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Setor de logística busca profissionais capacitados e comprometidos

Segundo a área de recursos humanos da Abrange Logística, o setor sofre com falta de capacitação de profissionais.
De acordo com pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria, cerca de 69% das indústrias sentem os reflexos da falta de profissionais qualificados. E no setor de logística não é diferente. Por isso, a Abrange Logística, costuma investir na qualificação de seus profissionais, tanto em treinamentos internos quanto em cursos fora da empresa.
Segundo EdCarlos Nascimento, da área de Recursos Humanos da Abrange, o segmento de prestação de serviços logísticos demanda profissionais qualificados e comprometidos. “Hoje em dia, o que buscamos são profissionais que queiram e sejam capazes de crescer profissionalmente. Por isso, a qualificação profissional passa a ser decisiva”, diz
Ele explica que a qualificação pode ser obtida de duas formas: através da iniciativa do próprio empregado ou pela a empresa. “No caso da empresa investir na qualificação dos profissionais, ela vai optar pelo profissional que se destaca pela competência e comprometimento. Esse investimento acaba gerando resultados positivos para a empresa, uma vez que um profissional qualificado sabe fazer o trabalho da melhor forma. Ele entregará ao cliente um serviço de excelência e o cliente, feliz com o resultado obtido, tende a confiar mais na empresa, permitindo que ela cresça”, comenta.
Além disso, mais do que conhecimento técnico, o mercado busca por capacidade intelectual. “Acima de tudo, buscamos profissionais que tenham capacidade para enfrentar e vencer desafios, a área de logística é repleta deles. É importante que o candidato busque, constantemente, informações e conheça novas tecnologias na área logística, já que este ramo sofre mudanças com extrema rapidez”, finaliza.
A necessidade de qualificação é tanta que até mesmo os principais executivos das empresas, com anos de experiência no mercado, estão em busca de qualificação, como MBA’s e pós-graduação na área. “A atualização do conhecimento mantém o profissional conectado às tendências, conceitos e metodologias existentes, alavancando os resultados, garantido sua competitividade e seu destaque no mercado de trabalho, valorizando-o a cada dia. No meu caso, mesmo com uma pós- graduação e diversas especializações, estou fazendo novo curso de gestão, que além de me manter atualizado, permite a troca de experiências com profissionais de outros segmentos. Por ter esta característica, valorizo muito, em minhas equipes, quem busca o aperfeiçoamento constante”, afirma Marcelo Murta, diretor executivo da Abrange.
A Abrange Logística atua no mercado desde 1986, especializada em oferecer soluções de logística integrada a seus clientes, opera desde a coleta de matéria-prima, abastecimento da linha de produção, expedição do produto acabado, até a entrega ao consumidor final. Tem como diferencial competitivo, a personalização de seus serviços, atendendo às necessidades específicas de cada cliente. Utiliza-se de uma completa e diversificada estrutura de recursos, envolvendo tecnologia da informação, metodologias e práticas de trabalho, equipamentos e profissionais devidamente treinados e capacitados. Em suas operações, destaca-se por adaptar-se ao ambiente interno do cliente, assegurando maior eficiência, eficácia, flexibilidade, redução de custos e sinergia dos processos, agindo como Integrador Logístico.
Atuando em território nacional, atende clientes de representatividade nacional e internacional.
Por seu desempenho responsável, empreendedor e transparente na condução dos negócios, a Abrange Logística tem sido reconhecida como referência no segmento da Logística, recebendo prêmios em destaque na sua categoria. Ética, empreendedorismo, espírito de equipe, transparência e responsabilidade social, têm sido valores marcantes nesta grande empresa.
A Abrange Logística planeja, implementa e controla operações logísticas visando otimizar, agregar valor e acrescentar benefícios para os produtos e/ou serviços de seus clientes. [www.abrange.com.br].

