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ESTANTE INTELIGENTE RFID

Há alguns anos já se discutia a extinção do livro impresso. Mesmo contra os pensamentos dos amantes dos livros físicos, muitos já pronunciavam que os substitutos naturais deles seriam as parafernálias tecnológicas, conhecidas como e-books, tablets e outros. Entretanto, pesquisas recentes mostram que o fim dos livros impressos, se um dia acontecer, ainda está longe de chegar. Prova disso são os números da mais recente pesquisa da consultoria Forrester Research. De acordo com o estudo, os aparelhos eletrônicos para leitura de livros, ou e-readers, devem cair de 5,8 milhões de unidades projetadas em 2013 para 2,3 milhões em 2017.
Neste cenário, as bibliotecas devem empregar ferramentas modernas que liberem os seus funcionários para funções inteligentes, e não repetitivas, que demandem o contato humano, como orientação de usuários em suas pesquisas e uso do acervo bibliográfico, desenvolvimento de coleções e processamento técnico das mesmas, desenvolvimento de políticas internas, elaboração de projetos, tratamento e disseminação de produção científica, dentre inúmeras outras atividades.
Resguardando a paixão de muitos pelos livros impressos a RIFIDBrasil - Gateway Library & Solutions, setor dedicado à área de Bibliotecas e Acervos da Gunnebo Gateway Brasil, líder nacional em soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança, apresenta ao mercado nacional a inédita tecnologia da Estante Inteligente que soma a agilidade operacional para a biblioteca e privacidade para os leitores.
Agilidade, pois, tradicionalmente, os sistemas de devolução consistem em “bocas de lobos”, cujos livros devolvidos necessariamente precisam passar por um ou mais funcionários da biblioteca que reativam os sistemas de segurança e os devolvam às estantes. Processo que demanda tempo dos funcionários e paciência dos leitores, até terem a obra novamente à disposição. Com a Estante Inteligente, o próprio leitor ao colocar o livro em uma das prateleiras realiza a devolução e a ativação do dispositivo eletrônico de proteção do livro simultânea e automaticamente.
O equipamento também dispõe de um totem em que o usuário terá a confirmação da operação e opcionalmente poderá imprimir um recibo que comprova a devolução ou envia o documento por e-mail.

Para ver um vídeo e saber como a Estante Inteligente funciona, envie um e-mail para rfid@rfidbrasil.com.


RFID contra o roubo de carga de caminhões

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) determinou a instalação de uma tag de identificação por radiofrequência (RFID) em toda a frota brasileira de caminhões a partir do mês de setembro deste ano, com o intuito de aprimorar o combate ao roubo de cargas. Além disso, os caminhoneiros terão de ser recadastrados, como parte das iniciativas para implantar o novo sistema nacional de segurança e controle de cargas.


Atualmente, há 1,1 milhão de caminhões circulando com mercadorias pelo país. Apenas no ano passado, houve registros de 17,5 mil roubos de cargas e um prejuízo estimado de R$ 1 bilhão para o país, de acordo com a ANTT. A busca por uma solução levou o governo a considerar um sistema de rastreamento baseado em RFID, para verificar informações sobre caminhão e carga, além de fiscalizar o pagamento de impostos federais e estaduais.
A leitura das tags RFID ocorrerá em portais fixos instalados nas rodovias e as informações serão transmitidas para um banco de dados, onde um aplicativo fará a comparação entre os registros do caminhão e da carga. Desta maneira, a fiscalização passará a ser realizada automaticamente, sem ter de parar cada caminhão em um posto de controle. Com isso, o sistema RFID economizará tempo e agilizará o processo.
Os dados colhidos das tags também irão alimentar o sistema de controle da polícia, tornando possível reconhecer um caminhão roubado, por exemplo, ou que teve a carga furtada. Para isto, a tag da ANTT ficará fixa no para-brisas dos veículos, em substituição ao adesivo que atualmente identifica os caminhões e que é colado na lateral da carroceria.
Deste modo, caso seja registrada uma ocorrência de roubo ou furto de um veículo de carga, por exemplo, a polícia poderá solicitar as informações de rastreamento da ANTT, cujo banco de dados manterá registros automáticos sobre a passagem de todos os veículos de carga e os respectivos horários, em cada um dos portais de leitura.
Cada tag custará R$ 50 para o caminhoneiro, que vai ter de passar por um recadastramento obrigatório, com início previsto para setembro e duração de um ano e meio. O portal de fiscalização se assemelha ao dos radares de fiscalização de velocidade. Em cinco anos, devem ser instalados 53, com o intuito de cobrir 75% das estradas do Brasil ao custo de R$ 8 milhões.

Fonte: http://rfidbrasil.com/blog/index.php/rfid-contra-o-roubo-de-carga-de-caminhoes/ 
Por Edson Perin em RFID Journal Brasil.

Na Suécia, escritório troca crachá por chip nos funcionários

Na Suécia, um condomínio de escritórios está testando um sistema que pode mudar a maneira como as empresas controlam o acesso dos funcionários à suas estruturas e serviços. 
Em vez de utilizar crachás ou senhas, o Epicenter dá a seus usuários a opção de implantar um chip sob a pele. Segundo a BBC, o aparelhinho já permite abrir as portas do edifício e operar fotocopiadoras.


