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Sistema FIRJAN adota medidas para reaquecer indústria naval



A indústria naval vive um cenário complexo, onde seu principal demandante, a indústria de petróleo e gás, encontra-se em meio a um turbilhão de acontecimentos que vão desde a queda substancial do preço do petróleo aos desdobramentos da Operação Lava Jato, segundo a gerente de petróleo, gás e naval do Sistema FIRJAN, Karine Fragoso. Com isso, para contornar essa situação e reaquecer a indústria naval, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro adotou algumas medidas.
De acordo com Karine, essa retração do mercado acabou por diminuir o número de encomendas do setor, o que paralisou uma série de empresas do encadeamento produtivo, inclusive os estaleiros. “No Brasil, e em especial, no Rio de Janeiro, a indústria naval é altamente dependente das demandas do mercado offshore. Com as quedas significativas nas encomendas do setor e a diminuição do número de empregos, hoje o que temos visto é a necessidade de um reposicionamento dessa indústria, mudando seu foco para uma maior atuação com serviços de reparação e manutenção”, afirma.
Para ela, uma vez que a indústria offshore está com seus esforços concentrados mais no OPEX (Operation Expenditure – capital utilizado para manter uma empresa) do que no CAPEX (Capital Expenditure – montante destinado para investimentos) e a vida útil das embarcações está sendo estendida, ao operarem em condições extremas e sob estritas normas de segurança, faz sentido que o setor mude sua direção. “Outro desafio está relacionado às questões logísticas e de dragagem dos portos para dar celeridade aos processos de carga e descarga além de aduaneiros, por exemplo. Com os cortes nos orçamentos de instituições federais, como a Marinha do Brasil, há ainda que se avaliar um modelo de negócios que contemple a participação da iniciativa privada nos projetos dessas instituições”, reforça.
Para superar esses desafios, o Sistema FIRJAN, que será uma das entidades parceiras na realização do Fórum de Líderes da Construção Naval – que acontece em setembro durante a 13ª Marintec South America – vem desenvolvendo uma série de iniciativas, que para surtirem efeito precisam ser realizadas de forma coordenada, com o envolvimento de todas as partes interessadas.
Em maio, por exemplo, a   entidade realizou o Seminário Naval Brasil-França em parceria com a Marinha, que reuniu os principais agentes do setor de ambos os países para discutir as tendências do segmento e apresentar projetos visando parcerias. “Vale destacar também as ações do SENAI para o desenvolvimento de programas de qualificação de mão de obra específicos, com o Centro de Treinamento SENAI Barreto,  instalado em Niterói, dedicado ao setor naval. Além disso, no ano passado, durante a Marintec 2015, lançamos o Mapeamento da Indústria Naval, em que foram propostos 20 projetos que devem ser implementados em conjunto com os agentes deste setor, como o desenvolvimento e a implantação do Comitê de Desenvolvimento da Economia do Mar (CODEMAR) e a promoção de intercâmbios técnicos e comerciais”, pondera a gerente do Sistema FIRJAN.
Por outro lado, Karine ressalta que a recuperação do setor, de fato, deverá ocorrer em médio e longo prazo. “Para nós, o objetivo é que o estado do Rio de Janeiro, em 2020, seja novamente referência como centro de excelência em engenharia, construção, reparação naval e apoio offshore, com competência para construção e integração de módulos, até porque o berço dessa indústria é aqui. Ainda hoje, mais de 50% das atividades do setor se concentram nessa região”, conclui.


