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Vendas do varejo em junho crescem 0,10% sobre maio, revela IBGE

As vendas do comércio varejista subiram 0,10% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira, 9, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 0,90% a crescimento de 0,80%, com mediana negativa de 0,30%.
Na comparação com junho de 2015, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram baixa de 5,3% em junho de 2016. 
Nesse confronto, as projeções eram de declínio, 4,90% a 7,10%, com mediana negativa de 6,05%.
As vendas do varejo restrito acumulam retração de 7,0% no ano e recuo de 6,7% em 12 meses

Ampliado
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas caíram 0,20% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde redução de 1,30% a crescimento de 1,93%, com mediana negativa de 0,05%.
Na comparação com junho de 2015, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram baixa de 8,4% em junho de 2016. Nesse confronto, as projeções eram de retração, de 5,40% a 9,50%, com mediana negativa de 7,95%.
Até junho, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam queda de 9,3% no ano e recuo de 10,1% em 12 meses.

Média móvel trimestral
O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito caiu 0,2% em junho, divulgou o IBGE.
No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o índice de média móvel trimestral das vendas teve recuo de 0,7% em junho.

Revisões
O IBGE revisou o resultado das vendas no varejo em maio ante abril, de -1,0% para -0,9%. O resultado do varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, também foi revisto: passou de -0,4% para -0,3% em maio ante abril.

Fonte: Estadão

Tecon Salvador divulga balanço semestral

Movimentação de contêineres no período cresceu 12% em relação a 2015


O Tecon Salvador, terminal de contêineres operado pelo Grupo Wilson Sons na capital baiana, movimentou 147.361 TEUs no primeiro semestre deste ano. O resultado representa um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2015. Na comparação entre os meses de junho de 2016 e de 2015, o crescimento foi de 20%.
Os principais responsáveis pelos resultados positivos foram os setores de exportação, com crescimento de 27% de janeiro a junho desse ano comparado a janeiro a junho do ano passado, e de cabotagem, com 8%. O setor de plásticos e derivados representou o maior incremento para as exportações nestes primeiros seis meses de 2016, com uma variação positiva de 511%. Em seguida veio o setor de polímeros diversos, com crescimento de 263%, depois os minérios, com um crescimento de 93%, os siderúrgicos e metalúrgicos, com 45%, o cacau e seus derivados, com 42%, e pneus, com 34% de crescimento.
“A desvalorização do real e a valorização do dólar, neste momento, beneficiam as exportações, gerando divisas e, por outro lado, uma redução na compra de bens de capital para a modernização e ampliação da indústria nacional, que sofre com a baixa demanda atual. O nosso desafio hoje é crescer em volumes, mesmo com esse cenário. Estamos apostando no crescimento da exportação nacional para compensar a queda no volume de importações”, explicou Demir Lourenço, diretor-executivo do Tecon Salvador.
Na cabotagem, os produtos que apresentaram maior crescimento na descarga foram do setor de varejo, com 108%, de bebidas, com 68%, embalagens, com 49%, químicos e petroquímicos, com 46%, e o arroz, com 12%. Já no embarque, o crescimento foi puxado pelo setor de plásticos e derivados, com variação positiva de 440%, de pneus, com 64%, cosméticos, com 33%, e químicos e petroquímicos, com 20%. Alguns setores também ganharam destaque na importação, como óleos e lubrificantes, com 54%, cacau e derivados, com 31%, e borracha e derivados, com 29%.


Grupo Pão de Açúcar reativa marca CompreBem

A nova aposta do Grupo Pão de Açúcar (GPA) é a proximidade. Com base nisso, a empresa vai relançar a marca CompreBem, que ressurge com a palavra Aliados antes da marca que acabou em 2011. Com o Aliados CompreBem, a companhia passa a trabalhar com pequenos e médios comerciantes localizados nos interiores dos bairros e que não desejam abrir mão de sua marca, mas potencializá-la por meio de uma parceria com a maior empresa varejista do Brasil. Poderão participar da iniciativa desde pequenas lojas até empresas.
Esse é um projeto de baixo custo que vai ajudar o GPA a otimizar sua logística e garantir eficiência operacional. Para o varejista parceiro, os principais benefícios são o acesso a uma marca de credibilidade (CompreBem); possibilidade de comercializar duas marcas exclusivas do GPA – Pra Valer e Qualitá –; assessoria em organização e controle de inventário; e know-how para o negócio, beneficiando seu cliente.
“O projeto Aliados CompreBem é uma iniciativa pioneira no grande varejo brasileiro e consiste em uma das grandes apostas do GPA neste ano. A companhia está otimista e pretende chegar a 100 lojas deste modelo até o dezembro deste ano”, explica Luis Moreno, CEO do Multivarejo, divisão alimentar do GPA.
Para participar do Aliados CompreBem, o varejista precisa ser independente. Não será cobrado custo algum, apenas manter compras frequentes e em volume via operação do GPA, além de realizar os pagamentos em dia. O GPA, por sua vez, será o responsável pela adequação da fachada e oferecerá a expertise de seus especialistas para aumentar e melhorar a rentabilidade do negócio do parceiro, recompensando o Aliado comprometido com a parceria.
A iniciativa é resultado de uma série de ações que promovem a sinergia entre os negócios do Grupo Casino na América Latina. O Aliados CompreBem teve inspiração em um projeto similar desenvolvido pelo colombiano Grupo Èxito – também controlado pelo varejista francês -, que, hoje, conta com mais de 1.200 lojas desse formato. Neste processo, a equipe do GPA trabalhou em conjunto com o time colombiano e trouxe ao Brasil o modelo, que permaneceu em projeto piloto desde o ano passado. Atualmente, 46 lojas já participam do Aliados CompreBem.
Marcelo Bazzali, diretor-executivo do GPA, revela que, diferentemente de um modelo de franquias, o Aliados CompreBem não vai demandar um investimento do varejista independente ou pagamento de royalties. “Ele tem um acordo de colaboração com GPA, contribuindo para o ganho de capilaridade da companhia em um mercado tão pulverizado quanto o varejo brasileiro”, conta.
O projeto Aliados CompreBem faz parte da unidade de negócio de Proximidade do GPA, que também contempla as redes Minimercado Extra e Minuto Pão de Açúcar, o que garante total conhecimento e habilidade técnica para operação em modelos de loja de vizinhança. O objetivo da companhia é aproveitar a estrutura logística já existente – as bandeiras de Proximidade contam com uma central de distribuição própria localizada em São Paulo/SP – para manter o abastecimento dos Aliados CompreBem.

