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Raízen investe em segurança de logística

A área de logística da Raízen pretende investir R$ 1,5 milhão em segurança no ano safra 2012/13. Este número é 25% maior que o registrado no período anterior e os investimentos já refletem no desempenho dos caminhões das transportadoras contratadas pela companhia.
No primeiro trimestre desta safra, por exemplo, não foram registradas fatalidades e ocorrências que geraram afastamento ou restrição ao trabalho. Em relação aos acidentes gerais com os veículos, foram, apenas 42 casos, o equivalente a 1,28 a cada 1 milhão de quilômetros percorridos, número que está abaixo da meta estabelecida no início da safra e melhor que o resultado do mesmo período do ano passado.
Treinamento e reconhecimento
Entre as ações de segurança desenvolvidas pela Raízen, destaca-se a campanha Zero Acidente, que busca motivar os profissionais do transporte rodoviário a realizarem suas atividades num ambiente de excelência em segurança. A equipe de logística da empresa realiza diversos workshops, reuniões mensais e treinamentos nas filiais das transportadoras, além de distribuição de material didático sobre o tema, como a revista Ponto de Apoio, que traz atualizações de questões de segurança rodoviária e atualidades em transportes.
Para estimular a constante preocupação dos motoristas, a companhia promove o reconhecimento às transportadoras e profissionais que atingirem suas metas. O principal deles é o Rodeio de Caminhões, competição anual que reúne motoristas de transportadores contratados de diversas partes do Brasil que testam suas habilidades em manobras padronizadas dirigindo caminhões. Os finalistas do Rodeio ganham diversos prêmios da companhia.
O principal objetivo da competição é estimular a segurança entre os motoristas reconhecendo aqueles que tiveram excelente performance no último ano, dirigindo defensivamente e sendo responsáveis nas rodovias. A primeira edição aconteceu na safra 2011/12 e teve investimentos de R$ 1,2 milhão. A final da próxima edição acontecerá em abril de 2013.
 
 Fonte: Webtranspo

Aluno da Pós Graduação Interbusiness publica artigo em renomado site de Agronegócios com tema voltado à Cana de Açucar

A equipe Infologis, têm o prazer de compartilhar com nossos leitores, o sucesso de mais um aluno de nosso curso de Pós Graduação em Logística em Maringá - PR. Trata-se de nosso amigo e ex-aluno Arceni Novais, que teve seu trabalho de conclusão de curso publicado no site da Unica (União da Indústria de Cana de Açucar) sendo que, além da publicação, ele foi convidado a participar do programa de bolsa de estudos do CNPQ com o tema Bioenergia em 2012. Parabéns amigo!!!!

Segue parte do trabalho, e para quem quiser ler e saber mais sobre o tema acesse: http://www.unica.com.br/clipping/show.asp?cppCode=53B221CF-4AF6-4D17-B56D-2C694057F087

Produção estratégica de açúcar e álcool frente à demanda nacional e internacional

Portal do Agronegócio

Autor: Arceni Novais de Souza

O presente trabalho tem como objetivo de analisar a tendência de como a produção brasileira de açúcar e álcool, derivada da cana-de-açúcar, será direcionada num futuro próximo frente à possível demanda internacional pelo etanol, considerada como uma nova energia renovável e ecologicamente correta .
Justifica-se por entender que todos estes fatores colocam o Brasil e o setor sucroalcoleiro na vanguarda da produção, comercialização e exportação dos biocombustíveis ao redor do mundo. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e de ordem qualitativa. Conclui-se que serão os preços internacionais do açúcar e do álcool que determinarão a produção destes.