E as promessas são de que, no futuro, até mesmo os pagamentos na lanchonete serão feitos com um simples toque de mão.
O chip de identificação por radiofrequência tem o tamanho de um grão de arroz e é colocado na mão do profissional. Ele será oferecido às cerca de 700 pessoas que devem ocupar o local, mas seu uso não será obrigatório.
O repórter de tecnologia da BBC Rory Cellan-Jones testou a novidade e garantiu que o procedimento de colocação do chip, feito por tatuadores, é rápido e não dói mais do que uma injeção.
Ele disse, porém, que o uso do dispositivo não é tão intuitivo quanto aparenta. "Tive que torcer a minha mão em uma posição não natural para fazer a fotocopiadora funcionar", contou.
À BBC, o bio-hacker Hannes Sjoblad, idealizador do recurso, disse que seu objetivo é simplificar a relação entre pessoas e aparelhos, mas não apenas.
"Nós queremos entender essa tecnologia antes que grandes empresas e governos venham até nós e digam que todo mundo deve receber um chip – o chip dos reguladores de impostos, do Google ou do Facebook", afirmou.

Por Luísa Melo - Exame.com

Pedágio proporcional a trecho rodado começa a valer no 2º semestre

A partir do segundo semestre deste ano, os automóveis brasileiros podem começar a passar por estradas federais privatizadas sem ter de parar nos pedágios e pagando apenas o valor da tarifa equivalente ao trecho percorrido na rodovia. Depois de algumas revisões no calendário, o governo federal prevê para 30 de junho a entrada em operação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav). Serão instalados chips nos veículos que permitirão ao governo verificar, por meio de sistemas de rádio, quando eles entram e saem das estradas. Nas rodovias ainda a serem concedidas, essa modalidade de cobrança de pedágio poderá ser prevista antes do leilão. Nas já privatizadas, seria necessário um aditivo. Os chips já são usados em algumas estradas privatizadas do interior de São Paulo, em fase experimental. O governo paulista estima que, no futuro, as tarifas de pedágio poderão cair até 30%, em média, com essa tecnologia.


Pelo modelo atual, os leilões de concessão de rodovias são vencidos por quem oferece a menor tarifa de pedágio por quilômetro. Depois do leilão, a concessionária indica os pontos da rodovia onde serão instaladas as praças de pedágio, de modo a promover as tarifas mais justas possíveis, tendo em vista os principais destinos e origens. Na prática, porém, sempre haverá aquele usuário que tem de dirigir apenas cinco quilômetros, mas paga pedágio, e aquele que percorre longas distâncias sem ser taxado. É para promover uma cobrança mais justa - o que inclusive elevaria a receita da concessionária - que o governo de São Paulo e as concessionárias planejam uma queda geral no valor das tarifas com a adoção do sistema de cobrança eletrônica por quilômetro.
"À medida que a placa eletrônica for implantada em um número crescente de veículos, a utilização desse equipamento para a cobrança eletrônica de pedágio permitirá o aumento da base pagante e a modicidade da tarifa. Nesse momento, prevalecerá o conceito "onde todos pagam, todos pagam menos"explica Gil Guedes, consultor técnico da Associação Brasileira dos Concessionários de Rodovias (ABCR).
Karla Bertocco Trindade, diretora-geral da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), explica que o sistema de cobrança por quilômetro rodado em São Paulo, chamado de Ponto a Ponto, vem tendo sucesso entre os 60 mil usuários selecionados para o teste. Mas ressalta que a adesão é voluntária, o que acaba atraindo mais quem passa a economizar no novo modelo de cobrança.
"Para a concessionária da rodovia, a mudança não é necessariamente boa. A longo prazo, será boa, porque vai ter usuários mais satisfeitos, pagando um valor mais justo. Mas, num primeiro momento, o modelo está destinado a corrigir distorções. Com todo mundo pagando pelo que usa de fato da rodovia, temos expectativa de redução de tarifas em 30%", disse Karla.
Com o Siniav, serão instalados chips em todos os veículos do país, em sistema similar àqueles implantados para cobrança de pedágio por empresas privadas (Sem Parar, Conect Car, Auto Expresso e Move Mais). No modelo atual dessas empresas, o chip abre a cancela nas praças de pedágio e registra o custo, sem que o motorista tenha de parar. No futuro, esse mesmo chip vai registrar as entradas e saídas do carro na estrada, enviando a fatura posteriormente ou descontando dos créditos do dono do veículo - como também já ocorre com a cobrança de estacionamento pelas empresas privadas, com o chip registrando o tempo de uso.
Para a cobrança do pedágio proporcional começar a valer em 2015, porém, espera-se que não haja nova prorrogação da instalação do Siniav, previsto em lei desde 2006. Além disso, são necessários ajustes regulatórios e burocráticos. Para os contratos de concessão federal já em curso, por exemplo, seria necessário negociar aditivos com as operadoras, como ocorreu em São Paulo. A favor da adoção está o fato de que mais da metade das rodovias concedidas já têm tecnologia para fazer essa adaptação.
Como já ocorre em quatro rodovias de São Paulo, os chips devem permitir, no futuro, que motoristas possam pagar pedágio por quilômetro rodado nas estradas federais em sistemas pré e pós-pagos, acompanhados de taxas de adesão, mensalidades ou taxa para carregamento de créditos. Com o monitoramento por rádio, a medição é precisa, com cobrança equivalente ao número de quilômetros percorridos. O sistema é conhecido pela expressão em inglês free flow, ou fluxo livre, uma vez que não é necessário parar em nenhum ponto da estrada para pagar pedágio.
"Nos EUA, onde o sistema já existe, câmeras instaladas nos pórticos tiram fotos das placas em caso de não haver registro para pagamento, sendo a cobrança enviada posteriormente por correio para o usuário, em geral com um adicional correspondente ao custo da foto e da postagem. Sistema análogo está implantado há vários anos no Chile e na Austrália"  diz Guedes, da ABCR.
A Artesp firmou neste ano um convênio com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para compartilhamento de tecnologias do sistema automático de arrecadação de pedágios. Por enquanto, a agência federal avalia a adoção do free flow em concessões futuras.
Segundo a ANTT, com o Siniav o usuário vai poder contratar o serviço “por meio de pagamento à vista, pré ou pós-pago; realizar a transação em cabine específica, onde não há necessidade de parada; evitar filas nas cabines manuais, sem paradas e arrancadas; e diminuir o consumo de combustível, de emissões de gases poluentes e de custos do veículo, como freios e suspensão".
No ano que vem, todos os carros deverão passar por esse processo de emplacamento eletrônico, assegura o Ministério das Cidades. O modo como isso ocorrerá, porém, ainda não está muito claro. Segundo o governo, o Siniav permitirá melhorar a segurança, a mobilidade e a produtividade das estradas, "poupando vidas, tempo e dinheiro".
Na avaliação do Ministério das Cidades, além da mudança no modelo de cobrança nos pedágios, a tecnologia do Siniav permitirá ao setor privado uma grande oferta de novos serviços, como acesso automático a estacionamentos, condomínios e serviços de abastecimento.
O sistema, na verdade, tem como principal foco os benefícios para a segurança pública, permitindo que os veículos irregulares - seja por motivos fiscais, seja por criminais - possam ser encontrados pelos sistemas de rádio instalados ao longo do país. O governo também vai monitorar se veículos circulam com IPVA ou licenciamento vencidos, mas garante critérios para a preservação da privacidade dos condutores. "Somente as informações visíveis do veículo, como placa, cor e tipo, estarão presentes nas informações constantes da Placa Eletrônica", informa o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Fonte: O Globo via Logweb

