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Original Logística recebe certificação de Operador Econômico Autorizado

Programa da Receita Federal reconhece empresas que apresentam excelência em suas operações

 
A Original Logística conquistou a certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA) da Receita Federal do Brasil. O programa OEA visa garantir que as empresas adotem as melhores práticas em todas as etapas dos processos de importação e exportação, diminuindo a burocracia e aumentando a transparência da cadeia logística.
Segundo Cesar Desiderio, diretor da Original Logística, para a empresa é muito importante seguir o que o mercado exige e manter a política de qualidade. “A certificação OEA como agente de carga – e em andamento a certificação de despachante aduaneiro – vem confirmar que estamos aumentando a qualidade, a segurança e a confiança em nossas operações de forma consistente, sempre com transparência e comprometimento com os processos de nossos clientes”, destaca o executivo.
Entre as vantagens competitivas de ser um OEA estão beneficiar-se de acordos de reconhecimento mútuo firmados pelas autoridades alfandegárias com outros países, maior facilitação no comércio internacional legítimo e confiável, atrair novos investidores, garantia no aumento de segurança nas operações, aprimoramento dos controles aduaneiros por meio da gestão de risco e fortalecimento da marca e da imagem da empresa.


Fiorde lança versão mobile do SysFiorde

 

Sempre conectada ao seu tempo, a Fiorde Logística Internacional acaba de disponibilizar para os seus clientes, parceiros e colaboradores o SysFiorde Mobile, ferramenta que permite a todos os seus usuários o acesso em seus smartphones ao sistema da empresa. Com a versão mobile, será possível visualizar as diversas etapas do desembaraço (importação/exportação) e a posição dos processos aduaneiros, além da apresentação comercial sobre os serviços oferecidos pela Fiorde.
Ao anunciar a nova tecnologia, o vice-presidente da Fiorde, Mauro Lourenço Dias, engenheiro eletrônico e professor de pós-graduação em Transportes e Logística no Departamento de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), destacou o pioneirismo da empresa em desenvolver essa versão. “Dentro da sua política de sempre buscar inovações tecnológicas, a Fiorde se torna pioneira no negócio de comércio exterior, ao disponibilizar seu sistema em App, o sistema operacional móvel mais avançado”, ressaltou.
Segundo o diretor, a versão mobile do sistema SysFiorde está disponível para Android e iOS (Apple). “Com uma interface fácil de usar, recursos incríveis e segurança sem igual, o App funciona perfeitamente, agilizando as tarefas, além de torná-las mais envolventes”, disse. “A partir de agora, todos os colaboradores podem baixar em seus celulares o SysFiorde, passando essa novidade para seus clientes de relacionamento”, acrescentou.

Fonte: Logweb

CNI: logística é maior entrave à exportação

Estudo mostra que burocracia e custo alfandegário também são obstáculos

BRASÍLIA - As dificuldades de logística - como custo do transporte causado pelas más condições das estradas, tarifas cobradas em portos e aeroportos, e demora na liberação de mercadorias - são os principais entraves à competitividade do produto brasileiro destinado à exportação. A conclusão está em estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que será divulgado nesta segunda-feira. Burocracia e custos alfandegários são outros dos maiores desafios às venda de produtos ao exterior.
O levantamento, feito com a Fundação Getulio Vargas (FGV), foi realizado entre dezembro e janeiro com 846 grandes, médias e pequenas empresas. Os exportadores indicaram 62 entraves ao comércio numa escala de 1 a 5.
 
 
O custo do transporte, por exemplo, recebeu nota 3,61; as tarifas cobradas por portos e aeroportos, 3,44; e a baixa ação do governo em superar as barreiras à exportação ficou com 3,23. Entre os cinco maiores problemas apontados pelos exportadores, há ainda a oferta de preços competitivos (3,11) e as tarifas cobradas por órgãos anuentes (3,04).
Embora a burocracia tenha diminuído nos últimos anos, segundo a pesquisa, os entrevistados citam como obstáculos as leis conflituosas, o excesso de leis e a constante alteração de regras. Citam ainda o excesso de documentação, a demora na liberação de produtos e a dificuldade no conhecimento da legislação.
O gerente-executivo de Comércio Exterior da CNI, Diego Bonomo, aponta como uma das soluções a curto prazo a solução de questões burocráticas, como a unificação do recolhimento das taxas cobradas pelos governos federal e estaduais:
- O primeiro passo é dizer quais são as taxas. Há o problema da coleta. É um caos administrativo. Uma das propostas é fazer um sistema de coleta única, assim como tem um
A entidade defende, por exemplo, a volta do Reintegra - programa que compensa exportadores de custos tributários residuais na cadeia de produção - com uma alíquota de 3%.
Pesquisa realizada pela CNI há quatro anos apontava a taxa de câmbio como o principal entrave às exportações. Hoje, ela recebeu nota 2,8. Para Bonomo, como o dólar se ajustou, os problemas estruturais apareceram.