SAF-HOLLAND e NOMA firmam parceria com representantes da Abranoma

A SAF-HOLLAND do Brasil, unidade brasileira da líder mundial no mercado de peças para a indústria de transportes e a NOMA do Brasil, uma das principais fabricantes de implementos da América Latina, acabam de firmar uma importante parceria de negócios, em conjunto com a Associação Brasileira de Representantes Noma (Abranoma). Além do acordo comercial, que prevê uma ampliação na utilização de produtos do portfólio da SAF-HOLLAND por parte da NOMA (atualmente 100% das suspensões mecânicas da fabricante de implementos é SAF e outros produtos passarão a ser comercializados), as empresas se uniram para criar novas oportunidades de vendas para os postos de distribuição da rede Abranoma.
“Estamos seguindo o que acreditamos ser uma nova tendência de mercado. Como já acontece na rede de serviços autorizados para automóveis, acreditamos que para implementos, os postos de distribuição também deverão ser multimarcas”, diz Rogério Ramos, presidente da SAF-HOLLAND do Brasil. Ele pontua que desta forma, os distribuidores poderão ampliar suas oportunidades de venda. “Quanto mais marcas consolidadas a NOMA levar para as redes, melhor abastecidas elas estarão para atender sua demanda”, afirma o presidente.
Para o presidente da Noma, Marcos Noma, a parceria trará bons resultados em longo prazo. “A força da soma de marcas – Noma, Abranoma e SAF-HOLLAND - irá gerar importantes resultados. É com grande orgulho e alegria que anuncio essa parceria com a SAF, que é uma marca de grande alcance mundial”, declara. Já para Anilton Zambon, presidente da Abranoma, ter peças de reposição SAF-HOLLAND nos postos de distribuição, certamente agregará valor à rede. “Acredito que em um futuro próximo estaremos colhendo bons frutos desta parceria. Já estávamos muito satisfeitos com a suspensão e agora repassarei aos distribuidores a importância de ter uma marca de nível mundial conosco. Será um sucesso para as três pontas da parceria”, afirma Zambon.
Em breve, os 47 postos de serviços da Abranoma contarão com peças de reposição SAF-HOLLAND e estarão homologados como autorizados da multinacional. “Dessa forma, também estaremos mais próximos do usuário, que passa a ter mais pontos de atendimento. Estamos muito felizes com essa parceria e temos certeza de que colheremos bons frutos”, complementa Rogério Ramos.

Fonte: Portal Frota Online

Marfrig conclui venda de distribuidora por US$ 400 milhões

A Marfrig informou no último dia 13/2 que concluiu a venda dos negócios de logística de sua subsidiária Keystone Foods por US$ 400 milhões.
A empresa vendeu sua distribuidora para redes de fast food, que atua nos EUA, Europa, Oriente Médio, Oceania e Ásia, para a Margin Brower, em operação que havia anunciado em setembro do ano passado.
"A venda desses ativos de logística permitirá ao Grupo Marfrig focar estrategicamente em seu negócio principal", afirma comunicado da empresa.
A liquidação dos ativos deve ocorrer no dia 30 de março.

Fonte: Portal Brasil Econômico

Chocolates ficam até 10% mais caros por conta da alta do cacau e do açúcar na Páscoa 2012

Para iniciar a produção dos ovos de chocolate em agosto, a indústria encomenda as matérias-primas com pelo menos seis meses de antecedência. Segundo Oswaldo Nardinelli, diretor geral da Arcor, o impacto das commodities provocou um aumento entre 6% e 10% nos preços dos nossos ovos de Páscoa este ano.
A marca detém 5% do mercado de ovos de Páscoa. Já nos demais chocolates, o aumento ficou entre 6% ae7% e foi repassado ao varejo no início do ano.
Na Kraft, dona da marca Lacta, o aumento do preço do chocolate foi de 9%. A empresa negocia as compras de açúcar e cacau a partir do seu escritório na Europa. A Hershey diz que o aumento do preço de seus ovos de Páscoa deve girar em torno de 7%. Já os tabletes estão sendo reajustados em 5%.
A Garoto também reajustou os preços dos ovos em 3%. A marca reviu o portfólio e deixou de fabricar alguns itens mais "complicados", como ovos especiais, de casca recheada e se concentrou em produtos de baixo preço.
Já a Nestlé diz ter ajustado em apenas 4% o valor dos ovos, devido a "boas negociações com fornecedores”.
A indústria de chocolates no Brasil vendeu 390 mil toneladas em 2011, com crescimento de 11% sobre 2010. Mas o índice é inferior à alta verificada em 2010, de 16%, o que demonstra a desaceleração do consumo no País.
Segundo Ubiracy Fonseca, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim e Derivados (Abicab), apesar da retração, a expectativa é que a venda dos fabricantes continue crescendo dois dígitos este ano.
"Tivemos o aumento do salário mínimo e a economia deve continuar crescendo", afirmou o executivo.