Holambra vai de RFID para distribuição

A Veiling Holambra, cooperativa responsável por 45% da comercialização de flores e plantas ornamentais no Brasil, adotou um sistema de identificação por radiofrequência para organizar melhor a sua cadeia de suprimentos.
Segundo a cooperativa, a adoção da nova tecnologia serve para reforçar o controle logístico de cerca de 1,1 milhão de ativos retornávies – embalagens usadas na logística entre seus cerca de 400 fornecedores e milhares de clientes em todo o país.
 
O projeto, realizado no padrão global EPC e com orientação da GS1 Brasil, consistiu na inserção de etiquetas em cestos, suportes de cestos, carrinhos, prateleiras e porta-vasos, em que cada unidade possui um código de identificação próprio.
A empresa responsável pela instalação da tecnologia é a Coss Consulting, de São Carlos, no interior de São Paulo, em um processo que, do planejamento à execução, levou cerca de dois anos.
Com a nova solução, o controle manual dos ativos será eliminado, dando lugar a um controle mais rigoroso, usando antenas nos portais da área da cooperativa, que farão a leitura automática das tags RFID implantados nos ativos retornáveis.
De acordo com a cooperativa, o resultado imediato é a diminuição de erros e de custos, assim como um ganho com a possibilidade de rastrear estes equipamentos ao longo da cadeia de abastecimento.
“O acesso a informações torna-se mais amplo, o que agrega inúmeras vantagens para a logística e para a gestão dos ativos”, destaca a assessora de soluções de negócios da GS1 Brasil, Patrícia Munhoz Botelho do Amaral.
O retorno do investimento da Cooperativa Veiling Holambra está programado para um período de dois anos e meio. Somente em logística reversa, a redução esperada é de 40% no tempo gasto com as operações envolvendo a devolução do material circulante.
“O projeto de adoção de tecnologia RFID representa uma mudança estratégica em toda a gestão de materiais circulantes que utilizamos em nossas operações”, explica o gerente de logística e facilidades da Cooperativa Veiling Holambra, Jorge Possato Teixeira.
O segmento de flores faturou cerca de $ 4,5 bilhões, segundo dados de entidades setoriais. Desde 2006, o segmento tem registrado altas de 8% a 12% em volume e de 15% a 17% em valor. Hoje, o país tem cerca de nove mil produtores.
NO SUL - Também focado no mercado de distribução e venda de flores, um grupo de pesquisadores da Unisinos, em São Leopoldo, criou o portal Cnflores, plataforma que reúne informações de produção e demanda de fornecedores e floriculturas no estado.
Atualmente em fase de testes, a plataforma – disponível via web e mobile – relaciona os tipos de flores disponíveis por quem produz e informa os tipos mais solicitados por quem vende ao consumidor final.
Segundo os pesquisadores, a ideia é estruturar melhor o segmento, que trabalha com janelas restritas de distribuição, ainda mais nos casos de flores de corte, que contam com prazos curtos de validade.


MRS Logística aplica sistema de telemetria em frota rodoviária

Empresa atuante no modal ferroviário planeja reduzir acidentes e diminuir infrações com sistema implementado em 400 automóveis.

Investindo processo de aprimoramento na segurança dos colaboradores, a empresa MRS Logística implantou o sistema de telemetria Blue Tec em toda a frota rodoviária, com o objetivo de reduzir acidentes e diminuir infrações.

O acompanhamento em tempo real dos mais de 400 veículos que trafegam a serviço da MRS permitiu corrigir o modo de condução dos motoristas.

A solução da Blue Tec permite o acompanhamento do deslocamento do veículo e do modo de condução do motorista. Os dados obtidos pelo sistema fornecem informações sobre o tempo de direção, intervalo para descanso, direção em período noturno, freadas e acelerações bruscas, entre outras. Os dados são transmitidos via rádio frequência ou tecnologia GSM e podem ser visualizados em tempo real ou acessados posteriormente.