Fonte: Portal Fator Brasil

Procuram-se comandantes

Navios de carga sentem falta de tripulantes mais qualificados e têm que recorrer a estrangeiros e aposentados [...]
Os problemas com a mão de obra na logística portuária brasileira vão além da terra e já chegaram ao mar. A carência de profissionais qualificados nos portos embarcou nos navios, inflacionando diariamente os custos do comércio de cargas. Para tentar contornar, a curto prazo, os efeitos do deficit nacional de 500 oficiais da Marinha Mercante, responsáveis por tripular as embarcações, o Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma) negocia com o Ministério do Trabalho regras mais flexíveis. "Alongamos jornadas de trabalho e temos recrutado aposentados e estrangeiros. Mas ainda não é o suficiente", lamenta Bruno Lima Rocha, diretor da entidade.
Os empresários do setor propõem ao governo mudanças nas normas de contratação de pessoal, lembrando que a formação dos profissionais em falta não se faz em menos de quatro anos, um dos quais destinado ao estágio a bordo. Eles querem a suspensão temporária do artigo 3º da Resolução Normativa nº 72, do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), que obriga o emprego de oficiais brasileiros em embarcações e plataformas estrangeiras operando em águas nacionais. Além disso, pedem o relaxamento provisório da Resolução Normativa nº 80, do mesmo CNIg, que regula o visto aos trabalhadores vindos de outros países. A ideia é aumentar o efetivo deles.
Atualmente, os 4,8 mil oficiais em atividade no país são 11% menos do que o número necessário para conduzir os 350 navios comerciais brasileiros. A Transpetro, subsidiária de navegação da Petrobras, é o principal causador da defasagem, pois mobiliza cada vez mais barcos dos tipos sonda e plataforma do país e do exterior. "O treinamento de tripulações não acompanhou esse avanço, com o agravante de os profissionais serem os mais disputados no mundo, sobretudo na Ásia. Estamos há dois anos reciclando gente que já teve o certificado expirado", comenta Rocha.
Tendência
Estudo feito pelo Syndarma mostra que centenas de novas embarcações vão entrar em operação nos próximos anos. No período mais crítico, de 2013 a 2016, a expectativa é que a atual escassez de tripulantes quase triplique, para mais de 1,3 mil oficiais. Além do bom momento para a Marinha Mercante no Brasil e no mundo, a tendência é que o quadro se agrave com os investimentos para explorar petróleo e gás na camada do pré-sal. No restante do mundo, existem 50 mil vagas a serem preenchidas.
Com salário inicial de R$ 6,5 mil, os oficiais podem ganhar até R$ 31 mil quando são promovidos a comandante. Virtualmente, o rendimento é o dobro, caso se lembre que, por lei, esses profissionais trabalham um mês e folgam outro. O presidente do Syndarma prevê que o concurso para seleção de 81 práticos (profissional que orienta a navegação nos portos) pode tirar dos navios igual número de profissionais, pois 680 candidatos a essas vagas, mais da metade do total, são oficiais de Marinha.
Enquanto isso, o sindicato patronal pressiona para tirar oficiais brasileiros dos barcos estrangeiros em atuação no país. A lei de imigração estabelece que, após um ano em águas territoriais, dois terços da tripulação têm de ser local. Com uma costa de 8,5 mil quilômetros navegáveis no país, os 37 portos públicos, os 18 concedidos e os 47 privados movimentam mais de 800 milhões de toneladas de mercadorias.