Fonte: O Globo

Tecon Salvador divulga balanço semestral

Movimentação de contêineres no período cresceu 12% em relação a 2015


O Tecon Salvador, terminal de contêineres operado pelo Grupo Wilson Sons na capital baiana, movimentou 147.361 TEUs no primeiro semestre deste ano. O resultado representa um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2015. Na comparação entre os meses de junho de 2016 e de 2015, o crescimento foi de 20%.
Os principais responsáveis pelos resultados positivos foram os setores de exportação, com crescimento de 27% de janeiro a junho desse ano comparado a janeiro a junho do ano passado, e de cabotagem, com 8%. O setor de plásticos e derivados representou o maior incremento para as exportações nestes primeiros seis meses de 2016, com uma variação positiva de 511%. Em seguida veio o setor de polímeros diversos, com crescimento de 263%, depois os minérios, com um crescimento de 93%, os siderúrgicos e metalúrgicos, com 45%, o cacau e seus derivados, com 42%, e pneus, com 34% de crescimento.
“A desvalorização do real e a valorização do dólar, neste momento, beneficiam as exportações, gerando divisas e, por outro lado, uma redução na compra de bens de capital para a modernização e ampliação da indústria nacional, que sofre com a baixa demanda atual. O nosso desafio hoje é crescer em volumes, mesmo com esse cenário. Estamos apostando no crescimento da exportação nacional para compensar a queda no volume de importações”, explicou Demir Lourenço, diretor-executivo do Tecon Salvador.
Na cabotagem, os produtos que apresentaram maior crescimento na descarga foram do setor de varejo, com 108%, de bebidas, com 68%, embalagens, com 49%, químicos e petroquímicos, com 46%, e o arroz, com 12%. Já no embarque, o crescimento foi puxado pelo setor de plásticos e derivados, com variação positiva de 440%, de pneus, com 64%, cosméticos, com 33%, e químicos e petroquímicos, com 20%. Alguns setores também ganharam destaque na importação, como óleos e lubrificantes, com 54%, cacau e derivados, com 31%, e borracha e derivados, com 29%.


Ford terá no Brasil novo centro de exportação de peças exclusivo para atender 12 unidades de produção da empresa no mundo

A Ford vai colocar em operação, a partir de 1º de agosto, um novo centro de distribuição de peças para exportação que visa a atender 12 unidades de produção da marca em vários países. Localizado na cidade de Suzano, na Grande São Paulo, esse centro logístico estará instalado no entreposto aduaneiro Cragea (Companhia de Armazéns Gerais e Entrepostos), numa área de 1.900 metros quadrados, com estrutura dentro do padrão global da Ford.
Com uma série de vantagens operacionais de logística, governança e redução de complexidade, a instalação trará mais agilidade no fornecimento de peças brasileiras para a Argentina, Venezuela, México, Rússia, China, Vietnã e Tailândia, Índia e África do Sul, estas últimas com duas unidades cada. Para atender esses países, a Ford utiliza operações multimodais que envolvem transporte rodoviário, ferroviário, aéreo e marítimo.
O centro de peças para exportação tem instalações completas: escritório, duas docas físicas, além de outras 17 docas virtuais considerando os espaços no solo para depósito de contêineres. Conta também com o suporte de outros departamentos da Ford, como finanças, jurídico, compras e tecnologia da informação.

Operação logística
No modelo anterior, o depósito instalado em São Bernardo do Campo, SP, recebia as remessas de 166 fornecedores externos, totalizando mais de 2.000 peças diversas para carros, picapes e caminhões. Nessa lista estão, por exemplo, itens como lanternas da Ranger, radiadores do Focus, motores da linha Cargo, além de vários componentes do EcoSport, Ka e New Fiesta.
Na operação, São Bernardo consolidava o material e realizava o transporte para o centro de distribuição no Cragea para o desembaraço e exportação. Para se ter uma ideia dessa complexidade, no ano passado a operação movimentou mais de 1.050 contêineres, equivalentes a 54.000 mil metros cúbicos de carga.

Modelo racionalizado
“Com o novo entreposto, a logística agora será racionalizada. A entrega será feita diretamente no Cragea e de lá as exportações seguem para os destinos de saída do País, como o Porto de Santos, os aeroportos de Guarulhos ou Viracopos, em Campinas, e ainda por rodovia na fronteira do Brasil e Argentina. Isso significa economia de recursos, tempo e controle”, diz Emerson Miguel, supervisor de Logística da Ford.
As principais alterações passam pela realização da operação externa dentro de área alfandegada, bem como a otimização de embalagens de exportação com o padrão Ford e redução de reembalagem. A agilidade no recebimento e expedição e o atendimento diferenciado aos clientes globais são outros fatores que colocam a Ford Brasil nos padrões internacionais nesse tipo de operação.
Outros ganhos com a área exclusiva são mudanças no controle diferenciado de inventário (formação de lote), retorno imediato ao fornecedor em caso de problemas na chegada do material e emissão de documentos de exportação pela Ford para todas as peças.

Fonte: Logweb

Brasfruit utiliza contêineres de controle de atmosfera da Hamburg Süd para exportar sua produção de avocados

A Hamburg Süd, uma das maiores empresas de navegação do mundo, oferece uma das mais sofisticadas tecnologias para transporte de frutas, legumes e vegetais para fora do País. Batizada de XtendFRESH, a tecnologia consiste no controle da atmosfera dentro de um contêiner de carga refrigerada (reefer), de forma que a fruta entre no estado de “hibernação” e chegue ao destino exatamente com a mesma qualidade que deixou o Brasil.
Para garantir que o cliente receba exatamente o que contratou – produtos de uma determinada cor, tamanho e com alto padrão de qualidade -, a Brasfruit escolheu a Hamburg Süd como parceira. Atualmente, toda a safra de avocado, fruto que é da família do abacate com menos água e sabor mais concentrado, é exportada em contêineres refrigerados da Hamburg Süd com controle atmosférico. “Somente este tipo de tecnologia proporciona um ambiente ideal para a preservação da qualidade durante o transporte”, afirma Paulo Zulin, gerente de logística internacional da Brasfruit.
Segundo o executivo, o trabalho conjunto com o armador alemão começou em 2005, quando a empresa decidiu utilizar os contêineres de carga refrigerada com controle de atmosfera no transporte de papaias para a Europa. “A Hamburg Süd instalou os equipamentos para teste e acompanhou os embarques. Temos orgulho desse pioneirismo conjunto, que nos rendeu em 2009 o III Prêmio de Comércio Exterior França-Brasil”, ressalta Zulin, que decidiu estender o uso da tecnologia, ainda mais moderna, para a exportação do avocado.
O sistema XtendFRESH tira proveito da respiração das frutas e converte o oxigênio (O2) em gás carbônico (CO2). Os gases ficam na proporção adequada para que a fruta mantenha o mesmo padrão de qualidade durante toda a viagem. “Para que o resultado atenda às expectativas do cliente, não basta controlar a temperatura do contêiner, mas também os níveis de oxigênio, nitrogênio e gás carbônico, garantindo que o avocado não amadureça antes da hora ou chegue muito verde aos países europeus”, explica Oscar Calderon, Gerente de Equipamentos Logísticos da Hamburg Süd.