Comunicação
O GPA consultou os aliados participantes do projeto piloto e, dentro dos pontos observados, constatou-se a vontade pela utilização de uma marca tradicional e reconhecida no mercado. A partir do seu portfólio de marcas, o GPA definiu pelo resgate do CompreBem, rede de varejo adquirida pela companhia em 2002.
A comunicação da nova marca, no entanto, seguirá com a Havas, agência, até o momento, responsável pelo GPA, cuja conta está em concorrência. Fábio Rosa, gerente de marketing de proximidade do Grupo Pão de Açúcar, disse que, em princípio, não existe a intenção de fazer campanhas. “Estamos nos baseando na estratégia de fortalecimento no ponto de venda”, diz.

Fonte: Logweb

Setor supermercadista demonstra otimismo com a economia brasileira

A Pesquisa de Confiança dos Supermercados do Estado de São Paulo (PCS/APAS) apontou em junho que 16,7% dos empresários do setor estão otimistas em relação ao ambiente econômico atual e futuro. O percentual é superior ao de junho de 2015 (12,3% de otimistas) e superior ao de janeiro de 2016 (5,0% de otimistas). O total de pessimistas atingiu 45,2%.
Conforme explicou o gerente de Economia e Pesquisa da APAS, Rodrigo Mariano, os resultados demonstram melhora dos indicadores desde o início do ano, mas se mantêm praticamente estáveis em relação ao mês anterior.
Rodrigo enfatizou que, apesar dos números positivos, o indicador continua registrando um cenário de confiança em níveis baixos, que reflete o momento econômico e político atual no Brasil. “Por mais um mês, o destaque foi o aumento do otimismo em relação à expectativa futura, muito acima da elevação da percepção atual, ou seja, há uma maior esperança por parte dos empresários em relação ao futuro”, diz.
Em junho, a expectativa futura atingiu um otimismo de 22,4%, enquanto a perspectiva atual é otimista para 11,1% dos empresários. “De modo geral, este é o primeiro passo, e talvez o mais importante, para o restabelecimento da confiança na economia. Isso porque a esperança tende a aumentar antes que a confiança se eleve, e é este sentimento define a retomada dos investimentos”, comenta.
Em junho o percentual de pessimistas em relação ao ambiente econômico atual atingiu 55,7% e, em relação ao ambiente econômico futuro, foi de 34,7%. Deste modo, é possível novamente verificar que o pessimismo em relação ao futuro se reduziu de maneira expressiva, atingindo percentuais próximos ao registrados em 2012 e 2013.
O economista ressaltou que a junção de desemprego, queda da renda, inflação elevada e persistente, resultados de um quadro recessivo da economia brasileira, tem gerado um ambiente desfavorável para a economia e para os negócios. Aliado a isto, o cenário político conturbado com reflexos na economia tem paralisado as expectativas de investimento mais robusto, diante da imprevisibilidade em relação à retomada do crescimento econômico.

NOTA METODOLÓGICA
A Pesquisa de Confiança dos Supermercados do estado de São Paulo (PCS/APAS) é apurada mensalmente pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) desde junho de 2011. Os dados são coletados juntos aos empresários supermercadistas, representando, 85% do faturamento do setor supermercadista do estado de São Paulo, portanto, a amostra é representativa do comportamento do setor no estado de São Paulo. A pesquisa tem como objetivo identificar o nível de confiança dos supermercados com relação ao cenário macroeconômico considerando a percepção atual e a expectativa futura. Desta maneira, os dados são segmentados entre o Resultado Geral, Percepção Atual e Expectativa Futura. As análises dos resultados auxiliam os empresários do setor na tomada de decisão com relação ao reabastecimento, investimentos, compras, estoque. E de maneira geral auxilia o mercado na análise de tendências, plano de negócios, potencialidades, inserção no mercado.

