve ser ampliado para outras lojas. Para comprar pela opção drive thru, cada pedido deve ter, no máximo, 60 itens. O serviço funcionará de segunda-feira a domingo, das 8h às 22h.

Fonte: Revista Exame

As lojas virtuais reinventam a Logística

 No mês de Junho, SuperHiper publicou reportagem sobre as etapas tecnológicas que envolvem a estruturação de uma loja virtual. Como as operações do e-commerce não param por aí, trazemos nesta edição os desafios e particularidades que existem por trás da missão de entregar os pedidos com rapidez e segurança.
Cada vez mais os consumidores estão utilizando a internet para fazer suas compras. No ano passado, o e-commerce nacional movimentou R$ 18,7 bilhões, valor que superou em 26% a quantia registrada no período anterior. E as previsões futuras continuam otimistas, fato que está motivando empresas de diversos segmentos a explorar o potencial quem a web te para gerar negócios.
Mas neta empreitada há uma questão que precisa ser muito bem gerida, já que a entrada no comércio virtual não envolve apenas a construção se um site bonito e funcional. É preciso, acima de tudo, praticar uma logística eficiente e moderna que garanta que tudo que foi comprado pelos consumidores chegue até eles.
“Muitos ainda acham que atuar no e-commerce significa apenas ter uma boa plataforma”, observa o membro da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), Sergio Herz. “Na verdade, essa é a ponta do iceberg,. Há uma série de procedimentos complexos efetuados depois da finalização da compra.”
A expectativa de todo cliente é receber rapidamente e de forma bem acondicionada o produto que ele realmente comprou. Falhas logísticas, como desrespeito ao prazo, envio de encomenda errada ou a não realização de entrega, podem afetar a relação com os clientes e a imagem da empresa. Uma das particularidades do e-commerce é que problemas com a loja virtual podem ser facilmente associados à loja física.
Para o diretor de projetos da Keepers Logística, Felippi Perez, as companhias que adentram ao e-commerce devem ser capazes de atender as exigências do consumidor, o que inclui zelar pelo tempo de entrega, disponibilidade de produtos, qualidade e preços. “É preciso que o consumidor passe a confiar no e-commerce. Essa confiança  pode ser prejudicada em caso de falhas”, observa Perez, que também é autor do livro Vantagens Competitivas no E-commerce Através da Logística (Editora Lexia).
Diferenças na operação
O perfil das vendas virtuais gera uma diferenciação entre a logística para o e-commerce e a convencional. Conforme aponta o vice-presidente da Comercialização de Marketing da Associação Brasileira de Logística (Abralog), Edson Carillo, isso acontece porque as compras realizadas nas lojas virtuais são extremamente fracionadas. “Além disso, os clientes do e-commerce têm expectativa de receber o produto no prazo mais curto possível”, afirma. 
Na logística para e-commerce, existem diferenças em relação ao tipo de carregamento, perfil de demanda, fluxo do estoque, tamanho e destino dos pedidos e entre a sincronia que deve haver entre os elos da cadeia de suprimentos. Neste caso, não são algumas lojas que fazem grandes pedidos ao centro de distribuição, mas diversos consumidores anônimos que realizam pequenas compras.
Para Felippi Perez, da Keepers Logística, a operação do e-commerce também é marcada pela dificuldade de previsão de demanda, já que na logística convencional ela pode ser mais facilmente calculada. No caso do varejo on-line, a logística exige flexibilidade, pois a sua demanda varia de acordo com diversos fatores, como datas sazonais, promoções, marketing, parcerias com sites de compras coletivas e comentários na internet.