INTRODUÇÃO
O açúcar e o álcool, tais como a soja e o petróleo, são commodities internacionais, e, assim sendo, têm uma importância nas trocas internacionais. Mas, mas os seus preços não são cotados pelos gestores das usinas sucroalcooleiras, mas, sim, pelo mercado internacional, em especial pelos mercados norte-americanos, europeu e japonês.
Este cenário demonstra que as probabilidades que as usinas sucroalcooleiras têm para elevar ao máximo seus ganhos são por meio de controle das despesas e na redução dos custos de produção.
Portanto, as lucratividades do negócio ficam cada vez mais subordinadas aos custos de produção, pelo aumento da produtividade e longevidade dos canaviais e das habilidades dos negociadores internacionais ligados à comercialização dos sub-produtos da cana de açúcar. (UDOP, 2008).
Contudo, verifica-se um crescimento da construção de novas usinas de açúcar e álcool impulsionado pela crescente demanda pelos produtos da cana-de-açúcar que se deve, principalmente, a não dependência dos produtos derivados do petróleo e à preocupação dos países europeus e asiáticos em fontes renováveis de energia.
O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC, 2008) prevê para os próximos anos, um crescimento ainda maior do mercado internacional, especialmente devido ao fato de recentes conquistas do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC), no que diz respeito às barreiras tarifárias e não tarifárias, sobretudo ao açúcar brasileiro, impostas pelos países da União Européia.
Neste contexto, o objetivo central desta pesquisa é analisar a tendência de como a produção de açúcar e álcool será direcionada num futuro próximo, frente à possível crescente demanda internacional pelo etanol, considerada como uma nova energia renovável e ecologicamente correta.
Para atingir o objetivo central, fez-se necessário uma pesquisa bibliográfica, cujo arcabouço teórico está apresentado ao longo deste trabalho nas seções que se seguem.

A INDÚSTRIA SUCROALCOLEIRA NO BRASIL
Desde o surgimento do Programa Nacional do Álcool (PROALCOOL), criado para amenizar os efeitos da crise do petróleo nos anos 70, do século passado, o setor sucroalcoleiro ganhou maior importância na economia do país. Até 1975 quase não se utilizava cana-de-açúcar para a produção de álcool, que era elaborado nas destilarias anexas as usinas e de forma secundária.
De acordo com Souza (2006, p. 32) os produtores preferiam produzir melaço e comercializá-lo, a produzir o álcool em pequena quantidade. Segundo o autor, a produção de álcool no país teve três períodos de expansão:
De 1975 a 1979 iniciou-se a produção de álcool anidro para adição a gasolina. De 1980 a 1985 obteve-se o aumento da produção de álcool hidratado para ser utilizado nos motores movidos à álcool. Por fim um período de desaceleração e crise 1986 a 1990, com o fim dos subsídios ao setor e utilização de políticas de desregulamentação
A agroindústria canavieira do Brasil se reestruturou após o processo de desregulamentação de suas atividades, que significou o fim do monopólio do governo federal nas exportações (IAA, 1999).
No final do século XX, o setor sucroalcoleiro é considerado internacionalmente como uma das melhores alternativas para o fornecimento de energia limpa e renovável tais como: geração de energia elétrica, álcool anidro e hidratado e a levedura, que em última instância, torna-se uma ração animal.

Leia mais em: http://www.unica.com.br/clipping/show.asp?cppCode=53B221CF-4AF6-4D17-B56D-2C694057F087

Fonte: Unica / Portal do Agronegócio

U.S. Sugar - Estados Unidos

Uma das maiores usinas de açucar e álcool dos EUA, a U. S. Sugar, localizada na Flórida, possue dentro de sua planta uma ferrovia particular, para levar a produção até a indústria. Possuem nada menos que 1.000 vagões e 14 locomotivas.
O Brasil ainda chegará lá. Imaginem com essa infraestrutura o que poderiamos fazer? Uma pena que falta vontade política neste país.

Segue link (em inglês) da U.S. Sugar.
http://www.ussugar.com/sugar/sugar_railroad.html

Um abraço a todos...


Equipe Infologis

Sistema multimodal de Logística para o Etanol é lançado

Clique na imagem para ler a matéria na íntegra.

