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Maior termelétrica movida a biogás de resíduos sólidos urbanos do Brasil é inaugurada no Estado de São Paulo

Empreendimento representa um importante reforço energético para São Paulo e tem a sustentabilidade ambiental como pilar


Com potência instalada de 29,5 MW e investimentos de mais de R$ 100 milhões, foi inaugurada nesta sexta-feira, 16 de setembro, em Caieiras, região metropolitana de São Paulo, a maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário do Brasil e uma das maiores do mundo.
Representando o governador Geraldo Alckmin, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, destacou a importância da geração desse tipo de energia. “A primeira coisa que o homem produz no ambiente urbano é lixo e uma das principais necessidades do ser humano nos dias atuais é a energia elétrica. Além de dar segurança energética ao centro de carga do país, essa usina realiza um dos principais desafios do mundo moderno, que é transformar resíduos urbanos em energia elétrica limpa”, afirmou.


A Termoverde Caieiras, que pertence ao Grupo Solví, foi construída na Central de Tratamento e Valorização Ambiental (CTVA) da Essencis, no km 33 da Rodovia Bandeirantes, e gera energia limpa a partir do resíduo depositado no aterro sanitário da Essencis. O gás metano, o principal componente do biogás, é o combustível utilizado para a geração de energia.
“Mesmo em tempos de crise econômica, o conselho deliberativo teve a coragem de aprovar um investimento desse valor gerando emprego e apoiando o meio ambiente. Estamos aqui deixando um legado”, destacou o diretor técnico do grupo Solví, Eleusis Creddo.
A usina foi construída em uma área de 15 mil metros quadrados e teve autorização da Aneel para iniciar a operação em julho de 2016. Como contrapartida ambiental, a Termoverde Caieiras realizou a preservação da vegetação e da fauna local, a manutenção da topografia existente, a não geração de odores e a isenção de riscos de poluição de mananciais e da atmosfera.
“Parabenizamos o grupo Solví por essa inauguração, por acreditarem no Brasil e na cidade de Caieiras”, disse o prefeito do município, Roberto Hamamoto.
A produção da usina é suficiente para abastecer até 130 mil residências, segundo a empresa.

Fonte: Energia SP

Total Express conquista Prêmio E-Commerce Brasil 2016

Empresa fez investimentos para atender ao setor, como a instalação de um sorter com capacidade para processar até 350 mil encomendas por dia

A Total Express, empresa de logística do Grupo Abril, venceu o Prêmio E-Commerce Brasil 2016, na categoria Logística. A empresa conta com um portfólio ativo com 750 clientes, entre grandes players do setor, como Amazon, Grupo Boticário, Magazine Luiza, Netshoes, Privalia e Sephora.
Segundo a empresa, o prêmio reforça seu novo momento, em pleno processo de expansão. “Para atender uma variedade tão grande de clientes, incorporamos novas tecnologias à operação, ampliamos nossa capilaridade, lançamos a coleta e o redespacho de cargas multiorigem, estruturamos o serviço de logística reversa e criamos áreas de atendimento por segmento, que garantem um entendimento maior das necessidades de cada mercado. Iniciativas como estas nos colocam à frente das principais tendências do e-commerce e o resultado são embarcadores satisfeitos e que confiam na Total Express para entregar seus produtos”, diz Claudio Prado, CEO da empresa.
Para atender ainda melhor o mercado, a empresa tem feito investimentos constantes em tecnologia e inovação com o objetivo de garantir a satisfação do cliente, tanto a loja de e-commerce quanto o consumidor final. Entre os destaques estão um sorter com capacidade para processar até 350 mil encomendas por dia e um aplicativo mobile, utilizado por todos os entregadores da empresa, que permite ao embarcador ter status de entrega em tempo real.
Para o diretor Comercial e de Marketing, Vito Chiarella, representante da Total Express na premiação, a conquista é um reconhecimento ao trabalho de cada funcionário que contribui diariamente para trazer inovação para dentro do negócio, seja no atendimento ou na forma de entregar as encomendas. “Atuar no segmento de logística para e-commerce é um desafio e o envolvimento das equipes é fundamental para entendermos as demandas do mercado e traduzi-las em novos serviços e soluções para as empresas do e-commerce e seus clientes”, afirma.


Alunos de Logística desenvolvem Projeto Social que reaproveita alimentos

Alunos do 4º período do curso de Logística realizam neste sábado, 16.04, pela manhã, a primeira atividade do Projeto Logística Reversa e Solidariedade. O objetivo é reaproveitar alimentos que não podem mais ser comercializados, mas que ainda apresentam condições de consumo.
A primeira coleta será feita na CEASA, onde os alunos do curso irão fazer toda a pesquisa e o planejamento que envolve os processos de logística até a implantação final do projeto. O mesmo também será ampliado para os alunos do primeiro período de Logística da Unidade da Zona Norte, junto com os alunos de sétimo e primeiro período de Marketing ligados aos projetos do Escritório Experimental de Marketing.

Sobre o Projeto
O projeto surgiu da proposta de realização de uma atividade interdisciplinar da turma de quarto período do curso de Logística (LSN04S1). O professor Carlos Henrique, da disciplina Logística Reversa, propôs a realização de um projeto que pudesse transformar o desperdício de alimentos em reaproveitamento para pessoas carentes.
Diante do cenário comum de alto índice de perda de alimentos no trajeto entre produtor e consumidor final, Carlos Henrique viu a possibilidade de ação social de seus alunos em um projeto que também envolvesse a mobilização social.
Assim, a operação do projeto consistirá na avaliação e aproveitamento dos produtos descartados. Após coleta e triagem, os alimentos serão encaminhados a famílias, entidades, associações. Todos esses segmentos deverão passar
por um processo de pré-cadastramento.

Fonte: G1

Total Express é finalista do Prêmio E-Commerce Brasil 2016

Com investimentos recentes em automação e ampliação de serviços, empresa do grupo Abril concorre na categoria inovação em logística