De acordo com o presidente do Instituto de Logística (Islog) e professor da Universidade Metodista, Roberto Macedo, a compra fracionada muda o conceito de picking. “O fluxo de embalagem, de emissão de nota fiscal e de expedição aumenta. Isso exige melhor planejamento da mão de obra”, orienta. Segundo o professor, no e-commerce há maiôs quantidade de chamada data de corte, etapa que processa todas as compras que entraram até um determinado momento. Quanto maior a freqüência deste procedimento mais rápida é a tratativa dos produtos.
É graças a isso que algumas empresas conseguem indicar um prazo para a entrega e efetua-la sem delongas. A loja Onofre Eletro, por exemplo, garante um recebimento da compra em até quatro horas para clientes da cidade de São Paulo e da Grande São Paulo. O Grupo Sonda, que opera o site Sonda Delivery, também indica uma expectativa de prazo para a entrega relativamente curta. SuperHiper fez um teste para conferir este serviço tanto em termos de pontualidade como do acondicionamento dos produtos.
No dia 5 de julho, às 18h, a revista comprou no Sonda Delivery três produtos que exigem cuidados na sua distribuição, Foram eles: uma cerveja da marca Baden Baden, uma mortadela Perdigão fatiada 200g e uma caixa dos empanados Tekitos da Sadia. Na manhã seguinte, o SAC da loja virtual enviou um e-mail comunicando a indisponibilidade deste último item em seu estoque. Por volta das 19h do dia 6, pouco depois do horário combinado, os demais produtos foram entregues o endereço indicado acondicionados de maneira satisfatória. 
Ambas as empresas realizam uma prática em comum para garantir o cumprimento dos prazos: elas determinaram um raio de atuação. No caso da Onofre Eletro o foco é a capital paulista e a Grande São Paulo. Já o Sonda Elivery concentra sua atuação via e-commerce nas cidades de São Paulo, Guarulhos e a região do ABC Paulista.
Conforme explica o professor da Metodista, Roberto Macedo, é importante que o varejo defina um raio de atuação, já que muitas redes estão focadas em uma ou algumas regiões. “A abrangência da loja virtual deve estar, preferencialmente concentrada no raio de atuação da loja física”.
Outra questão primordial nas operações do e-commerce é a estruturação de um sistema de logística reversa. O varejo virtual é campeão nos pedidos de troca, especialmente de vestuário e eletrônicos. Os especialistas recomendam a definição de uma política clara de devolução de produtos e a implantação de um sistema que permita gerenciar essas devoluções, “As desistências são comuns no e-commerce”, observa Felippi Perez, da Keepers Logística.
Juntou ou Separado?
Para quem possui ou pretende iniciar um e-commerce deve ficar atento para não confundir os estoques das lojas física e virtual, de modo q não causar rupturas em nenhum dos dois canais. “Há empresas que consolidam as operações e outras que trabalham com áreas distintas”, declara o vice-presidente da Abralog, Edson Carillo. “A questão é que a dinâmica para entregas em lojas físicas tem um perfil bem diferente das operações de vendas virtuais. Assim, é indicado que as áreas de estocagem sejam separadas”.
Por uma questão de organização e precaução, os especialistas ouvidos por SuperHiper recomendam a independência dos dois perfis de operação. Caso não seja possível fisicamente, que essa separação ocorra de forma sistêmica. “Para quem não tem outra alternativa a não ser trabalhar com os estoques juntos, uma outra dica é definir horários de operações diferentes. Isso pode ajudar a evitar falhas”, sugere o professor da Metodista, Roberto Macedo. 
Para quem é pequeno e não pode arcar com custos de um centro de distribuição próprio, uma saída é contar com o respaldo de um operador logístico . Este serviço proporciona uma série de benefícios, como o fato de o varejista não ter perdas, já que a responsabilidade de tudo o que está armazenado é do operador, e de não ter que se preocupar com mão de obra, segurança. Manutenção de veículo e outros detalhes. “Além disso, o custo mensal do operador é variável. Tudo depende do volume de vendas obtido”, completa Felippi Perez, da Keepers. “Mesmo assim é preciso analisar a natureza dos produtos. Itens mais baratos e de giro rápido não compensam ficar com terceiros”.
