Mostrando postagens com marcador WMS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador WMS. Mostrar todas as postagens

Senior apresenta soluções para o mercado logístico no Fórum E-commerce

 A Senior, especializada na oferta de software para gestão empresarial, de pessoas, logística e de controle de acesso, participa do Fórum E-commerce Brasil, que acontece nos dias 26 e 27 de julho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Durante o evento, a empresa reforça sua presença no segmento logístico com suas soluções especificamente voltadas a empresas de e-commerce, o WMS (Sistema de Gestão de Armazém) e o TMS (Sistema de Gerenciamento de Transporte), consideradas líderes no segmento.
“A logística é uma das etapas mais importantes para o comércio eletrônico, que representa hoje um importante mercado para a Senior. Por isso, nossa participação no Fórum E-commerce Brasil é uma excelente oportunidade para intensificarmos nossa presença nesse mercado e apresentar o portfólio de soluções inovadoras direcionadas para o transporte de carga, logística e frotistas, bem como facilitar a gestão dos processos e a tomada de decisões nas empresas”, afirma Anderson Benetti, Gerente de produto de logística.
A solução de WMS (Sistema de Gestão de Armazém) é voltada para gestão de todo o processo logístico. A solução atua desde a entrada de matérias‐primas até a expedição dos produtos acabados, gerenciando os equipamentos de movimentação e equipe operacional, distribuição das atividades e convocação dos recursos produtivos, ditando o ritmo das operações e monitorando a execução das tarefas.
Além disso, como pode ser adaptada às necessidades de cada cliente, o software consegue otimizar a utilização de espaços, contribuindo para a redução de custos operacionais, tempo de movimentação, ordenação de tarefas e planejando de recursos.
Outra solução que será apresentada no evento é o TMS (Sistema de Gerenciamento de Transporte) destinada ao controle das operações referentes a coletas e entregas, freteiros, expedição de cargas e comercial. A ferramenta permite ainda ter total controle sobre a frota, gerenciamento de gastos de pneus, consumo de combustível, manutenções periódicas e disponibilidade de veículos.
Outro diferencial diz respeito ao acerto de contas com o motorista. Ao utilizar o sistema, além de controlar multas e acidentes e assim fazer os descontos corretos na hora do pagamento aos motoristas.
Plataforma omnichannel: a mais completa do mercado
Ainda no evento, a Senior vai apresentar a nova plataforma omnichannel para e-commerce, que oferece economia e escalabilidade da computação em nuvem para o negócio digital. A solução é a única do mercado a integrar o ambiente de comércio eletrônico ao ERP (sistema de gestão empresarial), PDV móvel, sistema de gestão de centros de distribuição, gestão de transporte, algoritmo de recomendação e motor de promoção.
A plataforma é oferecida no formato modular, no qual o cliente adquire e paga apenas pelas funcionalidades utilizadas, o que permite que o próprio e-commerce aumente ou diminua a capacidade de recursos – pagando somente pelo uso – pela internet. Além disso, oferece design responsivo, para acesso por smartphone ou tablet, tanto para os clientes quanto para os administradores do e-commerce, o que melhora a experiência de uso.
Outra novidade da Senior no mercado de varejo é o PDV Móvel, no qual todas as funções desempenhadas no ponto de venda podem ser realizadas pelo smartphone. “Isso permite que o vendedor de uma loja física realize todo o processo de venda em qualquer lugar do estabelecimento, consultando estoques (físicos e virtuais) e realizando a cobrança e o pagamento por cartão sem sair do local, o que traz uma facilidade e uma melhor experiência para o cliente”, ressalta Vieira.
A plataforma omnichannel e o PDV móvel da Senior permitem que os varejistas atuem em diversos canais e ganhem uma vantagem competitiva. A integração das tecnologias possibilita, por exemplo, que o cliente compre online e retire o produto na loja física ou que vendedores consigam comercializar produtos do e-commerce quando não houver estoque na loja física. As soluções também podem ser adquiridas como módulos independentes, facilitando a integração com o legado de TI.
Além das soluções apresentas no Fórum e-commerce, fazem parte das ofertas da Senior soluções em ERP, gestão de pessoas, acesso e segurança, de performance corporativa – como BI e Workflow – e um pacote completo de implantação, consultoria e suporte em TI. Todas também disponíveis em Cloud Computing.
Atualmente, a Senior conta com um portfólio de clientes que inclui grandes players do comércio eletrônico. Entre eles estão Correios, Vivara, Magazine Luiza, Mercado Livre, FastShop, Netshoes, Centauro, Ricardo Eletro e Carrefour.