De acordo com Haresh Mohanani, diretor da Brasfruit, a safra de avocado tem crescido uma média de 45% nos últimos anos. A empresa está otimista com os resultados em 2017, já que o produto tem tido uma grande aceitação no mercado pelos seus nutrientes e benefícios à saúde reconhecidos mundialmente. Embora o transporte aéreo seja mais rápido, o diretor alerta que o custo em relação ao modal marítimo pode ser quatro vezes maior, dependendo da quantidade.
“Além disso, o transporte marítimo de carga gera menos impacto ambiental, com menor emissão de gases”, complementa Mohanani. Segundo o diretor, os embarques aéreos representam menos de 2% do volume anual de exportações. “A prioridade dos embarques marítimos sobre os aéreos também visam fornecer um produto mais ecologicamente sustentável”.
Atualmente, a Brasfruit conta com uma plantação de 30 mil árvores de avocado na região de Avaré, interior de São Paulo. São mais de 25 mil mudas encomendadas, além de parceiros colaboradores que têm no cultivo da fruta sua principal fonte de renda. A Europa é o principal mercado, sendo responsável por toda a produção da Brasfruit que acontece nos meses de março, abril e maio.

Liderança em contêineres refrigerados
A Hamburg Süd é líder no segmento de carga reefer e complementa sua oferta com a tecnologia de controle de atmosfera, a XtendFRESH.
A soma de refrigeração com controle de atmosfera tem o potencial de abrir outros mercados, especialmente no campo das frutas e flores.
A Hamburg Sud Brasil está investindo constantemente em equipamentos, pesquisas e treinamentos para que os clientes tenham o melhor acompanhamento durante os embarques, além de garantir a qualidade dos produtos de ponta a ponta.
Atualmente, a Hamburg Süd conta com cerca de mil contêineres com a tecnologia XtendFRESH. Se houver uma demanda maior, é possível implementar o kit de controle de atmosfera em outros contêineres refrigerados.
Principais benefícios da tecnologia de controle atmosférico
Capacidade de hibernação da fruta, garantindo mais qualidade ao produto.
Maior valor agregado (frutas bonitas e saborosas)
Maior tempo de prateleira ( mais de duas semanas com a tecnologia utilizada pela Hamburg Süd)

Fonte: Logweb

Porto de Santos divulga números do primeiro semestre

Açúcar, soja e milho responderam por 41,5% do total movimentado

Com seis recordes mensais sucessivos em 2016, o Porto de Santos (SP) alcançou o maior movimento de carga da sua história para o primeiro semestre do ano, somando 57,77 milhões de toneladas. O número supera em 4,7% o recorde registrado no mesmo período do ano passado, de 55,19 milhões de toneladas. Açúcar, soja e milho responderam por 41,5% do total movimentado. As informações são do relatório mensal da Gerência de Tarifas e Estatísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
As exportações registraram recorde de janeiro a junho, com 43,25 milhões de toneladas, ficando 11,1% acima do volume embarcado no mesmo período do ano passado, que foi de 38,94 milhões de toneladas. Já as importações, com 14,51 milhões de toneladas, recuaram 10,7% em relação a 2015, com 16,25 milhões de toneladas.
O complexo soja (grãos e farelos) foi o destaque nas exportações do período, com o embarque de 16 milhões de toneladas, ficando 17,4% acima do ano anterior. O açúcar, a segunda carga de maior movimento, atingiu 8,33 milhões de toneladas, acréscimo de 15,5%.
Apesar de estar na entressafra, com resultados inexpressivos em junho, o milho destaca-se como a terceira carga no movimento acumulado do ano. Com 2,27 milhões de toneladas, registrou crescimento de 144,6% em relação a 2015, com pouco mais de 928 mil toneladas. O quarto produto de maior movimentação no período foi a celulose, com 1,51 milhão de toneladas, queda de 9% em relação a 2015, com 1,66 milhão de toneladas. O adubo, com 1,24 milhão de toneladas, atingiu um crescimento de 34,4% em relação ao ano passado, quando foram registradas pouco menos de 930 mil toneladas, completando a lista dos cinco produtos mais movimentados em Santos.
As cargas conteinerizadas somaram 1,68 milhão de TEUs, apresentando redução de 8,1% se comparadas ao primeiro semestre do ano passado, com 1,83 milhão de TEUs. O fluxo de navios, com 2.384 atracações no primeiro semestre deste ano, apresentou redução de 6,7% em relação a 2015, com 2.555 embarcações, refletindo a frequência de navios de maior capacidade no porto, em função do aumento do calado operacional.

