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Grupo Kion adquire a Dematic por US$ 3,25 bilhões

Integração entre as companhias resultará em uma gigante com soluções completas para intralogística
 

O Grupo Kion, companhia alemã que atua no mercado global com empilhadeiras, equipamentos e serviços para armazenagem, anunciou hoje, dia 23 de junho, a aquisição da Dematic, provedora de sistemas de automação para armazéns, também de origem alemã, avaliada em US$ 3,5 bilhões. Com o negócio, o grupo se torna um dos principais fornecedores de soluções inteligentes para a intralogística. A transação ainda está sujeita a aprovações regulamentares, mas a expectativa é que seja concretizada ao longo do quarto trimestre de 2016.
Dentre os produtos ofertados pela Dematic no mercado estão paleteiras manuais e automatizadas, sistemas paletizadores e de armazenagem automática, equipamentos de separação, sorters, transportadores e softwares. São quase 6 mil colaboradores, incluindo aproximadamente 3 mil engenheiros, e presença em 22 países. Desde 2013 a Dematic tem registrado um crescimento anual de 12% em sua receita. A combinação das estruturas resultará em uma companhia com cerca de 30 mil funcionários e uma receita de 6,7 bilhões de euros, de acordo com os números registrados pelas companhias em 2015.
A aquisição consiste também em um importante passo do Grupo Kion rumo à intralogística 4.0, termo que se refere à aplicação de tecnologias para garantir a automação total de armazéns, criando operações cada vez mais inteligentes. “Juntos, o Grupo Kion e a Dematic vão projetar e entregar soluções para melhorar a posição de nossos clientes em responder à demanda dinâmica”, analisa Ulf Henriksson, CEO da Dematic. Quando o processo for concluído, a empresa será integrada ao Grupo Kion formando uma nova unidade operacional, que será liderada por Henriksson.
Para Angel Alcala, CEO da Dematic América Latina, a integração será muito benéfica para o mercado brasileiro, pois os clientes passarão a contar com um serviço mais abrangente, já que a companhia resultante será um fornecedor único para soluções completas para a cadeia logística. “Assim como a Dematic, o Grupo Kion identificou a América Latina como mercado-chave, e o Brasil é parte essencial de sua estratégia comercial e de investimentos”, finaliza o executivo.

Estudo propõe gavetário de contêineres em terminais de Santos

Triplicar o ganho financeiro de um terminal portuário ao duplicara capacidade de armazenagem de seu pátio. Essa é proposta de um projetoacadêmico que visa  "engavetar" e automatizar a movimentação doscontêineres nas instalações do Porto de Santos. A iniciativa propõe uma revolução no cais, visando a otimização do espaço e a eficiência operacional.
Despretensiosamente, um grupo de alunos do curso de Logística do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), de Santos, apresentou o chamado Projeto Gavetário ao corpo docente da instituição no final do último ano. Os resultados previstos na proposta logo chamaram a atenção de um grupo de pesquisa, que iniciou o aprimoramento da ideia.
O modelo sugerido pelos estudantes prevê a movimentação decontêineres de maneira automatizada, desde o recebimento até o despacho,passando pela armazenagem nos pátios. As caixas metálicas ficariam guardadas em estruturas elevadas, semelhantes a uma gaiola, e seriam movimentadas por mesas ligadas a um sistema de trilhos aéreos. Confira:


Segundo o coordenador dos cursos de Comércio Exterior, Logística eGestão Portuária do Unimonte, professor Rodrigo Cardoso Silva, a instalaçãodesse projeto dobraria o atual capacidade de armazenagem dos terminais. “Uma vez que não haverá mais a necessidade de áreas livres para manobras de veículos, elas passariam a ser utilizadas”, explicou.
E com esse melhor aproveitamento dos espaços da instalação, oganho financeiro pode mais que triplicar. “No primeiro mês de funcionamento, o estudo prova que ele aumenta em até 25% o superávit do terminal”, lembra o docente Rafael Alves Pedrosa, que participa dos estudos de viabilidade.
De acordo com os professores, essa proposta pode ser implantadacom um baixo custo, considerando os ganhos financeiros e operacionais. Conformea pesquisa já realizada, o investimento na estrutura de 20 módulos é estimadoem pouco mais de R$ 200 mil. Da instalação dos esqueletos metálicos até a operacionalização, o prazo pode variar de seis meses a um ano.
Para os professores processo não tira vagas dos funcionários, jáque seriam realocados para a área de controle

Otimização

Atualmente, portos do Oriente já trabalham com propostassemelhantes. Em Cingapura e na Coréia do Sul, por exemplo, há estruturas dearmazenagem de contêineres que lembram estacionamentos automatizados deveículos. Neste caso, o equipamento visa suprir a falta de espaços nessasregiões superlotadas. O conceito é o mesmo do adotado no projeto de pesquisa,lembra o professor Rafael Pedrosa.
E a gaiola de contêineres pode ser interligada aos demais modaislogístico. “Na área de recepção, é possível manter ramais ferroviários e vias de acesso a caminhões contêineiros, otimizando ainda mais a capacidade operacional e reduzindo impactos”.
Além disso, a estrutura eliminaria por completo o limite de alturae de margem de segurança nas extremidades dos pátios de contêineres, uma vezque do primeiro ao último andar, as caixas estariam engavetadas. De uma maneira geral, tanto a zona primeira (costado) como a secundária (retroporto) seriam beneficiadas.

Entraves

Em Santos, de acordo com os docentes, apenas duas instalaçõesportuárias tem condições de receber esse tipo de estrutura a curto prazo. Sãoas unidades da Brasil Terminal Portuário (BTP) e da Empresa Brasileira deTerminais Portuários (Embraport). Não por acaso, são as mais novas empresas aoperar no complexo marítimo.
“Os pátios deles são os únicos capazes de comportar o peso dessaestrutura”, afirma Rodrigo Cardoso Silva, ao explicar que as fundações e ospisos dos demais terminais teriam que passar por reforço, a fim de sustentar agaiola onde ficariam os contêineres. No caso de áreas arrendadas, ele lembraque a União tem motivos de sobra para bancar essa adequação, uma vez queampliaria a capacidade operacional do Porto de Santos e, consequentemente,traria benefícios rápidos à economia do País.