Nova empresa marítima atuará na logística de etanol

Uma nova empresa de transporte irá atuar no segmento de entrega de açúcar e etanol aos clientes. A Copa Shipping Company será formada por 50% da Copersucar e 50% do Grupo Jamal Al-Ghurair (JAG). A nova companhia começa a atuar no 1º trimestre do ano e terá escritórios, estrutura e operações no Brasil e em Dubai, nos Emirados Árabes.
A parceria faz parte da estratégia da Copersucar de integrar e agregar valor em toda a cadeia de abastecimento. Na logística terrestre, investirá cerca de R$ 1,5 bilhão até 2015, principalmente em terminais marítimos, transporte ferroviário e no etanolduto. Com a Copa Shipping, a empresa reforçará sua atuação no elo da logística marítima, além dos limites dos terminais portuários.
Segundo a Copersucar, a contratação dará à empresa maior domínio da cadeia de logística, o que representará melhor planejamento, redução de custos e maior qualidade e segurança na entrega dos produtos aos clientes. Com maior controle sobre o transporte marítimo, a empresa aprimora o processo de gerenciamento das janelas de carregamento dos navios, proporcionando otimização de toda a cadeia logística e melhor utilização dos ativos, com esperados benefícios para todos os clientes finais.

Fonte: ANTF

Sai, nos EUA, acordo para prorrogar apoio a etanol

O presidente americano, Barack Obama, fechou um acordo com lideranças do Congresso para prorrogar o subsídio ao etanol e a tarifa de importação do produto, de acordo com relato do senador republicano Chuck Grassley, do Estado de Iowa, que defende os interesses dos agricultores americanos que produzem milho.
A Unica, que representa as usinas brasileiras produtoras de etanol de cana-de-açúcar, divulgou nota afirmando que irá pedir ao governo brasileiro que inicie disputa na Organização Mundial do Comércio (OMC) assim que o prorrogação dos incentivos virar lei.
O governo americano concede subsídio de US$ 0,45 para a mistura de etanol, produzido a partir de milho, na gasolina. Também impõe uma tarifa de importação de US$ 0,54 por galão para impedir que o subsídio beneficie produtores de etanol de fora dos EUA.
Até ontem à noite não havia detalhes oficiais sobre o acordo fechado pelo governo Obama, mas as informações disponíveis indicavam que o subsídio, que expiraria no fim desse mês, será prorrogado por um ano, mas seu valor cairia para US$ 0,36.
A Unica defende a tese de que, com o corte do subsídio, a tarifa de importação de US$ 0,54 fica um pouco mais difícil de sustentar numa eventual disputa na OMC. Se o objetivo do governo americano é evitar que o subsídio vá para empresas no exterior, sustenta a Unica, a tarifa deveria ser igual ao subsídio. Se o subsídio de fato cair, a diferença entre o apoio e a tarifa sobe de US$ 0,09 para US$ 0,18.
A continuidade dos incentivos aos produtores de etanol, que no ano passado custaram US$ 6 bilhões aos contribuintes americanos, deve ser incluída num projeto de lei maior negociado entre Obama e lideranças do Congresso para prorrogar cortes de impostos feitos no governo George W. Bush. A aprovação em plenário ainda não está completamente garantida porque parlamentares democratas, da base de apoio de Obama, estão descontentes com a extensão dos benefícios tributários à fatia de renda mais alta da população.

Fonte: Valor Econômico

Valtra apresenta sistema de piloto automático especialmente desenvolvido para o setor canavieiro