O computador de bordo também alerta o motorista sempre que o veículo ultrapassa o limite de velocidade estabelecido para a estrada.
Em caso de acidente, também é possível analisar se houve imprudência e se o acidente poderia ter sido evitado. Outra função importante em relação à segurança é o bloqueio da partida, caso o motorista acione o sistema sem o seu identificador pessoal.

“O sistema de telemetria da Blue Tec é um componente central no controle e garantia de nossa diretriz de segurança rodoviária. Em 2012, a média mensal de infrações rodoviárias foi 56% inferior a 2011 e sem a ocorrência de acidentes classificados como gravíssimos”, explica Washington Noé, Gerente Geral de Serviços Compartilhados da MRS.

Fonte: Transporta Brasil

Concessionária realizará estudo na SP-332 para instalar pedágio Ponto a Ponto

Segundo Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), novo método de cobrança deve começar a funcionar até o fim do ano
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A concessionária Rota das Bandeiras realizará a partir da segunda quinzena de agosto um mapeamento sobre a origem e destino dos motoristas que passam pela Rodovia Zeferino Vaz (SP-332). O intuito do estudo é viabilizar a implantação do sistema de cobrança de pedágio Ponto a Ponto, com isso o condutor pagaria o proporcional ao trecho percorrido pelo veículo.
A expectativa é que até setembro o estudo seja concluído com a coleta de dados na região de Cosmópolis, Paulínia, Engenheiro Coelho e Arthur Nogueira (SP). Novo método de cobrança deve começar a funcionar até o fim do ano.
Ao longo da rodovia, há três praças de pedágio, sendo duas em Paulínia, com cobrança de R$ 6,20 e R$ 8,60, e uma em Engenheiro Coelho, com cobrança de R$ 4,10.
Paralelamente à realização desta pesquisa, a Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) promove também um levantamento sobre as possíveis localizações dos pontos de leitura fracionada que deverão ser erguidos na rodovia. Os chamados pórticos fazem a leitura automática de etiquetas eletrônicas instaladas nos veículos, que transmitem ondas de radiofrequência. Quando o veículo passa sob o pórtico, essa passagem é registrada e é realizada a cobrança de valor proporcional ao trecho efetivamente percorrido pelo usuário. Segundo a agência, só será possível determinar os locais após o estudo.

Fonte: Transporta Brasil

RFID Journal Live! Brasil

Evento muito interessante!

Avery Dennison anuncia novas soluções de RFID

Com o objetivo de melhorar a identificação de etiquetas RFID especialmente em produtos como perfumes, joias, cosméticos, acessórios e utilidades domésticas, a Avery Dennison apresenta uma nova família de tags e soluções cuja aplicação melhora a flexibilidade, durabilidade, eficiência, velocidade e capacidade gráfica destas etiquetas.

Como explica Eduardo Costa, Desenvolvimento de Mercado da divisão RBIS (Retail Branding and Information Services), “a nova linha inclui rótulos para itens contendo metal e líquidos; etiquetas de codificação mais rápidas e com maior sensibilidade de leitura; e tags robustas para uso em aplicações de vestuário e em ambientes agressivos”.

Para tal, a Avery Dennison trabalhou com parceiros líderes no mercado como NXP, Impinj e EM Marin para criar soluções mais versáteis e de alta performance em RFID, atendendo a aplicações que tradicionalmente não tinham acesso a esta tecnologia. As novas soluções também melhoram consideravelmente as propriedades gráficas das etiquetas, possibilitando aos designers criações que atendam às expectativas do mercado global.

Entre as soluções estão os novos rótulos RFID AD-451m5 produzidos a partir de um processo exclusivo da Avery Dennison que consiste em utilizar um inlay RFID (feito com um chip Impinj Monza 5 IC) ligado a uma fina camada de espuma com duas vezes a largura da capa e capaz de ser impressa numa impressora de transferência térmica padrão. Depois que a etiqueta é impressa, o forro pode ser removido, expondo um revestimento adesivo. A etiqueta é dobrada ao meio e com as partes aderentes grudadas umas às outras, embutindo o topo do rótulo, com duas camadas de espuma por baixo dele. Um outro forro, ligado à camada de espuma inferior, pode então ser removido, expondo uma camada adesiva que é utilizada para fixar a etiqueta ao produto.

Outra solução é a etiqueta AD-318m5 projetada para produtos que contenham metais ou líquidos. Ela é pequena, tem uma antena de 41,4 mm X 16 mm, e destina-se a artigos em que o espaço disponível para colocar uma etiqueta é limitado como joias, embalagens farmacêuticas e roupas íntimas.

Já os inlays AD-234eM, AD-382eM e AD-319eM são de três tamanhos diferentes: 70 mm X 14,5 mm; 30 mm X 50 mm; e 41,4 mm X 16 mm, respectivamente. Eles foram projetados para aplicações de RFID que exigem maior durabilidade; podem ser costurados em peças de roupa ou usados em situações de alto impacto como aplicações automotivas e industriais.

A Avery Dennison também apresenta os inlays modelos AD-235u7 e AD-370u7, projetados com uCode 7 ICs, para uma codificação mais rápida (a uma taxa de 100 itens por milissegundo). “A maior sensibilidade das novas tags ajuda o varejista a capturar mais facilmente leituras de mercadorias nas prateleiras, movendo um leitor portátil rapidamente perto dos itens etiquetados com RFID”, conclui Costa.

Fonte: Portal Logweb

Intermec lança leitores de códigos de barras compactos



A Intermec, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de transmissão de dados, lança os leitores de código de barras SF61B e SR31T, soluções que garantem menor tempo de leitura para código de barras 2D e alto desempenho.