SERVIÇO
Senior no Fórum e-Commerce Brasil 2016
Dias 26 e 27 de julho de 2016, estande nº 80
Transamerica Expo Center, São Paulo
Informações e inscrições: www.ecommercebrasil.com.br/forum2016/

Fonte: Logweb

DHL implanta solução logística para a Duracell na América Latina

A DHL, empresa líder mundial em logística, é a responsável pelo novo projeto logístico E2E (end-to-end) da Duracell na América Latina. Desde o início de março, a Duracell, até então marca de pilhas da P&G, passou a operar de forma independente, como uma nova empresa: a Duracell Company. A marca foi comprada pela Berkshire Hathaway, fundo de investimento de Warren Buffett, que a transformou em uma empresa de energia portátil, com foco em pilhas alcalinas, pilhas recarregáveis e carregadores. Há mais de 50 anos oferecendo energia para pessoas de todo o mundo, a Duracell é a marca líder mundial em pilhas e baterias alcalinas de alta performance.
O planejamento do projeto logístico da Duracell Company teve início em Junho de 2015, abrangendo Brasil, Chile, México e Panamá e começou a operar em Março de 2016. De acordo com João Prada, diretor de operações da DHL Supply Chain, “apresentamos a Duracell uma solução abrangente – desde a fabricação até o distribuidor -, integrada para a América Latina e com grande flexibilidade na operação. Certamente, essa estrutura e modelo de negócio irá dar o suporte necessário para o sucesso neste novo momento da empresa Duracell”.
“Duracell vive uma nova etapa de consolidação do negócio no Brasil e no mundo com a migração para a Berkshire Hathaway, nos tornando uma empresa 100% focada no segmento de energia portátil. Nossa prioridade é continuar a atender nossos clientes e consumidores, oferecendo a melhor tecnologia em pilhas. Garantir que os nossos produtos chegarão até o consumidor, passando por todas as etapas que envolvem a importação e distribuição do produto com agilidade e eficiência, é essencial para a expansão da nossa liderança no mercado de pilhas alcalinas”, pontua Rafael Gisse, gerente geral da Duracell Company no Brasil.
De forma geral, o processo logístico se inicia com a importação dos produtos – são mais de 70 itens entre pilhas e baterias – a partir da China e dos Estados Unidos. Esta etapa inclui retirada nas fábricas, operações portuárias nas origens, frete internacional e desembaraço aduaneiro no país de destino. Em seguida, os produtos são enviados aos Centros de Distribuição da DHL estrategicamente posicionados. No caso brasileiro, o Centro de Distribuição é localizado em Guarulhos, próximo ao Aeroporto de Cumbica e ao porto de Santos. Confira a seguir um gráfico com um overview da operação com destaque para o processo realizado no armazém.


O sistema de armazenagem é especialmente importante, pois envolve questões de segurança, controle de temperatura (máximo de 30C°) e precisão no inventário. Terminado esse processo, os produtos são enviados aos distribuidores. “Em nossa solução, damos também visibilidade plena ao cliente de todo este processo, o que, por sua vez, oferece mais autonomia e facilita a gestão das cargas. Um dos diferenciais da DHL, além da presença global e expertise no mercado de consumo, é a integração da operação em si e das plataformas tecnológicas de gestão, ambas em nível local e regional. Isso trouxe muitas sinergias e oportunidades na matriz de custos”, afirma João Prada, diretor de operações da DHL Supply Chain. Apenas no Brasil, a equipe da DHL envolvida chega a 65 pessoas.
Com o processo de transporte rodoviário, ultima etapa da cadeia, mas não menos importante, a DHL atingirá os clientes da Duracell no Brasil, garantindo que os seus pedidos sejam atendidos no tempo correto, nas quantidades e qualidade corretas (OTIF). “Toda a malha de distribuição de transportes, bem como todo o portfólio de tecnologia da DHL, foi cuidadosamente analisada e aportada na solução para garantir altos níveis de serviço, um pré-requisito desde o início do processo de seleção do parceiro no Brasil e na América Latina”, reforça João Prada.