Projeto surgiu de trabalhoacadêmico

Sete estudantes do curso de Logística do Unimonte foram osresponsáveis por formular o Projeto Gavetário para o Porto de Santos, no últimosemestre, por meio de um trabalho acadêmico. Surpresos com o resultado, esperam colher, em um futuro próximo, os frutos da proposta, que agradou o corpo docente do centro universitário.
A ideia, porém, partiu de um irmão de um dos alunos. “Ele trabalhana área e trouxe isso para mim. Sentei com o grupo e viabilizamos, dentro das nossas possibilidades, a proposta”, conta o estudante Valderson Souza, de 34 anos, ao creditar o gavetário ao irmão, Vanderson.
No grupo de alunos, cada um utilizou seus conhecimentosespecíficos para desenvolver o projeto. É o caso de Aline Lupi, de 33 anos, aúnica mulher na equipe. Com noções de Administração, ela calculou, com base emvalores de mercado, os gastos e ganhos com a implantação da estrutura e aautomatização das operações. “O investimento estrutural, para muitos, será o principal, já que a tecnologia já existe”, disse.
Participantes do estudo, Wagner Godoy, de 19 anos, Jeferson Alves,de 28, e Leonardo Moura, de 34 anos, utilizaram seus conhecimentos portuários –uma vez que já trabalham na área, em operadoras do Porto de Santos – paradesenvolver a proposta. “Com quem eu converso sobre o projeto, tenho recebido elogios e notado interesse”, afirma Godoy, entusiasmado.
O estudo, que também teve a participação dos universitáriosMaurício Santos e Edgar Oliveira Santos, passa agora por um aprimoramento para,então, ser apresentado oficialmente ao mercado. Espera-se que no próximo mês,os operadores portuários já comecem a receber visitas dos docentes e dosdiscentes para estudarem a implementação da estrutura em suas instalações. 

Fonte: A Tribuna

Monstro logístico: veja como é um centro de distribuição da Amazon no Natal

Um centro de distribuição, também conhecido pela sigla CD, é uma unidade construída por uma empresa, geralmente varejista, para armazenar os produtos produzidos, comprados para revenda ou recebidos para serem entregues. Se estiver muito difícil de entender, podemos dizer que é um balcão gigantesco e bagunçado onde as companhias guardam os produtos que, hora ou outra, chegarão a sua casa. Porém, essa definição está prestes a mudar – pelo menos no que diz respeito ao adjetivo “bagunçado”. O que você está prestes a testemunhar é o ápice da logística e a perfeição no que diz respeito à organização. Trata-se de um CD da Amazon, localizado no condado de Cambridgeshire, cidade de Peterborough, na Inglaterra, durante o período que antecede o Natal.
As imagens, que parecem confusas em um primeiro momento, revelam a organização com a qual a empresa lida com todas as encomendas que as pessoas do mundo todo fazem através de seus serviços online. As fotos a seguir destacam ainda mais o quanto a empresa valoriza a logística e coloca na prática todos os conceitos que aprendemos nas faculdades e universidades.
Essas fotos, todas impressionantes pelos mesmos motivos mencionados anteriormente, mostram como está o centro de distribuição faltando apenas 29 dias para o Natal. Os mais sagazes já perceberam que período do ano é esse: trata-se dos dias que antecedem a Black Friday, uma temporada que também é movimentada por causa do grande número de compras pela internet. Como eles conseguem manter essa organização?
Esse período do ano é conhecido como o mais corrido no mercado varejista e atacadista. Só na Amazon, são encomendados cerca de quatro milhões de pedidos durante esse período. Quatro milhões de qualquer produto que seja, independente de seu tamanho, é coisa à beça.
Nos CDs da Amazon durante esse período, os trabalhadores fazem um revezamento para cobrir as 24 horas do dia, sete dias por semana. Ou seja, às 3 horas da madrugada haverá alguém empacotando uma encomenda e despachando o produto para que ele seja entregue até o seu comprador.
Por mais que você tenha o emprego dos sonhos, vai dizer que não dá vontade de dar uma passeada no meio desses corredores e vislumbrar a organização que a empresa conseguiu alcançar?
Impressionante, não é mesmo? Não é à toa que a Amazon é uma das maiores empresas do mundo, capaz de apostar em vários segmentos do mercado e não só no comércio varejista. Aqueles estão aprendendo logística, vale a pena levar essa lição para casa e colocá-la em prática quando for CEO de uma grande companhia como essa que destacamos.

Veja mais em: http://www.tecmundo.com.br/amazon/66520-monstro-logistico-veja-centro-distribuicao-amazon-natal.htm

Airbags marítimos evitam que navios afundem

Boias antiafundamento
Airbags automotivos funcionam como almofadas que amortecem o impacto dos ocupantes de um carro durante uma batida.
Engenheiros europeus pegaram o conceito emprestado e o adaptaram para uma finalidade inusitada: evitar que navios afundem, ou pelo menos, dê tempo para que os passageiros desembarquem ou a carga seja retirada.
A ideia é, em caso de acidente, inflar rapidamente boias que retardem ou evitem que a embarcação aderne ou afunde.
"Nosso desafio era produzir enormes quantidades de gás a partir de pequenos cartuchos, para ser liberado rapidamente em dispositivos infláveis," conta Reinhard Ahlers.
Ahlers é coordenador do projeto SuSy - Surfacing System for Ship Recovery, sistema de flutuação para recuperação de navios, em tradução livre -, financiado pela União Europeia, e que realizou os primeiros testes no porto de Chalkida, na Grécia.