Fonte: Logweb

CIOs discutem transformação do universo digital do Varejo

Para estar na vanguarda da inovação e engajamento do cliente, o Varejo precisa desenhar e colocar em prática uma estratégia para essa jornada. E engana-se quem acredita que esse processo é simples. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.
O evento contará com a presença de Giovanni Montoneri, CIO da Decathlon, Graciela Tanaka, COO da Netshoes, Jesus Garcia, CIO da Livraria Cultura, Joaquim Garcia, CIO Global da IMC, João Pedro Serra, Country Manager do Groupon, Nicolas Simone, CIO do Boticário, Ney Santos, CIO Global da BRF, Paulo Farroco, CIO da Riachuelo e Mendel Szlejh, CIO de grandes redes varejistas, além de outros grandes líderes.
“Nós, profissionais de Tecnologia da Informação, precisamos evoluir para uma atuação de entrega de valor para o negócio”, aponta o CIO da Decathlon, Giovanni Montoneri. Para ele, o Varejo deve aproveitar as oportunidades que surgem em períodos de crise, principalmente para inovar a empresa de dentro para fora.
Esse e outros assuntos como tecnologias disruptivas, experiência de compra e eficiência operacional serão amplamente discutidos durante todo o dia de evento, garantindo um rico debate entre quem estuda e quem vive na prática a área. “O varejista que apostar na tecnologia colocando em evidência os planos de criação de novos modelos de negócio nos ambientes físico e online sairá na frente”, enfatiza o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, Eduardo Terra.
Além de Terra, outros especialistas também farão parte dessas discussões: Alberto Serrentino, fundador da Varese Retail; Silvio Laban, coordenador dos programas de MBA do Insper e Ricardo Pastore já confirmaram presença e liderarão os painéis de debates junto com a moderadora Graça Sermoud.
“É preciso entender como o cliente quer comprar e como usa os diferentes canais para pesquisas e compras. Em seguida, o varejo deve amadurecer o comércio eletrônico e criar uma cultura digital nas empresas. É importante que isso permeie os vários processos da organização, não pode ser tratado como apêndice do negócio. Por fim, é preciso redesenhar atuação, estrutura e governança para orientar o business aos clientes e permitir que a experiência de compra seja fluida entre canais”, aconselha Alberto Serrentino, da Varese Retail.

Mais sobre a 5ª. edição do TI & Varejo
O Congresso também terá uma agenda paralela chamada Jornada Digital. Nessa programação, serão apresentadas palestras de 30 minutos com cases de sucesso, workshops, soluções tecnológicas e etc.
O evento contará ainda com a Feira Tecnológica com estandes de exposição dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.
Outra novidade deste ano é o Prêmio Líderes TI & Varejo, que já está com as inscrições abertas. Em parceria com a IDC, a premiação reconhecerá o trabalho dos líderes de TI e e-commerce das redes varejistas. Para se inscrever, os líderes poderão entrar no link: www.surveygizmo.com

As inscrições para a 5ª edição do Congresso TI & Varejo estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.congressotievarejo.com.br

Serviço:
5ª edição do Congresso TI & Varejo
Quando: 18/08
Horário: 8h às 18h
Onde: WTC
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo – SP

Fonte: LogWeb

TRX investe R$ 140 milhões em condomínio logístico de alto padrão, no Rio de Janeiro

Empreendimento deverá gerar 3.800 empregos, entre diretos e indiretos

A TRX está investindo R$ 140 milhões na construção de um condomínio logístico de alto padrão, em Santa Cruz, distrito situado na Zona Oeste da região metropolitana do Rio de Janeiro. O empreendimento terá potencial para a geração de 1.500 empregos diretos e mais 2.300 indiretos.
“O Estado tem buscado ganhos de competitividade, para atrair setores variados, como farmacêutico, comércio virtual, cosmético e varejo. O condomínio será um facilitador para essas empresas, que encontrarão um espaço eficiente e de alto padrão para a armazenagem e a logística de seus produtos”, destaca o diretor da TRX Incorporadora, Roni Katalan.
O TRX Santa Cruz terá localização estratégica: ficará próximo à Avenida Brasil e Baixada Fluminense, reconhecido polo logístico carioca. Além disso, não há incidência de pedágio no percurso entre o condomínio até o centro do Rio de Janeiro. Entre outras facilidades, está, ainda, a interligação com o Arco Metropolitano, para viabilizar o acesso das cargas aos portos e a quase todos os distritos do Estado.
O empreendimento, com 68 módulos, terá 94.775 m² de Área Bruta Locável (ABL), com piso de 6 ton/m² de capacidade e pé-direito de 12 m. Além de vantagens que incluem o uso de áreas comuns, como refeitórios, cozinhas, sala de reunião, ambulatório, portaria e administração, os modulares possibilitam economia significativa para os locatários com o rateio de despesas mensais, como segurança, limpeza, água, energia elétrica, seguro, telefonia, internet e outras vantagens indiretas, inerentes ao compartilhamento de serviços.