Fonte: Log Web

Sapec Agro investe em sistema da Ramada Storax

 
 A Sapec Agro, cliente de longa data da Ramada Storax na Península Ibérica, investiu num sistema drive-in e drive-through daquela empresa.
“Esta solução SP Racking foi instalada numa tenda industrial com cerca de 2.400m2, que permitirá ao nosso cliente um armazenamento de cerca de 4.000 paletes de produtos químicos”, avança a Ramada Storax, justificando que “este tipo de construção pouco habitual (tenda) serviu bem este projeto de armazenagem”.
A conjugação de dois sistemas de armazenagem de alta densidade – o drive-in e o drive-through, “garantiram a utilização máxima do volume disponível, com a redução de corredores para empilhadores”. Este é um sistema “particularmente indicado quando o espaço é muito limitado e quando os produtos possuem pouca variedade (baixo número de referências)” e assume-se como “uma boa solução para acumulação, a baixo custo, garantindo o máximo aproveitamento com eficiência e segurança”.
Recorde-se que a Sapec Agro possui instalações Ramada em Portugal e Espanha e tem mais de 17.000 paletes em drive e powerack Ramada Storax. A Ramada acaba também de lançar uma nova versão de software para os shuttles Ranger, onde além das funções anteriores, permite agora o mapeamento de túneis palete a palete.
“O WMS (sistema de gestão de armazém) vendido com a nova versão Ranger permite a leitura por código de barras da palete e a sua alocação automática por túnel”. Com esta versão “será possível utilizar o mapeamento a 100% de todas as paletes e de forma individual, podendo este software trabalhar de forma autônoma e satisfazer, por completo, as necessidades de mapeamento de armazém”.
Esta versão utiliza a rede wi-fi do cliente ou poderá ser instalada de raiz pela Ramada, “permitindo a sua instalação em servidores locais ou em servidor a fornecer pela Ramada Storax e assessorados por leitores de código de barras (PDT com Windows mobile)”.



Grupo TPC adota sistema de voice picking


Empresa investiu R$ 1 milhão na aplicação da tecnologia



O Grupo TPC adotou uma nova ferramenta operacional em seus armazéns que permite aos funcionários separar os pedidos por meio de um sistema de voz. O voice picking deixa de lado as digitações e a leitura de códigos de barras para dar lugar a um headset para comandos vocais do operador. O investimento, de R$ 1 milhão, tem um motivo: a adoção da tecnologia representa uma economia de tempo de 25% no recolhimento dos produtos.
Dentro do armazém, o operador insere o código do pedido e pergunta ao sistema qual produto deve coletar. A voz é transformada em dados e estes são enviados por wi-fi a um computador, no qual está instalado um WMS. Em seguida, o operador ouve um comando de voz eletrônico comunicando qual é a sua tarefa, com as coordenadas da localização do produto no armazém. Ao coletar, ele avisa o sistema, que lhe transmite uma nova ordem, sempre planejando a rota mais eficiente dentro do armazém.
A ferramenta foi implementada no centro de distribuição de Jaguaré, em São Paulo, onde o grupo possui uma área com 15 mil m² para operações come medicamentos. “Nesse CD são separados 40 mil itens por dia. Decidimos por essa tecnologia a fim de trazer inteligência para a armazenagem e agilidade aos processos. Acreditamos que será um diferencial na entrega para o cliente”, explica Luis Chamadoiro, vice-presidente de Logística Geral do Grupo TPC.
Uma das principais vantagens é deixar o trabalhador com as mãos livres para operar com maior rapidez e precisão, o que proporciona um aumento no nível do serviço prestado e redução de recursos à empresa. “Pode-se obter até 25% menos de tempo na coleta de produtos, o que nos torna mais competitivos e traz ganhos na produtividade”, completa Chamadoiro.