Os airbags marítimos vão inflar dentro dos tanques de lastro. O casco duplo encareceria muito o custo do navio. [Imagem: SuSy Project]

Airbag para navio
Os engenheiros compararam diversas abordagens para fazer um navio acidentado flutuar, o que incluiu balões de ar e diversos tipos de flutuadores infláveis, colocados dentro ou fora do navio ou dentro dos tanques de lastro.
A proposta considerada mais eficiente consiste em pequenos airbags incorporados ao longo de todo o casco do navio, o que evita perdas de espaço útil e protege o sistema contra danos acidentais, sobretudo nas manobras de atracamento e carga e descarga.
Contudo, isso implica na construção de um casco duplo, o que encareceria muito o custo do navio e dificultaria a inspeção periódica do sistema.
A equipe então optou por colocar os balões infláveis dentro dos tanques de lastro, o que garantiu a flutuabilidade das embarcações de teste mesmo no caso de danos físicos que causam grandes aberturas no casco.
Apesar dos bons resultados, a equipe admite que o sistema ainda não está pronto para uso.
Uma das melhorias desejáveis é um controle no sistema de vazão do gás. Ao contrário dos airbags automotivos, cuja eficiência depende da rapidez de seu enchimento, os airbags marítimos funcionariam melhor com um controle preciso de vazão, que garanta que as boias encherão apenas na medida exata da necessidade.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=airbags-para-navios&id=010170140627#.U7KkhkCNzbO

Porto de Paranaguá recebe quatro novos portêineres

Já está na baía de Paranaguá o navio chinês que trouxe os quatro novos portêineres que modernizarão os equipamentos do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). São quatro guindastes para contêineres completamente montados sobre a embarcação que atracará no início da tarde desta sexta-feira (23) no porto.
Cada equipamento tem 75 metros de altura (com a lança abaixada) e ampliarão o alcance dos guindastes do terminal. Hoje, os portêineres existentes alcançam 19 linhas de contêineres. Os novos alcançarão 23 linhas.


Para acompanhar a operação e garantir total segurança na atracação do navio, a Capitania dos Portos, a Praticagem, além de todo setor operacional do porto de Paranaguá e do TCP, organizaram uma força-tarefa.
Esta não é a primeira vez que o porto de Paranaguá recebe carregadores de grande porte já montados. No final da década de 90, também chegou da China um dos shiploaders que estão operando no Corredor de Exportação. O carregador veio completamente montado e com cerca de 20 metros de altura.
“O que chama a atenção nesta operação é o tamanho das estruturas e também vale ressaltar a importância destes novos equipamentos, que permitirão mais agilidade e competitividade na movimentação de contêineres. Estamos vencendo mais uma importante etapa na expansão do Porto de Paranaguá”, afirma o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino.
A imprensa interessada em acompanhar a atracação do navio deverá entrar em contato com a Assessoria de Comunicação da Appa para cadastrar as equipes que entrarão no cais. Os emails devem ser enviados até as 17h desta quinta-feira (22) para imprensaportos@appa.pr.gov.br, com nome e RG dos integrantes da equipe.

Fonte: Intelog

TVV realiza operação logística completa de guindastes

Equipamentos foram desembarcados, estocados, montados e transportados até o destino final por ferrovia[...]

O Terminal Vila Velha (TVV), unidade capixaba operada pela Log-In, realizou, no último mês de fevereiro, a montagem sobre trilhos de dois guindastes. Os equipamentos, pertencentes à VLI, foram desembarcados no final do ano passado e permaneceram estocados no terminal até o envio ao destino final utilizando o modal ferroviário.
De acordo com o presidente da Log-In, Vital Jorge Lopes, o resultado da operação comprova a busca contínua do TVV por novas oportunidades de cargas e operações, demonstrando a sua capacidade de adequação a novos mercados. “Estamos direcionando nossa força de vendas ao nicho específico de cargas e projetos especiais, principalmente por termos uma excelente expertise técnica para garantir operações como estas”, garante.

Unidade

O TVV, que funciona 24 horas por dia e sete dias por semana, tem se tornado uma alternativa para operações de importação e exportação de contêineres para o Sudeste e o Centro-Oeste do Brasil. Integrado ao Complexo Portuário de Vitória, o terminal é especializado na movimentação de contêineres. Por meio de serviços de navegação da Log-In, o complexo portuário de Vitória expande as alternativas de comércio e indústria local para a importação e exportação a mais de 15 portos no Brasil e Mercosul.

Fonte: Tecnologística

Logística de carga aérea

J.F. Oliveira investe em ativos - Companhia adquire avião e helicóptero, estrutura píer flutuante e investe no maquinário, monitoramento e rastreamento das embarcações

A J.F. Oliveira, empresa pertencente ao Grupo Chibatão que opera o transporte fluvial de cargas por meio de balsas na rota Belém-Manaus-Porto Velho, lançou, no início desta semana, seu plano de ações e investimentos para 2014. Entre eles estão a ampliação e modernização da frota, com destaque para a aquisição de duas aeronaves, um avião e um helicóptero.
Os equipamentos serão utilizados 24 horas por dia e realizarão o atendimento das balsas, empurradores e tripulações das embarcações da empresa e seus clientes em qualquer lugar da Amazônia. A meta é proporcionar mais agilidade no transporte das equipes de manutenção, mecânicos e peças de reposição.
Com capacidade para 12 passageiros e duas toneladas de peças e acessórios, o avião turboélice modelo Caravan Anfíbio de asa alta será empregado em operações de longa distância em regiões de difícil acesso ou em condições climáticas ruins. Já o helicóptero modelo AS 350B3e – Esquilo, além de transportar equipes e materiais de reposição, pode ser utilizado na movimentação de cargas de até 6 t, uma vez que é equipado com cabos de aço específicos para içar mercadorias.
O vice-presidente da J.F. Oliveira, Jean Bergson, explica que, anteriormente, quando o motor de uma balsa quebrava em qualquer ponto do rio. eram necessárias horas e até dias para que outra embarcação fosse até o local e fizesse o atendimento. “Agora, isso para a ser imediato”, diz.

