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Dachser Brasil impulsiona processo de desembaraço aduaneiro da Tetra Pak

A Tetra Pak busca constantemente a melhoria contínua em seus processos de importação e exportação. Como resultado desse esforço, a empresa foi recentemente classificada em 1º lugar no segmento “Regime Especial Linha Azul”, no Ranking de Eficiência Logística de Viracopos / Campinas (SP). O ranking é baseado no tempo médio de liberação de carga de importação e é agrupado em diferentes segmentos.
Este é o resultado de uma parceria bem desenvolvida entre a Tetra Pak e a Dachser Brasil – subsidiária local da empresa de logística sediada na Alemanha. Além de seu know-how e experiência em comércio exterior, a Dachser compartilha o mesmo conjunto de valores da Tetra Pak: visão de longo prazo, qualidade e inovação.
Monitoramento de processos, identificação de gargalos e melhoria de processos, foram os fatores determinantes para essa conquista de acordo com Angel Santana, Managing Director Dachser Brasil. “A otimização e a coordenação dos processos internos, ligados e cronometrados com o regime aduaneiro no aeroporto, foram determinantes para a operação ser bem sucedida. Juntamente com a Tetra Pak, nos concentramos em comunicações, atividades operacionais e maior eficiência”, explica Santana.
Nos últimos dois anos, a Tetra Pak tem realizado progressos significativos na eficiência dos processos, obtendo por vários meses o segundo melhor tempo no desembaraço aduaneiro. “Os desafios são grandes, mas acreditamos que podemos, em parceria com a Dachser, evoluir cada vez mais. Estamos confiantes de que excelentes resultados como este continuarão a ser alcançados”, conclui Rosana Mello, Diretora de Suprimentos da Tetra Pak para o Norte, Central e América do Sul.

Fonte: Logweb

OSRAM e LEDVANCE Brasil terceirizam suas atividades logísticas para a Kuehne + Nagel


Através de uma nova negociação no Brasil, a OSRAM e a LEDVANCE dão continuidade às parcerias já existentes na Argentina e China, e fortalecem a sua parceria global com a Kuehne + Nagel. Durante os próximos três anos, a Kuehne + Nagel será responsável pela prestação dos serviços de armazenagem para ambas empresas, incluindo operações inbound e outbound, além de picking e packing de produtos de alta sensibilidade, como lâmpadas e luminárias. O centro logístico de 6.300 m², localizado em Embu das Artes, área metropolitana de São Paulo, foi especialmente projetado para oferecer a infraestrutura necessária para armazenar os sensíveis produtos de iluminação com a máxima eficiência e segurança.
A parceria entre as empresas acontece em um momento decisivo, já que a partir do dia 01 de julho de 2016, a atual divisão de negócios de lâmpadas da OSRAM se tornará uma empresa independente sob o nome de LEDVANCE GmbH, a fim de atender as necessidades resultantes do avanço da tecnologia LED (light-emitting diode). A Kuehne + Nagel, como parceiro logístico, garantirá eficiência, agilidade e benefícios de sinergia ao fornecer serviços de excelência tanto para a OSRAM quanto para a LEDVANCE.
Everton Mello, CEO da OSRAM no Brasil, comenta: “Durante o período de um ano de preparação do projeto em conjunto com a Kuehne + Nagel, conseguimos construir uma parceria eficaz que esperamos ser duradoura para atender ainda melhor os nossos clientes. Agora que a nova instalação está totalmente em operação, podemos prosseguir ainda mais rápido, fazendo com que tudo funcione com uma grande vantagem logística”.
“Estamos muito animados com esta parceria e o nosso foco é demonstrar nossa excelência operacional com base em nossa diversificada experiência e nossos processos e sistemas de informação comprovados”, diz Eduardo Razuck, Presidente da Kuehne + Nagel Brasil. “Essa operação reforça a nossa capacidade em ser um forte parceiro para os fabricantes globais de bens de consumo, oferecendo soluções logísticas através de uma gestão integrada das cadeias de suprimentos”.