Gerenciar bem estoque pode render até 20% de economia

Existe um ditado que diz que mercadoria parada é dinheiro parado. Mas uma boa administração de estoque vai além dessa premissa. Independentemente do setor, empresas que não consideram o estoque um dos assuntos mais importantes podem se prejudicar. O empreendedor que fizer o gerenciamento correto dessa questão poderá notar diferenças consideráveis no balanço final.
"O empreendedor deve ter claro que existem três tipos de estoque. Matéria-prima, produto acabado e material de processo - que são, em um restaurante, por exemplo, os produtos de limpeza, uniformes e utensílios descartáveis. Com isso, existem três áreas da empresa para administrar", explica Batista Salgado Gigliotti, presidente da Fran Systems, consultoria em desenvolvimento de negócios e coordenador de franquias do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Para auxiliar na administração, existem alternativas de organização e até softwares específicos. "O controle de estoque ajuda em outras coisas na gestão. Por exemplo, na compra, no controle da operação do negócio e no controle no marketing", alerta Batista. "A gestão de estoque não é simples como as pessoas pensam", completa.
Levantamento e análise de dados
O primeiro passo é o levantamento do que existe no estoque. Deve-se analisar data de aquisição do produto, tipo e tempo em estoque. "Você precisa ter um processo claro de recebimento e saída", destaca Batista. Uma alternativa para auxiliar nesse levantamento são os softwares de gestão. Mas ele alerta que o software deve ajudar apenas no levantamento de dados. "A análise deve partir do empresário e da sua equipe, que deve estar bem preparada para isso", afirma.
Controle de giro
"Se o estoque demora seis meses para girar, se tem muito dinheiro empatado e uma necessidade de capital de giro muito alta", destaca Batista. Ele explica que, mesmo com o uso do software, alguns empresários não fazem a análise crítica dos resultados e aumentam o estoque. "O comprador deve estar esperto na hora de repor. Vendeu um, baixou um no software. Mas se ele não verifica pessoalmente o estoque, acaba comprando produto sem necessidade", aponta.
Negociação com o fornecedor
A negociação com o fornecedor é uma etapa fundamental. "Dependendo do giro do produto, vai haver um custo financeiro alto. Negociar prazo de pagamento, entrega e preço é fundamental", explica Batista. Uma alternativa é usar o conceito just in time, um processo de entrega de acordo com a necessidade. Dessa forma, diminui-se o volume de estoque, o desperdício, melhora-se o fluxo de caixa e economiza-se no custo de estocagem. "O ideal é ter tudo em just in time. Dessa forma, ele só paga o que ele usa. E não fica com dinheiro empatado", sugere Batista.
Consignação
Negociar consignações de produtos também é uma alternativa. "Muitas vezes, as empresas conseguem fechar acordos que permitem renovar a linha sem investimentos em curto prazo", explica Batista. Mas esse método deve ser utilizado para produtos de grande vendagem. "Muita gente acha que consignação não tem custo, mas tem. Você está estocando o consignado e tem um custo pela estocagem e administração dele", orienta.
Queima de estoque
Essa é uma questão que deve ser analisada caso a caso. Ela vale a pena quando o estoque está parado por muito tempo e perto do seu limite de custo. "Se uma mercadoria, pelo custo financeiro, deve girar mensalmente e está girando a cada três meses, vale mais a pena dar um desconto e queimar do que pagar o aluguel pela estocagem", exemplifica Batista.
Empresa reduziu 20% custo mensal
A empresa de produtos sustentáveis Nação Verde, de São Paulo, que tem lojas franqueadas e e-commerce, investiu em um software próprio para a administração do seu estoque. E já vê resultados. "Tivemos uma redução de custo na mão de obra. Isso representa uma economia de 20% sobre o faturamento mensal. Um bom software é um excelente investimento", afirma Ricardo Cruz, sócio fundador da marca.
O desenvolvimento do software levou um ano e foi feito em parceria com uma empresa do ramo. "Ele emite relatórios diários mostrando os produtos que mais saem. Dessa forma, cruzamos informações e temos, a partir do estoque, um panorama do nosso cliente", aponta.
A empresa também aposta em reuniões diárias para discutir o estoque. "Fazemos reuniões de 10 minutos somente sobre estoque. Ele é uma coisa muito importante e requer reuniões rápidas, mas diárias, para que funcione. Caso contrário, você não consegue perceber onde estão os problemas nem criar novas oportunidade", defende Ricardo.
Outra estratégia adotada é o giro constante de estoque. "Privilegiamos o giro de estoque mais do que a lucratividade Se ganharmos 20% a menos, mas girarmos mais, eu vou optar pelo giro", afirma.