Estrutura

Além das aeronaves, a empresa também investe em áreas operacionais. A mais recente iniciativa está relacionada ao píer flutuante, localizado próximo ao Distrito Industrial de Manaus e capaz de operar três embarcações simultaneamente. A companhia aguarda a liberação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para que a estrutura entre em funcionamento.
Bergson está otimista com a novidade. “O tempo médio para carregar completamente uma balsa é de uma hora. Com este projeto, atenderemos três balsas ao mesmo tempo, aumentando a competitividade e a eficiência da economia do Amazonas”, garante.
Com uma frota própria de 120 balsas e 80 empurradores, a J.F. Oliveira já concluiu nestes primeiros meses de 2014 a implantação do sistema de monitoramento e rastreamento via satélite de todas suas embarcações, além de substituição do maquinário.

Fonte: Tecnologística

Lintec estreia no segmento de movimentação de materiais

Empresa do Grupo Agrale amplia seu portfólio visando atender toda a indústria[...]
A Lintec, empresa do Grupo Agrale, anunciou, no dia 17 de janeiro, que ingressou no segmento máquinas para movimentação de materiais e armazenamento com o lançamento de uma linha de produtos de empilhadeiras, transpaleteiras e rebocadores.
A empresa, que já atua na linha de força com equipamentos como motores, grupos geradores, motobombas e roçadeiras, tem o objetivo de incrementar o seu portfólio com máquinas de maior valor agregado para atender as demandas de indústrias, armazéns, portos, mercados, frigoríficos, magazines, atacados e construção civil, entre outros.
De acordo com o gerente de Vendas da Lintec, Valter Loss, a empresa está investindo em novos segmentos para atender as indústrias no geral. “As empresas do Grupo Agrale têm a filosofia de atender nichos específicos de mercado. Detectamos uma oportunidade no setor de movimentação de materiais e desenvolvemos produtos com características que possam proporcionar aos clientes ganhos de economia, com maior confiabilidade e durabilidade.”
Ainda segundo Loss, a Lintec está proporcionando treinamento à rede de vendedores. O executivo conta ainda que o início das atividades está previsto para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais, porém planejam expandir as operações para outros estados.
Dentre os novos produtos disponibilizados no portfólio da Lintec estão empilhadeiras GLP e elétricas com capacidade de 2.500 kg, empilhadeiras a diesel de 3.000 kg, empilhadeiras tracionarias elétricas de 1.500 kg, transpaleteiras tracionarias elétricas de 2.000 kg e rebocadores elétricos de 5.000 kg.

Fonte: Tecnologística

Randon desenvolve vagão sider para a MRS transportar paletes de cimento


A Randon desenvolveu para a MRS Logística um novo modelo de vagão ferroviário, o Sider FLT para o transporte de paletes de cimento. Neste novo produto, a demanda surgiu pela necessidade do cliente por melhorias no modelo de vagão.

Dentre as diversas inovações consta a ampliação do volume de sacos de cimento transportados e mecanismos que agregam maior segurança no transporte e na operação de carga e descarga. O protótipo ficará por três meses em teste na malha ferroviária do sudeste do País.

Entre as suas principais características estão: paredes móveis (patente requerida), que atuam na fixação da carga, proporcionando maior segurança no transporte do cimento; retentores laterais móveis, que auxiliam na fixação lateral da carga, garantindo uma operação mais segura. Além disso, deslizam sobre uma guia superior impedindo a sua queda acidental; e dois pisos para carregamento, que evitam avarias na carga, já que os paletes não são carregados uns sobre os outros diretamente.
 
Fonte: LogWeb

Nova fábrica da Noma será em Tatuí

Tatuí, cidade do interior paulista, foi o local escolhido pela Noma para abrigar sua nova fábrica de implementos rodoviários, a segunda no País. Na manhã desta quarta-feira, 14, a empresa assinou um contrato com a prefeitura local para a aquisição de um terreno de 314.600 metros quadrados no Km 117 da SP 127, Rodovia Antonio Romano Schincariol. O anúncio contou com a presença do diretor presidente da Noma do Brasil, Marcos Noma, do diretor industrial, Paulo Shiozaki, e do prefeito de Tatuí, Luiz Gonzaga Vieira de Camargo.
Em outubro, durante a Fenatran, a Noma, que mantém uma linha de produção em Sarandi, PR, anunciou que São Paulo receberia sua segunda planta (leia aqui). Na ocasião, não revelou-se o valor do investimento, informação que só veio quase um mês após o anúncio da nova unidade: R$ 75 milhões serão aplicados na filial paulista, que tem início de construção marcado para 2012 e inauguração prevista para 2013 (leia aqui). Estima-se a criação de 450 empregos diretos em Tatuí.
Durante o anúncio, o presidente da Noma declarou: "Tatuí e a região de Sorocaba é bem próxima à capital paulista e sua localização é estrategicamente perfeita para agilizar nossas entregas e aumentar nossa capacidade produtiva para atender a forte demanda dos próximos anos”.
A nova instalação faz parte do planejamento da Noma de dobrar sua participação no mercado para 18% até 2015, o que significa subir um degrau no ranking das fabricantes de implementos rodoviários para se tornar a terceira maior do setor no Brasil.

Fonte: Portal Automóveis Business.