Fonte: hhtp://www.correioweb.com.br

Camaçari atrai empresas e pessoas

Localizado a 30 quilômetros do aeroporto de Salvador, 24 quilômetros do porto de aratu e 45 quilômetros do porto de Salvador, o Polo Industrial de Camaçari tem revolucionado a economia baiana. Tanto é que o local responde por 30% do PIB (Produto Interno Bruto) e 35% das exportações do Estado.
Criado há 32 anos com o objetivo de suprir a demanda do mercado petroquímico, o complexo fabril se consolidou como o maior polo do segmento do hemisfério sul, com 34 companhias em atuação.
Entretanto, o local não se limitou a atender apenas este nicho. Prova disso é que 27 empresas do setor automotivo foram para a região e mais 29 corporações de outros campos de atuação se instalaram no local nos últimos anos.
Junto com a migração de empresas, o município vivenciou outro movimento migratório: o de pessoas. Para se ter uma ideia, desde os anos 70, com o início da construção do polo industrial, a população de Camaçari não parou de crescer.
Segundo números do Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas nos últimos dez anos o crescimento demográfico foi de 81.257 novos moradores, totalizando uma população de 242.984 habitantes.
Deste total, aproximadamente 20 mil nasceram em Camaçari e os outros 61 mil vieram de outras cidades. Segundo a prefeitura, este contingente de pessoas é oriunda de mais de 1,5 mil cidades diferentes.
Mercado automotivo
Inaugurada em outubro de 2001, a fábrica da Ford contribuiu com a consolidação do setor automotivo na região. O centro industrial conta com 27 empresas do setor, que fornecem sistemas para os veículos diretamente na linha de montagem.
No próximo ano, a montadora - única indústria automobilística do Norte-Nordeste - deve aumentar em até 20% sua mão de obra no centro de desenvolvimento de produtos, que hoje tem aproximadamente mil profissionais em Camaçari.
Além disso, até 2015, a estimativa é de gerar mil empregos diretos com a expansão da fábrica, que contará com investimentos de R$ 2,8 milhões. O objetivo é aumentar a produção de 250 mil para 300 mil veículos por ano.
Outro grande vetor de oportunidades empresariais está na indústria de pneus automotivos. Neste caso, a Continental – por enquanto a única do nicho no local - pretende dobrar a capacidade produtiva da planta de Camaçari até 2015.
Para isso, a empresa irá injetar US$ 210 milhões. “Isso nos permitirá otimizar processos, instalar novos equipamentos e criar mais 400 empregos diretos”, destaca Pedro Matos, diretor da fábrica.
Segmento petroquímico
Pensado para suprir todas as necessidades deste mercado, o centro petroquímico está consolidado. Entretanto, tudo indica que haverá um novo ciclo de crescimento deste nicho. De acordo com Manoel Carnaúba, presidente do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, até o fim deste ano US$ 4,3 bilhões devem ser investidos no local.
“Camaçari não é mais apenas um centro petroquímico. É, sim, o maior polo integrado da América Latina. Nosso objetivo é crescer ainda mais, estamos trabalhando para consolidar a economia de Camaçari”, afirmou Jacques Wagner, governador do Estado.
Porém, são as melhorias em infraestrutura que preocupam. De acordo com Carnaúba, a concessão do sistema viário BA-093, possibilitará melhores condições logísticas às empresas do Polo.
Além disso, o anel ferroviário de Camaçari – que seguirá até o porto de Aratu – e a recuperação das BRs 324 e 116 são outros gargalos. “Estamos investindo em todas as melhorias logísticas necessárias para suprir as empresas e atrair novos negócios”, garantiu Luiz Caetano, prefeito do município.
Na opinião de Caetano, superadas estas questões, a cidade terá todas as condições de continuar crescendo e impulsionando a economia baiana. “O governo federal tem oferecido incentivos fiscais para atrair novas empresas para a região. Garanto que estas companhias não terão problema em vir para cá”, finaliza.