A Total Express, empresa de logística do Grupo Abril, está entre as finalistas do maior prêmio de e-commerce do País, o E-Commerce Brasil 2016. A indicação é fruto da gestão eficiente e investimento constante em áreas estratégicas, como inovação, categoria em que concorre ao prêmio.
Recentemente, a companhia, que está em pleno processo de expansão de seus negócios, fez um aporte de R$ 20 milhões em tecnologia e automação, lançando, por exemplo, um app mobile, que permite ao embarcador acompanhar, em tempo real, o status de entrega das encomendas.
“A logística já se apresenta como pilar estratégico do e-commerce e a Total Express tem investido para ampliar os seus serviços e áreas de atuação, para atender as mais novas demandas do mercado, como logística multicanal e logística reversa. Além disso, fazer parte do Grupo Abril nos possibilita oferecer um pacote de soluções para os mais diversos mercados: de serviço completo de Supply Chain a análises de big data e mídia”, afirma o diretor Comercial e Marketing da Total Express, Vito Chiarella. A indicação para esse prêmio valida a estratégia de expansão, iniciada pela empresa, na qual o e-commerce é uma importante parte do processo.
Sempre atenta aos movimentos mundiais da área de logística, a Total Express apresentou, este ano, o modelo multiorigem de coleta e despacho de cargas, que prevê a captação de encomendas em mais de 100 unidades da Total Express, espalhadas pelo Brasil. Esse formato permite que e-commerces e fabricantes regionais tenham acesso a uma nova opção de operador logístico privado, para enviar as suas encomendas fracionadas com qualidade e segurança para todo o País.
Em junho, a Total Express unificou as três marcas da empresa, otimizando os processos e visando ao crescimento da empresa sobre a tendência global, que foca três pilares de serviços: corporate (entregas feitas entre as empresas), e-commerce (foco no consumidor final) e logística reversa, um serviço indispensável à expansão do e-commerce, no País. 


Sistema de contêiner subterrâneo coleta lixo

Cartões magnéticos acionam abertura de recipiente exclusivo para resíduos domiciliares orgânicos

A Loga, empresa concessionária de coleta de resíduos domiciliares na região noroeste da cidade, está operando o sistema mecanizado no Jardim Elisa Maria, na Brasilândia. O principal equipamento é um contêiner subterrâneo que recebe apenas resíduos domiciliares orgânicos (alimentos), embalagens e resíduos de banheiro.
Para ser utilizado, o material deve ser depositado devidamente ensacado. Cartões magnéticos determinam a abertura do contêiner, instalado abaixo do nível da rua.
O contêiner subterrâneo no Jardim Elisa Maria tem capacidade para até 10 toneladas de resíduos. Sua limpeza e higienização ocorrerão a cada 15 dias. A Loga também manterá, de segunda a sábado, uma coletora no local para tirar dúvidas da população.


Fonte: Prefeitura de São Paulo


Grupo BX investe R$ 1,5 milhão na BX Tech, seu novo braço de negócios para setor de tecnologia

O operador logístico BX LOG (www.bxlog.com.br) acaba de criar a BX TECH, um novo braço de negócios dedicado à prestação de serviços de manutenção técnica e revitalização dos equipamentos resultantes da logística reversa dos clientes de TI e Telecom. A BX LOG investiu R$ 1,5 milhão na BX TECH e entre os serviços que vai desempenhar estão desde o diagnóstico, triagem, reparo, troca de peças, testes, limpeza, até a devolução dos dispositivos ao cliente para uso.
O objetivo da BX TECH, explica Mauro Henrique Pereira, diretor de Negócios da BX LOG, é agregar valor aos clientes de logística de TI e Telecom do mercado, visando não apenas recuperar os ativos resultantes de sua logística reversa, mas também evitar que entrem numa espiral negativa de compra constante de equipamentos por não conseguir recuperá-los, avolumando estoques e impactando o meio ambiente com um sem número de dispositivos que poderiam ser reaproveitados.
“A BX TECH vai recuperar esses ativos e retorná-los a campo para uso em, no máximo, 90 dias, contra os atuais um ano e dois meses enfrentados pelas empresa para voltar à cadeia logística”, assinala Pereira. “Estimamos que as manutenções vão permitir uma redução de mais 50% nos custos de compras de equipamentos novos”.
A estrutura da BX TECH é focada em uma ação global, com ações regionais: cada estado brasileiro terá uma base de apoio logístico e unidades espalhadas pelo país, os chamados centros regionais, que vão fazer a captação local e a manutenção, agilizando o processo de retorno de material recuperado à cadeia logística. Os centros regionais estarão localizados no RJ, DF, PE, CE, AM, PA e PR e o centro nacional, localizado em São Paulo, congregará a gestão dos centros regionais e o armazém central, além de realizar reparos específicos não realizados localmente.

Best practices em Telecom e TI
O operador logístico BX LOG tem entre seus clientes de TI e Telecom empresas como a Ação Informática, da multinacional Ingram Micro, além de operadoras de Telecom e TV a cabo e é reconhecida pelas best practices que aplica às suas operações do segmento. Tecnologia aplicada ao manuseio e transporte da carga, além de cobertura de seguro equivalente ao alto valor da carga (até R$ 5 milhões por embarque), rastreamento e gerenciamento de riscos.
Na armazenagem, opera armazéns Classe A, além de ter certificação para armazéns gerais e operar como filial do cliente com estrutura exclusiva, instalação de laboratórios e operações dedicadas.

Fonte: Logweb

Hamburgo na Alemanha, é a primeira cidade no mundo a proibir cápsulas de café


 

A moda do momento são as cápsulas de café expresso individuais, utilizadas em máquinas caras e responsáveis por um consumo excessivo de material. Há uma estatística que diz que, caso sejam alinhadas todas as cápsulas de café consumidas no mundo, seria possível circundar o globo 12 vezes. Para piorar, esses pequenos copos são feitos de uma mistura de plástico e alumínio, o que significa que a maioria das usinas de reciclagem em todo o mundo não consegue reciclá-las corretamente.
Por conta disso, a cidade alemã de Hamburgo tornou-se a primeira no mundo a proibir a venda e a utilização de cápsulas de café individuais em todos os prédios administrados pelo governo. “Essas porções geram consumo de recursos e descarte de resíduos desnecessários. As cápsulas não podem ser recicladas facilmente porque são, muitas vezes, feitas de uma mistura de plástico e alumínio. São 6 gramas de café em 3 gramas de embalagem. Nós, em Hamburgo, pensamos que isso não deve ser comprado com o dinheiro dos contribuintes”, relatou Jan Dube, do Departamento de Meio Ambiente e Energia de Hamburgo.
O movimento, que é apenas uma parte da tentativa de tornar a cidade mais sustentável e amiga do ambiente, vem em resposta à recente explosão dessas cápsulas nos últimos anos. As vendas de cafés individuais triplicaram na Europa Ocidental e nos EUA desde 2011, e em 2013, máquinas para tais cápsulas foram vendidas na Europa Ocidental pela primeira vez.
Em 2014, os principais fabricantes venderam cerca de 9,8 bilhões de pacotes de cápsulas, e apenas 5% das pessoas faziam a reciclagem (o que também provavelmente não adiantou muito, por conta da dificuldade do processo). Embora a principal empresa produtora, Keurig, tenha se comprometido a criar uma versão totalmente reciclável do produto em 2020, os próximos 4 anos podem causar um dano terrível ao ambiente, dizem os especialistas. “Não importa o que eles digam sobre a reciclagem, essas coisas nunca serão recicláveis. Eu às vezes me sinto mal por ter criado isso”, disse John Sylvan, fundador da Keurig e inventor da cápsula de café, em entrevista ao The Atlantic.
Atualmente, cerca de 13% das pessoas na Alemanha consomem essas cápsulas diariamente. Nos EUA, a percentagem de pessoas com uma máquina de café encapsulado aumentou de 15% para 25% entre 2014 e 2015. O que é realmente preocupante é saber que as pessoas continuam usando mesmo conscientes sobre seus malefícios. De acordo com uma pesquisa recente, 1 em cada 10 britânicos disse acreditar que as “cápsulas de café sejam muito ruins para o Meio Ambiente”, mas, ao mesmo tempo, 22% dessas pessoas alegaram possuir uma máquina.
No caso de Hamburgo, a importante decisão se aplica apenas a edifícios de propriedade do governo. As cápsulas de café ainda são legais em qualquer outro lugar, mas essa redução pode, além de ser benéfica, estimular a discussão sobre o assunto.