Projeto oferece solução completa para o plantio mecanizado de cana-de-açúcar em parceria inédita com a Usina Santa Fé ...
A Valtra, marca do grupo AGCO, líder no setor canavieiro, lança uma parceria inédita com a Usina Santa Fé, de Nova Europa, São Paulo. A iniciativa levará para o campo uma nova versão do Piloto Automático System 150, desenhado especialmente para o setor canavieiro, que reduzirá tempo, custos, mão-de-obra, além da otimização e melhor planejamento do plantio da cana-de-açúcar na usina.
Essa nova versão do sistema de Piloto Automático System 150, desenvolvido pela ATS, divisão de tecnologia da AGCO e pela Topcon tem capacidade para trabalhar nas exigentes condições do setor canavieiro, aumentando a capacidade operacional de plantio em até 20%, otimizando as linhas de cana e reduzindo o consumo de combustível. Também oferece maior longevidade ao canavial, proporcionando planejamento prévio do plantio, tráfego controlado e compactação sempre no mesmo local, cultivo e colheita mecanizada sem pisoteio na linha e rastreabilidade das operações.
O projeto desenhado pela Valtra, ATS e Topcon teve início em 2009 com a pesquisa em diversos clientes com o objetivo de conhecer e mapear as reais necessidades do setor canavieiro. O grande desafio era desenvolver em um curto período um produto robusto, seguro e que atendesse todas as necessidades específicas do segmento.
Para a concretização do projeto a Valtra contou com um parceiro muito importante, que possibilitou trabalhar de perto, no próprio campo todas as funcionalidades do sistema e realizar os ajustes necessários para o total sucesso da nova tecnologia, que foi a Usina Santa Fé. “A aproximação aconteceu pelo forte interesse de ambos. Nosso de oferecer a solução completa para o plantio mecanizado de cana e do cliente em investir e adotar novas tecnologias. Com isso, a Usina Santa Fé deixou de ser mais um cliente e se tornou uma grande aliada neste importante passo do agronegócio”, afirma Jak Torretta, diretor de produtos da AGCO América do Sul.
A parceria, inédita no setor, foi realizada com a ajuda de três vertentes: montadora, fornecedor e cliente. Após buscar várias alternativas no mercado, a Usina Santa Fé é o primeiro grande cliente da Valtra a fazer uso dessa nova tecnologia e desde o segundo semestre deste ano todo o plantio mecanizado já está sendo programado e realizado com o uso do conjunto, trator BH185i e piloto automático System 150. Ao total serão 14 conjuntos entregues até o final de 2010.
Para a implantação do projeto a Valtra ofereceu apoio técnico, treinando todos os operadores e técnicos da usina, tornando-os aptos e capacitados para operar com a nova tecnologia. A empresa acompanhou todo o início e implantação do sistema, atuando fortemente em todas as etapas.
“Hoje, a Usina Santa Fé já está plantando com projetos previamente planejados no escritório e operando com a metodologia mais moderna no uso de piloto automático”, João Giro Filho, gerente agrícola da Usina Santa Fé.
Outro grande benefício é o fato do sistema poder ser transferido para as demais máquinas da fazenda, oferecendo uma solução completa em direcionamento automático que abrange todas as operações (preparo, plantio, pulverização e colheita), maximizando o retorno sobre o investimento.
“Para nós o importante não é oferecer apenas um produto, mas uma solução completa para o plantio. Isso é o que nos diferencia perante os nossos clientes, pode atuar um consultor, desde a implantação até o resultado final que é o momento da colheita”, finaliza Torretta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Rapidinhas Setor Sucroalcooleiro

Setor sucroenergético se mobiliza em prol da sustentabilidade
Em um país que, segundo a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), planta cerca de oito milhões de hectares de cana-de-açúcar e atinge uma produção total de aproximadamente 600 milhões de toneladas, o setor sucroenergético se apresenta como um dos mais importantes na economia brasileira, já que atinge um PIB de U$ 28 bilhões e gera aproximadamente 845 mil empregos diretos. Dessa forma, é fundamental que toda a cadeia produtiva se firme em pilares sólidos de sustentabilidade (econômico, social e ambiental) para garantir um diferencial competitivo e a perenidade do negócio. (BASF)

SP: produção de açúcar será prioridade na safra 2011/2012
A produção de açúcar deverá ser priorizada pelo setor sucroenergético durante a próxima safra, 2011/12, que tem início em abril de 2011. De acordo com Plínio Nastari, presidente da Datagro, os produtores deverão reagir aos melhores preços do açúcar. Enquanto os preços do etanol no mercado interno possuem um limite de crescimento, que é a sua paridade com os preços da gasolina, as cotações do açúcar estão livres para subir, explica. (AE)

Cana/Datagro: início da safra 2011/12 deve atrasar para abril/maio
A próxima safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul, 2011/12, deverá ter seu início atrasado para meados de abril ou até maio. A seca registrada na região entre abril e setembro deste ano fez com que a cana colhida no primeiro trimestre de 2010 não voltasse a crescer. (Agência Estado)