Fonte: WebTranspo

Empresas tentam vencer escassez de profissionais

Em 1996, quando se decidiu pela privatização do segmento, a malha ferroviária nacional rendia um prejuízo anual de US$ 1 bilhão aos cofres do governo federal. Impactado por duas décadas de baixo investimento, o modal estava praticamente paralisado. Pouco antes do primeiro leilão de concessão ao setor privado, a rede ferroviária tinha desativado convênio técnico com o Senai para a formação de profissionais no transporte ferroviário de cargas. Em um primeiro momento, entre 1997 e 2000, quando as concessionárias começavam a investir e modernizar as linhas férreas, mão de obra especializada não era um problema tão premente, porque muitas ferrovias demitido funcionários.
"Até 2000, conseguia-se contratar pessoal entre os que foram demitidos, mas de 2001 em diante a demanda foi se aquecendo e foi crescendo o grande desafio de formar gente para trabalhar na operação", diz Felix Lopes, diretor de recursos humanos da concessionária MRS Logística. Em 2001, a empresa rediscutiu convênio com o Senai e criou a Academia MRS, para formação tanto de funcionários para a operação quanto de engenheiros e gerentes. Segundo ele, hoje a concessionária obtém 20% de sua demanda no mercado e 80% forma internamente. A maior dificuldade é obter pessoal técnico como maquinistas, mantenedores de vias e mecânicos de vagões. Desde 2001, a empresa formou mais de 1.300 técnicos operacionais.

Fonte: Valor

Os 10 profissionais mais procurados pela Vale

Companhia de mineração aumenta contratações em 20% no primeiro semestre. Saiba quais as carreiras mais demandadas:

1. Geólogo
Presentes em quase toda cadeia produtiva da mineração, os geólogos são profissionais altamente requisitados pelos caça-talentos da Vale. Isso não é para menos. É com base no olhar apurado desses profissionais que a empresa pode fazer as escolhas de exploração mais acertadas. Em campo, os profissionais de Geologia coletam e fazem análises minerais. A partir dessas experiências, eles ficam responsáveis pela elaboração de mapas e planos geológicos das áreas exploradas. É deles também a palavra técnica para a continuação (ou não) de projetos de exploração e de construção civil. Isso porque os geólogos desenvolvem avaliações dos impactos ambientais de cada plano assinado pela Vale.

2. Engenheiro de Minas
Os engenheiros de minas são os principais olheiros da mineração. A eles é destinada as glórias pelas descobertas das jazidas. Com base em inspeções e estudos analíticos, os profissionais de engenharia de minas localizam os minerais e elaboram os planos de extração. Eles definem quais equipamentos e mão de obra são necessários para cada tipo de exploração. No entanto,
estima-se que metade do trabalho deles seja feita fora de campo. Nos escritórios da Vale, os engenheiros de minas realizam atividades mais burocráticas, como a elaboração de orçamentos e o gerenciamento de contratos.

3. Engenheiro metalúrgico
Os engenheiros metalúrgicos participam de todo processo de produção dos metais da Vale. São eles que auxiliam na extração, refinamento e modelagem do metal. A atuação deles está bastante ligada às atividades realizadas nas minas. No entanto, muitos podem dedicar parte de seu tempo de trabalho para atividades gerenciais na Vale.

4. Analista de meio ambiente
Como explorar os recursos naturais brasileiros sem depredá-los? As respostas práticas para essa questão ficam sob responsabilidade dos analistas de meio ambiente da Vale. São eles que elaboram e implementam planos e projetos voltados para a preservação e compensação ambiental. Na Vale, os analistas de meio ambiente também atuam em pesquisas sobre fontes de energia e outros programas de gestão ambiental. Para trabalhar nesse cargo, é preciso ter
graduação em Engenharia Ambiental, Engenharia de Agricultura, Mensuração para Engenharia, Biologia, Engenharia Química, Geologia, Química, Engenharia Florestal, Veterinária ou Engenharia de Minas.

5. Engenheiro ferroviário
A Vale mantém uma malha ferroviária de cerca de 10.179 quilômetros. Ao todo, as quatro ferrovias comandadas pela companhia cruzam cerca de 400 municípios. Para monitorar cada detalhe da rotina dessas estradas, a Vale recruta profissionais com formação em Engenharia de Produção, Mecânica, Elétrica, Civil, Metalúrgica, Material, Eletro-eletrônica, de Controle e
Automação e Mecatrônica. Os engenheiros ferroviários são, portanto, os responsáveis por todas as operações nas ferrovias - desde o trânsito de trens até as obras de infraestrutura. Assim, eles têm a tarefa de inspecionar obras, checar a qualidade do trabalho de manutenção, entre
outras funções.