Fonte: Portal Terra

Logística: Aposta na tecnologia

A operadora logística Gefco está em fase de implantação de um avançado sistema de radiofrequência em quatro de seus pátios dedicados à movimentação de veículos no País para otimizar as operações de entrada e saída de veículos das marcas Peugeot e Citroën.
Os investimentos nessa tecnologia, que somam R$ 900 mil, foram dirigidos inicialmente a quatro unidades: três no Rio de Janeiro – os pátios de Porto Real, do porto do Rio de Janeiro e de Resende – e uma em Minas Gerais, em Sete Lagoas.
“O sistema cobre toda a área física e controla a ocupação das vagas dentro dos pátios. Cada posição tem uma identificação”, explica o diretor de TI da Gefco Logística, Alexandro Strack.
A tecnologia, habitualmente utilizada em armazéns de mercadorias, inova na gestão de estoques de veículos, especialmente na cobertura de grandes áreas.
A Gefco tem por objetivo preparar os pátios para um incremento na movimentação nos próximos meses. Juntas, as marcas Peugeot e Citroën cresceram 32% em movimentações de 2009 para 2010, com previsão de mais 30% em 2011. Apenas em março deste ano, a Gefco realizou 73 mil operações por radiofrequência em pátios de veículos.
Otimização de vagas
A implantação do sistema começou pelo pátio da cidade de Porto Real, a 150 km do Rio de Janeiro e com 500 mil m² de área e 20 mil vagas para carros. Esse é o principal pátio de apoio da planta brasileira da Peugeot Citroën.
Um dos primeiros resultados da implementação do sistema foi a otimização da ocupação das vagas, que têm dimensões variadas. “Em algumas ruas, onde colocávamos dois carros em cada fileira, por exemplo, passamos a colocar quatro”, relata o executivo, comentando que anteriormente essa verificação era feita manualmente.
“O tempo de inventário – verificação detalhada da conformidade do produto recém-saído da fábrica com as especificações – teve ganho de 47%”, revela. Da mesma forma, ele comenta que a expedição de veículos para as concessionárias ficou 25% mais rápida.
“O transit time dos carros melhorou entre 95% e 99%”, constata. No pátio de Porto Real, a Gefco faz atualmente mil expedições (saídas para os concessionários) e mil entradas por dia, num total de 2 mil movimentações diárias.
No pátio do porto do Rio, que tem 60 mil m², todas as 3.500 vagas já estão com o sistema de radiofrequência. No pátio de Sete Lagoas (dedicado a vans) e na Eadi de Resende, que recebe carros da marca importados da Argentina, o sistema controla fluxos de 1.900 e 1.300 vagas, respectivamente. “Em cada unidade os fluxos logísticos são diferentes, mas todas apresentam uma otimização operacional semelhante à do pátio de Porto Real”, compara Strack.
A Gefco expede diariamente, em seus quatro pátios que atendem à Peugeot Citroën, mil veículos por dia, totalizando um movimento médio mensal de 20 mil veículos. Starck avalia que a capacidade total de movimentação dos pátios pode suportar um volume de até 1.800 expedições e 1.800 entradas por dia (3.600 movimentações diárias).
WMS para mercadorias
Os investimentos na área de TI ainda para este ano também contam com a implantação de um novo programa WMS para controle fiscal de entrada/saída de mercadorias dos armazéns da companhia.
Starck comenta que estão sendo gastos R$ 500 mil na implantação do sistema nas unidades de São José dos Pinhais (PR), de mil m² e capacidade para 25 mil toneladas; no armazém de Campinas (SP), de 4 mil m² e capacidade para 25 mil toneladas; e no novo hub de Guarulhos, também com 4 mil m² e capacidade de 75 mil toneladas. As operação serão iniciadas em maio deste ano.
Por enquanto só a unidade do Paraná já tem o sistema em funcionamento. “A nova versão do WMS começou a ser implementada na Argentina e já controla 120 mil m² de armazéns da Gefco naquele país”, diz.
“O principal ganho com o sistema”, revela, “será o aumento na segurança das informações fiscais de entrada e saída de mercadorias”, acrescentando que a expectativa é também de um aumento de 50% na velocidade de movimentação das cargas. “Esses ganhos ainda estão sendo mensurados”, adianta. Até 2012, Strack estima que mais 30 mil m² de armazéns da Gefco no Brasil ganhem o sistema. O volume de cargas movimentadas pela Gefco ao longo de 2010 totalizou 500 mil toneladas.