Fonte: Exame

Sacolinha e fraude

E lá vamos nós com a questão da sacolinha plástica novamente. Não basta o governo fazer isso diuturnamente, também o setor privado o faz. Todos se aventuram a tirar sua vantagem. Impressionante país que não se leva a sério em hipótese alguma. Principalmente São Paulo, que tem a prefeitura dos sonhos de qualquer exterminador.
Nunca se pensa no consumidor, no cidadão. Sempre em seu proveito próprio. Mas, claro, a culpa não é só deles. É muito mais nossa. Aceitamos tudo como se fôssemos uma grande lata de lixo. Precisamos fazer respeitar nossa inteligência.
A sacolinha plástica virou a vilã da má qualidade de vida. Como se fosse apenas ela. E querem fazer crer que com sua eliminação o planeta estará salvo. Contra a garrafa de tereftalato de polietileno (PET) não se fala ou faz nada. Talvez porque o povo seja a parte fraca, e as grandes companhias de  refrigerantes e os governos das várias esferas a parte forte.
E também as demais mercadorias vendidas a nós diariamente, que estão em plásticos. Por exemplo, os salgadinhos em geral. Também os detergentes têm embalagens plásticas e muitos outros produtos de limpeza. O papel higiênico vem embalado em plástico. O nosso jornal é entregue em casa em um saco plástico.
Há uma infinidade de mercadorias cuja embalagem é plástica, e não vemos  ninguém vociferar contra elas. Talvez porque essas embalagens façam parte do preço de compra e venda, ou seja, não estão sendo dadas. Olhamos nossa despensa e praticamente só tem embalagens plásticas.
Está claro a todos que a questão não é ecológica. É puramente financeira. Não se está pensando no meio ambiente, no futuro do planeta. Todos estão pensando em seus próprios bolsos. Que é tudo que se faz no nosso Brasil. Tudo é sempre contra o povo, cordeiro que somos.

Por: Samir Keedi

Twitter: twitter.com/samirkeedi;

Tem celulares velhos guardados em casa? Conheça os sites que compram os aparelhos antigos

Com a modernização dos mais diversos produtos no mercado, muitos dos celulares antigos se tornaram obsoletos. Mas alguns sites podem ajuda-lo a não perder dinheiro com tais aparelhos.
As páginas podem render um dinheiro extra com os smartphones ou telefones celulares que não são mais usados por você. Os equipamentos, além de não terem mais utilidade, acabam ocupando gavetas dentro de casa.
Entre os sites que efetuam a compra dos equipamentos é possível encontrar o Brused, Redial, Ziggo e Uzlet.
Com a modernização dos mais diversos produtos no mercado, muitos dos celulares antigos se tornaram obsoletos. Mas alguns sites ajudam a não perder dinheiro com os aparelhos.
Conheça os sites que compram os aparelhos antigosO Brused é especializado apenas em aparelhos da Apple. Nele é possível comprar e vender iPhones, iPads, iPods ou Macbooks.
O Redial aceita aparelhos de quaisquer marcas. Basta digitar o nome do aparelho e responder perguntas sobre a condição atual do equipamento.
O Ziggo é uma opção também interessante. Basta indicar a condição do aparelho, sobre o funcionamento e aspectos físicos aparentes.
Para fechar, o Uzlet funciona de forma semelhante aos demais.
Agora basta escolher um deles e ganhar um dinheiro extra com seu celular antigo.
Fonte: Catracalivre

Logística Reversa: Anvisa determina apreensão e inutilização de Shampoo

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (24), no Diário Oficial da União, determina a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e do uso do produto Brushing Progress – Shampoo Antioxidante da marca Essencial Cosméticos, fabricado pela empresa Relux Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.
De acordo com o texto, o produto não possui registro, notificação ou cadastro na Anvisa. Já a empresa não possui autorização de funcionamento e, segundo a agência, usa na rotulagem do xampu dados de endereço, CNPJ e autorização de funcionamento referentes à empresa Indústria e Comércio de Cosméticos Reluz Ltda., que desconhece a existência do produto.
 
A Anvisa determinou, ainda, a apreensão e a inutilização das unidades do xampu encontradas no mercado. A resolução entra em vigor nesta quarta-feira.
 
Fonte: Agência Brasil

Newsletter Blog Logística Reversa e Sustentabilidade

Posted: 12 Jun 2014 08:52 AM PDT

Pioneira em ações de sustentabilidade e preocupada com a destinação correta dos resíduos de instrumentos de escrita, a Faber-Castell, em parceria com a TerraCycle, acaba de promover pelo segundo ano consecutivo a ação “Faxina nos Armários” – um projeto que colabora com a redução de lixo através da reciclagem. O Colégio Cenecista Pedro Antônio Fayal, de Itajaí (SC), foi o grande vencedor desta segunda edição, com a coleta de 65.922 unidades – um resultado 85% maior em relação ao mesmo período do ano passado.
Com o programa, estudantes de todo o Brasil podem enviar seu material escolar de qualquer marca, gratuitamente, para reciclagem. O “Faxina nos Armários” faz parte da Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell, onde todo o material coletado é transformado em matéria-prima novamente e vendida para fornecedores diversos – não somente de materiais de escrita. Essa matéria-prima é introduzida na cadeia produtiva novamente e pode ser transformada em produtos variados, como por exemplo, uma lixeira. A TerraCycle transforma resíduos difíceis de reciclar em uma grande variedade de produtos de consumo. Estes novos produtos desviam os resíduos de aterros e contribuem para um mundo mais limpo.
Participar é fácil: basta algum responsável pela escola cadastrá-la na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell no site da TerraCycle (http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html). Os alunos e professores devem juntar os materiais de escrita para serem descartados e levá-los para as suas escolas. Podem ser enviados todos os instrumentos de escrita tais como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco, de qualquer marca, que não funcionam mais ou estejam quebrados. Entre os diversos prêmios estão 55 mil pontos bônus que podem ser revertidos em doações (cada ponto equivale a R$ 0, 01) para uma escola ou fundação sem fins lucrativos. 
O programa também é estendido a empresas e organizações com interesse em enviar materiais para reciclagem. Além de colaborar com a redução de lixo por meio da reciclagem, o participante dos times de coleta da Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell junta pontos, que são convertidos em uma doação em dinheiro para as próprias escolas ou entidades sem fins lucrativos escolhidas pelos times.