Balança comercial tem melhor desempenho semestral desde 1989


A balança comercial brasileira encerrou junho com superávit de 3,97 bilhões de dólares, informou nesta sexta-feira o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Com o resultado, o superávit do primeiro semestre somou 23,63 bilhões de dólares, o melhor desempenho para o período desde o início da série histórica, em 1989.
O resultado do primeiro semestre deste ano ficou acima do saldo positivo registrado em todo o ano passado, de 19,69 bilhões de dólares. Nos seis primeiros meses de 2015, as vendas externas superaram as importações em 2,28 bilhões de dólares.
A melhora na balança comercial acontece em um momento de dólar em patamar relativamente mais alto e de recessão econômica, que contribuem para derrubar as compras do exterior. O resultado no mês passado foi fruto de exportações de 16,74 bilhões de dólares e de importações de 12,77 bilhões de dólares. Ele veio em linha com a expectativa de saldo positivo de 4 bilhões de dólares em pesquisa da agência Reuters com especialistas.
Na parcial de 2016, as exportações somaram 90,23 bilhões de dólares, com média diária de 727 milhões de dólares (queda de 10,1% em comparação com o mesmo período do ano passado). Já as importações somaram 66,6 bilhões de dólares, ou 537 milhões de dólares por dia útil, baixa de 29,6% em relação aos primeiros seis meses.

Fonte: Log Web

Com boa demanda de grãos e minérios, logística amplia capacidade

Operadores logísticos privados, como a VLI Multimodal e a Rumo ALL, trabalham para ampliar a capacidade de escoamento de grãos e de minérios pelas ferrovias do Centro-Oeste até os portos das regiões Sudeste e Sul, as mais congestionadas do país. 
A VLI, empresa que ficou com as ferrovias da antiga Vale Logística, investiu R$2,7 bilhões para ampliar a capacidade do Tiplam, o porto privado de Santos, que fica no canal de Piaçaguera, conectado até o Centro-Oeste pela ferrovia Centro-Atlântica.
O terminal, que movimenta cerca de 2,6 milhões de toneladas de fertilizantes, amônia e enxofre, terá também capacidade para exportar mais de 12 milhões de toneladas de produtos, incluindo soja e açúcar, até 2017. O novo terminal de enxofre foi inaugurado em junho.
Para isso, a VLI construiu quatro galpões de armazenamento de produtos e mais três berços para embarque de grãos, açúcar e descarga de fertilizantes. O calado do canal de Piaçaguera teve ser dragado para permitir a entrada de navios de maior porte. O financiamento do projeto contou com recursos captados por meio de debêntures incentivadas, como isenção de IR (Imposto de Renda) para investidor pessoa física.
As obras do Tiplam fazem parte do plano total de investimento de R$ 9 bilhões da VLI para construir terminais de conexão de cargas, ampliar portos, reformar linhas férreas, além de comprar locomotivas e novos vagões. A empresa liga as ferrovias Norte-Sul e Centro-Atlântica aos portos de Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES).
"A proposta da VLI é de integração dos diferentes modais logísticos. A falta de conexão que existe hoje não é vista como um problema, mas como uma oportunidade de integração", disse Fabiano Lorenzi, diretor-comercial da VLI.

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Exportações e importações crescem no Porto de Santos

China e Estados Unidos são os principais parceiros comerciais do porto paulista


O Porto de Santos (SP) exportou, de janeiro a maio de 2016, o equivalente a US$ 22,2 bilhões. O valor é US$ 2 bilhões maior que o verificado no mesmo período de 2015. Somente no mês de maio, foram 7,57 milhões de toneladas exportadas, maior movimentação não somente em relação aos meses de maio, mas de todos os meses do primeiro semestre de 2016.
O complexo soja continua como primeiro produto mais embarcado, seguido pelo açúcar, pelos sucos cítricos e pelo álcool. O desempenho nas exportações representou um crescimento da participação de Santos entre os portos brasileiros, com um índice de 30,2%. China e Estados Unidos são os principais parceiros comerciais, tanto nas exportações como nas importações.
Nas movimentações para mercado interno, Santos voltou a registrar crescimento depois de 14 meses, com um aumento de 2,8% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 2,81 milhões de toneladas importadas contra 2,74 milhões de maio de 2015. O produto com maior participação foi o adubo, seguido pelo enxofre e pelo sal. O resultado das importações do porto entre janeiro e maio foi de US$ 15,3 bilhões.

Porto de São Francisco do Sul bate recorde de movimentação de cargas

Com mais de 13,3 milhões de toneladas movimentadas, Porto mantém crescimento e alcança o melhor resultado desde o início das operações [...]

O Porto de São Francisco do Sul bateu novo recorde histórico em 2014 ao registrar 13.301.540 toneladas movimentadas, volume 2% superior ao recorde anterior, registrado em 2013. A alta foi impulsionada pela exportação de soja, que ultrapassou a marca de 4,7 milhões de toneladas, e pela importação de fertilizantes, que movimentou 1,8 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2014.
Historicamente, o Porto de São Francisco do Sul destaca-se pela movimentação de granéis sólidos, movimentando uma quantidade importante de commodities. Nos últimos anos, assim como nos demais portos de todo o mundo, vê crescer a participação de cargas gerais, como a exportação de estruturas de aço e madeira e a importação de fios de aço.

Para o presidente do Porto, Paulo Corsi, o contínuo crescimento da movimentação reforça a condição de segundo principal movimentador de carga não conteinerizada do país e é reflexo dos investimentos na modernização do empreendimento. “Batemos recorde histórico em 2013 e em 2014. Continuamos investindo no Porto e, em 2014, inauguramos um novo berço. Hoje, 10% da soja exportada pelo Brasil passa por aqui”, destaca.
Em 2014, as cargas destinadas a outros países somaram 7.852.277 toneladas e, no fluxo contrário, desembarcaram 5.449.263 toneladas. Além de fertilizante, também figuram entre as principais importações soda e chapas de aço. Nas cargas destinadas a outros países o destaque são os embarques de soja, milho, madeira, motores, ferro e aço. Entre os principais destinos estão a Ásia, Estados Unidos, África, Europa, Oriente Médio e Mercosul.