http:\\www.br.gefco.net

Fonte: Global Online


Planejamento da cadeia de abastecimento

Ainda hoje existem divergências entre as softhouses e as necessidades das empresas. Mesmo que as "fábricas de softwares" proponham soluções de planejamento integrado e colaborativo, as empresas usuárias procuram antes de mais nada operar sua própria produção para minimizar estoques. As empresas esperam, sobretudo, um planejamento preciso, principalmente quanto às previsões de venda. As ferramentas de previsão, planejamento e reposição colaborativas ("collaborative planning forecasting and replenishment", CPFR), inserem-se nesta categoria, mesmo sendo mais orientadas à distribuição.
O mercado de soluções SCM ainda permanece restrito. Pode-se distinguir nele quatro categorias de produtos: os sistemas de gestão empresarial ("enterprises resources planning", ERP), os sistemas de ­planejamento avançado ("advanced planning solutions", APS), as soluções de execução logística ("supply chain execution", SCE ou "logistics execution systems", LES) e os sistemas de execução da manu­fatura ("manufacturing execution systems", MES). Todavia, a tendência é de aumento da oferta. Todos os fabricantes procuram atingir o máximo de funcionalidades, a fim de perma­necer na corrida. Propõem uma oferta abrangente, que cobre o conjunto das necessidades de SCM, desde o planejamento, passando pelo relacio­namento com os clientes e pela relação com os fornecedores.
Em numerosos projetos sobre plane­jamento, constata-se que as empresas implementam seu planejamento SCM passo-a-passo. Os recursos de colaboração permanecem como tendência, principalmente nos processos de compras. Só empresas especializadas se isolam na sua preferência, a fim de conservar seu nicho de mercado, como transportes, por exemplo.
Em face deste aumento de ofertas, é difícil para as empresas usuárias optarem por uma ou outra solução. O uso de ferramentas de SCM traduz-se pela necessidade de controle e de sincronização dos fluxos. A abordagem do SCM é feita por nível de decisão e de necessidade (estra­tégia, tática, operacional). A escolha do software se fará sobre a capacidade de resposta deste às necessidades da empresa, nos vários níveis.
Diversas empresas propõem funcionalidades dedicadas a certos setores específicos de ­atividades, tais como a indústria farmacêutica, automobilística, produ­tos de consumo e mineração, forne­cendo soluções ajustadas, respon­dendo a critérios específicos, por exemplo, planejamento integrado com elementos financeiros.
A força do ERP
Os softwares dedicados ao ERP viram chegar novos competidores na sua área de atuação, os softwares de SCM, que agregam novas funcio­nalidades em suas soluções, per­mitindo cobrir as necessidades de otimização da cadeia logística. Sua solução não se apresenta como um módulo, mas sim como uma oferta completa. Aliás, as interfaces entre ERP e soluções SCM não se revelam satisfatórias pois o modelo de dados permanece de qualquer modo diferente.
Os softwares ERP dispõem de um alto poder de concorrência e realizam uma guerra de preços. A concorrência é acirrada. Mas algumas empresas têm a vantagem de possuir uma base global e não terem ainda concorrentes sobre o amplo conjunto de aplicações. De maneira clássica, as ferramentas de SCM são oferecidas por módulos. Por outro lado, concorrentes tentam impor-se utilizando uma abordagem por processos. Outras ofertas de SCM cobrem o conjunto da cadeia de abastecimento, visando responder à uma necessidade do cliente por uma suíte de aplicações que atenda o conjunto dos processos, como compras ou produção.
As ferramentas SCM caracterizam-se pela capacidade de integrar diferentes sistemas. É raro que grandes empresas disponham de um só software SCM. Geralmente, utilizam-se sistemas que possam ser integrados entre si. As primeiras experiências em matéria de SCM revelam um ponto essencial na escolha desta ferramenta: a integração dos dados.
No coração dos riscos
Mesmo que os softwares abordem um discurso muito positivo quanto à coerência dos dados transacionais e dos dados de análise, a realidade é, freqüentemente, diferente. Ainda é difícil fazer coexistir dados que não têm o mesmo fundamento Os dados obtidos dos ERPs baseiam-se numa definição rígida que limita a apro­ximação analítica. Ainda que os dados tenham sido gerados por um mesmo sistema, por exemplo ERP, pode haver certa incoerência. A fim de fornecer um primeiro nível de resposta, os softwares compartilham outras soluções e parcerias com o intuito de realizar a extrapolação dos dados. Por outro lado, alguns sistemas não geram mais os dados transacionais, mas passam sua base de dados específica para explorar os elementos, visando uma tomada de decisão. Os dados assim resultantes são analisados, depois de sofrer algumas trans­formações necessárias.
Essa noção de integração é essencial no momento da escolha da solução. Ela completará a estratégia da empresa em matéria de sistema de informação, que pode orientar-se seja em direção ao todo integrado, seja em direção a uma abordagem heterogênea. Ao contrário, algumas ferramentas de integração tais como as "enterprise aplication integration" (EAI) ou o supply chain event management (SCEM) ganham campo devido à facilidade de comunicação entre sistemas muito diferentes. A escolha de uma corporação pode ser efetuada levando-se em conta a implementação do sistema escolhido em todo grupo de empresas, chegando-se inclusive a suplantar as funções de planejamento.
É importante ressaltar que algumas vezes, a decisão corporativa pode não agradar a todos os interessados, mas normalmente esta decisão tem como finalidade uma coesão dos dados e informações, conseguindo-se uma maior trans­parência e facilitando a comunicação.

Fonte: IntraLogística

Em destaque, as novidades e tendências em WMS, TMS, ERP, MRP e RFID

A integração entre softwares e módulos de gestão, bem como a tendência cada vez mais forte da utilização da tecnologia de RFID em diversas aplicações, são alguns dos temas de maior destaque nesta matéria especial.
Se existe um segmento em que constantemente surgem novidades é o de Tecnologia da Informação. Com a intensa necessidade de modernização e automatização de operações, empresas de todos os setores de atividade precisam estar o tempo todo atentas aos avanços tecnológicos para não deixar com que seus processos fiquem defasados.
Neste contexto, os departamentos de TI têm ganhado importância nos negócios das corporações, incluindo as empresas de transporte e Operadores Logísticos, os quais têm à disposição, dia após dia, novas tecnologias para otimizar operações de armazenagem, separação, movimentação e transporte, chegando cada vez mais próximos ao controle absoluto dos processos.
Desta forma, a revista Logweb traz nesta matéria especial as principais novidades apresentadas por empresas que desenvolvem soluções como WMS, TMS, ERP, MRP, Picking by Voice e RFID, entre outras.