Etanol deve atingir R$ 1,80 na entressafra, diz Datagro
Os preços do etanol hidratado devem atingir o nível de R$ 1,80 por litro nos postos de combustíveis durante a entressafra, de acordo com o presidente da Datagro Consultoria, Plínio Nastari. Segundo ele, os preços elevados deverão ser registrados também na próxima safra, 2011/12. (Agência Estado)

Postos começam a ficar sem gasolina e França recorre a reservas
A França começou a recorrer a suas reservas emergenciais de combustível, enquanto um número crescente de postos de combustíveis começou a ficar sem gasolina nesta segunda-feira, no início da segunda semana de greves de trabalhadores em refinarias e portos. A Agência Internacional de Energia (AIE), responsável pelos suprimentos estratégicos de petróleo em países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), disse que a França tem estoques para 98 dias e que o país já começou a usar as reservas emergenciais de 30 dias da indústria. (Reuters)

Estudo avalia impacto das emissões de gases no preparo do solo em culturas de cana-de-açúcar
Um estudo desenvolvido na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Esalq, avaliou o impacto ambiental a partir do preparo do solo para o plantio de cana-de-açúcar. A cultura continua em crescimento no Brasil para a fabricação do etanol, sendo que o país é o maior exportador do produto. (Portal AmbienteBrasil)

Presidente da UNICA escolhido ‘Líder do Ano’ do Prêmio Mastercana 2010
O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Marcos Jank, será agraciado nesta terça-feira, 19 de outubro, com o Prêmio Mastercana 2010 de distinção aos Melhores do Ano no Setor Sucroenergético, na categoria “Líder do Ano”. A confirmação foi enviada na quinta-feira (14/10) pelos organizadores da premiação, o Jornal Cana. (Unica)

Usinas eólicas geram energia limpa, mas mudam ambiente
A paisagem do litoral cearense está mudando, assim como a ocupação espacial de vários povos do mar. Dividindo espaço com carnaubais e remodelando o terreno antes ocupado por gigantes montanhas de areias, as dunas, geradores de energia por meio da força dos ventos têm se espalhado em diversas praias dos litorais leste e oeste. É uma ocupação delicada, na maioria dos casos repentina para as comunidades, que mesmo reconhecendo o caráter de "energia limpa", questionam as formas de instalação pelas empresas. (Diário do Nordeste)

Apesar do vento, só 1% da energia brasileira é eólica
Enquanto o Brasil fala em explorar combustível fóssil do pré-sal, a Dinamarca está focada em energias renováveis. E apesar do país escandinavo não ser muito rico em vento, a energia eólica é um foco. "Há 400 anos já se usava turbinas- os famosos moinhos de vento- para se produzir energia", diz Hans Sorensen, especialista em energia eólica. (Folha de S. Paulo)


Contribuição da aluna Mariana Ruske - Pós Graduação em Logística - Turma V

Angola vai produzir etanol

Angola vai dispor, ainda no próximo semestre deste ano, de uma fábrica moderna de açúcar e álcool, soube o Jornal de Angola de fonte ligada ao projecto. A fábrica está a ser construída na província de Malange pela empresa Biocom, que tem as companhias Odebrecht, Sonangol e Damer como accionistas. A Biocom enviou 62 trabalhadores para o Brasil, em Agosto do ano passado, para formação, que vão ter a missão de participar na construção da fábrica e de instruir colegas. O programa de formação engloba 1.200 horas de aulas teóricas e práticas sobre agricultura, indústria e administração. Pavlov Dias Neto, um jovem que faz parte do grupo de formandos, disse que a fábrica será a segunda do género no continente africano e a primeira em Angola. O programa de formação é levado a cabo pela empresa brasileira ETH, uma subsidiária da Odebrecht vocacionada para a produção de açúcar e álcool, e tem como objectivo dotar os formandos de capacidades para operarem em todo o processo de produção. "Com os conhecimentos adquiridos, não só vamos poder participar na construção da fábrica de Angola como também ensinar aos colegas angolanos aquilo que aprendemos", explicou Wanda Lubaco, 26 anos. "Em seis meses de formação não aprendemos tudo, mas todos estamos conscientes de que absorvemos o suficiente para ensinar os nossos companheiros", referiu. "O curso é muito completo", frisou Pavlov Dias Neto, que prosseguiu: "Não aprendemos apenas a operar em fábricas como a que está em construção no país, mas também em qualquer outra do género".