As Brigadas

Qualquer pessoa pode montar um time de coleta de instrumentos de escrita para serem reciclados. Basta se cadastrar gratuitamente no site da TerraCycle, juntar os produtos e enviar sem custo pelo correio. Quem se cadastra pode formar um time de coleta com outras pessoas em casa, na empresa, na escola ou mesmo um grupo de amigos. Para cada 12g de resíduos (o que equivale ao peso de um lápis ou uma caneta), são doados R$ 0,02 para uma escola ou organização sem fins lucrativos, escolhida pelo próprio time de coleta. Além do programa gratuito, as brigadas são uma excelente oportunidade para arrecadar fundos para as escolas, incentivar a coleta de resíduos, e é uma maneira eficaz de inserir a educação ambiental na sala de aula. No sitewww.terracycle.com.br e nas redes sociais, os professores podem encontrar o passo-a-passo de objetos feitos a partir daquilo que viraria lixo.

Sobre a Faber-Castell

Líder mundial na produção de EcoLápis de madeira plantada, a história da Faber-Castell se confunde com a própria criação do lápis. Fundada em 1761 na Alemanha, hoje a empresa possui escritórios em mais de 100 países. No Brasil, onde está presente desde 1930, três fábricas (São Carlos-SP, Prata-MG e Manaus-AM) e 9.600 hectares de floresta cultivada (também em Prata-MG) são as responsáveis pela produção de 1,9 bilhão de EcoLápis por ano. Com mais de 69 mil postos de venda no Brasil, exporta também para mais de 70 países. Seu portfolio inclui: EcoLápis de cor e de grafite, giz de cera, tintas escolares, canetinhas hidrográficas, apontadores, borrachas, canetas, lapiseiras, kits criativos, produtos artísticos, e instrumentos e acessórios de luxo para escrita. Seu projeto de plantio e seus EcoLápis são certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council). Em 2004, o processo produtivo da Faber-Castell também recebeu o certificado ISO 14001, conquistando a recertificação em 2010.

Em 2012, a Faber-Castell estabeleceu uma parceria com a TerraCycle e lançou um programa de coleta que permite a transformação de instrumentos de escrita em matéria prima reciclada, que substitui o material virgem que seria utilizado e evita o descarte de resíduos no meio ambiente. O consumidor pode ajudar se inscrevendo no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell, gratuitamente, por meio do site (http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html).

Fonte: Faber Castell
Posted: 12 Jun 2014 07:32 AM PDT

A edição sustentabilidade da NOI (que circula na Serra Gaúcha e Porto Alegre/RS) apresenta o case de descontaminação de lâmpadas fluorescentes e recuperação de mercúrio da Apliquim Brasil Recicle. 
Até 2020 devem ser proibidas a produção e o comércio internacional de itens que carreguem mercúrio pelo Programa Ambiental das Nações Unidas. “Se o Brasil tratasse os seus resíduos, e recuperasse todo o mercúrio que já manipula, nos tornaríamos autossuficientes no consumo do metal” explica o engenheiro Eduardo Sebben, na matéria publicada na página 20 da NOI. 
A edição online pode ser lida em: http://www.revistanoi.com.br/ed/24/index.html#p=20

Posted: 11 Jun 2014 02:44 PM PDT
A logística reversa ganha força com uma recente decisão do STJ. Um caso parecido já havia ocorrido no estado do Paraná em 2010, quando o IAP autuou empresas de refrigerantes e bebidas em 14 milhões por descumprirem o plano estadual de resíduos sólidos. Veja a matéria na íntegra abaixo.

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) que responsabilizou a empresa Refrigerantes Imperial S/A pelos danos ambientais decorrentes do descarte de garrafas PET. A Turma não entrou na discussão sobre a existência ou não de responsabilidade da empresa, como ela pretendia, pois o recurso não contestou os fundamentos legais da decisão de segunda instância.
A fabricante foi condenada pela Justiça do Paraná a recolher os vasilhames deixados pelos consumidores em ruas, córregos e qualquer outro lugar impróprio, e também a informar procedimento de recompra no rótulo dos produtos e aplicar 20% de sua verba publicitária em campanhas educativas.
O acórdão do STJ que negou provimento ao recurso da empresa deve ser publicado nos próximos dias.

Responsabilidade objetiva

O tribunal paranaense entendeu que a fabricante tem responsabilidade objetiva por dano causado pelo descarte de embalagens, nos termos das Leis 7.347/85 e 6.938/81 (artigos 3º e 14) e da Lei Estadual 12.943/99 (artigos 1º e 4º).
Ajuizada pela Habitat – Associação de Defesa e Educação Ambiental, a ação foi julgada improcedente em primeira instância, apesar de o juízo singular reconhecer a existência do dano. O TJPR reformou essa decisão ao argumento de que a responsabilidade pelo lixo resultante é da ré e não poderia ser transferida para o governo ou para a população.
Segundo o tribunal estadual, se o uso das garrafas PET permite que os fabricantes de bebidas reduzam custos e aumentem lucros, nada mais justo do que responsabilizá-los por isso. A empresa, portanto, deveria retirar as garrafas das ruas ou recomprá-las, além de investir na conscientização de consumidores.
Créditoda imagem: Folha Uol

Fora do pedido

No recurso ao STJ, a empresa afirmou que as provas relativas ao dano ambiental eram frágeis e que o reconhecimento de responsabilidade exigia a demonstração de nexo de causalidade, não presente no caso. Disse que não se enquadrava como agente poluidor e que o material utilizado para envasar os produtos não poderia ser entendido como resíduo industrial. O possível dano ambiental, acrescentou, seria decorrente da atitude dos consumidores ou da omissão da administração pública.
A fabricante alegou ainda que o TJPR teria feito julgamento extra ou ultra petita (fora ou além do pedido) quando determinou que fossem adotados procedimentos de recompra e reutilização das garrafas, com informações sobre isso nos rótulos, e também quando a obrigou a investir 20% dos recursos de publicidade na conscientização dos consumidores sobre o destino das embalagens 

Condenação alternativa

Para o relator, ministro Antonio Carlos Ferreira, a responsabilidade atribuída ao fabricante em relação aos resíduos gerados pelo consumo de seus produtos decorre de preceitos constitucionais, inseridos principalmente nos artigos 170, inciso VI, e 225 da Constituição Federal.
Ao negar o recurso, o relator concluiu que não houve julgamento fora do pedido no acórdão do TJPR. Os procedimentos de recompra e reutilização determinados pelo TJPR realmente não foram pedidos na ação, que pleiteava apenas a condenação da empresa a recolher os vasilhames espalhados no meio ambiente e a promover campanha publicitária para incentivar o recolhimento, sem definição de valor a ser investido.
No entanto, segundo o ministro Antonio Carlos, a recompra dos vasilhames foi uma condenação alternativa imposta pelo TJPR, cabendo à empresa aceitá-la, se preferir, ou cumprir a determinação para recolher diretamente as garrafas. Quanto à fixação do percentual dos gastos com campanha publicitária, o ministro afirmou que o TJPR apenas definiu uma forma eficaz de cumprimento da condenação, evitando discussões na fase executória.