Veja as novidades em: http://www.clippingexpress.com.br/ce2/?a=noticia&nv=Pf7hwE5ormHZ_saDrpT88w

Fonte: LogWeb e ANTF

Carrefour adota comando de voz em CD no Rio

Operação a cargo da ID Logistics aumenta produtividade nas entregas aos supermercados...
A tecnologia do voice picking (separação de pedidos por comando de voz), que foi implantada com pioneirismo na América Latina pela ID Logistics no Centro de Distribuição do Carrefour em Osasco (SP), em 2005, também chegou agora às operações da rede de hipermercados no Rio de Janeiro.
O sistema de voice picking é um hardware orientado por um WMS (gerenciamento de estoques) que transmite os pedidos por comandos de voz para cada funcionário que trabalha na separação de pedidos no Centro de Distribuição.
Com um receptor de rádio acoplado à cintura (talkman) e ligado a um headset (fone de ouvido e microfone), o colaborador recebe os comandos por voz, no qual primeiramente e indicado o endereço de picking para depois o separador coletar as respectivas quantidades, isso ocorre para cada endereço de picking até completar o pedido. No fim do processo de separação é direcionada para doca de expedição para posteriormente ser enviada a loja que solicitou o pedido. Isso permite aos operadores trabalharem sem fazer anotações ou controles em papel, ficando com as mãos livres para atender aos pedidos mais rapidamente e com precisão.
"A eliminação dos papéis na operação, além de gerar redução de custo no uso e consumo de papeis e impressoras, também torna as tarefas mais simples e com menor risco de erros e avarias durante as movimentações dos produtos. Em qual operação logística de grande porte que não se busca a todos os momentos ganhos de qualidade, organização e produtividade", afirma Davi Venancio de Oliveira, gerente de logística do Carrefour do Rio de Janeiro.
A tecnologia voice picking é recomendada para centros de distribuição com grande volume e variedade de itens em expedição, como os do Carrefour. Em Osasco, onde a empresa mantém seu maior CD na América Latina, atuam cerca de 650 funcionários da ID Logistics, encarregados de movimentar uma média de 4 milhões de caixas por mês, estocadas em um armazém de 92 mil metros quadrados. O retorno sobre o investimento no sistema se deu em apenas 11 meses.
No Rio de Janeiro, o Centro de Distribuição do Carrefour tem 9 mil metros quadrados e movimenta uma média de 750 mil caixas por mês. "Estamos fortalecendo nossa parceria com este cliente, com uma solução tecnológica inovadora, que aumenta os níveis de confiabilidade e produtividade nos processos de separação de pedidos, antes manuais e com papel", diz Nicolas Derouin, diretor geral da ID Logistics.
A Empresa - Criada há apenas nove anos na França, a ID Logistics vem crescendo de forma acelerada no Brasil, em operações nos setores de varejo, alimentos, bebidas, automotivo, materiais de construção e decoração. Deve faturar R$ 110 milhões no país em 2010.
A operação brasileira é segunda maior da empresa no mundo (depois da França) - representando 30% do volume total movimentado e 15% da receita global - e também é a que mais cresce, numa taxa média superior a 20% nos últimos três anos. Atualmente, o grupo está presente em 12 países, com 66 sites logísticos (centros de distribuição, armazéns e plantas industriais). Dos mais de 6 mil funcionários da ID Logistics no total, cerca de 1.800 estão no Brasil, sendo 20 localidades. Em 2010, a empresa estima evoluir de 20% a 25% no país, com novos contratos e crescimento orgânico.A ID Logistics tem como clientes no Brasil: Ambev, Danone, Nadia Figueiredo, Carrefour, Leroy Merlin, ArvinMeritor e Chevron Texaco.
A empresa já conquistou o Prêmio ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain) em 2009 e Prêmio Volvo em 2007, pela excelência na aplicação de Tecnologia da Informação em seus serviços.

Fonte: Portal Fator Brasil

E+P aprimora sistema com documentação de vídeo para WMS

Uma documentação permanente em todos os processos intralogística é agora garantido por uma documentação de vídeo digital do Grupo Ehrhardt+Partner. O novo módulo padrão no sistema de gerenciamento de armazém LFS400 salva e arquiva a sequência de vídeo de processos de estoque e conecta-os com dados de processo.
Os produtos atuais físicos que são manuseados no armazém não poderiam ainda ser descritos no sistema de gerenciamento de armazém - controle óptico, danos, falta de remessa, retornos e roubos poderiam não ser rastreados ou somente com grande esforço. Altos custos para compensação e investigação significam custos adicionais para a empresa.
“O novo módulo de vídeo sistema de gerenciamento de armazém conecta dados de imagem com a informação do fluxo de material. Desta maneira, o LFS400 aumenta a qualidade de processos de devolução, minimiza perdas em expedição e simplifica investigação interna. Em caso de reclamação, danos ou ‘encolhimento’, a câmera de documentação permite uma evidência perfeita de danos. Uma outra vantagem da nova solução: ela contribui para detectar roubos ‘pseudodanos’ e suporta a prevenção”, explica o diretor do Grupo Ehrhardt+Partner, Hermann Ehrhardt.
O módulo de vídeo integrado em WMS conecta automaticamente os dados do LFS400, como, por exemplo, número de pedidos, processamento de itens, locais de estoque e código de barras com imagens gravadas de câmeras no armazém. A sincronização permite a documentação permanente de todos os movimentos dos produtos. Mais tarde, na sequência de vídeo desejada, pode-se ver em poucos segundos o vídeo do artigo desejado entrando somente com o número equivalente do código de barras. Isto garante um acesso mais rápido em todos os dados e uma reação de tempo alta de acordo. Em caso de danos, o vídeo segue complacente com evidência para partes terceiras, que podem ser facilmente enviadas por e-mail. “Pacotes de segurança e regulações são muito importantes. Para isso, empresas dependem de um sistema de documentação na qual grave todos os movimentos em uma cadeia de abastecimento. Para o domínio de armazém, nosso módulo de vídeo encontra todos estes requerimentos”, descreve Hermann.