Cadeia de suprimentos: gestão eficiente garante lucro para o Varejo

Ao mesmo tempo em que oferece muitas oportunidades, o Brasil também apresenta diversos desafios para as empresas que buscam fazer negócios no país. Ter uma cadeia de suprimentos funcionando plenamente em uma nação de dimensões continentais, com graves problemas e deficiências infraestruturais e um sistema tributário complexo e oneroso, nem sempre é uma tarefa fácil. As empresas do setor varejista, por exemplo, conhecem bem essa situação, inclusive, encontrando na logística um gargalo a ser ultrapassado.
O segmento de varejo precisa lidar com a logística e a sua gestão pode, dependendo da eficiência, contribuir para elevar o grau de competitividade ou arranhar e comprometer a imagem de uma empresa. Seja para receber mercadorias, distribuí-las entre as filiais ou então entregar um produto ao consumidor, ter uma cadeia de suprimentos que funcione com perfeição é essencial para qualquer empresa, independente do seu core business.
Mesmo estabelecendo centros de distribuição em diversos estados, como algumas redes varejistas fazem para melhorar sua eficiência, as empresas não estão livres dos desafios já citados. O varejo por sua vez, é quem inicia um processo comumente chamado de efeito chicote, gerando excesso ou falta de produto ao logo de toda cadeia produtiva, principalmente pelas dificuldades encontradas na interação entre empresas e também entre os diversos setores dentro de uma mesma companhia. Manter o diálogo, a integração entre as partes e a clara definição de papéis para cada elo dessa intrincada rede é essencial ao bom funcionamento dos processos.
Temos que destacar também que a cadeia de suprimentos não é importante apenas para a imagem e o bom funcionamento da empresa, mas interfere diretamente no resultado de uma companhia. Em alguns casos, os custos com logística, somados aos gastos com a aquisição de produtos, correspondem a 75% dos dispêndios totais de uma empresa. Por outro lado, melhorar a cadeia de suprimentos pode trazer diversos benefícios, como a redução de custos logísticos em até 25%; diminuição de custos totais entre 3% e 8%; melhoria do lead time de 15% a 30%; e retorno do capital empregado (ROCE), entre 30% e 40%. Então, qualquer variação, positiva ou negativa no segmento de supply chain tem impacto significativo sobre em toda a companhia.
Os conceitos de estratégia, planejamento e organização fazem, mais do que nunca, parte do dia a dia da cadeia de suprimentos, que não pode deixar de considerar os princípios da sustentabilidade, agilidade e baixo custo. No atual cenário globalizado, a área de logística deixa de ter um perfil estritamente operacional para ocupar uma posição estratégica nos negócios. Visto isso, no momento atual, os gestores do setor de logística devem focar em três itens principais: identificar oportunidades de diminuir custos para gerar lucratividade; desenvolver respostas mais eficazes à volatilidade da demanda; e reorientar seus processos operacionais para aumentar a flexibilidade, mantendo a eficiência.
A volatilidade da economia mundial está criando novas pressões e oportunidades para os diretores e executivos de supply chain. Este é o momento para os responsáveis pela cadeia de suprimentos tomarem medidas para ajudar suas organizações a se prepararem para o desenvolvimento de uma rede mais ágil, flexível e responsável. Tornar a logística e a gestão de suprimentos mais eficiente significa diminuir os custos e aumentar a lucratividade.

Hans Klose e Marcio Ikemori são sócios responsáveis pela área de Logística e Supply Chain da KPMG no Brasil.

Fonte: Administradores.com

Empresa DHL testa drones para entrega em lugares remotos

Semana passada publicamos aqui no blog uma matéria onde a gigante Amazon começaria a usar Drones para a entrega de seus produtos (veja aqui a matéria: http://infologis.blogspot.com.br/2013/12/amazon-planeja-usar-mini-drones-para_5.html) . A alemã DHL não ficou para trás e também começou a pensar em utilizar este tecnologia. Vejam:
 
A empresa de entrega expressa da Alemanha, Deutsche Post (DHL), está testando um drone (robô) que poderia ser usado para entregas urgentes em locais de difícil acesso. A aeronave pode transportar cerca de 3kg e tem quatro hélices.


O drone voou a uma altura de 50 metros transportando um pacote de remédios de uma farmácia na cidade de Bonn até a sede da empresa, do outro lado do rio Reno. O robô levou apenas dois minutos para completar sua jornada.  
Dois homens controlavam o veículo usando um controle remoto, mas a empresa disse que a tecnologia está disponível para enviar os drones para um local especificado usando o GPS sozinho.
O porta-voz da DHL, Thomas Kutsch, disse que os voos serviram unicamente como estudo, para ver se a tecnologia funciona e ainda não há planos para iniciar as entregas utilizando drones.

Fonte: Terra

Amazon planeja usar mini-drones para entrega de mercadorias

Serviço entregaria encomendas em até 30 minutos, diz Jeff Bezos. 'Amazon Prime Air' pode estar operacional dentro de 4 ou 5 anos.

 O fundador da gigante do varejo on-line Amazon, Jeff Bezos, anunciou no domingo (1º) que sua empresa planeja em poucos anos usar mini-drones – veículos aéreos não tripulados – para entregar em até 30 minutos pacotes pequenos a seus clientes.

O ambicioso projeto exige testes de segurança e a aprovação das autoridades de aviação dos Estados Unidos, mas, segundo Bezos, a "Amazon Prime Air" poderia estar operacional dentro de 4 ou 5 anos.

Um vídeo de demonstração divulgado no site da empresa mostra minúsculos aparelhos robóticos transportando objetos em pequenas caixas amarelas, dos depósitos até a casa dos clientes que encomendaram os produtos 30 minutos antes na Amazon.com.