Vale amplia movimentação sobre trilhos

A Vale apresentou, durante o Seminário Negócio nos Trilhos, realizado em São Paulo nos dias 9 e 10 de novembro, seu projeto para garantir a movimentação de carga com ganhos de produtividade até 2016, quando a empresa prevê o transporte de 260 milhões de toneladas de minério de ferro em Carajás (PA).
Para atender o volume, que representa mais que o dobro das cerca de 100 milhões de t produzidas atualmente, a Vale encomendou o desenvolvimento, em parceria com a Amsted Maxion, de um vagão do modelo GDU com capacidade para transportar 37,5 t por eixo. O objetivo do projeto é aumentar em 20% a produtividade dos vagões da empresa nos 900 km da Estrada de Ferro Carajás (EFC), passando de 126 t para 150 t por vagão.
Segundo Guilherme Mendonça, engenheiro pleno da Vale responsável pelo projeto, somente a Austrália possui ferrovias que recebem o volume de carga nos patamares que a companhia pretende alcançar nos próximos anos. Mendonça revelou que, em setembro de 2008, a Vale propôs o desafio de criar o vagão GDU de 150 t a quatro fornecedores – três nacionais e um chinês – com base em especificações que atendessem às necessidades da empresa e estivessem de acordo com as normas da American Association Railroad (AAR), utilizadas no Brasil, e fossem o mais semelhante possível com os vagões GDT, utilizados atualmente em Carajás, para que o sistema operacional não precisasse ser alterado.
A Estrada de Ferro de Carajás já conta dois mil vagões com capacidade para transportar 150 t em operação, e a previsão é substituir todo o restante, chegando a dez mil vagões com a mesma capacidade elevada. Mendonça informou, ainda, que a empresa também está testando protótipos de outros fabricantes. “Nós propusemos o desafio e estimulamos os fornecedores. Eles aceitaram e desenvolveram o produto de acordo com as especificações definidas e o ganho é para todo o setor ferroviário brasileiro”, concluiu o executivo.


Fonte: Portal Tecnologística

Portos do Rio de Janeiro em ritmo de grande expansão

Além de investimentos para ampliar capacidade de operação no Porto do Rio pelos arrendatários Libra Terminais, dos grupos Borges/Canoilas, e MultiTerminais, da FINK e Gávea , a Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) vai lançar em breve o edital de licitação para arrendar à iniciativa privada uma área de 245,4 mil metros quadrados do Porto de Itaguaí. O terreno, com saída para a Baía de Sepetiba, será um terminal público destinado à movimentação de granéis sólidos e é conhecido como "área do meio" por estar situado entre os terminais da Vale e da CSN.

Os terminais do Porto do Rio de Janeiro - arrendados pelas empresas Libra Terminais, dos grupos Borges/Canoilas, e MultiTerminais, da FINK e Gávea - serão ampliados e o Porto passará a ter o maior cais contínuo de contêineres do Brasil. As duas empresas investirão R$1,2 bilhão, em empreendimento conjunto, para ampliar suas capacidades de operação.

No dia 19 de agosto (sexta-feira), o diretor-presidente da CDRJ, Jorge Luiz de Mello, o diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, e o secretário-executivo da Secretaria de Portos, Mário Lima Júnior, explicarão os detalhes sobre os projetos de ampliação dos terminais administrados pelas empresas Libra Terminais e MultiTerminais do Porto do Rio de Janeiro e sobre o projeto de arrendamento de um novo terminal de granéis sólidos no Porto de Itaguaí, conhecido como "área do meio". Os investimentos do Projeto de Expansão Multi-Rio e Multi-Car (MultiTerminais) totalizam R$ 492 milhões entre obras civis e equipamentos. No Tecar (terminal de veículos da Multi-Car) será construído um edifício-garagem, ampliando a área de sete mil metros quadrados para 12 mil metros quadrados. Dessa forma, o Tecon (terminal de contêineres da Multi-Rio) ganhará uma área com capacidade para 1,5 milhão de TEUs.

Já o projeto da Libra Terminais será dividido em três fases, com investimento total de R$423,2 milhões em obras, somados a um investimento de cerca de R$340 milhões em equipamentos, tecnologia e instalações.

Se hoje são movimentados nove milhões de toneladas/ano nos dois terminais cariocas, a expectativa é de que, com a expansão, até 2018, as operações alcancem um total de 25 milhões de toneladas/ano.

Novo terminal de granéis sólidos no Porto de Itaguaí -A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) vai lançar em breve o edital de licitação para arrendar à iniciativa privada uma área de 245,4 mil metros quadrados do Porto de Itaguaí. O terreno, com saída para a Baía de Sepetiba, será um terminal público destinado à movimentação de granéis sólidos e é conhecido como "área do meio" por estar situado entre os terminais da Vale e da CSN.

Quem vencer a licitação para arrendamento da área por 25 anos, renovável por mais 25, terá de investir cerca de R$1,5 bilhão, segundo estimativas da CDRJ, já que o conceito do projeto é "greenfield", ou seja, o arrendatário será responsável pela superestrutura e pela infraestrutura. Vai ganhar, em contrapartida, o direito a explorar um terminal capaz de movimentar 25 milhões de toneladas de minério por ano – com potencial para atingir até 44 milhões.

O Porto de Itaguaí tem quatro terminais atualmente, sendo dois de granéis sólidos, operados pela Vale e pela CSN e dois terminais de carga conteinerizada, operados pela Sepetiba Tecom e pela Vale Sul. Juntos, operam 55 milhões de toneladas por ano. Com este quinto terminal da "área do meio", o Porto de Itaguaí atingirá uma movimentação de 80 milhões de toneladas por ano.

Fonte: Revista Fator Brasil


Ferroviário: Brado Logística apresenta ao mercado vagão para transporte de contêineres

A Brado Logística, criada pelas parceiras América Latina Logística (ALL) e Standard Logística, adquiriu 145 vagões Spine Car de 80’ da AmstedMaxion, modelo desenvolvido especialmente para a Companhia.

O lançamento do novo vagão aconteceu na fábrica da AmstedMaxion, esta semana, em Hortolândia/SP, onde foi apresentado ao mercado uma solução logística pioneira para o transporte de contêineres no Brasil por meio da ferrovia.

O novo modelo de vagão da Brado possui 26 metros de comprimento e capacidade para 130 toneladas, transportando o dobro do volume de cargas por via férrea, com estrutura para operações em dois contêineres de 40', quatro contêineres de 20' ou três contêineres de 20’, em apenas um nível.