Pós-consumo

Além disso, o relator observou que alguns dos dispositivos de lei citados pela empresa como supostamente violados não foram debatidos no tribunal de origem, o que leva, nesse ponto, ao não conhecimento do recurso por falta de prequestionamento.
Por outro lado, a recorrente não questionou a incidência de normas legais nas quais o TJPR se baseou para concluir que, em se tratando de responsabilidade pós-consumo de “produtos de alto poder poluente”, não se poderia poupar quem se beneficiou economicamente com a degradação ambiental resultante.
“Em tais circunstâncias, sendo incontroversos os fatos da causa e entendendo o tribunal de origem, com base em normas legais específicas sobre o mérito, haver responsabilidade e culpabilidade por parte da ré, que lucra com o uso das garrafas PET, caberia à recorrente apresentar normais legais igualmente meritórias em seu favor”, afirmou o ministro.

Esta notícia se refere ao processo: REsp 684753

Fonte: ICNews
Fonte da imagem: Folha de São Paulo


Paraná – Governo autua empresas de refrigerantes e bebidas não alcoólicas em 14 milhões
Publicado em 31 de março de 2010

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos autuou nesta quarta-feira (31) fabricantes de refrigerantes e bebidas não-alcoólicas em R$ 14 milhões – cada uma foi multada em R$ 1 milhão – pelo descumprimento da legislação ambiental no que se refere à destinação dos resíduos de embalagens que disponibilizam no mercado. As empresas multadas foram Alflash, Brasfrigo, Chocoleite, Ambev, Danone, Nestlé, Pepsi-Cola, Schincariol, Red Bull, Refrigerantes Pakera, SIG Combibloc, Coca-cola, Ultrapan, Yoki.
Para o secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, os fabricantes não cumpriram com o planejamento previamente acordado – com a Secretaria e o Ministério Publico – para a logística reversa de suas embalagens. “O nosso entendimento foi que estas empresas não estão assumindo os passivos ambientais produzidos por suas práticas comerciais no Estado”, disse.
Desde maio de 2009 técnicos da Secretaria, por meio do Programa Desperdício Zero, mantiveram conversas e negociações com a Associação Brasileira de Refrigerantes e Bebidas Não-Alcoólicas (ABIR), instituição que foi eleita pelas empresas para mediar as discussões e elaborar um Plano de logística reversa, que deveria ser apresentado à Secretaria.
Rasca Rodrigues comentou ainda que esta atitude dos fabricantes acaba onerando os municípios, e ignora toda a cadeia de reciclagem que se inicia com os catadores até os recicladores que trabalham sem subsídios dos responsáveis pelas embalagens.
As empresas foram enquadradas no artigo 80 do decreto federal 6514/2008, por desrespeito a autoridade ambiental, falta do Plano de Gerenciamento de Resíduos, que se referem às embalagens pós-consumo dos seus produtos, entre outros dispositivos da Legislação Ambiental. Além da autuação, as empresas terão ainda que apresentar um novo Plano de Gerenciamento.

Histórico

Em maio de 2009, os fabricantes foram informados pela Secretaria e pelo Ministério Público do Paraná sobre as exigências ambientais quanto à geração de passivos ambientais, e da necessidade da formação de um Plano de logística reversa – que consiste no recolhimento das embalagens dos produtos por meio do fabricante. Somente no dia 21 de outubro a Abir apresentou projeto denominado “Multiplicadores ambientais e inclusão social no estado do Paraná” o qual recebeu parecer favorável do corpo técnico da Coordenadoria de Resíduos Sólidos.
Após esta data a Associação alterou unilateralmente o cronograma apresentado pelo projeto e tendo em vista que o termo não teve adesão de todas as empresas desta Associação, a multa foi aplicada.
O coordenador de resíduos sólidos da Secretaria, Laerty Dudas, declarou que ao analisar o histórico das negociações fica clara a postura adotada pelas empresas. “Elas optaram pela política do não fazer e de como ganhar tempo para não assumir suas responsabilidades como fabricante”, destacou.

Logística Reversa

Em 2003, a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos lançou o programa Desperdício Zero para reduzir em 30% o volume de resíduos depositados nos aterros sanitários paranaenses – cerca de 20 mil toneladas a cada dia. Uma de suas primeiras ações foi a identificação dos materiais que chegavam, desnecessariamente, em grandes quantidades nos aterros sanitários para colocar em prática a logística reversa.
Sacolas plásticas, embalagens longa vida, pilhas e baterias, papel, materiais de construção civil, pneus, lâmpadas, metais, orgânicos, vidros, óleo lubrificante eram alguns destes resíduos.

Resultados

Os primeiros resultados já estão aparecendo. A maioria dos supermercados instalados no Paraná já aderiu a sacolas ecologicamente corretas – como as feitas de plástico oxibiodegradável, tecido ou retornáveis. A Tetra Pak, por exemplo, fabricante exclusiva das embalagens longa vida cartonadas, também acatou a solicitação da Secretaria e desenvolveu, em parceria com o Desperdício Zero, um programa chamado “Paraná e Tetra Pak em ação” para o recolhimento dos seus produtos.
Já os postos de combustíveis, um dos principais distribuidores de óleo lubrificante, lançaram o programa Jogue Limpo, para recolhimento e reciclagem destas embalagens – elaborado de maneira inédita pelo Desperdício Zero em parceria com Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) e o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Paraná (Sindicombustíveis-PR).