Panalpina desenvolve solução de transporte customizada para o setor de tecnologia


Atenta aos desdobramentos da demanda por soluções logísticas mais eficazes, a operadora logística Panalpina Brasil oferece um serviço altamente customizável para o transporte de cargas sensíveis, com a movimentação de cargas de todo tipo de dimensões, peso e características, como servidores de TI, antenas e equipamentos especiais de telecomunicações, cujo peso pode variar de 200kg a 2,2 toneladas.
O diretor nacional de logística da companhia, Marcelo Tonet, explica que o mercado carecia de soluções mais sofisticadas e abrangentes para determinados tipos de transportes. “Até então, existiam apenas empresas locais que faziam serviços semelhantes e percebemos que seria um diferencial passarmos a atuar neste segmento, colocando à disposição das empresas toda a estrutura e expertise da Panalpina como operadora logística global”, diz.
De acordo com o executivo, considerando a redução da atividade econômica nos últimos meses, essas operações também reduziram, mas há perspectivas de retomada do crescimento. “A expectativa é que, tão logo o país dê sinais de recuperação, os investimentos na área de infraestrutura, incluindo telecomunicações, devem ser reativados e os volumes voltem a crescer”, afirma. Atualmente, a Panalpina tem em carteira cinco das maiores empresas mundiais de tecnologia.
Benefícios — Segundo Tonet, esse tipo de atividade vai além do transporte de cargas convencional, que normalmente realiza as entregas apenas na porta ou doca do endereço solicitado. “No caso da Panalpina, prestamos serviços para grandes empresas que demandam entregas customizadas. Por exemplo, entregamos computadores e servidores de grande porte, mas não vamos até a porta do cliente e deixamos a carga na doca apenas, pelo contrário, levamos os produtos até o local onde serão instalados e deixamos os equipamentos prontos para os técnicos”, declara.
O executivo ressalta que outro exemplo de soluções customizadas oferecidas pela Panalpina é o transporte e a entrega de antenas de retransmissão de sinal de celular. “Muitas vezes essas antenas ficam em prédios comerciais ou residenciais, sem acesso apropriado de cargas. Nesses casos, desenvolvemos toda a logística para o içamento pela parte externa, com o bloqueio da rua, utilização de guindaste, etc. Com isso, levamos a carga até o topo da estrutura, fixamos no local adequado, faltando apenas que a empresa responsável faça os testes e a instalação final”, reforça.
Além dos servidores e dos equipamentos de telecomunicações, equipamentos médicos como máquinas de tomografia e aparelhos de raio-x também entram na lista das cargas transportadas pela Panalpina.
Cuidados necessários — Por serem cargas sensíveis, que exigem atenção redobrada no transporte e manuseio, a Panalpina adota medidas rigorosas de segurança. ”Muitas vezes temos que adotar medidas específicas. Há equipamentos de TI, por exemplo, que se danificam se submetidos a grandes inclinações ou a mínimos impactos. Para garantir que isto não ocorra, temos um selo de qualidade acoplado a cada equipamento, um sensor que registra qualquer impacto que o material possa sofrer durante a movimentação. Esse sensor é a prova da garantia do nosso trabalho”, afirma o executivo.
Além disso, a equipe envolvida na operação recebe o suporte necessário para estar apta e capacitada para o trabalho. “São realizados treinamentos específicos e avaliações médicas periódicas, pois a segurança dos funcionários também é prioridade”, pontua.
Em média, as operações envolvem entre 4 e 15 pessoas, selecionadas de acordo com as características de cada entrega: desde o tipo de equipamento – seu peso, condições da embalagem – até o local da entrega – condições de acesso, necessidade de obras civis, entre outros fatores.
Brasil e Mundo — Tonet lembra ainda que o serviço é oferecido em todo o país, por mais remota que a região seja. “É muito comum ver esse tipo de logística em grandes centros, como São Paulo, mas em locais mais afastados e de difícil acesso isto não é tão usual. Além disso, a geografia e as condições climáticas são fatores a serem considerados pois têm grande influência no tipo de solução que vamos oferecer”, pondera. Além do Brasil, a Panalpina oferece este tipo de solução logística em outros países da América Latina, como no México e no Panamá, além de Europa, Ásia e América do Norte.

Fonte: Log Web

Porto de São Francisco do Sul bate recorde de movimentação de cargas

Com mais de 13,3 milhões de toneladas movimentadas, Porto mantém crescimento e alcança o melhor resultado desde o início das operações [...]