6. Operador de ferrovia
Presentes nos terminais e depósitos ferroviários, os operadores de ferrovia são os responsáveis pelo cuidado com os trens da Vale. Assim, a tarefa deles é realizar manobras, lidar com os problemas mecânicos dos trens, organizar o "estacionamento" desses veículos, entre outros. Para atuar nessa função, os profissionais precisam ter ensino médio completo.

7. Maquinista
Para percorrer os mais de 10 mil quilômetros de estradas de ferro, a Vale precisa de maquinistas. Ensino médio completo é o único requisito exigido pela companhia durante o processo de seleção. A própria Vale se responsabiliza pelo treinamento dos profissionais desse tipo de atividade.

8. Técnico em trilhos
A qualidade da infraestrutura férrea da Vale está sob responsabilidade dos técnicos em trilhos. São eles que constroem e fazem serviços de manutenção dos trilhos da companhia. É deles também a tarefa de fazer as inspeções técnicas dos projetos de engenharia. A qualificação exigida para a ocupação é ensino médio completo ou conclusão do curso técnico em trilhos.

9. Técnico de mineração
Ao lado dos engenheiros e dos geólogos, os técnicos de mineração trabalham na extração das jazidas minerais. Na Vale, esses profissionais participam também dos processos de tratamento dos minérios. Para exercer a função, é preciso ter concluído o curso técnico em mineração.

10. Técnico de via portuária
Profissionais que tenham concluído o curso técnico em mecânica ou elétrica podem trabalhar na manutenção dos equipamentos dos portos da Vale. A companhia mantém nove terminais portuários em toda costa brasileira. Desses, um é do tipo rodoferroviário, cinco são portos de carga geral e três terminais são destinados ao embarque de minério de ferro. Os técnicos de via
portuária passam todo o horário do expediente nesses locais. Lá, além de cuidar da manutenção das tecnologias, eles são responsáveis pelo monitoramento dos equipamentos.

Fonte: Exame

Técnico em logística é cada vez mais procurado

"Logística é a parte do gerenciamento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes". Para os profissionais de logística, essa é a definição que mais se aproxima do curso. O técnico em Logística já é reconhecido no mundo
todo. O profissional dessa área é considerado parte importante das organizações de todos os tipos, onde há operadores, supervisores, gerentes, diretores e vice-presidentes de Logística e Cadeias de Suprimentos. Segundo o coordenador do curso tecnólogo de Logística do Centro Universitário Fieo, Germano Correia, "no Brasil a demanda por estes profissionais está crescendo em todos os níveis da organização e não há oferta suficientemente preparada para atender tal demanda".
Correia ainda afirma que o mercado está carente de profissionais de logística, e que pelo fato da crescente busca por esses profissionais, "o mercado de trabalho em Logística está crescendo muito nos últimos 10 anos e a tendência é crescer mais em função do aumento de atividade econômica no país, tanto no mercado interno quanto nas exportações".
O profissional de Logística deve ser inovador, dinâmico, preparado para atuar sob pressão, dominar as demais funções operacionais, comprometido com a empresa, habilitado a trabalhar em equipe e atento às questões da sustentabilidade na sua empresa. Algumas universidades oferecem certificados adicionais para complementar o tecnólogo. A Unifieo, por exemplo tem duas certificações intermediárias adicionais: Supervisor de Suprimentos e Supervisor de
Distribuição. Conheça o curso: Salário de um recém-formado: Varia de R$1500 a R$2000 Salário inicial do estagiário: Bolsa auxílio de um salário mínimo. Áreas de atuação: no sistema de distribuição das mercadorias e produtos das empresas; no sistema de suprimentos e abastecimento das empresas; no sistema operacional interno das empresas.