Fonte – Agência Estadual de Notícias de 31 de março de 2010

Foto - angelmaramot

Abaixo a carta de autuação constante no site da FunVerde

Curitiba, 30 de março de 2010.
Ofício nº 189/10 – SEMA/GS

Prezado Senhor:
Determino que sejam autuadas as empresa abaixo relacionadas, tendo em vista, que as mesmas até a presente data não apresentaram, a esta SEMA e ao Ministério Público, proposta para a implementação da logística reversa que permita o recolhimento das embalagens pós-consumo geradas no Estado do Paraná.
A morosidade com que essas empresas, através da Associação Brasileira de Refrigerantes e Bebidas Não Alcóolicas – ABIR, tratam o assunto, fica perfeitamente demonstrado no histórico em anexo, pois o mesmo reflete a estratégia aplicada pela ABIR de como “não fazer e de como ganhar tempo e não assumir suas responsabilidades pós-consumo de suas embalagens”.
Sendo assim, estas empresas deverão ser enquadradas, quanto ao aspecto de desrespeito a autoridade ambiental, falta do Plano de Gerenciamento de Resíduos que contemplem as embalagens pós-consumo, pelo passivo ambiental gerado pelas embalagens pós-consumo de seus produtos, entre outros dispositivos que ferem à Legislação Ambiental.
Empresas a serem autuadas:
1.Alflash Comércio de Bebidas
2. Brasfrigo S/A Alimentos
3. Chocoleite Indústria de Alimentos LTDA
4. Cia de Bebidas das Américas – AmBev
5. Danone LTDA
6. Nestlé Waters Brasil Bebidas e Alimentos LTDA
7. Pepsi-Cola Industrial da Amazônia
8. Primo Schincariol – Ind de Cervejas e Refrigerante
9. Red Bull do Brasil
10. Refrigerantes Pakera
11. SIG COMBIBLOC
12. SPAIPA S/A – Indústria Brasileira de Bebidas
13. ULTRAPAN Ind. Comércio LTDA
14. YOKI Alimentos S/A.
Cumpra-se
Lindsley da Silva RASCA RODRIGUES
Secretário de Estado

Ilustríssimo Senhor
Vitor Hugo Ribeiro Burko
Instituto Ambiental do Paraná – IAP

Fonte: Funverde
Posted: 11 Jun 2014 12:59 PM PDT
Toda empresa terá de descrever o ciclo de vida de seu produto e a operação de tratamento dos resíduos gerados
Dórli: toda empresa terá de fazer um plano de gerenciamento de resíduos
Dórli: toda empresa terá de fazer um plano de gerenciamento de resíduos
Oito de cada dez pequenas e médias empresas (PMEs) não sabem, até o momento, que a lei que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) já está em vigor e que elas têm prazo até agosto para começar a atender às suas determinações. Esta é a avaliação que Dórli Terezinha Martins, consultora do Sebrae, faz ao cabo de uma ampla programação de encontros com pequenos e médios empresários no âmbito do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), para explicar o conceito de logística reversa.

No entanto, a nova legislação ambiental, regulamentada em 2010, tem como eixo central a responsabilidade compartilhada entre governo, empresas e população na questão dos dejetos urbanos; obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher e destinar corretamente o lixo produzido ao longo do ciclo de vida do produto e determina que toda empresa faça um plano de gerenciamento de resíduos. 
À exceção das PMEs com faturamento anual inferior a R$ 2,4 milhões, que geram apenas resíduos sólidos domiciliares (papel e lixo comum), nenhum outro empresário poderá se furtar às exigências do Decreto nº 7.404, que regulamenta a PNRS, que também determina o fim dos lixões até 2014 e o descarte em aterros sanitários apenas dos materiais que não podem ser reciclados. A logística reversa - a coleta e retorno de materiais à indústria após o consumo - passa a ser obrigatória para alguns setores.
Sancionada a lei, resta saber: como motivar o grande contingente de PMEs a aderir à engrenagem da coleta e venda de materiais recicláveis, que, segundo estimativas da LCA Consultores para o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), faturou nada menos que R$ 712 milhões em 2012? "Este setor ainda está em um processo incipiente; não tem ações definidas", lamenta a consultora do Sebrae, lembrando que, na maioria dos casos, circula a ideia errônea de que a lei só diz respeito aos grandes.Para que as PMEs contribuam com a logística reversa, é preciso investir em divulgação, insiste Dórli Terezinha: "Os sindicatos patronais, as prefeituras e estados e o próprio Sebrae devem destrinchar a informação e repassá-la ao empresariado".Elas devem ser informadas, por exemplo, que, pela nova lei, toda empresa terá de descrever o ciclo de vida de seu produto e a operação de tratamento dos resíduos gerados durante sua fabricação. Isso vai além do bê-á-bá de fazer uma coleta seletiva de materiais, reusar água, quando possível, e economizar energia. Consiste em ter um entendimento abrangente de toda a cadeia de matérias-primas e insumos da qual faz parte e supõe formar multiplicadores, treinando funcionários para que implantem e se adaptem a uma nova cultura sustentável. Ou, como explica o presidente do Cempre, Victor Bicca Neto, há que ter consciência de que, aos olhos da lei, não existem mais empresários individuais: "Arranjos produtivos que consideram os elos e engrenagens da atividade, desde o insumo básico até o reprocessamento da sucata para fabricação de novos produtos, são estratégicos para a expansão do mercado da reciclagem. Ou seja, a responsabilidade compartilhada pelos resíduos, eixo central da nova legislação para o setor, reforça a importância dos atores e seus diferentes papéis". 

Longe de gerar prejuízos e encarecer os custos de produção, as PMEs também devem estar cientes de que a aplicação da lei pode gerar novas oportunidades de negócio ao dar vazão a um maior volume de resíduos separados. Segundo Bicca Neto, "em 2012, a coleta, triagem e processamento dos materiais em indústrias recicladoras geraram um faturamento de R$ 10 bilhões no Brasil e a expectativa para os próximos anos é de uma significativa expansão no ritmo do desenvolvimento do parque industrial de reciclagem". Para Joseph Couri, presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), caberá à imprensa veicular o papel de cada um no processo de logística reversa: "O comerciante terá de instalar locais específicos para recolher o lixo dentro do seu negócio, à indústria caberá retirar os produtos e encaminhá-los para reciclagem ou reúso", adverte.

Caio Magri, diretor-executivo de operações, práticas empresariais e políticas públicas do Instituto Ethos, acredita que a construção e o fortalecimento de vínculos de negócios sustentáveis entre empresas compradoras e fornecedoras, que incluam a figura do catador de materiais recicláveis e suas cooperativas, podem gerar bons resultados na direção da sustentabilidade. Para tanto, o Ethos vem apostando num novo paradigma para a cadeia produtiva da reciclagem, pelo qual as empresas são orientadas a adquirir matéria-prima e produtos reciclados e a doar materiais para as cooperativas e a sociedade a consumir mais e separar seus materiais recicláveis e doá-los para catadores e cooperativas. Segundo Magri, os resultados da aproximação do setor empresarial do trabalho desenvolvido pelas organizações de catadores têm sido promissores, em todo o País, desde 2006, quando, em parceria com a Fundação Avina, o Ethos lançou o programa Vínculos de Negócios Sustentáveis em Resíduos Sólidos. 