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Porto de Paranaguá (PR) testa dispositivo eletrônico em carregamentos de carne



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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está testando o uso de lacre eletrônico em cargas de carnes para exportação no Porto de Paranaguá (PR). Exclusivo para os contêineres refrigerados, o dispositivo possibilita acelerar o procedimento de liberação das mercadorias exportadas pelo terminal.
De acordo com o diretor empresarial da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Lourenço Fregonese, no primeiro semestre, o Porto de Paranaguá exportou quase 556,5 mil toneladas de carne. Essa movimentação gerou uma receita cambial de quase US$ 1,25 bilhão.
“Nossa principal carne de exportação é a carne de frango. Nesse segmento, somos o segundo porto do País. Investindo e estando abertos às iniciativas de modernização – sejam do governo federal ou da iniciativa privada – temos condição de atrair ainda mais cargas e clientes e, com isso, melhorar a economia de todo o Estado”, diz Fregonese.
O lacre foi apresentado essa semana aos representantes das empresas do ramo que atuam no Porto de Paranaguá. De acordo com o superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Paraná, Daniel Gonçalves Filho, a implantação do lacre, em caráter experimental, é imediata.
“O processo começa já na origem da carga, onde o contêiner é lacrado com um ch ip identi¬ficador. Um funcionário da empresa cadastra informações sobre a carga no Vigiagro (Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional) e, assim, a mercadoria já chega no Porto de Paranaguá com todo o processo burocrático realizado”, explica Daniel.
Segundo ele, o dispositivo permitirá que a carga seja rastreada. “Isso garante mais segurança, autenticidade e a integridade da carga”, completa. O projeto do Ministério, em fase de teste também nos portos de Santos (SP) e Navegantes (SC), é chamado de Canal Azul.
Uma das empr esas que exportam carne pelo Porto de Paranaguá, e habilitada para utilizar o lacre nessa primeira etapa, é a Martini Meat. Segundo o gerente comercial Marcelo Ostrowski, atualmente existe certa burocracia que impede maior agilidade nos processos protocolados via papel.
“Foi demonstrado nessa primeira reunião que de uma média superior a 48 horas para liberação de documentos nos portos, esse prazo poderia ser reduzido para pouco mais de duas horas, aliando a verificação da integridade física do lacre e da carga, também com a evolução do processo documental”, comenta.

Fonte: transportabrasil.com.br


MT amplia em 20% exportações do agronegócio no primeiro semestre

As exportações do agronegócio de Mato Grosso cresceram 20% no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012, segundo dados da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). O valor apurado com as vendas externas passou de US$ 7,11 bilhões nos primeiros seis meses do ano passado para US$ 8,52 bilhões de janeiro a junho deste ano.

“Um dos motivos para o bom desempenho da balança comercial no Estado foi o aumento da produção agropecuária e dos preços das commodities no mercado internacional que estavam muito favoráveis”, justifica o diretor executivo Famato, Seneri Paludo. Segundo ele, se o setor agropecuário não tivesse tido um bom resultado, a balança comercial brasileira registraria saldo negativo de US$ 11,4 bilhões.

No primeiro semestre do ano, a balança comercial total do Brasil apresentou déficit de US$ 3 bilhões. Isso significa que o país importou US$ 117,5 bilhões e exportou US$ 114,4 bilhões. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as vendas externas totais do Estado no acumulado de 2013 representaram 7,5% das exportações nacionais. Quase 100% das exportações de Mato Grosso são oriundas de produtos do agronegócio.

Fonte: Portalntc.org.br

Portos do Paraná registram alta na exportação de milho


Os portos de Paranaguá e Antonina fecharam o primeiro trimestre de 2013 com 9,46 milhões de toneladas movimentadas. O volume é 2% superior ao movimentado no mesmo período de 2012. No entanto alguns produtos, como o milho e o açúcar, foram os destaques.

As exportações de milho fecharam os três primeiros meses do ano com 1,6 milhão de toneladas. O volume é 208% maior do que o registrado no ano passado. “Somente no mês de março, exportamos praticamente o mesmo volume de milho movimentado em todo o primeiro trimestre do ano passado, 561 mil toneladas. A chuva acabou atrasando os embarques e ainda há dois navios de milho carregando e outros dois para carregar. Agora que concluímos o embarque do milho safrinha, a tendência é que a soja e o farelo cresçam em movimentação”, afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

A movimentação do milho se estendeu até março sobretudo por conta das intensas chuvas. Relatórios estatísticos da Appa apontam que no primeiro trimestre deste ano, as paralisações nos embarques causadas por chuva somaram 31 dias. No ano passado, no mesmo período, foram 15 dias de paralisação.

Apesar das condições climáticas adversas, a Appa conseguiu manter a logística de recebimento de cargas e carregamento nos navios sem a formação de filas. O sistema carga online, que emite senhas para que os caminhões graneleiros cheguem a Paranaguá, está permitindo que o atendimento da safra ocorra sem maiores prejuízos aos atores do sistema. “Não temos registro de filas. A intensa campanha de comunicação que temos feito com caminhoneiros, exportadores e operadores está surtindo efeito e evitado a formação de filas que só traz prejuízos”, afirma Dividino.

O volume de açúcar exportado, no primeiro trimestre deste ano, também é maior em comparação com o período de 2012. Até o último mês de março, foram mais de 846 mil toneladas embarcadas, 88% a mais que o registro do ano passado, quando foram exportadas quase 451 mil toneladas.