O Porto de São Francisco do Sul bateu novo recorde histórico em 2014 ao registrar 13.301.540 toneladas movimentadas, volume 2% superior ao recorde anterior, registrado em 2013. A alta foi impulsionada pela exportação de soja, que ultrapassou a marca de 4,7 milhões de toneladas, e pela importação de fertilizantes, que movimentou 1,8 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2014.
Historicamente, o Porto de São Francisco do Sul destaca-se pela movimentação de granéis sólidos, movimentando uma quantidade importante de commodities. Nos últimos anos, assim como nos demais portos de todo o mundo, vê crescer a participação de cargas gerais, como a exportação de estruturas de aço e madeira e a importação de fios de aço.

Para o presidente do Porto, Paulo Corsi, o contínuo crescimento da movimentação reforça a condição de segundo principal movimentador de carga não conteinerizada do país e é reflexo dos investimentos na modernização do empreendimento. “Batemos recorde histórico em 2013 e em 2014. Continuamos investindo no Porto e, em 2014, inauguramos um novo berço. Hoje, 10% da soja exportada pelo Brasil passa por aqui”, destaca.
Em 2014, as cargas destinadas a outros países somaram 7.852.277 toneladas e, no fluxo contrário, desembarcaram 5.449.263 toneladas. Além de fertilizante, também figuram entre as principais importações soda e chapas de aço. Nas cargas destinadas a outros países o destaque são os embarques de soja, milho, madeira, motores, ferro e aço. Entre os principais destinos estão a Ásia, Estados Unidos, África, Europa, Oriente Médio e Mercosul.

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Monstro logístico: veja como é um centro de distribuição da Amazon no Natal

Um centro de distribuição, também conhecido pela sigla CD, é uma unidade construída por uma empresa, geralmente varejista, para armazenar os produtos produzidos, comprados para revenda ou recebidos para serem entregues. Se estiver muito difícil de entender, podemos dizer que é um balcão gigantesco e bagunçado onde as companhias guardam os produtos que, hora ou outra, chegarão a sua casa. Porém, essa definição está prestes a mudar – pelo menos no que diz respeito ao adjetivo “bagunçado”. O que você está prestes a testemunhar é o ápice da logística e a perfeição no que diz respeito à organização. Trata-se de um CD da Amazon, localizado no condado de Cambridgeshire, cidade de Peterborough, na Inglaterra, durante o período que antecede o Natal.
As imagens, que parecem confusas em um primeiro momento, revelam a organização com a qual a empresa lida com todas as encomendas que as pessoas do mundo todo fazem através de seus serviços online. As fotos a seguir destacam ainda mais o quanto a empresa valoriza a logística e coloca na prática todos os conceitos que aprendemos nas faculdades e universidades.
Essas fotos, todas impressionantes pelos mesmos motivos mencionados anteriormente, mostram como está o centro de distribuição faltando apenas 29 dias para o Natal. Os mais sagazes já perceberam que período do ano é esse: trata-se dos dias que antecedem a Black Friday, uma temporada que também é movimentada por causa do grande número de compras pela internet. Como eles conseguem manter essa organização?
Esse período do ano é conhecido como o mais corrido no mercado varejista e atacadista. Só na Amazon, são encomendados cerca de quatro milhões de pedidos durante esse período. Quatro milhões de qualquer produto que seja, independente de seu tamanho, é coisa à beça.
Nos CDs da Amazon durante esse período, os trabalhadores fazem um revezamento para cobrir as 24 horas do dia, sete dias por semana. Ou seja, às 3 horas da madrugada haverá alguém empacotando uma encomenda e despachando o produto para que ele seja entregue até o seu comprador.
Por mais que você tenha o emprego dos sonhos, vai dizer que não dá vontade de dar uma passeada no meio desses corredores e vislumbrar a organização que a empresa conseguiu alcançar?
Impressionante, não é mesmo? Não é à toa que a Amazon é uma das maiores empresas do mundo, capaz de apostar em vários segmentos do mercado e não só no comércio varejista. Aqueles estão aprendendo logística, vale a pena levar essa lição para casa e colocá-la em prática quando for CEO de uma grande companhia como essa que destacamos.