O modelo SF61B é compacto e proporciona mobilidade ideal para os centros de distribuição e áreas como transporte e logística, serviços de campo e operações da saúde. Já o SR31T se destaca por sua robustez, sendo adequado para aplicações em ambientes industriais leves.


 

Fonte: Logweb

Governo planeja sistema único de pedágio no país

Sistema ponto a ponto funcionará em SP em julho

O governo federal firmou uma parceria com o Estado de São Paulo para levar a tecnologia de pagamento eletrônico de pedágio das rodovias paulistas a todo o país.

A reunião foi realizada na semana passada (11/07) em São Paulo. O objetivo é que haja um sistema unificado de pagamento em todas as estradas nacionais e que ele seja usado também no rastreamento de cargas em ferrovias, portos e aeroportos.

O sistema de pagamento eletrônico de pedágio funciona hoje graças ao “tag” que fica dentro dos veículos. Ele é captado por antenas assim que passa pelas praças de cobrança por meio de radiofrequência, com a tecnologia RFID 915 mhz.

Essa mesma tecnologia, de acordo com a intenção da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), poderá ser usada nas rodovias de todo o país – tanto nas praças de pedágio como no futuro, por meio do sistema ponto a ponto.

“Nós vamos pegar essa tecnologia para pedágio automático e compartilhar essa experiência com a EPL para usar o mesmo padrão no resto no Brasil”, diz Giovanni Pengue Filho, assessor de projetos especiais da Artesp.

Esse sistema prevê que o usuário pague pedágio conforme vá passando por postes instalados ao longo da rodovia, que captam o tag do carro.

O mecanismo é considerado mais justo do que as praças de cobrança, já que cobra apenas a distância percorrida pelo veículo. Quanto mais usar a rodovia, mais alta fica a tarifa.

O sistema ponto a ponto começa em São Paulo definitivamente em julho, na concessionária Renovias, quando os usuários com o tag poderão escolher entre o pagamento via postes ou via praças de cobrança.

Ainda não há prazo para instalação desse sistema em todo o Brasil. O que mais dificulta é o fato de que poucos veículos no país têm o tag atualmente.

Segundo Pengue Filho, hoje 55% dos veículos que passam por praças pedágio usam o tag. Segundo ele, quando esse número chegar a 80%, a implantação do sistema ponto a ponto se torna viável.

A transição do mecanismo de cobrança pode ser encurtada pelo projeto Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav), que prevê que os tags de rastreamento de veículos sejam instalado já nas fábricas.

Com isso, não será mais necessário que o motorista faça a aquisição de um tag. Apesar disso, ainda será necessário escolher uma operadora do sistema de pagamento. Hoje, estão autorizadas a funcionar em São Paulo a Sem Parar, Auto Expresso e ConectCar.

Além disso, o governo estuda aplicar a mesma tecnologia em outro programa, o Brasil ID. Ele prevê o rastreamento de produtos que saem de fábrica. Entre os benefícios do projeto, diz Pengue Filho, está a redução de fraudes fiscais e de roubos nas rodovias. Outro é o estudo do roteiro logístico da carga e a possível economia com mudanças de traçad


Fonte: Frotacia.com.br

Governo planeja sistema único de pedágio no país

O governo federal firmou uma parceria com o Estado de São Paulo para levar a tecnologia de pagamento eletrônico de pedágio das rodovias paulistas a todo o país.
A reunião foi feita ontem em São Paulo. O objetivo é que haja um sistema unificado de pagamento em todas as estradas nacionais e que ele seja usado também no rastreamento de cargas em ferrovias, portos e aeroportos.
O sistema de pagamento eletrônico de pedágio funciona hoje graças ao “tag” que fica dentro dos veículos. Ele é captado por antenas assim que passa pelas praças de cobrança por meio de radiofrequência, com a tecnologia RFID 915 mhz.
 Essa mesma tecnologia, de acordo com a intenção da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), poderá ser usada nas rodovias de todo o país – tanto nas praças de pedágio como no futuro, por meio do sistema ponto a ponto.
 “Nós vamos pegar essa tecnologia para pedágio automático e compartilhar essa experiência com a EPL para usar o mesmo padrão no resto no Brasil”, diz Giovanni Pengue Filho, assessor de projetos especiais da Artesp.
 Esse sistema prevê que o usuário pague pedágio conforme vá passando por postes instalados ao longo da rodovia, que captam o tag do carro.
 O mecanismo é considerado mais justo do que as praças de cobrança, já que cobra apenas a distância percorrida pelo veículo. Quanto mais usar a rodovia, mais alta fica a tarifa.
 O sistema ponto a ponto começa em São Paulo definitivamente em julho, na concessionária Renovias, quando os usuários com o tag poderão escolher entre o pagamento via postes ou via praças de cobrança.
 Ainda não há prazo para instalação desse sistema em todo o Brasil. O que mais dificulta é o fato de que poucos veículos no país têm o tag atualmente.
Segundo Pengue Filho, hoje 55% dos veículos que passam por praças pedágio usam o tag. Segundo ele, quando esse número chegar a 80%, a implantação do sistema ponto a ponto se torna viável.
A transição do mecanismo de cobrança pode ser encurtada pelo projeto Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav), que prevê que os tags de rastreamento de veículos sejam instalado já nas fábricas.
Com isso, não será mais necessário que o motorista faça a aquisição de um tag. Apesar disso, ainda será necessário escolher uma operadora do sistema de pagamento. Hoje, estão autorizadas a funcionar em São Paulo a Sem Parar, Auto Expresso e ConectCar.
Além disso, o governo estuda aplicar a mesma tecnologia em outro programa, o Brasil ID. Ele prevê 
o rastreamento de produtos que saem de fábrica. Entre os benefícios do projeto, diz Pengue Filho, está a redução de fraudes fiscais e de roubos nas rodovias. Outro é o estudo do roteiro logístico da carga e a possível economia com mudanças de traçado.