“Buscamos neste projeto que envolveu as equipes técnicas da AmstedMaxion, ALL e Brado, conciliar duas questões importantíssimas para o desenvolvimento do intermodal no Brasil. Primeiro, aumentar a capacidade de atendimento ao nosso volume crescente com mais competitividade e produtividade ao capital empregado, no corredor da larga Mato Grosso-Santos que atende os terminais de Alto Taquari, Campinas, Santos e ainda esse ano Araraquara/Américo Brasiliense e no ano que vem Rondonópolis. Segundo, garantir o transit-time com integridade da carga e do contêiner em todo o trajeto, colaborando com o nível de serviço do nosso cliente”, destaca o presidente da Brado Logística, José Luis Demeterco.

Atualmente, a Brado possui 1300 vagões, que com mais 145 modelos Spine Car da AmstedMaxion, totalizam 1445. Em cinco anos, a Companhia irá investir R$ 1 bilhão. Deste montante 80% será destinado para ativos rodantes. Com isso, a Brado que hoje opera cerca de 80 mil contêineres cheios e vazios, espera chegar em 2016 com a movimentação de 500 mil contêineres, representando 11% do market share na malha ferroviária.

Os novos vagões serão entregues entre setembro e novembro de 2011, possuem engate especial, estrutura simples e eficiente, com apoios intermediários, protetores nas portas e dispositivos para cargas frigorificadas, oferecendo mais proteção ao transporte.

“Somos uma empresa que busca ser sempre a melhor solução e estamos, com este novo vagão, ampliando as possibilidades no transporte de contêineres no Brasil”, afirma o presidente da AmstedMaxion, Ricardo Chuahy.

Fonte: Global Online


Empresa de Maringá fabrica bitrem-vanderleia

Molas Germani testa configuração com duas carretas de eixos distanciados...
A empresa Molas Germani, de Maringá (PR), acaba de concluir seu primeiro bitrem-vanderleia. Trata-se de uma Combinação de Veículos de Carga (CVC) formada por um cavalo três eixos mais duas carretas com dois eixos distanciados cada, num comprimento total de 19,80 metros. Com isso, teoricamente, o veículo pode ter um peso bruto total combinado (PBTC) de 63 toneladas, seis tonelada a mais que o bitrem convencional, cujo PBTC é de 57 toneladas.
“Nossa expectativa é grande. Não conheço ninguém que tenha fabricado uma composição desta. A legislação permite que ela rode sem necessidade de AET (Autorização Especial de Trânsito)”, afirma Guilherme Novakowski, diretor comercial da Germani. Segundo ele, no entanto, é preciso testar o equipamento para ver como será sua performance. Uma das principais preocupações é com o arraste, sempre maior nos eixos distanciados. “Acredito que o arraste não será maior que o da vanderleia”, afirma. As carretas têm eixos convencionais. “Por serem apenas dois eixos, acho que não tem necessidade de eixo direcional. Mas ainda estamos em fase de teste. Se for o caso, a gente coloca o direcional”, explica.
O diretor informa que a estimativa de custo para a transformação de um bitrem com eixos em tandem para eixos distanciados é de R$ 15 mil.
Cautela
O engenheiro mecânico Rubem Melo, da Transtech (especializada em inspeção veicular), de Curitiba, afirma que o bitrem-vanderleia deve ser encarado com cautela. Ele diz que já viu configurações do tipo rodando pelas estradas, mas que elas não estão previstas na portaria 63/09 do Denatran, que homologa os veículos e as combinações de veículos de transporte de carga e de passageiros.
“Eu particularmente não gosto dos eixos distanciados porque têm um desgaste maior de pneus. Mas é preciso testar esse modelo. O correto é que o fabricante peça ao Contran sua autorização”, aconselha. O engenheiro ressalta também que, mesmo que já estivesse homologada, a combinação precisaria de AET, já que ultrapassa o PBTC de 57 toneladas.
A próxima edição da Revista Carga Pesada, que circula no início de setembro, vai trazer uma reportagem especial sobre as alterações no mercado de implementos motivadas pela exigência de cavalo 6×4 para tracionarem bitrens, que entrou em vigor neste ano.