 
Acesse o link para ver o vídeo:


"Eu sei que parece ficção científica, mas não é", declarou Bezos no programa "60 Minutes" do canal CBS.

"Podemos entregar em meia hora e podemos carregar objetos pesando até 2,3 kg, o que representa 86% das mercadorias que nós entregamos", acrescentou.




Os mini-drones têm motores elétricos e podem operar em um raio de 16 km ao redor do depósito, com acesso a uma grande parte da população em áreas urbanas.

"É muito ecológico, é melhor do que os caminhões de transporte", ressaltou o chefe de vendas da gigante on-line.


Fonte: G1

Pão de Açúcar lança serviço de drive thru

Loja Pão de Açucar
A rede de varejo Pão de Açúcar anunciou nesta terça-feira que irá oferecer o serviço de drive thru para seus clientes em uma das unidades de São Paulo.

Os primeiros consumidores a fazer compras sem sair do carro serão atendidos na loja da Avenida Washington Luís, na capital.
Os pedidos poderão ser feitos na internet, através do Pão de Açúcar Delivery, e retirados num espaço próprio da unidade. A taxa de serviço é de R$ 6,90 e os produtos podem ser resgatados até 3 horas após o fim do pedido.
"O serviço drive thru traz uma nova possibilidade de compra, complementando o mix de serviços que temos para trazer cada vez mais conforto ao cliente”, afirmou Andrea Dietrich, gerente de marketing digital do Grupo Pão de Açúcar, em comunicado oficial nesta terça-feira.
A novidade já está em funcionamento na loja em São Paulo, e por enquanto não há detalhes sobre a expansão do serviço, que deve ser ampliado para outras lojas. Para comprar pela opção drive thru, cada pedido deve ter, no máximo, 60 itens. O serviço funcionará de segunda-feira a domingo, das 8h às 22h.

Fonte: Revista Exame

Super Muffato lança 1º sistema de autoatendimento no país

Segundo a rede, sistema é o primeiro do país a permitir que clientes paguem suas compras e economizem 20% de tempo com isso[...]

Os clientes de um supermercado da zona sul de Londrina da paranaense Super Muffato estão, desde a semana passada, fazendo compras sem precisar da ajuda de caixas. A rede inaugurou no endereço, segundo a própria empresa, o primeiro sistema de autoatendimento de supermercados do país com a intenção de tornar mais ágil em 20% o tempo gasto pelos clientes nos pagamentos.

Por meio do sistema, os clientes da varejista podem, além de escolher os produtos nas gôndolas, pesar, conferir o preço, pagar e tirar o recibo das mercadorias compradas sem precisar da ajuda de um caixa. Comum fora do país, o sistema de self checkout tem a função de evitar ou pelo menos diminuir as filas de atendimento nos supermercados em horários de pico – e, claro, incentivar as pessoas a comprar mais.

“Não se trata apenas da oferta de mais um benefício ao cliente, mas sim de uma mudança na forma com que ele se comporta na hora de concluir uma compra, passando de expectador para agente de todo o processo”, diz Everton Muffato, diretor da companhia.

O sistema foi testado por dois anos, com ajuda da fornecedora de tecnologia RMS, antes de ser implantado no endereço escolhido no último dia 21. A expectativa da empresa é implantar no primeiro trimestre do ano que vem novas unidades do self checkout em Londrina.

De acordo com a empresa, a adoção da novidade fez com que seis funcionários que trabalhavam no caixa fossem treinados para ajudar os consumidores a comprar pelos novos quatro caixas instalados na loja. Com isso, outras seis pessoas foram contratadas para ocupar os seis caixas tradicionais, que foram mantidos.

Com mais de nove mil colaboradores diretos, o grupo paranaense conta hoje com 40 operações de negócio, espalhadas em 13 cidades do Estado e em Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

Fonte: Revista Exame


Carrefour anuncia novo CEO

O conselho do Carrefour escolheu Georges Plassat para substituir o presidente-executivo Lars Olofsson, conforme informativo à imprensa. A medida tomada pela varejista francesa visa manter o ritmo de concorrência com os rivais caseiros.
Olofsson, que assumiu o posto há três anos, não vai pedir a renovação do seu mandato como presidente e CEO do Carrefour na próxima reunião de acionistas, que será realizada em 18 de junho.
Georges Plassat, que é atualmente presidente e executivo-chefe do grupo de roupas Vivarte, assumirá o cargo de diretor de operações no dia 2 de abril, durante um curto período de transição, antes de ser nomeado CEO após a reunião de 18 de junho.
"Plassat declarou que está bem ciente da magnitude de sua tarefa, o que exigirá o apoio de todos dentro da empresa", informou o Carrefour.