Fonte: Valor Econômico

Sinal verde:pare!

Quem nunca deu voltas e voltas à procura de uma vaga em estacionamento de shopping? Se você é desses que gostaria de uma ajudinha na hora de parar o carro, certamente vai aprovar o novo sistema de identificação de vagas colocado no estacionamento de um shopping em São Paulo.





Sinalizadores instalados no alto das vagas indicam quando ela está vazia ou não. Se estiver com a luz verde, você pode estacionar. Mas se a luz vermelha estiver acionada é porque a vaga está ocupada. O sistema ajuda a organizar melhor o fluxo de carros que passa pelo estacionamento, além de evitar que os clientes fiquem irritados à procura de um espaço vazio. A cor do sinalizador muda de acordo com a disponibilidade das vagas.
E para os espertinhos que fingem não ver que a vaga é preferencial, o sistema emite um alerta sonoro dizendo que aquele espaço é reservado para pessoas com deficiência física ou idosos. As lâmpadas são de led, por isso têm menor consumo de energia. Neste shopping já foram instalados cerca de 3 mil sensores.
Os Shoppings Morumbi e Villa Lobos também têm painéis digitais nas entradas dos estacionamentos que dizem a quantidade de vagas disponíveis naquele espaço.

Chip promete reduzir burocracia e agilizar transporte de cargas no Brasil


Além da infraestrutura precária, tem o excesso de burocracia. Agora, uma tecnologia que começa a ser testada esta semana promete acabar com o excesso de apelada para a liberação de cargas. Um chip vai informar todo o trajeto dos contêineres.O lacre eletrônico foi desenvolvido por pesquisadores, pela indústria e pelo governo para reduzir a burocracia e cortar custos. O Bom Dia Brasil acompanhou os testes.
Em Lins, interior de São Paulo, a carne na esteira do frigorífico é preparada para enfrentar uma longa viagem dentro e fora do Brasil.
A primeira parada é a 500 quilômetros, no Porto de Santos. A documentação é analisada pelo Vigiagro, um setor do Ministério da Agricultura, e pela Receita Federal. O percurso todo é uma maratona: são 11 horas de estrada, muita burocracia e filas até onde a vista alcança.
O Brasil perde mais de R$ 160 bilhões por causa de problemas de logística, R$ 13 bilhões só com falta de estrutura nos portos. Mas um aparelhinho do tamanho de uma unha pode deixar esta conta mais barata.
A nova tecnologia foi desenvolvida por pesquisadores da USP de São Paulo para dar mais rapidez ao desembaraço das cargas que são exportadas do Brasil. Os testes foram feitos nos portos de Santos, em São Paulo, e Navegantes, em Santa Catarina.
“Nós bolamos um lacre eletrônico que vai no contêiner, com as informações sobre o que está dentro do contêiner, tipos de carnes e tal”, afirma o professor Eduardo Mario Dias.
O chip é uma espécie de RG e fica no lacre. Cumpre o que hoje é feito por um calhamaço folhas de papel, levadas pelo caminhoneiro. Enquanto o contêiner é lacrado, o funcionário cadastra a carga no sistema, e em Santos as informações aparecem nos computadores do Vigiagro. “A gente abre o certificado sanitário, confere as suas informações”, afirma o fiscal.
O Bom Dia Brasil acompanhou dois contêineres. Um deles vai passar pelo processo tradicional, o outro pelo sistema novo. Em um, carne enlatada que vai para a Turquia. Em outro, carne que vai para a Venezuela, esse tem um lacre com chip.
A primeira checagem é no pelo processo manual. O contêiner branco é registrado com um telefone celular que tem o aplicativo do sistema. Na hora, o programa indica qual é a situação da carga. Já o trâmite do primeiro contêiner ainda terá longos dias pela frente.
Logo cedo, o motoqueiro retira os papeis e leva para o despachante, que organiza a documentação. No Vigiagro, a papelada entra em uma fila. Enquanto isso, centenas de caminhões tentam chegar ao porto.
A avenida portuária que dá acesso aos terminais no Porto de Santos tem fila de caminhão dos dois lados. “Sem dormir, sem comida para comer, sem banheiro para usar, sem nada”, reclama um caminhoneiro.
O dia termina sem notícias do processo. A liberação veio só no dia seguinte, 46,5 horas depois do lacre na carga. No caso do contêiner branco, o tempo foi de uma hora e 28 minutos. Uma eficiência necessária para o Brasil.
O país ficou na última colocação em um ranking recente que avaliou a competitividade dos portos de 14 países. Estamos atrás de Argentina, Polônia e Colômbia.
“Nós precisamos conjuntamente minimizar o mais rápido possível a média que um produto leva para ser exportado”, afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne, Antonio Jorge Camardelli.
“Nós temos que buscar agilizar e melhorar a nossa logística, a nossa infraestrutura, para adequar a grande produção que estamos tento. Acredito que até o fim do ano nos teremos esse lacre eletrônico em todos os portos brasileiros”, diz o ministro da Agricultura, Antonio Andrade.
O escritório do Vigiagro em Santos deve recuperar seus corredores, hoje lotados dos processos aprovados. Estima-se que no ano passado foram produzidas 300 mil folhas de arquivo. Com esse novo sistema, toda essa papelada vai perder a função e vai desaparecer.

Fonte: G1

Super Muffato lança 1º sistema de autoatendimento no país

Segundo a rede, sistema é o primeiro do país a permitir que clientes paguem suas compras e economizem 20% de tempo com isso[...]