Equipe Infologis

Atento oferece vagas na área Logística

A Atento, empresa de Contact Center do Grupo Telefônica, anuncia duas vagas de trabalho na área de logística para atuação em São Paulo (SP). O cargo buscado pela companhia é o de Analista de Logística Jr.
De acordo com a Atento, os candidatos devem cursar superior na área de humanas e possuir conhecimentos nos sistemas SAP e WMS, pacote Office e nas rotinas de almoxarifado são desejáveis.
A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche e auxílio à criança especial.Outros benefícios oferecidos são parcerias com instituições de ensino (descontos em cursos superiores, pós-graduação, MBAs, escolas de idiomas e informática).
Os interessados nas vagas de Analista de Logística Jr devem enviar o currículo para o email seleçãoadm@atento.com.br.

Fonte: WebTranspo

Rival da Tetra Pak abre fábrica no Brasil

A suíça Combibloc deu início à construção de sua primeira fábrica no país. O empreendimento está orçado em US$ 300 milhões..
O reinado da gigante Tetra Pak no Brasil, maior produtora de embalagens longa vida, começa a ser ameaçado. A empresa suíça SIG Combibloc, maior rival da também suíça Tetra Pak, deu início à construção de uma fábrica na cidade de Campo Largo, no Paraná. O investimento será de US$ 300 milhões e a expectativa é de que a planta entre em operação em fevereiro do próximo ano. Parte da produção será exportada para outros países latino-americanos.
A SIG Combibloc ensaia sua vinda para o Brasil desde 2005, mas só agora conseguiu por em prática seu plano de expansão para a América do Sul. A crise internacional e a troca de comando da empresa – ocorrida em 2008 – contribuíram para atrasar a entrada da companhia no país. Hoje a empresa já está presente no mercado brasileiro, mas todas as embalagens vendidas aqui são importadas.
Quem comanda a chegada da SIG Combibloc ao país é o alemão Rolf Stangl presidente da empresa desde o fim de 2008. Sua tarefa não é nada simples. Hoje, a Tetra Pak tem cerca de 93% do mercado brasileiro de embalagens longa vida para leite. No total do mercado de embalagens longa vida, estima-se que a participação chegue aos 95%. O restante está nas mãos da SIG Combibloc. Só no ano passado, o faturamento global da empresa chegou a 1,26 bilhão de euros, o que equivale a R$ 2,8 bilhões.
A história da SIG Combibloc é bastante curiosa. Seu fundador, o alemão Ferdinand Jagenberg, inventou, em 1930, a primeira embalagem de papel impermeável capaz de acondicionar alimentos. Ele, porém, não se animou muito com o invento e vendeu a patente para a família Rausing, fundadora da Tetra Pak. Só após a Tetra Pak ter tomado o setor alimentício com suas embalagens de papel é que os herdeiros de Jagenberg se deram conta da oportunidade deixada para trás e decidiram entrar nesse mercado.

Fonte: Época Negócios

Levantamento sobre a situação salarial dos profissionais de Logística

Associação Brasileira de Logística apresenta levantamento sobre a situação salarial dos profissionais do setor.
Recente pesquisa conduzida pela Associação Brasileira de Logística – ASLOG teve como foco mapear as principais informações a respeito da remuneração dos profissionais do segmento logístico no Brasil.
O setor tem crescido de forma expressiva no país e, com isso, a demanda por profissionais especializados na área não para de crescer, gerando uma carência de executivos no segmento. O resultado é a migração de profissionais de outras áreas para compensar a deficiência identificada no mercado nacional.
É importante salientar que a participação das empresas na pesquisa dispostas a compartilhar suas informações com as demais companhias envolvidas na enquete cresceu 56,5% em relação a 2009.
Abaixo, valores de salários para os profissionais da área de logística segundo o levantamento realizado pela ASLOG:
Segue no link a pesquisa completa: http://www.slideshare.net/secret/1A8hcm0RTzC4E3

Fonte: Aslog (Associação Brasileira de Logística)