Segundo levantamento da LCA Consultores, o Brasil gera, diariamente, 193.642 toneladas de lixo. Em 2012, 27% dos resíduos urbanos recicláveis (fração seca) coletados foram efetivamente recuperados, sendo desviados dos lixões e aterros e retornando à atividade produtiva. Em se tratando de embalagens, por exemplo, o índice de recuperação é mais alto: 65,3%.

Autor: Marina Azulão

Fonte: DCI 

ONU lança cursos online grátis (com certificado), parte do Programa de Capacitação em Energias Renováveis

                                Foto: ONUDI

Com o objetivo de promover o acesso aos mais modernos serviços energéticos, o Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e o Caribe, da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), disponibiliza, online, sete cursos em português, inglês e espanhol, através de seu Programa de Capacitação em Energias Renováveis.

Este programa, desenvolvido pela ONUDI em cooperação com o Centro de Pesquisa para Energia, Meio Ambiente e Tecnologia (CIEMAT), a Universidade de Salamanca, e a Universidade Politécnica de Madrid, está focado no contexto das tecnologias de produção de energia que cumpram com as necessidades da América Latina e Caribe, fazendo com que os alunos estejam conscientes das oportunidades dentro do campo das energias renováveis.

O objetivo é promover o acesso aos mais modernos serviços de produção energética por meio de um programa de treinamento sobre as principais técnicas de geração limpa de energia e a construção de edifícios energeticamente eficientes.

Organizado em sete módulos de ensino equivalente a 16 horas-aula cada, o curso fornecerá uma revisão técnica sobre os diferentes temas e tecnologias, bem como suas aplicações e visão regional, incluindo a análise de exemplos práticos. Todos os módulos de e-learning estão disponíveis em três idiomas: inglês, espanhol e português. Os alunos irão encontrar em cada um dos módulos diferentes elementos de formação, como guia didático, apresentações em vídeo, conteúdo extenso, slides interativos e exercícios práticos.Conheça os assuntos de cada módulo clicando aqui.

Após completar os cursos, os alunos devem ser capazes de desenvolver projetos de energia renovável em um ambiente hidrogênio e dinâmico, e que os profissionais do setor de energia sejam treinados dentro de uma abordagem prática. Este programa de treinamento utiliza uma metodologia de ensino à distância em uma modalidade 100% autodidata.

O programa de capacitação é gratuito e aberto e, no final, os participantes receberão um certificado de aprovação acreditado pelas instituições que contribuíram em seu desenvolvimento.

Para saber mais informações sobre o curso, CLIQUE AQUI 

Para se inscrever, CLIQUE AQUI e caso precise de mais informações, envie um e-mail para renenergyobservatory@unido.org
 
Fonte: Blog Logística Reversa e Sustentabilidade

20 DICAS PARA UM AMBIENTE DE TRABALHO MAIS SUSTENTÁVEL


Fonte: Eco Desenvolvimento.org

Mercado de Créditos de Logística Reversa de Embalagens (CLR)

A BVRio está operando um mercado de Créditos de Logística Reversa de Embalagens (CLR).

Créditos de Logística Reversa de Embalagens representem a atividade de coleta e triagem realizada pelas Cooperativas de Catadores. Além de constituir um instrumento de inclusão produtiva e geração de renda para os catadores (adicional à venda dos materiais) e contribuir para a formalização, desenvolvimento e fortalecimento das cooperativas, constituem um modo eficiente para as empresas cumprirem suas obrigações legais.

Existem hoje no Brasil cerca de 800.000 catadores de material reciclável atuando na coleta e triagem de resíduos sólidos pós-consumo. Responsáveis por mais de 70% de toda a coleta seletiva realizada no país, os catadores vêm se estruturando por meio de cooperativas ou associações e a atividade de catação, hoje reconhecida como profissão, representa um meio concreto de inclusão produtiva para uma parcela significativa da população brasileira.

Atualmente, no entanto, os catadores são remunerados unicamente pela venda do material triado, mas não pelo serviço ambiental que resulta da coleta e triagem, ou seja, a atividade de logística reversa realizada pelos catadores. Essa externalidade positiva resultante da atividade dos catadores, que beneficia a sociedade em geral e, em particular, àqueles que tem a responsabilidade legal de realizar a logística reversa, deve ser remunerada.

Reconhecendo a enorme dimensão social e ambiental do serviço ambiental prestado pelos catadores, a lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) determina que todas os instrumentos de execução da lei devem contemplar os catadores, com vistas a promover a estruturação e o desenvolvimento de cooperativas e a sua emancipação econômica. Em particular, qualquer sistema de logística reversa que vier a ser implementado para o setor de embalagens em geral deve promover a inclusão produtiva dos catadores.

A utilização de um mecanismo de Créditos constitui um instrumento eficiente de aplicação da lei, na medida que implementa um sistema de logística reversa com a inclusão produtiva dos catadores.

Créditos de Logística Reversa

Como forma a promover a implementação da logística reversa de forma eficiente e com a efetiva remuneração dos catadores pelo serviço prestado, em conformidade com a PNRS, a BVRio desenvolveu, em parceria com o Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável - MNCR, um Mercado de Créditos de Logística Reversa (CLR).

Os CLR são emitidos e vendidos pelos atores que efetivamente coletam resíduos (ou seja, catadores), e comprados pelos atores que necessitam fazer a logística reversa para cumprir com suas obrigações perante a lei. O processo de criação dos créditos envolve o registro de toda a atividade de coleta, triagem e venda do material triado em um Sistema de Gestão eletrônico. Os CLR são emitidos por tipo de material triado e vendido, com nota fiscal.

O uso de Créditos de Logística Reversa traz vantagens econômicas, sociais e ambientais:

• Do ponto de vista social, o mecanismo dos créditos viabiliza o pagamento de centenas de milhões de reais por ano pelos serviços prestados pelos catadores (ou seja, de forma adicional à receita obtida com a venda dos materiais), de forma não assistencialista, propiciando uma efetiva de inclusão produtiva dos catadores em grande escala. Constitui ainda um incentivo à formalização das cooperativas de catadores, fomentando o desenvolvimento destas como agentes econômicos no setor de logística reversa.

• Do ponto de vista ambiental: sendo baseado na produtividade, e não em medidas assistencialistas, o sistema de créditos incentiva o aumento e diversificação da coleta e triagem.

• Do ponto de vista econômico - é uma solução eficiente e de baixo custo para o consumidor. Mecanismos de mercado tendem a ser mais eficientes e baratos do que soluções centralizadas. Adicionalmente, não obstante a relevância dos valores agregados do sistema, o custo unitário dos créditos, individualizado por produto, tende a centavos.