Os clientes de um supermercado da zona sul de Londrina da paranaense Super Muffato estão, desde a semana passada, fazendo compras sem precisar da ajuda de caixas. A rede inaugurou no endereço, segundo a própria empresa, o primeiro sistema de autoatendimento de supermercados do país com a intenção de tornar mais ágil em 20% o tempo gasto pelos clientes nos pagamentos.

Por meio do sistema, os clientes da varejista podem, além de escolher os produtos nas gôndolas, pesar, conferir o preço, pagar e tirar o recibo das mercadorias compradas sem precisar da ajuda de um caixa. Comum fora do país, o sistema de self checkout tem a função de evitar ou pelo menos diminuir as filas de atendimento nos supermercados em horários de pico – e, claro, incentivar as pessoas a comprar mais.

“Não se trata apenas da oferta de mais um benefício ao cliente, mas sim de uma mudança na forma com que ele se comporta na hora de concluir uma compra, passando de expectador para agente de todo o processo”, diz Everton Muffato, diretor da companhia.

O sistema foi testado por dois anos, com ajuda da fornecedora de tecnologia RMS, antes de ser implantado no endereço escolhido no último dia 21. A expectativa da empresa é implantar no primeiro trimestre do ano que vem novas unidades do self checkout em Londrina.

De acordo com a empresa, a adoção da novidade fez com que seis funcionários que trabalhavam no caixa fossem treinados para ajudar os consumidores a comprar pelos novos quatro caixas instalados na loja. Com isso, outras seis pessoas foram contratadas para ocupar os seis caixas tradicionais, que foram mantidos.

Com mais de nove mil colaboradores diretos, o grupo paranaense conta hoje com 40 operações de negócio, espalhadas em 13 cidades do Estado e em Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

Fonte: Revista Exame


Intermec patrocina o RFID Journal LIVE! Brasil, em SP

Preocupada em ampliar o conhecimento do mercado sobre tecnologias de identificação de dados, a Intermec, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de transmissão de dados entre a cadeia de suprimento, patrocina o evento RFID Journal LIVE! Brasil, que será realizado nos dias 29 e 30 de novembro, em São Paulo (SP).

O evento visa avaliar os objetivos que levam as empresas de diferentes segmentos a implantar tecnologias de identificação por radiofrequência (RFID), utilizando-as em atividades como rastreamento de ativos, administração de estoques, atendimento ao cliente, entre outras aplicações. O conteúdo do evento foi projetado para atender às expectativas das empresas interessadas em avaliar a implantação de soluções de RFID. Por isso, haverá estudos de caso e debates com foco nos benefícios da tecnologia.

O debate com o tema “Como soluções de RFID geram benefícios para novos negócios” terá a participação de Reinaldo Andrade, Gerente de Canais da Intermec Brasil, no dia 29 de novembro, às 15h30. A proposta é discutir como tecnologias inovadoras ajudam as empresas a se tornarem mais competitivas e valorizadas. O RFID, sendo uma tendência de mercado, está entre estas tecnologias.

Serviço

Evento: RFID Journal LIVE! Brasil
Data: 29 e 30/11/2012
Local: Espaço APAS – Centro de Convenções
Endereço: Rua Pio XI, 1200 – Alto da Lapa – São Paulo
Palestra: Como soluções de RFID geram benefícios para novos negócios
Dia 29 de novembro às 15h30
Informações: http://www.rfidjournalevents.com/brasil/portuguese/

Fonte: LogWeb

Conheça a tecnologia usada na entrega de encomendas

A coluna Conecte (do Jornal da Globo) foi aos EUA ver como funciona a maior empresa de entregas rápidas do mundo. No Brasil, acompanhou a logística de um gigante dos cosméticos.