A independência dos estoques físico e virtual é uma receita adotada pelo Walmart Brasil. A rede acaba de anunciar que inaugurará em agosto o seu terceiro centro de distribuição exclusivo para o comércio eletrônico, que ampliará em 50% a sua capacidade de armazenamento. Por uma questão de estratégia, a empresa não informou o local do novo empreendimento até o fechamento desta edição. Tal iniciativa gerou a criação de 200 postos de trabalho.
Planejar, gerenciar e inovar 
A logística para o e-commerce tem evoluído muito nos últimos anos, especialmente por conta da tecnologia. Tempos atrás, comprar pela internet significava esperar de 15 a 30 dias para receber a encomenda. Atualmente, o prazo comumente praticado pela maioria das empresas varia entre três horas e cinco dias.
O e-commerce é um avanço do comércio feito por catálogo impresso. Com o advento da tecnologia, esse conteúdo passou para o computador. Isso traz o desafio de prever a demanda e se planejar, especialmente em épocas sazonais. “É necessário um planejamento  logístico completo para evitar problemas e gargalos, além de um acompanhamento severo do estoque”, aponta a diretora de Negócios da e-Bit, Cris Rother.
Devido à complexidade e dinamismo da logística, todo o sistema precisa ser constantemente avaliado, monitorado e controlado. Em seu livro, Felippi Perez retrata que a moderna logística deve cumprir prazos, garantir a qualidade dos produtos, promover a integração sistêmica da empresa e com os fornecedores, racionalizar os processos e proporcionar ao cliente  a possibilidade de rastrear e conferir o andamento do seu pedido de compra.
Para que isso seja possível, bem como gerenciar estoques, entregas e o ciclo de suprimentos, é preciso adotar soluções tecnológicas que permitam um controle efetivo da operação. Nesse sentido, o mercado tem ao seu dispor a ferramenta Warehouse Management System (WMS), um sistema informatizado de gerenciamento de armazéns, que assume o controle total da movimentação e armazenagem, disponibiliza uma série de relatórios gerenciais, promove a separação sistêmica do estoque físico e virtual e ainda oferece diversas outras funções, como interligação com a tecnologia RFID (identificação por radiofreqüência).
De acordo com o diretor de Produtos da Oracle Brasil, Jorge Toledo, grandes empresas já utilizam o WMS, porém as pequenas e médias, de uma forma geral, ainda utilizam um sistema de Enterprise esource Planning (ERP), que não é tão completo no que diz respeito à gestão de estoque. “A adoção do WMS é um processo de maturidade. Anos atrás a preocupação era, justamente, a implantação de um bom ERP. Agora, entramos numa segunda fase ainda mais estratégica.” 
Dentre as diversas soluções existentes no mercado, há também o Service-Oriented Architectute (SOA), que integra as várias camadas de um negócio, o que permite interligar os sistemas da loja física e da virtual, onde um lado passa a saber automaticamente o que foi realizado na outra ponta. “Esta é uma alternativa, por exemplo, para evitar a separação dos estoques. Esse controle passa a ser virtual”, observa Toledo da Oracle. “Também é muito importante que , na etapa da distribuição, am empresas contem com uma ferramenta de gestão de transporte, que aponte a melhor rota e planeje a execução da entrega”. 
Para Roberto Macedo, da Metodista, há outro detalhe que deve ser olhado com muito carinho na logística e-commerce: a embalagem. “ Apesar de ser uma questão básica, este é um fator primordial neste mercado. De nada vale um bom preço e pontualidade se o produto chegar danificado.”