Veja mais em: http://www.tecmundo.com.br/amazon/66520-monstro-logistico-veja-centro-distribuicao-amazon-natal.htm

MIRA TRANSPORTES se destaca no transporte de mercadorias para a indústria farmacêutica e produtos assemelhados

Para o Diretor Comercial do MIRA TRANSPORTES – Geraldo Correa, que dispõe de uma vasta experiência na área de prestação de serviços, a forma mais simples de explicar o posicionamento comercial de sua empresa é através da simples constatação de que, quanto maior é a necessidade de agregar valor às mercadorias transportadas, maiores são as afinidades existentes entre o MIRA e seus clientes. 
Dentre os segmentos de cargas transportadas pela MIRA TRANSPORTES, o segmento da indústria farmacêutica e produtos assimilados vem ganhado permanente destaque e crescimento. Com o advento da indústria de remédios populares e genéricos, do qual o Brasil é um dos grandes expoentes internacionais, o mencionado segmento econômico chega a representar aproximadamente 16 % do faturamento da MIRA TRANSPORTES.
Nos últimos anos o MIRA TRANSPORTES vem realizando importantes investimentos para dotar a organização com a infraestrutura necessária para oferecer um serviço de qualidade o qual é reconhecido tanto pelos remetentes como pelos destinatários finais das mercadorias transportadas.  De acordo com o Diretor Comercial do MIRA TRANSPORTES sua empresa se destaca por oferecer um serviço com absoluta regularidade operacional, mantendo os prazos médios de entrega estabelecidos nas relações comerciais com os clientes e o mais importante, cumprindo rigorosamente a legislação vigente mediante a obtenção dos certificados expedidos pelos diferentes órgãos reguladores.
De acordo com o Diretor Comercial do MIRA TRANSPORTES além da regularidade na prestação dos serviços, nosso plano estratégico permite a realização de permanentes investimentos em tecnologia, rastreabilidade e monitoramento dos veículos em tempo real e o que é mais importante, na pro-atividade de nossas relações com os nossos clientes, alguns dos quais já operam com nossa organização há mais de 20 anos.

Sobre o Mira Transportes – O Grupo MIRA dispõe de duas divisões de negócios; o MIRA TRANSPORTES, empresa de transporte de carga e distribuição em todo o Centro-Oeste do país e a TARGET LOGISTICS, braço logístico do grupo especializado no desenho de soluções para as atividades de logística dedicada realizando todo tipo de atividades nos armazéns tais como: Picking, Packing, Gerenciamento Físico e Fiscal de Estoques, Preparação Especializada de Pedidos, Distribuição pelo sistema fracionado ou de carga completas tão como a gestão de logística reversa. A regular prestação de serviços de transportes para os segmentos da Industria Farmacêutica faz parte integrante da oferta de serviços prestados pela MIRA TRANSPORTES.
Informações:
Matriz São Paulo, SP - Rua São Quirino, 1.090 - CEP 02056-070
Telefone (11) 2142-9000
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www.mira.com.br

Informações para a imprensa
Press Log Assessoria de Imprensa
Jornalista Eliria Buso
Telefone: 11 43296529 – São Paulo, Brasil

Por que Terceirizar a Logística?

Essa é uma dúvida muito comum! Apesar de muito se falar sobre outsourcing (terceirização) ainda existem muitas empresas que realizam determinadas atividades, diferentes do seu Core Business (Negócio Chave/Atividade Fim) internamente.

Esse posicionamento pode estar correto, principalmente se tais atividades forem exclusivas e o mercado não dispor de Prestadores de Serviços capacitados para sua execução.

Por outro lado, existem diversas empresas cujo negócio é especificamente atender o que não é o Core Business de seus clientes! Em outras palavras, prestadores de serviços capacitados para exercer funções específicas para outras organizações, nas quais estas são somente um suporte e não a atividade fim.

No caso da Logística não é diferente! Um Prestador de Serviço Logístico (PSL), no inglês Third-party Logistics (3PL), concentra todos os seus esforços neste segmento.

Veja através de diferentes perspectivas o porquê de terceirizar a logística:
·           - Pessoas:
Isso significa que as pessoas que atuam neste ramo são especialistas no assunto, tanto por formação acadêmica (MBA, mestrado, doutorado, etc) quanto pela experiência profissional. Além disso, estão envolvidas no meio, participando de feiras, fóruns, reuniões e tendo acesso a canais destinados ao setor, tais como revistas, blogs, etc. Portanto, conhecem novas tecnologias e tendências nacionais e internacionais. Tudo isso reflete nas Soluções e Diferenciais oferecidos aos seus clientes.
Para a empresa que terceiriza, pode haver uma considerável redução do quadro de funcionários, o que diminui a necessidade de gestão, espaço e outras tarefas administrativas relativas a pessoas.