Fonte: Carga Pesada


Cefri/Cefrinor utiliza distribuição dirigida por voz em suas unidades


A Cefri/Cefrinor, grupo especializado em frigoconservação e distribuição de alimentos, mantêm atualmente duas unidades: uma em Mairinque, SP e outra em Simões Filho, BA. Fundado em 1973, o grupo coloca em prática um plano de expansão e modernização com investimentos previstos de R$ 20 milhões em sua planta nordestina e mais R$ 2,5 milhões na base paulista.
Sempre atenta a soluções capazes de aumentar a produtividade e a precisão de seus funcionários o grupo adotou a cinco anos em sua unidade nordestina o sistema de separação de pedidos por voz, desenvolvido pela Vocollect. O projeto foi implantado pela Seal Tecnologia, que também integrou os dispositivos de voice picking com o WMS (sistema de gerenciamento do depósito) local. Diante do aumento de 25% na produtividade do frigorífico apenas quatro meses após a instalação da tecnologia, o grupo decidiu ampliar o seu uso, extinguindo as listas de separação em papel que deixavam uma larga margem de erros no processo de separação de produtos.
Do total a ser investido para o plano de expansão, cerca de R$ 500 mil serão destinados à aquisição de novos dispositivos de coleta de dados por comando de voz, ampliando o volume e estendendo-os também para a unidade paulista, onde circulam aproximadamente 25 mil paletes por mês. Até o fim de 2010, serão aproximadamente 30 equipamentos em Mairinque e outros 50 em Simões Filho. Segundo Reginaldo Nogueira, diretor da Unidade São Paulo do grupo, o plano é ter em torno de 100 coletores por voz nas duas localidades até 2011, após a substituição completa dos coletores de radiofrequência baseados em scanner.
De acordo com Paula Saldanha, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Vocollect no Brasil, a tecnologia de voz é hoje uma das melhores opções para empresas que buscam maior produtividade em seus centros de distribuição, como o Grupo Cefri/Cefrinor. “A solução oferece aumento da produtividade e da acuracidade, maior segurança no centro de distribuição, redução no tempo de treinamento, aumento perceptível na satisfação tanto de clientes como de funcionários, além do ROI - Retorno sobre Investimento alcançado, em média, em um ano”, destaca a gerente.
Nogueira lista como os principais benefícios do voice picking a flexibilidade do operador, que passa a ter as mãos livres para fazer a separação de produtos, limitando a fadiga sob baixa iluminação e temperaturas que variam de +3º C a -30º C; a maior acuracidade no processo, reduzindo a margem de erros; e a maior agilidade na movimentação de mercadorias. Outro ponto positivo é a redução de tempo de inatividade do operador, devido a problemas de manutenção no sistema utilizado.
A adoção do projeto na unidade de Mairinque vai ao encontro dos planos da Cefri/Cefrinor para expandir sua atuação também no Sudeste. Com os novos equipamentos, o grupo busca ampliar a produtividade na região e aprimorar os ganhos conquistados pelas duas unidades. Com capacidade de manuseio de mais de 55 mil paletes de mercadorias por mês, a Cefri/Cefrinor atualmente dispõe de melhor estrutura para atender ao mercado local e para a separação das mercadorias que circulam na companhia.
“Utilizamos a tecnologia de voz nos processos de separação de pedidos na unidade do Nordeste e pretendemos absorver novas funcionalidades com o passar do tempo. Dentre os benefícios, destaco a alta resistência do equipamento para temperaturas negativas das câmaras frigoríficas; o baixo índice de quebra; a possibilidade de o usuário ficar com as mãos livres, facilitando as tarefas de manuseio na separação; o ganho de produtividade operacional; e também o ganho de acuracidade”, explica Luís R. Martinez, diretor geral da Cefrinor.
“O sistema de voice picking já havia garantido na Cefri/Cefrinor a entrega dos produtos com precisão e pontualidade, e agora a intenção é não apenas ampliar esses benefícios como transportá-los para a sua unidade paulista. A gestão simplificada e em tempo real das atividades dos frigoríficos por meio da solução da Vocollect irá agregar ainda mais qualidade à rotina operacional do grupo, quesito fundamental para seus planos de expansão”, afirma Wagner Bernardes, diretor de Marketing e Vendas da Seal Tecnologia. “Estamos satisfeitos por promover a integração do sistema com o ambiente operacional das duas plantas da Cefri/Cefrinor”, finaliza.

Fonte: LogWeb

AmstedMaxion entrega os primeiros vagões à Transnordestina

A AmstedMaxion, líder na fabricação de vagões e componentes ferroviários, está entregando os primeiros vagões dos 455 vendidos à Transnordestina Logísitca S.A. Os vagões encomendados são hoppers modelo HNT, para transporte de lastro, e plataformas modelo PET, para transportes de trilhos e dormentes.
Os vagões estão sendo levados para a cidade de Salgueiro, em Pernambuco, e serão destinados à construção da ferrovia Transnordestina. A AmstedMaxion está antecipando a entrega, prevista inicialmente para o final de julho, graças aos programas recém implantados, que visam acelerar o desenvolvimento de novos produtos e manufaturá-los através do sistema de produção sincronizada enxuta. Todos os 455 vagões deverão ser entregues até julho de 2012.
A antecipação dos vagões também beneficiará a aceleração das obras da ferrovia, que está avaliada em R$ 5,4 bilhões. Com 1.728 km, ligará o município Eliseu Martins, no Piauí, aos portos de Suape, em Pernambuco, e Pecém, no Ceará.
A AmstedMaxion é uma das principais referências latino-americanas no desenvolvimento e fabricação de vagões de carga, rodas de aço fundido, truques, rodeiros e sistemas de choque e tração, além de prestar serviços de reparação, adaptação e modernização de vagões e seus componentes, através da linha AMais. Pioneira, a empresa fornece para todas as ferrovias e seus usuários no Brasil, incluindo empresas de leasing de vagões, e também para o exterior.
Em sua fundição são produzidas peças de aço para aplicação em máquinas e equipamentos de construção civil, mineração, siderurgia, automotiva e ferroviária. Com duas unidades no interior de São Paulo, a empresa alcança uma capacidade anual de mais de 120 mil de toneladas de peças fundidas de aço, 92 mil rodas ferroviárias e 10 mil vagões de carga.

Fonte: Revista Fator Brasil

DHL traz soluções de transporte ao BR

Em evento inédito no Brasil, especialistas da DHL Logística apresentaram os avanços relacionados à distribuição de cargas desenvolvidas pelo no centro de inovação do Grupo Deutsche Post localizado em Bonn, na Alemanha, que podem ser aplicados no território nacional.
O primeiro “Encontro de Inovação DHL” reuniu clientes das três divisões do grupo no Brasil: Express, Global Forwarding e Supply Chain, que puderam dialogar sobre tecnologias e inovações para o futuro do segmento.
“Apresentamos produtos que funcionam na vida real, os quais os participantes puderam tocar e discutir suas aplicações dentro do cenário brasileiro. O sucesso do Centro de Inovação é fruto de pesquisas e investimentos, que agora começam a ser aportados no Brasil”, destacou Douglas Tacla, vice-presidente de operações de transporte da DHL para a América Latina.
Uma das principais novidades apresentadas foi o Smart Truck, veículos capazes de controlar o transporte de suprimentos por meio de geo-posicionamento por satélite, e/ou celular, combinados com um avançado sistema de roterização dinâmica que, ao considerar as condições de tráfego existentes, permite um planejamento de rota em tempo real.
Outra soluções foram o Cargo Guard, um dispositivo de fechadura eletrônica, no qual a sua abertura somente é possível por meio de um computador; o sistema RFID, que trabalha por meio das ondas de rádio e oferece informações sobre toda a operação logística, e o SmartSensor, que permite o monitoramento, em tempo real, de temperatura durante o transporte.
De acordo com a DHL, estas novas soluções visam aumentar a praticidade das operações logísticas, reduzir custos, otimizar os planos de entrega e coleta de remessas por meio de rotas dinâmicas e viabilizar a automatização de recursos destinados à segurança e proteção dos suprimentos ao longo da cadeia logística.