Entregar pedidos em curto prazo é hoje um serviço que envolve avançada tecnologia, e não só de transportes. A coluna Conecte foi aos Estados Unidos ver como funciona a maior empresa de entregas rápidas do mundo. E, no Brasil, acompanhou a logística de um gigante dos cosméticos.
Enquanto muita gente se prepara para dormir, há um lugar na cidade de Memphis, no Tennessee, que não para nem na madrugada. Começa o turno de trabalho de dez mil pessoas. É nessa hora que o aeroporto internacional da cidade é exclusivo da Fedex, a maior empresa de entregas rápidas do mundo.
Fundada há mais de 40 anos como Federal Express, a corporação tem hoje 677 aeronaves, a segunda maior frota do planeta, atrás apenas da empresa aérea Delta Airlines.
A cada 90 segundos chega um avião da empresa. Só no aeroporto de Memphis, passam por hora, meio milhão de pacotes e documentos nas esteiras. Cada um dos pacotes passa por túneis com 30 scanners que fazem a leitura ótica dos códigos de barra. Neles há todas as informações da entrega: quem enviou o pacote, o volume, o tipo de serviço contratado e o destino da encomenda. A carga é redistribuída em novas esteiras até ser levada para o avião de novo. São 67 quilômetros de esteiras.
A central global de controle de operações da Fedex é o cérebro da companhia. Além de acompanhar a previsão do tempo, eles controlam também os planos de voo da empresa no mundo todo, em tempo real, com a ajuda de um sistema de satélites.
É o sistema que dá orientações para o piloto sobre as rotas mais rápidas e seguras. Quando o clima se torna uma ameaça para o cumprimento do prazo de entrega, a Fedex usa os dados para traçar caminhos alternativos. A empresa tem uma equipe própria de metereologistas que trabalha 24 horas por dia.
“Se há uma tempestade de neve, um furacão, tufão se aproximando , é importante para a gente saber onde e quando para que possamos ajustar planos de contingências”, explica o diretor de Operações Globais da Fedex, Paul Tronsor.
No Brasil
Pick to light, em português siginifica 'pegue pela luz', é o nome da tecnologia que agilizou o trabalho das separadoras da empresa Avon, em São Paulo. Antes elas seguiam uma lista e selecionavam item por item. Os funcionários finalizam os pedidos com os produtos que, por um motivo ou outro, não podem encaixar nas máquinas.
“A máquina tem mais de 100 metros, os produtos estão dispostos nos canais e são abastecidos pelas pessoas. A máquina automaticamente agrupa todos os produtos por pedido e de uma maneira sincronizada garante que esse pedido chegue na caixa correspondente daquela revendedora que colocou esse pedido pela internet”, explica o diretor do centro de distribuição, Filipe Dalmolin.
Cento e cinquenta milhões de dólares foram investidos no maior centro de distribuição da gigante dos cosméticos, a Avon. O software desenvolvido na Alemanha e nos Estados Unidos é sinônimo de eficiência em qualquer ponto da linha de expedição.
“A fragmentação é um dos nossos maiores desafios. E aqui que essa tecnologia nos ajuda, aumentando consideravelmente a qualidade da separação. A informação está toda no sistema dentro do código de barras”, conta Filipe.
Fim da linha de expedição e o começo de uma grande jornada. A equipe do Jornal da Globo acompanhou um pedido. Ele vai viajar mais de 1000 km de Cabreúva, interior de São Paulo, até a cidade de Itaporã, no Mato Grosso do Sul. Creme e batom para as mulheres de uma aldeia indígena.
A revendedora Avon, Julietty dos Santos Echeverria é quem recebe a caixa na aldeia Jaguapiru, onde mora. Aos 23 anos, cursa sociologia, trabalha como empregada doméstica, e sempre que pode dá um jeito de vender cosméticos para melhorar a renda. “A dificuldade de acesso para gente ir comprar, tendo uma revendedora dentro facilita muito a mim e as minhas freguesas. Eu levo pra onde eu sempre vou, pro trabalho, faculdade, sempre tá comigo, eu sempre vendo nos meus espacinhos”, fala.
Poucos passos, e Julietty leva os produtos para vizinha Marciane Marques Xisto, que fez a encomenda. “Quando ela começou a vender ficou bem fácil".

Fonte: Jornal da Globo


Nova ferramenta Infologis - QR Code Infologis


Utilize o QR Code acima com seu celular/smartphone e navegue por ele no Blog Infologis!!

Mais: O QR Code é um código de barras bi-dimensional que pode conter uma URL, um número de telefone ou um texto. Como ter um smartphone com câmera digital está virando regra, fica muito fácil com poucos cliques guardar algo pelo que você se interessa de maneira rápida e fácil.
A ideia aqui é gerar um QR Code para seu site, caso alguém se interesse, pode salvar o endereço dele facilmente, caso não esteja no seu computador.
Para você escanear o QR Code no seu celular, basta instalar um dos muitos leitores de QR Codes disponíveis no Android Market e provavelmente na Apple Store. Fonte: http://blogdovicente.com/2011/10/12/como-criar-um-qr-code-para-seu-site/

Equipe Infologis


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Equipe Infologis


Votorantim aplica RFID na inspeção para elevação de cargas

Nova tecnologia será implementada pela Rigging Brasil e é inovação no segmento de inspeção de materiais para elevação, movimentação e amarração de cargas.
A Rigging Brasil, empresa especializada na inspeção de materiais para elevação, movimentação e amarração de cargas, acaba de anunciar o primeiro projeto de inspeção de materiais com a tecnologia RFID (Identificação por Rádio-Frequência), que será implementado na Votorantim Siderurgia, em Resende, no Rio de Janeiro.
O uso da tecnologia com chips que armazenam as informações e contam com interfaces com tablets é uma inovação na aplicação da inspeção de materiais para elevação de cargas. “Até agora todas as empresas do setor trabalham com a conferência manual dos dados. Isto pode elevar a chance de erro, além de se levar muito mais tempo para atualização dos dados”, explica o diretor da Rigging Brasil, Gustavo Cassiolato, que reforça ainda que a Rigging Brasil é a primeira empresa focada apenas em serviços de inspeção para este segmento. “Existem outros players de mercado, mas que são fabricantes e têm a inspeção como um adicional da venda do material, por exemplo. Ao se ter mais foco em demandas específicas de cada material é possível aplicar novas tecnologias e dar ainda mais segurança ao cliente, que precisa seguir normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e as NR’s (Normas do Ministério do Trabalho)”, considera Cassiolato.
O uso do RFID traz como principais benefícios a segurança na coleta dos dados, agilidade nos processos e controle ainda maior dos gestores. A Rigging Brasil ainda disponibiliza sistema específico que gera relatórios periódicos e pode ser acessado remotamente via Internet. “Outro importante fator é a rastreabilidade. Ao se ter algum tipo de problema será muito mais fácil localizar possíveis gargalos desde o fabricante, passando pela instalação até a manutenção do material”, completa Cassiolato.
Rigging Brasil – A Rigging Brasil é a única empresa brasileira especializada em inspeção de materiais para elevação, movimentação e amarração de cargas. A empresa conta com tecnologia RFID (Identificação por Radiofrequência) para automatização do processo, que gera mais segurança e economia na prestação do serviço.
A empresa também conta com áreas de Ensaios, para a verificação das propriedades dos materiais, Consultoria, com avaliações das especificações e aplicações, e Treinamento, com foco no uso e manutenção. A Rigging Brasil tem sede em São Paulo e atende todo o Brasil.

Fonte: Portal Fator Brasil