·         - Equipamentos
Existem dezenas de equipamentos aplicáveis na armazenagem e movimentação de materiais. Porém, é preciso conhecer o que eles oferecem e quais suprem ou não a necessidade de cada operação. Em alguns casos um equipamento influencia em outro e uma escolha errada pode comprometer toda a operação, por isso é importante entender do assunto!

      - Processos
Ter um processo robusto é a base para uma boa operação! É preciso mapear todas as atividades e entendê-las de forma detalhada, assim é possível gerar: velocidade, qualidade, flexibilidade, produtividade, confiabilidade, etc.

·         - Ambiente/Layout
Para operacionalização é preciso ter um ambiente adequado em termos de: espaço (área, pé direito, capacidade de peso do piso, docas elevadas, iluminação, sistemas de detecção e combate a incêndio, segurança, etc) e layout adequado para proporcionar redução dos movimentos, tempos (lead time) e melhor aproveitamento do espaço.
·          
      - Qualidade
É o que todo prestador de serviços deve buscar continuamente!
Um dos principais motivos pelo qual algumas empresas têm receio em terceirizar. É fato que nem todos os prestadores conseguem garantir um bom Nível de Serviço, por isso é importante escolher o parceiro certo! Esse deve contar com um SGQ – Sistema de Gestão da Qualidade desenvolvido, implementado e controlado através de importantes indicadores (KPI- Key Performance Indicators).
·          
      - Tecnologia
O mercado está em constante evolução, por isso novas tecnologias surgem diariamente. É preciso trabalhar atualizado e implementar os novos recursos disponíveis, tanto hardwares quanto softwares. Tudo isso pode gerar maior produtividade, agilidade, qualidade, menores custos ou também pode ser um diferencial para o cliente final!
·          
      - Custos
Creio que esse seja o fator principal para a escolha de terceirização pela maioria das empresas! Na prestação de serviços é possível ter custos menores, tudo depende da eficiência do operador logístico. Em muitos casos é ainda possível substituir custos fixos por variáveis, o que é muito positivo para as organizações!

As perspectivas acima são apenas alguns exemplos, além dessas existem diversas outras que podem ser observadas. Importante lembrar que a eficácia da terceirização depende de todas as partes envolvidas nas etapas dessa mudança.

Para concluir, deixo a questão: Devo concentrar os recursos da minha organização no meu Core Business (Negócio Chave/Atividade Fim) e realizar internamente tudo o que foi mencionado acima?



Rafael Mendes
CEO & Founder da ASAP Log | Soluções em Logística, graduado em Administração de Empresas pela FAE Business School com experiência profissional em empresas multinacionais de grande porte no Brasil e EUA.