Um dos motivos apontados para o aquecimento do mercado do açúcar é o preço convidativo para os compradores internacionais. “Em média, os preços do açúcar no mercado internacional estão dez por cento menores. Com isso, a procura pelo produto aumenta e o mercado fica mais aquecido”, explica o engenheiro agrônomo Disonei Zampieri, da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento.

Ainda de acordo com Zampieri, ao contrário do que acontece com o açúcar, os preços da soja e do milho estão melhores para o exportador. Com isso, quem vende os produtos antecipa a compra dos insumos, principalmente dos fertilizantes.

Pelos portos paranaenses, no primeiro trimestres, foram quase 2,2 milhões de toneladas de fertilizantes importados este ano – 27% a mais que o volume importado em 2012, pouco mais de 1,7 milhão.

Foto: Nájia Furlan/ Appa

Fonte: Logweb

Terminal de Grãos do Maranhão reduzirá custo de exportação e colocará Itaqui entre três maiores portos do Brasil


Com a obra, Itaqui receberá cerca de 30 milhões de toneladas de soja e milho que hoje são exportados pelo Sul e será principal porto de grãos do Norte e Nordeste.

 Foi lançada, na manhã da última quarta-feira (07/11), a pedra fundamental para a construção do Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), no Porto do Itaqui, em São Luís. A obra vai mudar a rota de exportações do país e será fundamental para o desenvolvimento do agronegócio das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Com operação prevista para o final de 2013, o Terminal permitirá que a capacidade instalada para armazenagem e exportação de soja, milho e farelo do Itaqui salte dos atuais 2,5 milhões de toneladas de grãos/ano para até 15 milhões de toneladas/ano até 2020, o equivalente a um terço do potencial para exportações de grãos pelos portos do Norte e Nordeste.
Hoje, cerca de 85% da soja e do milho exportados pelo Brasil saem pelos portos de Paranaguá, Santos e São Francisco do Sul, que enfrentam sérios gargalos de logística. Com a implantação de novos terminais no Norte do país, estima-se que dois terços das cargas transferidas hoje para portos do Sul e Sudeste, cerca de 30 milhões de toneladas, sairiam pelos portos da região conhecida como Arco Norte do país.
Quando o TEGRAM estiver operando em sua capacidade plena, cerca de 11,5% da produção de grãos do país vai passar pelo Itaqui, o que posicionará o porto entre os três maiores do país.
Logística integrada ao Itaqui vai gerar economia no agronegócio-A construção do TEGRAM, a entrada em operação da Ferrovia Norte-Sul, que liga Palmas - TO a Açailândia - MA, e a sua conexão com a Estrada de Ferro Carajás (EFC) criaram as bases para o corredor que tem o Porto do Itaqui como destino.
Atualmente, o custo logístico total (terrestre, porto, aduana, transporte marítimo e documentações) para exportação de uma carga de soja que sai de uma fazenda em Balsas, principal município produtor de grãos no Sul maranhense até o Porto de Santos é de cerca de US$ 140 por tonelada. Se a mesma carga for exportada via porto do Itaqui, o custo sai por US$ 115 por tonelada, ou seja, uma economia de US$ 25 por tonelada, que representa quase 18%.
Na parte do transporte terrestre, especialistas do setor do agronegócio estimam que a redução entre 500 e mil quilômetros para chegar a um terminal de exportação darão ao produtor uma economia no transporte que será revertido em adicional de renda de até R$ 3,00 por saca de milho ou de soja.
Soma-se a isso a ampliação do Canal do Panamá, que com a obra permitirá passagem de graneleiros de até 60 mil toneladas para 150 mil toneladas. Na rota para a Ásia, principal destino da soja brasileira, estima-se uma redução no frete da ordem de 20%, o que beneficiará portos como o Itaqui, no Maranhão. 

Para ler a matéria na íntegra acesse: http://revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=219857

Fonte: Portal Fator Brasil

Três vezes mais soja sobre os trilhos

A tão sonhada ampliação da malha ferroviária paranaense, prevista no Plano de Investimento em Logística (PIL) do governo federal, deve dar alívio às estradas em tempos de escoamento de safra e reduzir os custos do agronegócio. Embora seja uma obra de longo prazo – com previsão de entrega para aproximadamente 20 ou 30 anos –, sua rea­lização é considerada fundamental para desafogar as rodovias paranaenses e acelerar o fluxo ferroviário até o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, principal porta de saída dos grãos cultivados no Paraná e região.
Com os novos trechos, o setor calcula que a movimentação de soja e milho sobre trilhos será dobrada em relação ao que é transportado atualmente pelas linhas da Ferroeste e da Serra do Mar. No caso da soja, a previsão é que o fluxo triplique e some pelo menos 7 milhões de toneladas, estima Nilson Hancke, assessor técnico-econômico da Federação da Agricultura do Paraná (Faep). A estimativa é considerada acertada também pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Para transportar essa quantidade de grãos, são necessários pouco mais de 115 mil vagões. Essa carga encheria 230 mil caminhões. 
Descontando o volume que já é transportado por ferrovia, isso significa que a demanda do agronegócio é retirar do asfalto 170 mil carretas de soja -- hoje 1,8 milhão de toneladas do produto são transportadas pelas duas principais vias férreas do estado, conforme dados da Ferroeste e da Appa, entidade que administra os portos paranaenses.Embarcam nos trens outras 1 milhão de toneladas de milho. “Só [a Região] Oeste produz 5 milhões de toneladas de soja. Desse montante, uma pequena parte fica para a indústria local, o restante segue para regiões com fábricas de óleo, ou para as cooperativas que despacham o produto para o porto”, argumenta Hanke. O especialista considera que outras 2 milhões de toneladas da oleaginosa retiradas dos campos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás passariam pelo Paraná.
Pedido
A principal reivindicação do agronegócio paranaense é que seja construída uma ferrovia entre Guaíra (Oeste) e o Porto de Paranaguá. Os trilhos da Ferroeste começam em Cascavel e terminam em Guarapuava, onde há um trecho, operado por empresa privada, que leva as mercadorias até o Porto pela Serra.
“Precisamos resolver esse gargalo e ainda construir um trecho ou reestruturar a ferrovia entre Guarapuava até Engenheiro Bley, ou seja, aprimorar o máximo possível o reforço de pontos na ligação para o porto”, avalia Luiz Antônio Fayet, consultor de logística da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Na carona da reestruturação ferroviária do Paraná, deve vir uma redução do preço do frete. Hoje o custo do transporte ferroviário é praticamente igual ao do rodoviário. O custo alto do frete é uma das principais razões da pequena movimentação de cargas do agronegócio nas ferrovias.
Para o engenheiro Renato Pavan, sócio-proprietário da consultoria Macrologística, a diminuição nos custos com o transporte sobre trilhos deve ficar entre 10% e 12%. A estimativa é baseada na distância média entre a origem e o destino das cargas. “Não dá para esperar muito mais do que isso. Há um limite entre o que está indo pela rodovia e pela ferrovia e, no Sul, a rodovia é imbatível a até 500 km dos portos”, considera.