Fonte: http://www.keeperslogistica.com.br/noticias/2012/11/26/as-lojas-virtuais-reinventam-a-logistica.html

Os desafios do escoamento da safra - colheita 2011/2012


 Os desafios do escoamento da safra - Colheita 2011/2012 

Abastecimento na capital paulista deve ser normalizado em até 7 dias

O fornecimento de combustível nos postos de são Paulo deve estar normalizado em sete dias, segundo informações do Sindicato dos Transportadores de Rodoviários de Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam-SP). De acordo com o sindicato, além de a maioria dos postos estarem completamente desabastecidos, a restrição de tráfego dos caminhões na Marginal do Tietê e outras 25 vias da cidade nos horários de picos também retarda a distribuição.
Para o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), o fornecimento de gasolina, álcool e diesel na capital paulista deve ser normalizado entre três e cinco dias. Segundo o presidente da entidade, Alísio Vaz, a distribuição está ocorrendo sem problemas desde a madrugada desta quinta-feira, 8. 'O abastecimento ocorre normalmente desde a madrugada, os caminhões estão saindo sem a necessidade de escolta. O esforço agora é para restabelecer o pleno abastecimento', disse Vaz à Agência Brasil.
No ultimo dia 7, o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam-SP) pediu a ajuda da Polícia Militar (PM) para cumprir a determinação judicial de acabar com a paralisação. Desde segunda-feira, 5, os caminhões-tanque deixaram de distribuir combustível na cidade em protesto contra a proibição da prefeitura de circular na Marginal Tietê, entre outras vias, durante os horários de maior movimento.
Segundo o presidente do Sincoteptro, Jose Alberto Gouveia, 300 caminhões já saíram das bases e ao menos 600 postos já receberam o combustivel. Até ontem, o Sincopetro recebeu 42 denúncias sobre abusos nos aumentos dos preços. Essas denúncias estão sendo checadas e os casos confirmados serão levados para o Procon e à Agência Nacional de Petróleo.
A PM informou que desde a manhã de terça-feira foram feitas 92 escoltas a 215 caminhões-tanque. Somente entre as 18h30 de ontem e as 6h30 de hoje a polícia escoltou 101 caminhões.

Fonte: Portal Estadão

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http://www.crfgo.org.br/site/?page=mostra_noticia&id=4614

Investimentos em mobilidade cresceram mais de 70% no setor em 2011

De acordo com o Barômetro de Mobilidade Empresarial, estudo conduzido pela Motorola Solutions, 74% das empresas de atacado afirmam que seus gastos com mobilidade aumentaram em 2011, em comparação com 2010.
Além disso, 80% delas consideram que a mobilidade proporciona vantagens competitivas no mercado. Dessa forma, oito de cada dez empresas no setor reconhecem a crescente importância da mobilidade empresarial.
“A mobilidade se tornou uma ferramenta-chave na indústria do atacado, pois possibilita que as empresas do setor fortaleçam sua competitividade em um mercado cada vez mais complexo. As tecnologias sem fio oferecem múltiplos benefícios às empresas, tais como aumento da produtividade, da eficiência dos colaboradores e da receita, entre outros”, explica Gustavo Wrobel, diretor de comunicações da Motorola Solutions para a América Latina e Caribe.
Com relação às tendências relacionadas aos terminais, haverá um acréscimo na utilização de telefones móveis VoIP no mercado, de 20% em 2011 para 45% em 2012. Ao mesmo tempo, haverá um aumento no uso de tablets, de 16% em 2011 para 31% em 2012. Os laptops têm a menor taxa de expectativa de crescimento para este ano, mesmo assim, são os dispositivos com a mais alta fatia de mercado no setor.
O estudo incluiu organizações de países como Argentina, Brasil, Colômbia e México, as quatro principais economias da América Latina, que representam 74% do Produto Interno Bruto (PIB) da região.
Resultados
A pesquisa revelou também que 75% das empresas consideram que a implementação de tecnologias móveis vai gerar benefícios que podem ser traduzidos em aumento da produtividade e eficiência dos colaboradores.
Para 73% das empresas destacam que a implementação da mobilidade tem significado melhoria no resultado dos negócios e aumento no lucro das vendas.
Além disso, outros benefícios que serão melhorados: controle de estoque (65%), desempenho da cadeia de suprimentos (63%) e precisão no atendimento de pedidos (60%). Por sua vez, 56% das empresas usam sistemas de rádio bidirecionais, ou têm planos de instalar tais sistemas este ano.

Fonte: Portal New Trade