Fonte: WebTranspo

Projeto: Megatranz realiza operação de grandes proporções em SP

Criatividade. Essa foi a palavra usada para definir uma operação de transporte de três peças, com peso de até 168 toneladas, realizada pela Megatranz Transportes em São Paulo, especializada nesse tipo de operação.
O desafio, nesse caso, estava na altura das peças: Cerca de 8 m -- maior que grande parte dos viadutos e passarelas presentes nas rodovias brasileiras. Para resolver esse impasse optou-se pela transposição de viadutos, com o içamento da carga.
A Megatranz Transportes concluiu com sucesso seis operações de transposição de viadutos, na Rodovia D. Pedro, com utilização de quatro guindastes. Além do viaduto no Km 15, as peças também foram içadas por cima do viaduto do Km 47.
A transposição das peças foi mais uma etapa importante nessa operação, que teve início no porto de Tarragona (Espanha). Além do transporte marítimo e rodoviário das peças, descarregadas no porto de São Sebastião (SP), a Megatranz foi responsável pela realização de obras civis de infraestrutura, tais como a abertura de estradas e desvios por fazendas da região. Além da transposição, a empresa realizou o levantamento de uma passarela, que ficava na altura do km 67 da D. Pedro.
As peças transportadas são módulos CCR (Catalyst Continue Regenerator) e tinham como destino final a Refinaria de Paulínia – REPLAN, em Paulínia (SP). Ao todo, são três módulos, que pesam de 110 a 168 toneladas e têm como finalidade melhorar a qualidade do combustível produzido na refinaria e diminuir a necessidade de paralisação da usina para manutenção dos equipamentos.
Para o transporte das peças, a Megatranz utilizou seis cavalos mecânicos e três carretas, cada uma com 16 eixos fila simples. Os içamentos foram realizados com quatro guindastes, sendo dois com capacidade de 500 toneladas; um com capacidade de 300 toneladas e outro com capacidade de 250 toneladas.

Fonte: Global Online

Garras para tijolos, da Saur

Equipamentos podem ser desenvolvidos de acordo com as medidas da carga transportada...
A Saur coloca a disposição do mercado as garras especialmente desenvolvidas para o transporte e o manuseio de tijolos, tornando o processo após o forno muito mais rápido e seguro e, consequentemente, mais produtivo. Os braços são revestidos com borracha em camadas que proporciona, ao mesmo tempo, maciez para moldar-se à carga e dureza para resistir à abrasão.
Com 1.400 mm de profundidade e 1.400 mm de altura, as garras para tijolos da Saur possuem capacidade de carga para até 2.000 kg e raio de abertura de 550 mm a 1.800 mm, mas também podem ser desenvolvidas de forma personalizada, de acordo com as medidas da carga que será transportada. Uma placa superior revestida com borracha fixa a carga, possibilitando o transporte sem a necessidade da utilização de paletes.

Site: http://www.saur.com.br

Fonte: Tecnologistica


Diversidade de vagões ajuda o setor

Fluxo de cargas cresceu 86% desde 1997 ... Investimentos devem chegar a R$ 60 bilhões...
Após décadas de paralisia, o setor de ferrovias dá mostras de que iniciou um processo de expansão. De acordo com dados da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários), desde a privatização, em 1997, a produção da indústria nacional atingiu alta de 104,1%, desempenho que ajudará no crescimento da malha de trilhos de 29 mil quilômetros para 40 mil até 2020.
No período citado, a movimentação de cargas teve um aumento de 86%. A razão para isso passa pelos investimentos feitos pela inciativa privada e na diversidade de produtos que as fabricantes lançaram no mercado desde então, ampliando o leque de cargas transportadas. Novos modelos de vagões estão dando espaço para o transporte de outros tipos de mercadorias, que atualmente é liderado pelo minério e carvão, com 75%.
“Os vagões que estamos fabricando estão cada vez mais complexos, atendendo à movimentação de açúcar, grãos e fertilizantes. Estamos lançando vagões para contêineres que podem ser empilhados um no outro”, diz Ricardo Chuahy, presidente da AmstedMaxion, em entrevista ao jornal Valor Econômico.
Com a previsão de investimentos que pode alcançar o valor de R$ 60 bilhões – a partir deste ano até 2014 -, o setor deverá ampliar a participação na matriz de transportes de 25% para 32%, quase o dobro do que era movimentado antes da privatização.
De acordo com a Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária), nesta década, o número de vagões deve atingir a marca de 40 mil unidades, 30% a mais que o total produzido nos anos 70.
Além da diversidade da oferta, questões ambientais podem ser um atrativo para elevar o volume de cargas transportadas via modal ferroviário por ser um modelo de transporte que pode retirar milhares de caminhões da estrada, reduzindo a quantidade de emissões de poluentes que tais veículos jogam na atmosfera.
Entrave
Mesmo com o crescimento de 131,6% em empregos diretos e indiretos, ao que parece, desde a privatização, o setor ainda não encontrou uma solução para o problema da mão de obra. A maior dificuldade é encontrar técnicos, como maquinistas, mantenedores de vias e mecânicos de vagões.
De acordo com dados da ANTF, em 2009, o total de empregados chegou a 36.567 e a expectativa é que ainda neste ano, este número salte para 44 mil postos de trabalho.

Fonte: ANTF e WebTranspo