Sobrecarga nas estradas aumenta com supersafra
Uma supersafra brasileira de grãos está a caminho e, com ela, a perspectiva de maior estrangulamento da logística do país. Se no ciclo 2011/12 houve filas históricas de navios à espera para atracar na Baía de Paranaguá e em Santos, a temporada que começa agora deve ser marcada por maiores dificuldades no escoamento da produção. A infraestrutura será a mesma para uma colheita com potencial recorde. Somente de soja, espera-se que o volume retirado das lavouras aumente 14 milhões de toneladas. “A causa é que lá em cima não tem saída”, explica Luiz Antônio Fayet, consultor em logística da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), em relação à falta de opções para escoamento da produção brasileira no Centro-Norte do Brasil.Paraná
O consenso entre os especialistas é que as ferrovias que hoje rasgam o mapa do Paraná não são eficientes e custam caro para quem deseja transportar mercadorias agrícolas. Com uma frota de 600 carretas próprias, a Coamo Agroindustrial, com sede em Campo Mourão, é uma das empresas que quase não usa a malha ferroviária disponível. O presidente da cooperativa, a maior da América Latina, José Aroldo Galassini, diz que os valores cobrados para transportar as cargas de caminhão até o terminal de embarque, em Maringá, somado ao preço do frete ferroviário , inviabilizam a operação. Por falta de alternativa, no último ano a Coamo colocou mais de 3 milhões de toneladas de soja, milho e trigo nas estradas do Paraná. “Em alguns momentos, tínhamos uma carreta a cada 500 metros ao longo do trecho até o porto. Nossa maior despesa é com transporte da produção”, revela Galassini. 

Investimentos
Empresa aposta na evolução do modal em Paranaguá
Com a perspectiva de ampliação da malha ferroviária no estado, empresas do setor já começam a fazer investimentos visando aproveitar oportunidades futuras. A Seara Agropecuária, empresa de Sertanópolis (Norte), que atua na área está investindo R$ 50 milhões em um terminal privado de grãos próximo ao porto de Paranaguá.
De acordo com o gerente de operações da companhia,Victor Goltz, a estrutura vai agilizar a entrada de cargas no porto. Ele explica que o transporte será realizado por uma composição de 50 vagões, em um trajeto de 5 km entre o terminal e a área de atracação. “Movimentando 1 milhão de toneladas por ano, o investimento deve ser recuperado em 6 ou 7 anos”, calcula.
Além do serviço de transporte, Goltz revela que o projeto será viabilizado pelos serviços de armazenamento e beneficiamento de cargas. “O contratante vai poder colocar a carga dentro dos padrões exigidos, beneficiá-la usando nossa estrutura.”, complementa. A estrutura tem capacidade de armazenamento de 100 mil toneladas e consegue carregar até 1200 toneladas de produto por hora nos trens.
310 mil toneladas
É o volume de soja e milho movimentado pela Ferroeste, que liga Cascavel à Guarapuava, no ano passado. Em 2008, linha transportou 728 mil toneladas dos dois grãos.

Fonte: Gazeta do Povo



Santos BR tem 1 mi de contêineres

A Santos Brasil, empresa especializada em operação e logística, ultrapassou a marca de 1 milhão de contêineres movimentados em 2011. Ao longo do ano, foram 1.529.32 TEUs (medida referente a 1 contêiner de 20 pés), atingindo a previsão para o ano. A alta foi de 6,7%, aproximadamente duas vezes o crescimento do PIB brasileiro.
De acordo com dados da Codesp (Companhia das Docas de São Paulo), a empresa teve uma participação de mercado de 53% dos contêineres cheios no Porto de Santos. Para 2012, a expectativa é que o volume movimentado nos terminais em que opera fique entre 1.630 e 1.730 mil TEUs.
“Com uma média trimestral de 80 Movimentos Por Hora (MPH), o Tecon Santos se consolida como o terminal de contêineres com maior produtividade no Brasil, chegando aos mesmos patamares de eficiência dos principais operadores de terminais de contêineres do mundo”, afirma Marcos Tourinho, diretor executivo de Relações com Investidores da Santos Brasil.
A Santos Brasil registrou crescimento de 29,9% da receita líquida no acumulado de 2011, encerrando o ano com R$ 1.124,7 milhões, ante R$ 865,5 milhões de 2010. O EBITDA (lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 456,9 milhões, alta de 47,3% em relação ao ano anterior. A margem EBITDA foi de 40,6%. O lucro líquido consolidado atingiu a marca de R$ 246,6 milhões, crescimento de 120,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A previsão da companhia é alcançar em 2012 um EBITDA consolidado entre R$ 500 milhões e R$ 550 milhões, além de investimentos na ordem de R$ 80 milhões para ampliar e melhorar suas operações.