Fonte: Portal New Trade

Carrefour elimina uso de sacolas em 73 lojas do Estado de São Paulo

O Carrefour anunciou que as 73 unidades da empresa do Estado de São Paulo aderem à campanha “VamosTirar o Planeta do Sufoco”, promovida pela Associação Paulista de Supermercados– APAS, com o apoio do Governo do Estado de São Paulo.
Para ajudar seus clientes nesse processo de mudança na maneira de transportar suas compras, o Carrefour promoveu um programa de informação e conscientização, para 32 mil colaboradores que atuam nestas unidades, sobre os danos causados pelas sacolas, soluções alternativas de transporte de compras e como manejar corretamente o lixo doméstico.
Além da estratégia de comunicação desenvolvida pela APAS, o Carrefour lançou no dia 03 de janeiro uma campanha voltada ao tema, que contempla sinalização no ponto de venda e folhetos explicativos.
“Recebemos mensalmente nas lojas de São Paulo cerca de 7,5 milhões de clientes, o que mostra o importante papel que o Carrefour tem para mobilizar a população em prol de hábitos de consumo mais sustentáveis, que contribuam diretamente na preservação do meio ambiente. Por isso, acreditamos que o sucesso desta iniciativa está totalmente ligado ao trabalho conjunto do poder público, iniciativa privada e sociedade civil”, reforça Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade do Carrefour Brasil.
O sortimento de embalagens reutilizáveis foi ampliado para garantir total comodidade aos clientes no momento de suas compras. A tradicional Sacola Reutilizável Carrefour, feita em ráfia e que suporta 35 kg, está disponível agora em oito estampas diferentes, com preço entre R$ 1,90 e R$ 2,90.
Para quem esquecer sua embalagem sustentável, há também uma sacola 100% biocompostável, produzida com base em uma resina especial derivada do milho, que conta com matéria-prima renovável e é biodegradável em até dois anos. Esta opção é comercializa a R$ 0,19. Para completar, as lojas oferecerão caixas de papelão gratuitamente.

Fonte: Portal Newtrade

Tegma planeja crescer no varejo comprando a LTD

Conhecida pela forte atuação em entrega de cargas pesadas, principalmente de automóveis zero quilômetro, a Tegma Gestão Logística pretende intensificar sua presença no varejo com a compra de mais uma empresa especializada em distribuição para clientes de comércio eletrônico. Ontem, foi assinado o compromisso de compra e venda com a LTD Transportes, que atua nesse segmento.
Em entrevista ao Valor, o presidente da Tegma, Gennaro Oddone, disse que a empresa vai complementar as atividades da Direct - que atua no mesmo mercado e foi adquirida em março do ano passado por R$ 77,2 milhões. A LTD entregará cargas maiores, com peso acima de 30 quilos - como geladeiras e máquinas de lavar, explica Oddone. Já a Direct cuidará de cargas menores.
O valor do negócio não foi revelado, mas Oddone afirma que não haverá troca de ações - e sim transação em dinheiro. Segundo ele, a LTD tem R$ 45 milhões de faturamento anualmente. Com 205 funcionários, a empresa atende clientes como Nova Pontocom (que opera sites de Extra, Ponto Frio e Casas Bahia), Walmart, Ricardo Eletro e Fast Shop.
Conforme fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ainda há condições para que a transação seja efetuada. Entre eles, a realização de auditoria financeira, operacional e legal da LTD e a aprovação da operação pelo conselho de administração da Tegma - empresa de capital aberto que lucrou R$ 112,3 milhões em 2010.

Fonte: Portal NTC

Atividade do comércio volta a acelerar em novembro

O movimento de consumidores nas lojas de todo o País em novembro cresceu 1,5% sobre outubro, com ajuste sazonal, mostrou o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. O bom resultado foi puxado pelo segmento de veículos, motos e peças, que registrou alta de 4,5%. Em outubro, o indicador geral havia registrado aumento de 0,3% ante setembro.
Pelo indicador, nenhum segmento do varejo teve desempenho negativo. O grupo de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas registrou estabilidade e os demais obtiveram expansão: móveis, eletroeletrônicos e informática (1,1%), combustíveis e lubrificantes (1,4%), tecidos, vestuário, calçados e acessórios (1,4%) e material de construção (0,9%).
No acumulado de 2011, a atividade varejista registrou expansão de 8,9% até novembro, seguindo a trajetória de desaceleração em relação às altas acumuladas no ano até setembro (9,4%) e outubro (9,1%). Os destaques no ano são os segmentos de material de construção (11%), combustíveis e lubrificantes (8,7%) e móveis, eletroeletrônicos e informática (8%).

Fonte: Portal New Trade

Atacado é 1,4% mais barato que o Varejo

A contagem regressiva para o fim do ano já começou e muitos consumidores já iniciaram suas pesquisas para identificar quais são os lugares que possuem os melhores preços para fazer suas compras, se é no atacado ou no varejo.
Pensando nisso, a empresa Pesquise Já pioneira quando o assunto é agilidade na informação, fez o levantamento e posicionamento de diversos produtos e preços por região para auxiliar o consumidor que procura por posicionamento de marcas nos principais pontos de vendas espalhados por todo o Brasil, sem abrir mão do custo benefício e do desconto.
Esse levantamento foi realizado com base em diversos produtos sazonais mais procurados e comercializados nessa época do ano como espumantes, carnes, vinhos, frutas secas, entre outros, e o resultado dessa pesquisa mostra é que o atacado leva vantagem de 1,4 % por ser mais barato em relação ao varejo, representando uma economia de R$ 20,77 na hora do consumidor finalizar suas compras.
As expectativas do comércio varejista são grandes em relação ao ano passado, mas o comércio atacadista não desanima, e mesmo assim ainda acredita que irá superar a diversidade de preços e se sair melhor. No comparativo feito por categoria, o panetone foi o que mais apresentou diferença em relação a outros produtos. E é no atacado que essa diferença é perceptível, chega a ser R$ 8,86 mais barato do que no Varejo.
“O momento da compra é decisório, mas com certeza o preço nesta época do ano é muito relevante, principalmente quando temos os itens de mesma marca, tamanho e qualidade. A proposta da Pesquise Já é oferecer informação para que as pessoas economizem mais e aumentem sua cesta de compras, ou que utilizem esta economia para outros fins pessoais” diz Fernando Menezes sócio e especialista em gestão de negócios da Pesquise Já.