Cadeia de suprimentos: gestão eficiente garante lucro para o Varejo

Ao mesmo tempo em que oferece muitas oportunidades, o Brasil também apresenta diversos desafios para as empresas que buscam fazer negócios no país. Ter uma cadeia de suprimentos funcionando plenamente em uma nação de dimensões continentais, com graves problemas e deficiências infraestruturais e um sistema tributário complexo e oneroso, nem sempre é uma tarefa fácil. As empresas do setor varejista, por exemplo, conhecem bem essa situação, inclusive, encontrando na logística um gargalo a ser ultrapassado.
O segmento de varejo precisa lidar com a logística e a sua gestão pode, dependendo da eficiência, contribuir para elevar o grau de competitividade ou arranhar e comprometer a imagem de uma empresa. Seja para receber mercadorias, distribuí-las entre as filiais ou então entregar um produto ao consumidor, ter uma cadeia de suprimentos que funcione com perfeição é essencial para qualquer empresa, independente do seu core business.
Mesmo estabelecendo centros de distribuição em diversos estados, como algumas redes varejistas fazem para melhorar sua eficiência, as empresas não estão livres dos desafios já citados. O varejo por sua vez, é quem inicia um processo comumente chamado de efeito chicote, gerando excesso ou falta de produto ao logo de toda cadeia produtiva, principalmente pelas dificuldades encontradas na interação entre empresas e também entre os diversos setores dentro de uma mesma companhia. Manter o diálogo, a integração entre as partes e a clara definição de papéis para cada elo dessa intrincada rede é essencial ao bom funcionamento dos processos.
Temos que destacar também que a cadeia de suprimentos não é importante apenas para a imagem e o bom funcionamento da empresa, mas interfere diretamente no resultado de uma companhia. Em alguns casos, os custos com logística, somados aos gastos com a aquisição de produtos, correspondem a 75% dos dispêndios totais de uma empresa. Por outro lado, melhorar a cadeia de suprimentos pode trazer diversos benefícios, como a redução de custos logísticos em até 25%; diminuição de custos totais entre 3% e 8%; melhoria do lead time de 15% a 30%; e retorno do capital empregado (ROCE), entre 30% e 40%. Então, qualquer variação, positiva ou negativa no segmento de supply chain tem impacto significativo sobre em toda a companhia.
Os conceitos de estratégia, planejamento e organização fazem, mais do que nunca, parte do dia a dia da cadeia de suprimentos, que não pode deixar de considerar os princípios da sustentabilidade, agilidade e baixo custo. No atual cenário globalizado, a área de logística deixa de ter um perfil estritamente operacional para ocupar uma posição estratégica nos negócios. Visto isso, no momento atual, os gestores do setor de logística devem focar em três itens principais: identificar oportunidades de diminuir custos para gerar lucratividade; desenvolver respostas mais eficazes à volatilidade da demanda; e reorientar seus processos operacionais para aumentar a flexibilidade, mantendo a eficiência.
A volatilidade da economia mundial está criando novas pressões e oportunidades para os diretores e executivos de supply chain. Este é o momento para os responsáveis pela cadeia de suprimentos tomarem medidas para ajudar suas organizações a se prepararem para o desenvolvimento de uma rede mais ágil, flexível e responsável. Tornar a logística e a gestão de suprimentos mais eficiente significa diminuir os custos e aumentar a lucratividade.

Hans Klose e Marcio Ikemori são sócios responsáveis pela área de Logística e Supply Chain da KPMG no Brasil.

Fonte: Administradores.com

Subsidiária da B2W compra empresa de logística da Tegma

A 8M Participações, subsidiária da empresa de varejo on-line B2W - dona dos sites Americanas.com e Submarino - comprou a Direct Express Logística Integrada, subsidiária da Tegma Logística. O negócio foi fechado por R$ 127 milhões e está sujeito ao cumprimento de determinadas condições.
De acordo com o fato relevante, a aquisição da Direct tem por objetivo elevar o nível do serviço logístico da companhia e está alinhada com o seu plano estratégico de estar mais próxima do cliente, oferecendo uma melhor experiência de compra na internet.

A Direct foi fundada em 2003 e presta serviços logísticos voltados para cargas e encomendas expressas, desde a armazenagem até a execução e informação das entregas. A empresa possui estrutura de 21 mil metros quadrados de triagem em São Paulo, cerca de 2 mil colaboradores, frota com 1,5 mil veículos e uma rede de 64 unidades de entrega em todo Brasil.

Fonte: Valor Econômico

"Sem a multimodalidade, o custo Brasil não vai virar lucro Brasil"