Fonte: Portal Web Transpo

Embarque de soja do Brasil sobe em janeiro; café cai

As exportações de soja do Brasil em janeiro somaram 1 milhão de toneladas, crescimento expressivo na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o país embarcou 208 mil toneladas, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta quarta-feira.
Os embarques da oleaginosa do Brasil no mês passado ainda foram relativamente fortes, considerando que o país (segundo produtor global) está apenas começando a colher a nova safra, porque a colheita da temporada anterior foi recorde.
Em relação a dezembro, quando o volume remanescente da safra passada era um pouco maior, os embarques apresentaram queda de cerca de 500 mil toneladas.
Já as exportações de café verde do Brasil, o maior exportador e produtor global, somaram 1,95 milhão de sacas, queda na comparação com dezembro (2,6 milhões) e ante janeiro de 2010 (2,58 milhões), após o país ter colhido uma safra menor - ano de baixa do arábica - na safra passada.
Os embarques de açúcar bruto somaram 950,7 mil toneladas, ligeiro crescimento na comparação com o mesmo mês de 2011 (895 mil toneladas), mas queda ante dezembro (1,46 milhão de toneladas).
Os embarques de carne bovina in natura do Brasil totalizaram 62,4 mil toneladas em janeiro, praticamente estável contra dezembro(63,1 mil toneladas), mas com um crescimento ante janeiro de 2011 (51,8 mil toneladas), de acordo com a Secex.
As exportações brasileiras de carne de frango in natura somaram 293,7 mil toneladas em janeiro, ante as 319,9 mil toneladas embarcadas em dezembro, mas ainda com um crescimento ante janeiro do ano passado (267,8 mil t).

Fonte: Portal Frota Online

China barra entrada de meganavios da Vale em portos do país

Os navios que excediam a capacidade aprovada antes eram avaliados caso a caso, mas o ministério informou em comunicado nesta terça que navios cargueiros e petroleiros gigantes estão proibidos, medida que entra em vigor imediatamente.
O comunicado surge apenas um mês depois de a Vale tentar descarregar o navio Berge Everest, carregando com 388 mil toneladas de minério de ferro, no porto de Dalian - rapidamente gerando protestos da influente associação de armadores chinesa (China Shipowners Association), que tem ativamente pedido que Pequim barre os navios gigantes da Vale.
Atualmente, nenhum porto chinês tem aprovação para receber navios com mais de 300 mil toneladas e os navios da Vale podem carregar até 400 mil toneladas.
Embora não mencione especificamente os navios da Vale, o ministério dos Transportes citou preocupações com a segurança das operações dos grandes cargueiros. Recentemente, um dos meganavios da mineradora, o Vale Beijing, apresentou uma rachadura durante o carregamento no Maranhão.
O Ministério do Transporte chinês admitiu que sua decisão de proibir navios gigantes também decorre em parte da crise que assola a indústria de navegação chinesa, assim como assuntos de segurança marítima.
Com a desaceleração econômica em importantes regiões no mundo, como a Europa, a demanda por embarcações, muitas delas construídas e operadas por companhias chinesas, caiu, levando também os valores do frete marítimo para baixo.
A frota dos megacargueiros da Vale, mais competitivos que outras embarcações, pelos ganhos de escala, está ampliando sua atuação no mercado justamente neste momento ruim do setor, alimentando o lobby contrário chinês.

Fonte: Portal G1

Hamburg Süd e MSC unem serviços do Mediterrâneo e Costa Leste da América do Sul

Em razão do mercado atual e visando substituir o conjunto de serviços atuais, a partir de janeiro, a Hamburg Süd e a MSC reestruturarão os serviços entre o Mediterrâneo e a Costa Leste da América do Sul.
Os dois serviços, atualmente separados, serão unidos formando um serviço único, que será operado por oito navios com capacidade para 5.900 TEUs, sendo um da Hamburg Süd e os outros sete pela MSC.
A nova rotação será a seguinte:
- Valencia - Gioia Tauro - Livorno - Genoa - Fos - Barcelona - Valencia - Suape - Rio de Janeiro - Santos - Buenos Aires – Montevidéu - Rio Grande - Navegantes - Itapoá - Santos - Rio de Janeiro - Suape – Tangier - Valencia.
O novo serviço permitirá uma cobertura mais abrangente dos portos na América do Sul e se conectará às rotas da Hamburg Süd do Leste do Mediterrâneo e Meio Oeste através do Porto de Tangier.
Hamburg Süd -Fundada em 1871, a Hamburg Süd é um dos maiores grupos operando no transporte marítimo e está presente nas Américas, Europa, África, Ásia e Oceania, seja diretamente ou através de empresas coligadas. A Hamburg Süd, adquirida pelo Grupo Oetker no fim da década de 40, também é um dos maiores especialistas no transporte de cargas congeladas e refrigeradas com tecnologias inovadoras.
Em 2010, a empresa movimentou 2,9 milhões de TEUs. O maior fluxo de mercadorias concentra-se nos trechos Brasil e Argentina para a Europa. Nesta rota, os produtos mais transportados são café, tabaco, autopeças, carne, frango e frutas. Na rota inversa aparecem os produtos químicos e autopeças.

Fonte: Portal Fator Brasil