Fonte: Portal Varejo

Varejo espera fechar novembro com alta de 3% nas vendas, diz IDV

O IAV (Índice Antecedente deVendas), estudo realizado todos os meses pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) com seus associados, aponta alta de 3% em novembro, em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de vendas também deve crescer 3,2% em dezembro e 5% em janeiro de 2012, em comparação com os mesmos meses de 2010 e 2011, respectivamente.
Assim como as sondagens anteriores e os resultados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), o segmento de bens não-duráveis continua apontando crescimentos tímidos e até mesmo números negativos. Os associados projetam uma queda de 1,7% em novembro e um crescimento de 1,6% em dezembro e 2,9% em janeiro, sempre em comparação com os mesmos meses dos anos anteriores. Vale ressaltar que, historicamente, este setor tem o maior peso nas medições do IBGE e contribui com cerca de 40% no índice da PMC.
O segmento de bens semiduráveis, como vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, estima crescimento entre 2,1% e 6,1%entre novembro deste ano e janeiro de 2012. O varejo de bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e material de construção, mantém perspectivas bem positivas que os demais segmentos, com taxa de crescimento entre 7,5% e 10,3% até janeiro.

Fonte: Portal New Trade

Walmart é o 1º varejista do país a ter integração com Facebook

O e-commerce do Walmart lança integração do Facebook com o site do Walmart e visa oferecer ao consumidor uma experiência personalizada e a praticidade de realizar suas compras com base no perfil do usuário da rede social.
Uma vez logado no Facebook o internauta pode navegar pelo site do Walmart visualizando uma página personalizada, para isso, basta autorizar a integração e o perfil está pronto para receber recomendações baseadas nos interesses divulgados no perfil do Facebook.
“A integração com o Facebook nos permite utilizar o fator social para oferecer experiências de compra que superem as expectativas de nossos clientes”, afirma Roberto Wajnsztok, diretor de Marketing e Novos Negócios do Walmart Brasil.

Fonte: Portal New Trade

Varejo de construção registra crescimento de 12,7%

A indústria de materiais de construção vendeu R$ 105,4 bilhões, em 2010, 8,2% acima do INCC. No varejo, as vendas cresceram 13,7%, chegando a R$ 55,2 bilhões. A arrecadação total de impostos na cadeia da construção em 2010 foi de R$ 62,5 bilhões, valor cerca de 22,5% superior à arrecadação registrada em 2009.
Por conta das medidas de desoneração, a carga tributária incidente sobre a cadeia caiu de 23,5% para 21% do PIB, ainda assim houve crescimento real da arrecadação. Em termos reais, a arrecadação cresceu em 2010 mais de 16% acima do IGP-DI. Desde 2008, o crescimento médio anual já é de 7,6% acima da inflação, número superior ao crescimento real do PIB do país no mesmo período. “Mesmo com a manutenção das medidas de desoneração fiscal adotadas nos anos anteriores e mantidas em 2010, a arrecadação aumentou significativamente”, diz Walter Cover, presidente da ABRAMAT.
Na opinião de Cover, a alta arrecadação confirma a capacidade do setor em sustentar a geração de receitas para o Estado por conta do crescimento da produção e do maior nível de emprego. “A indústria de materiais tem contribuído com o equilíbrio das contas públicas de forma bastante positiva, expandindo a produção e o emprego e, assim, gerando impostos em escala crescente, mais que compensando as medidas de desoneração”, avalia.
Em 2010, a cadeia produtiva da construção representou 8,1% do PIB brasileiro. Em valores absolutos, o total de valor gerado na cadeia foi de pouco mais de R$ 297,6 bilhões. Entre 2009 e 2010, o valor adicionado da cadeia produtiva da construção, isto é, o PIB setorial, cresceu 15,3% acima do INCC. No segmento de máquinas e equipamentos, a recuperação foi muito expressiva, superando os 100% em termos reais, reflexo dos investimentos das construtoras. No mesmo período, em termos nominais, o PIB da construção civil, elemento central da cadeia produtiva, teve crescimento de 22,3%. Essa expansão foi cerca de 15% superior ao INCC.
A indústria de materiais também expandiu seu nível de ocupação em 13,5%. Mas o efeito global desse crescimento sobre a cadeia da construção como um todo foi pouco expressivo, uma vez que a indústria de máquinas e equipamentos responde por apenas 0,9% do emprego total do setor. Na sequência, teve destaque a indústria de materiais, segmento no qual a ocupação cresceu quase 9% em 2010, o que resultou na criação de quase 56 mil novos postos de trabalho.
Na avaliação por regiões do País, a pesquisa revela que as vendas de materiais de construção no varejo cresceram fortemente na Região Norte, em 2010, onde a expansão superou a marca de 44%, bem acima da média nacional que foi de 20,6% e o crescimento das vendas da indústria de materiais foi mais intenso no Nordeste, com expansão de 17,2% contra uma média nacional de 14,8%.
Nesta edição o Estudo da Cadeia Produtiva traz um capítulo especial sobre as importações e mostra que o déficit se agravou em 2010. As importações atingiram novo recorde histórico, superando os níveis pré-crise em quase 30% e chegando próximo do valor de US$ 6 bilhões. Por sua vez, o valor das exportações em 2010 foi de US$ 4,3 bilhões, cerca de 18% abaixo do registrado em 2008, o que corresponde a uma diferença US$ 1 bilhão. Com isso, o déficit comercial do setor passou de US$ 44 milhões em 2009 para US$ 1,6 bilhão em 2010.
Apesar das importações ainda preocuparem o setor, os números consolidados de 2010 revelam resultados que superaram as expectativas. “A expansão do crédito e o crescimento da renda foram os fundamentos mais importantes dessa retomada. Além disso, desde 2009, o crescimento da cadeia da construção foi impulsionado pelo programa Minha Casa Minha Vida, que além de trazer mais recursos para o financiamento habitacional, permitiu que parcela importante da população de menor renda tivesse acesso à moradia”, analisa Cover.
Cover lembra que as obras do PAC em infraestrutura, a demanda por obras dos governos estaduais e municipais e da iniciativa privada complementaram o cenário de expansão. De acordo com o executivo os investimentos em máquinas e equipamentos foram retomados com força, superando a queda registrada em 2009 e a taxa de investimento do país voltou ao patamar próximo ao registrado em 2008, antes da crise.