Fonte: LogWeb

WMS Web - Warehouse Management System

O WMS Web é um sistema de Gestão de Armazém que controla todas as operações na entrada e saída em estoques, manipulação e armazenagem de produtos, picking, separação e expedição. É ideal para controle de mercadorias como: medicamentos, alimentos, eletrodomésticos, vestuário, e outros.
Através da padronização das operações, sua empresa aumentará a precisão das informações de estoque, a velocidade e qualidade das operações do centro de distribuição, terá ganho de produtividade do pessoal e dos equipamentos do depósito, poderá administrar múltiplos locais de estocagem e utilizar sistemas de coleta de dados operando em rádiofreqüência.

Módulo Recebimento:
* Controle e entrada de veículo;
* Documentos de entrada (via sistema ou integração com ERP);
* Conferência cega de produtos via radiofrequência ou planilha;
* Controle de divergência;
* Montagem de UMA (Unidade de Movimentação e Armazenagem) de acordo com norma de paletização;
* Geração de etiquetas;
* Cálculo de cobrança de descarga.

Módulo Expedição:
* Documentos de saída (via sistema ou integração com ERP);
* Geração de mapas de separação;
* Priorização de retirada de endereços por FIFO ou FEFO;
* Formação de carga com pré-roteirização;
* Conferência cega de produtos via radiofrequência ou planilha;
* Geração de etiquetas.

Módulo Movimentação e Armazenagem:
* Endereçamento automático (o sistema determina o melhor endereço) ou manual;
* Endereçamento via radiofreqüência ou planilha;
* Transferência de endereços via radiofrequência ou planilha;
* Relatório de comparação de estoque (ERP X WMS);
* Relatório de produtividade;
* Reabastecimento corretivo de picking;
* Inventários rotativos (por lote) ou gerais;
* Controle de bloqueio de endereços;


Fonte: http://wmsweb.com.br/conteudo/conhecaosistema


WMS Web - Warehouse Management System

O WMS Web é um sistema de Gestão de Armazém que controla todas as operações na entrada e saída em estoques, manipulação e armazenagem de produtos, picking, separação e expedição. É ideal para controle de mercadorias como: medicamentos, alimentos, eletrodomésticos, vestuário, e outros.
Através da padronização das operações, sua empresa aumentará a precisão das informações de estoque, a velocidade e qualidade das operações do centro de distribuição, terá ganho de produtividade do pessoal e dos equipamentos do depósito, poderá administrar múltiplos locais de estocagem e utilizar sistemas de coleta de dados operando em rádiofreqüência.

Módulo Recebimento:
* Controle e entrada de veículo;
* Documentos de entrada (via sistema ou integração com ERP);
* Conferência cega de produtos via radiofrequência ou planilha;
* Controle de divergência;
* Montagem de UMA (Unidade de Movimentação e Armazenagem) de acordo com norma de paletização;
* Geração de etiquetas;
* Cálculo de cobrança de descarga.

Módulo Expedição:
* Documentos de saída (via sistema ou integração com ERP);
* Geração de mapas de separação;
* Priorização de retirada de endereços por FIFO ou FEFO;
* Formação de carga com pré-roteirização;
* Conferência cega de produtos via radiofrequência ou planilha;
* Geração de etiquetas.

Módulo Movimentação e Armazenagem:
* Endereçamento automático (o sistema determina o melhor endereço) ou manual;
* Endereçamento via radiofreqüência ou planilha;
* Transferência de endereços via radiofrequência ou planilha;
* Relatório de comparação de estoque (ERP X WMS);
* Relatório de produtividade;
* Reabastecimento corretivo de picking;
* Inventários rotativos (por lote) ou gerais;
* Controle de bloqueio de endereços;


Fonte: http://wmsweb.com.br/conteudo/conhecaosistema