Fonte: AngoNotícias

Brasil alcança marca de 10 milhões de carros flex

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, disse que hoje a indústria brasileira produziu o carro flex número 10 milhões. Ele não revelou em que Estado ou montadora o veículo foi fabricado. "Por coincidência, hoje estamos produzindo o veículo número 10 milhões com motorização flex", afirmou.
Ao comemorar a marca, Schneider ressaltou que a tecnologia, lançada em 2003 pela Volkswagen, é ambientalmente correta e está absolutamente consolidada, comprovada e testada por todos os fabricantes no mercado brasileiro. Em fevereiro, as vendas de veículos flex somaram 184.303 unidades, ou 87,2% do total comercializado no mês.
Questionado sobre o aumento dos preços do etanol hidratado, cujo valor em relação à gasolina só permanece competitivo em dois Estados (Mato Grosso e Goiás), segundo o mais recente levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Schneider defendeu que a vantagem dos motores flex é justamente oferecer ao consumidor a possibilidade de escolha do combustível.
"A tecnologia traz ao consumidor a opção de escolha. Ele é rei de sua decisão e pode, no momento que sentir que um determinado combustível está mais caro, migrar para o outro", disse.

Fonte: Agência Estado

Cana avança para o oeste, mas não tira status de Ribeirão Preto/SP

Área plantada cresceu 26,6% na microrregião de Presidente Prudente e 17,1% na de Araçatuba, segundo dados do IEA. Ribeirão ainda mantém-se como centro gerador de tendência e de tecnologia do setor, de acordo com o secretário João Sampaio....
Com mais áreas livres para o plantio e substituição de antigas regiões de pastagem, a cana-de-açúcar tem avançado com mais velocidade no oeste do Estado de São Paulo. Porém, para especialistas do setor, a região de Ribeirão Preto está longe de perder o posto de principal polo político e econômico do mercado sucroalcooleiro.
Números do IEA (Instituto de Economia Agrícola) referentes à safra 2008/09 reforçaram a tendência de avanço da cana em áreas do oeste do Estado, nas microrregiões de Presidente Prudente e Araçatuba.
Segundo o instituto, a área produtiva de cana no Estado passou de 4,59 milhões de hectares na safra 2007/08 para 4,93 milhões de hectares na safra seguinte, uma alta de 7,4%. No mesmo período, a área plantada na microrregião de Prudente cresceu 26,6% e, em Araçatuba, 17,1%.
"São regiões com mais espaço para expansão da cana, onde muitos pecuaristas arrendaram parte das propriedades para as usinas", diz o pesquisador do IEA, Sérgio Torquato.
Para o presidente do Sindicato Rural de Prudente, Jacob Tosello Junior, a cana tem ganho o espaço das pastagens porque a situação da pecuária está ruim. "O custo elevado para produção de carne já vem de muito tempo."
Segundo o diretor do Escritório de Desenvolvimento Rural de Araçatuba, Cláudio Antônio Baptistella, o custo mais baixo da terra e a topografia que permite índices mais altos de mecanização também colaboraram para o avanço da cana no oeste. "O produtor acabou procurando uma atividade que remunerava melhor e arrendou a terra para as usinas."
O crescimento dos canaviais na região oeste tem feito a produção de cana nesses locais atingir níveis semelhantes aos das regiões tradicionais, como Ribeirão Preto.
Porém, para o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, João Sampaio, a expansão é apenas física e, por isso, não tira de Ribeirão o status de polo. "Ribeirão é o grande polo gerador de tendências, conhecimento, tecnologia, difusor de informações. É o principal polo sucroalcooleiro do Brasil ou talvez do mundo."
O professor da USP Marcos Fava Neves diz ainda que a concentração de investimentos também faz da cidade o centro político e econômico do setor. "Essa hegemonia está longe de ser ameaçada."

Fonte: Folha de São Paulo