Apelo da ABRALOG na comemoração do Dia da Logística aponta para um dos principais aspectos que serão abordados na Movimat, maior evento de movimentação de carga para profissionais de produção e distribuição, que será em SP em setembro.
São Paulo, junho de 2014 - Ao comemorar o Dia da Logística (6 de junho), o presidente da Associação Brasileira de Logística – ABRALOG conclamou o setor a apostar na multimodalidade, sem a qual “o custo Brasil não vai virar lucro Brasil”, como afirma o presidente da entidade, Pedro Moreira. Novidades em multimodalidade, tanto em soluções tecnológicas quanto em discussões estarão presentes no principal evento da área de transporte, logística e movimentação de materiais, a 29ª Movimat, que será realizada de 16 a 18 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, simultaneamente às feiras Transporte & Logística Brasil, VUC Expo - Salão Internacional de Veículos Urbanos de Carga e a XVIII Conferência Nacional de Logística.
“Apesar do cenário não muito otimista com mais um ‘pibinho’ registrado no primeiro trimestre, a demanda em logística é grande e temos muitas oportunidades. A multimodalidade pode contribuir para minimizar os grandes gargalos logísticos que temos no Brasil. Precisamos acelerar o movimento e incentivar a multimodalidade, algo que será abordado na Movimat, um evento muito bem estruturado, que vem crescendo a cada ano, incorporando práticas bem sucedidas trazidas da Europa e que fortalecerão o fornecimento de soluções para o setor”, afirma Moreira, que coordenou um painel sobre o Brasil durante a Semana Internacional do Transporte e da Logística (SITL), realizada em abril, em Paris, na França, pelos mesmos organizadores da Movimat, a Reed Exhibitions Alcantara Machado.
Para a edição de 2014 dos eventos no Brasil são esperadas 200 marcas em 15 mil m² de área de exposição, que devem ser visitados por mais de 30 mil profissionais de 40 países. “A Movimat é uma plataforma para demonstrações de equipamentos, serviços e soluções em intralogística para compradores de grandes indústrias, atacadistas, varejistas e distribuidores que buscam controlar de forma eficiente o fluxo e armazenagem de matérias-primas e produtos acabados, estreitar relacionamentos e realizar negócios”, explica o presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Juan Pablo de Vera. Segundo ele, pesquisas realizadas em anos anteriores da Movimat revelam que 90% dos visitantes procuram novos produtos e fornecedores, demonstrando que se trata de um ambiente propício para os negócios que contribuem de forma decisiva para alavancar um setor tão estratégico.
A Movimat deste ano terá diversas novidades, como a realização de rodadas de negócios para 100 compradores que ocupam cargos de decisão em empresas compradoras líderes de mercado em seus segmentos, conferências com formato inovador, realizadas dentro da área de exposição com workshops práticos e visitas técnicas, além de uma área de 600 m² de um armazém logístico integrado, onde serão demonstrados sistemas de armazenagem, soluções em embalagens, pallets e test drive de empilhadeiras. “No armazém, o visitante poderá visualizar o funcionamento das soluções na prática e se atendem ao que ele precisa”, ressalta De Vera.

Para mais informações:

Dificuldade que supõe o processo de transição de uma empresa de transportes para uma organização dedicada à realização de operações logísticas

Neste artigo, Roberto Lacerda Oliva, Diretor Geral das empresas, Press Log e Soma Log, ambas dedicadas aos segmentos de consultoria empresarial para os segmentos de Logística e de Transportes, aborda a grande dificuldade que supõe o processo de transição de uma empresa de transportes para uma organização dedicada à realização de operações logísticas

Como empresários devemos ter cuidado para não transformar nossas empresas de transportes bem sucedida em organizações prestadoras de serviços de operações logísticas mal sucedidas.

Apesar que a febre pouco a pouco vai passando, ainda nos encontramos com alguma incidência de organizações que tem a enorme tentação de criar no seio de suas empresas de transportes bem sucedidas, uma organização dedicada à prestação de serviços logísticos.

Este fenômeno, iniciado nos Estados Unidos e estendido por todo o mundo, teve o seu auge na década de 90 quando grandes e tradicionais empresas do segmento dos transportes, atraídas pela facilidade de aumentar a captação de recursos nas bolsas de valores, materializaram a compra de operadores logísticos tradicionais, engordando o volume de faturamento de suas corporações.

O processo também partia da premissa de que, dispondo de uma organização coligada ou anexa à nossa tradicional empresa de Transportes e realizando as tradicionais operações de armazenamento temporal e gestão de atividades logísticas realizadas no armazém, de maneira automática e inercial, aumentaríamos a fidelidade dos clientes em relação à frequência com que confiam os seus serviços às nossas empresas, flexibilizaríamos nossos custos operativos e obteríamos melhores margens de gestão do negócio.

Existem alguns casos que foram relativamente bem sucedidos e centenas de casos em que o empresário conseguiu criar uma organização logística medíocre, sem personalidade empresarial e sem definição de um claro nicho comercial. 

O fenômeno atingiu inclusive a poderosas organizações internacionais do segmento de transportes que em função de planos mal sucedidos em sua atuação como operadores logísticos, venderam tais divisões para voltar a concentraras suas atividades empresariais no segmento que controlam.

Porém, a febre mundial pela realização de operações de OUTSOURCING continuava imparável chegando na Europa e estendendo-se rapidamente para todo o mundo; no Brasil por exemplo; salvo exceções, o processo avançava de maneira relativamente rápida.