Para negociar Créditos de Logística Reversa, acesse a Plataforma BVTrade



Parmalat e Líder anunciam recall de 300 mil caixas de leite com formol

Ministério da Justiça afirmou que a LBR, responsável pelas empresas Parmalat e Líder, protocolou o pedido de recall de mais de 300 mil caixas de leite das duas marcas. Segundo o comunicado do ministério, foi detectada presença de formol na bebida.
A LBR afirma que a campanha de recolhimento teve início em 21 de março, com 101.220 unidades do leite UHT integral, de forma não sequencial dos lotes L11D00S1 a L11F23S1, produzidos na cidade de Guaratinguetá (SP) entre os dias 13 e 14 de fevereiro de 2014.
Da marca Líder, são 199.800 caixas do leite UHT integral, também produzidas em 13 e 14 de fevereiro, porém na fábrica de Lobato (PR). Os lotes afetados são A LOB 11, B LOB 9, C LOB 17, D LOB 04, A LOB 12, B LOB 19, C LOB 18 e D LOB 14.
A empresa informa que os produtos foram comercializados nos estados de São Paulo (Parmalat) e Paraná (Líder). Porém, em março, o Ministério Público gaúcho afirmou que o leite havia sido vendido no estado e o Procon de São Paulo notificou a LBR a se pronunciar, dizendo se havia risco para os consumidores.
Em nota, a LBR afirma que os produtos passaram por testes do Ministério da Agricultura, e não foram encontradas anormalidades. A LBR também coloca a disposição o telefone 0800-011-2222 para clientes tirarem dúvidas sobre a devolução e/ou troca dos produtos.
Saiba mais a respeito:

Logística Reversa

Vídeos do programa Globo Ecologia sobre Logística Reversa:




http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/12/logistica-reversa-estimula-reciclagem-de-aparelhos-eletroeletronicos.html

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/instituto-doe-seu-lixo-busca-solucoes-sustentaveis-para-o-descarte-do-residuos/3258748/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/prefeitura-do-rio-de-janeiro-multa-pessoas-que-jogam-lixo-no-chao/3258747/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/projeto-reutiliza-garrafas-pet-e-preserva-o-meio-ambiente/3258750/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/globo-ecologia-05042014-lixo-integra/3258766/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/

São Paulo inicia a implantação do plano municipal de resíduos sólidos


Maior cidade da América Latina contempla todas as exigências da PNRS e estabelece metas para os próximos 20 anos...

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, iniciou a implantação do Plano Municipal de Resíduos Sólidos. Com isso, pretende reduzir, nos próximos 20 anos, de 98,2% para 20% o volume de lixo despejado nos aterros sanitários pela maior capital do país e maior cidade da América Latina. Até 2033, 30% dos paulistanos devem tratar em casa os resíduos orgânicos domiciliares, que correspondem a 51% das 20,1 mil toneladas de resíduos coletadas por dia na cidade. Para atingir a meta, o governo começa a distribuir gratuitamente, ainda esse mês, 2 mil equipamentos para que as pessoas façam, dentro de casa, a compostagem dos restos de alimentos, que viram adubo após o tratamento. 

Para o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, a proposta servirá de inspiração para outras grandes cidades. “Trata-se de um plano concreto, elaborado de acordo com as exigências da legislação e em sintonia com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos”, disse. “São Paulo dá, com este plano, uma importante contribuição para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.” 

COLETA SELETIVA

Outra meta importante é o aumento da coleta pública seletiva de secos de 1,8% para 10%, até 2016, por meio da extensão do serviço para os 96 distritos do município, e a construção de quatro centrais mecanizadas de triagem. Pelo planejamento, cada uma das centrais receberá das empresas concessionárias investimentos de R$ 35 milhões e processará 250 toneladas diárias de resíduos recicláveis. Isso possibilitará ao município triplicar sua capacidade de processamento, chegando a 750 toneladas por dia. A ampliação da coleta seletiva também pretende valorizar as cooperativas de reciclagem e a inclusão social dos catadores. 

“O plano é resultado de um extenso processo participativo e internalizou as recomendações da 4ª Conferência Municipal do Meio Ambiente, promovida em 2013 no Anhembi”, lembrou o presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Silvano Silvério da Costa. A 4ª Conferência foi antecedida por etapas preparatórias, que contemplaram todas as regiões do município, com reuniões realizadas pelas 31 subprefeituras. No decorrer do processo, foram promovidas conferências livres e uma plenária composta por representantes de aldeias indígenas, com acompanhamento da FUNAI. A população teve a oportunidade de eleger delegados para a Conferência e discutir os problemas relacionados aos resíduos sólidos em cada região.



LOGÍSTICA REVERSA: Procon-RJ recolhe ovo Bis Xtra+ por incitar bullying

O Procon-RJ está retirando das prateleiras de supermercados e lojas de departamento ovos de páscoa Bis Xtra + Chocolate, da Lacta, por que a frase “personalize a embalagem com adesivos e sacaneie seu amigo” incita adolescentes e crianças à prática de bullying. O órgão também instaurou um processo administrativo nesta quarta-feira contra a fabricante do produto, a Mondelez Brasil, suspende a comercialização e determinando a apreensão dos chocolates que estejam à venda.


De acordo com o Procon-RJ, a campanha publicitária do produto e a mensagem transmitida em sua embalagem estão em desacordo com o artigo 37, parágrafo 2°, do Código de Defesa do Consumidor, por incentivar a discriminação entre crianças e adolescentes. O processo determina que as vendas do ovo Bis Xtra + Chocolate estarão suspensas até que a mensagem em sua embalagem seja alterada e deixe de conter os textos de incitação à prática de bullying.
Entre os adesivos que podem ser utilizados por quem adquiriu o ovo de Páscoa estão expressões como “morto de fome”, “nerd” e “nervosinho”. No processo administrativo, o órgão estadual considera que, num momento em que o bullying vem sendo discutido pela sociedade, é inadmissível que um produto direcionado a crianças e adolescentes incite qualquer tipo de violência, inclusive a verbal, entre eles.
- A Páscoa possui uma mensagem de paz e confraternização e esta campanha manda sacanear os outros? - disse a secretária de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, Cidinha Campos.
A ação foi motivada por relatos nas redes sociais e na mídia, não tendo havido reclamação formal junto ao órgão. Segundo o Procon-RJ, os gerentes dos estabelecimentos que forem visitados pelos fiscais do órgão serão responsáveis por informar a todas as filiais das redes em que trabalham sobre a suspensão da venda do produto.
Procurada pelo GLOBO, a Mondelēz Brasil informou que não foi notificada pelo Procon-RJ, até o presente momento, sobre qualquer questionamento oficial envolvendo o ovo de Páscoa Bis Xtra e, por esse motivo, não pode comentar o caso.

Fonte: O Globo