Fonte: Portal Varejo

Grupo Abril adquire 90% da Total Express

O Grupo Abril, através de sua holding de logística e distribuição DGB (Distribuição Geográfica do Brasil), anunciou nesta sexta-feira, 18 de novembro, a aquisição de 90% da Total Express, que atua há 18 anos no mercado de entregas expressas de pequenos volumes. Os outros 10% da empresa continuarão sob o comando de Marcos Monteiro, um dos fundadores e atual CEO da Total Express.
A DGB foi criada em 2008 e reúne quatro empresas, três ligadas à distribuição (Dinap, FC Comercial e Magazine Express) e uma encarregada da logística, a Treelog. A compra da Total Express é o segundo movimento da DGB no mercado de logística e distribuição, já que no início deste mês ela lançou a Entrega Fácil, voltada a pequenas cargas. O objetivo é aproveitar o momento positivo do setor de e-commerce, que vem apresentando grande expansão ano a ano.
Com a aquisição, a Total Express passa a contar com a capilaridade da DGB, que abrange mais de dois mil municípios com frequência mínima de duas vezes por semana. A empresa conta com mais de 200 distribuidores e filiais espalhados pelo País e cerca de 1.200 funcionários. Desde o início das atividades, a DGB já investiu R$ 200 milhões em estrutura, formatação de novos negócios e aquisiçoes, incluindo a Total Express. A companhia espera faturar cerca de R$ 600 milhões em 2012, o que representa um crescimento de 80% em relação a 2011.

Já a Total Express é hoje um dos principais players de entrega do comércio eletrônico no País, tendo em sua carteira um total de 140 clientes, entre eles as principais empresas do setor. Ela possui 30 mil m2 de área de armazenagem e atende a 800 municípios. Este ano, já investiu cerca de R$ 4,5 milhões em frota, treinamento e equipamentos.
De acordo com Fernando Mathias, superintendente da DGB, a Entrega Fácil e a Total Express passarão a explorar posicionamentos e níveis de serviços complementares. “A convergência de alguns serviços, como no caso do e-commerce, representa uma imensa oportunidade para que a Entrega Fácil possa explorar o mercado de entregas expressas e outros projetos logísticos”, afirma. Para o executivo, com a aquisição, a DGB poderá ainda encurtar alguns caminhos com a ampliação da malha, aumento de frequência para todos os municípios e o aprimoramento de ferramentas de rastreabilidade. Segundo ele, a expectativa para 2012 é ampliar a capacidade de entrega dos atuais 50 mil volumes/dia para 200 mil.
“A aquisição da Total Express, somada ao lançamento do Entrega Fácil, vem ao encontro dos objetivos de ampliar e consolidar a posição do Grupo Abril em um mercado extremamente promissor”, afirma Fábio Barbosa, presidente-executivo da Abril S.A., holding que reúne as operações de mídia, gráfica e distribuição do Grupo Abril.
Para Giancarlo Civita, vice-presidente da Abrilpar – holding da família Civita que controla a Abril S.A, entre outras empresas e atividades do grupo –, com esse movimento a empresa dá mais um importante passo para consolidar sua presença nos diversos segmentos em que atua, e reafirma o compromisso da Abril com a difusão de cultura, conteúdo e entretenimento no País, bem como na busca contínua de soluções na área de logística e distribuição para atender a consumidores de todas as regiões.
As duas partes envolvidas na transação – Abril e Total Express – não divulgaram os valores envolvidos na aquisição, nem como ficarão as funções executivas na Total Express.


Fonte: Portal Tecnologística