Ao nome original de nossa organização de transportes, por exemplo, ABCDEF TRANSPORTES, incluiremos uma nova expressão, passando a denominar-nos como ABCDEF LOGISTICA e TRANSPORTES ou ainda ABCDEF LOGISTICS pensando que desta forma o mercado reconheceria a amplitude de nosso leque de serviços”.

Porém, ao iniciar as atividades em um mundo totalmente distinto, o empresário topará com surpresas no caminho que muitas vezes não integravam o plano de negócios.

Em primeiro lugar, o tempo médio de resposta para que um cliente comece confiar a realização de operações de OUTSOURCING de operações logísticas e de serviços de valor agregado realizados no armazém é, infinitamente superior ao tempo médio em que encontramos respostas de um cliente para iniciar operações de transporte e distribuição com a nossa organização original. 

Existem estudos de diversos órgãos dedicados à realização de estatísticas que indicam que uma operação de OUTSOURCING LOGÍSTICO tem um tempo médio de maduração superior aos 10 meses.

Portanto, surge um primeiro e grande dilema quando administramos uma organização logística que é a simples decisão de dispor primeiro do espaço em armazéns logísticos para disponibilizar tais espaços para os clientes ou, primeiro firmar o contrato com o cliente para posteriormente dispor do espaço do armazém logístico necessário...

Conheço muitos operadores logísticos que perderam e perdem centenas de milhares de Reais ao dispor de espaços de armazéns não correspondidos com as atividades operacionais que o mesmo está preparado para realizar. A questão é bastante complexa uma vez que os alugueis para ocupar um armazém ou dispor de uma localização privilegiada em um condomínio logístico, normalmente se firmam para um período de médio e largos prazos, com aplicação de importantes multas pelo não cumprimento dos contratos firmados.

Do outro lado da moeda, também conheço operadores que dispondo de boa relação empresarial com o cliente, não contavam com a disponibilidade do espaço adaptado para realizar as operações de armazém no momento em que as mesmas foram requeridas.

Outra questão que nos deparamos, quando apostamos pelo início de atividades no segmento das operações logísticas é a personalização operativa que temos que oferecer para cada cliente.

Normalmente, a partir de sistemas informáticos básicos; os denominados SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE ARMAZEM (Conhecidos em sua terminologia anglo sazona como WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEN), devemos realizar parametrizações e adaptações no sistema básico, para atender às exigências peculiares de cada cliente.

Essas operações demandam tempo, pessoal especializado e recursos financeiros e estão sumamente interligadas com a complexidade de cada operação logística.

O resumo destas e de outras questões na mesma linha deveria levar o empresário do setor de transportes a meditar bastante sobre a conveniência de iniciar operações como operador logístico. Como reflexão inicial deve considerar que a materialização de tais processos é uma realidade de médio e de largos prazos.

Não quero em absoluto desanimar aos empresários; simplesmente me permito realizar algumas reflexões pois tive ocasião de conviver com estas circunstancias estando ao mando de várias organizações, tanto no Brasil, como na Europa.

O início de prestação de serviços como operador logístico deve, necessariamente, ser precedido de um plano empresarial no qual, a análise do tempo de resposta do mercado em confiar em nossa organização deve ocupar um lugar relevante.

Quando analisamos o perfil dos 20 maiores operadores logísticos mundiais, veremos que uma parte significativa dos mesmos, realiza um grande número de terceirização das atividades de transportes. Esta reflexão é muito importante pois contempla uma eleição pela especialização. Logicamente, a recíproca é verdadeira em muitos casos.

Já dizia o prestigioso autor americano, Peter Drucker, que chegaria o momento em que o empresário deveria apostar em fazer tudo de tudo ou optar por fazer um pouco de nada... Tudo, no caso que nos ocupa, significa todo o universo de possibilidades de negócios que podemos realizar no complexo mundo da logística materializada. Nada, significa escolher uma parcela específica da atividade, concentrando na mesma nossa atenção e especialidade.

Em muitas ocasiões é melhor seguir especializando os serviços dados por nossas tradicionais empresas de transportes, utilizando a inovação como forma de modernização, que adentrar em um universo extremamente complexo e desconhecido, com o enorme risco de obter como resposta a falta da consecução dos nossos objetivos empresariais e o pior de tudo, comprometer um negócio bem sucedido...