Fonte: Portal New Trade

Anfavea: venda de importados cresce 18% em janeiro

O volume de veículos importados pelas montadoras com fábricas no País nas vendas totais do mês passado, que foi o melhor janeiro da história, cresceu 18% com relação a idêntico mês do ano passado, passando de 58 mil para 68 mil unidades. Este volume representou 25% de participação no licenciamento total do mês, que chegou a 268,2 mil veículos, incluindo comerciais pesados. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 6, pela Anfavea, associação que reúne as fabricantes instaladas no País.
Apesar do aumento das vendas dos importados em janeiro, a participação caiu 2 pontos porcentuais com relação a dezembro, o que para o presidente da entidade, Cledorvino Belini, pode ser considerado um reflexo do aumento do IPI em 30 pontos porcentuais para veículos que não cumprem a exigência de nacionalização de 65%, que entrou em vigor no dia 15 de dezembro.
DESEMPENHO
O melhor janeiro da história fechou com crescimento de 9,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em média, foram 12,1 mil unidades vendidas em cada um dos 22 dias úteis do mês, crescimento de 4,6% sobre a média diária de janeiro de 2010, que teve um dia útil a menos.
Belini explica que a conjuntura de alguns fatores influenciou para o bom desempenho do mercado em janeiro, entre eles, o executivo citou a inadimplência superior a 90 dias que está em 5%, índice que o executivo não considerou preocupante por estar abaixo da média para todos os bens, de 7,3%. "Começamos crescendo e é um bom sinal. Esperamos que continue assim."
As vendas de janeiro foram 23% menores na comparação com dezembro, queda natural devido à sazonalidade, disse Belini.
Para 2012, a entidade manteve as projeções de mercado apresentadas em dezembro: as vendas internas devem alcançar as 3,8 milhões de unidades, um aumento de 5% sobre 2011, enquanto as exportações devem recuar 5,5%, para 510 mil unidades. A entidade prevê maior atividade industrial neste ano, com produção 2% acima do registrado no ano passado, para 3,4 milhões de veículos, incluindo caminhões e ônibus.
SEGMENTOS
A comercialização de automóveis e comerciais leves cresceu 9,8% em janeiro sobre mesmo mês do ano passado, para 252,6 mil unidades, das quais 196,6 mil são automóveis e 56 mil são comerciais leves. As vendas de veículos comerciais pesados também se elevaram no mês passado.

Fonte: Portal Frota Online

Neobus eNavistar se juntam para fabricar ônibus completos

A Neobus, empresa que fabrica implementos e carrocerias para ônibus com sede em Caxias do Sul (RS), anunciou hoje (01/02) uma joint venture com a Navistar, montadora americana do Grupo International, que produz veículos pesados e já anunciou sua fábrica de caminhões e chassis no Brasil. A nova marca, NeoStar, produzirá ônibus completos para os mercados brasileiro, da América do Sul e dos Estados Unidos.
Segundo a empresa gaúcha, que existe há 12 anos no mercado e já produziu mais de 30 mil unidades para o transporte de passageiros, a nova linha marcará sua consolidação no mercado de veículos pesados. A empresa brasileira espera, com a joint venture, duplicar seu faturamento nos próximos quatro anos, chegando a uma receita anual de R$ 1 bilhão.
As empresas norte-americana e brasileira firmaram hoje um termo de compromisso não-vinculante e, segundo elas, as negociações estão em estágio avançado. As companhias aguardam a finalização dos próximos passos para a assinatura dos contratos definitivos, ainda sem data definida.
Com a joint venture, a Navistar passa a fazer parte do quadro societário da Neobus, que seguirá sob o comando de seu atual presidente, Edson Tomiello, sócio controlador e maior cotista individual da empresa.
A NeoStar ainda não divulgou detalhes sobre ampliação do parque de produção ou modelos que serão fabricados na parceria.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Montadoras enviam ao exterior US$ 5,58 bi: custo Brasil ou lucro Brasil?

A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras de automóveis não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na última terça-feira (24): a indústria automotiva no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior valor de todos os tempos, equivalente a 19% de todas as operações desse tipo no ano no Brasil e 36% superior aos US$ 4,1 bilhões de 2010.
Não por acaso, as remessas recordistas de lucros e dividendos das montadoras instaladas no país aumentaram justamente no momento em que as matrizes mais sofrem nos mercados maduros de Europa e América do Norte, e por isso precisam sustentar seus resultados financeiros com o caixa das subsidiárias em países emergentes. O BC não publica a lista de empresas remetentes de dinheiro nem os valores individuais, muito menos as empresas informam qualquer dado sobre o tema, alegando que só divulgam balanços no exterior — mas lá também não se encontram os lucros recebidos de cada subsidiária; e assim tudo fica por isso mesmo.
US$ 5,6 bilhões – foi o valor total remetido às matrizes pelo setor automotivo em 2011, recorde histórico e maior montante em toda a economia do país
0,7% – foi o crescimento da produção de veículos no Brasil em 2011 ante 2010; o total chegou a 3,4 milhões de unidades no ano
36% – foi o crescimento dos valores remetidos ao exterior em 2011 ante 2010, apesar do pífio aumento na produção
US$ 1.647 – foi o valor enviado ao exterior a cada veículo produzido aqui, independentemente de marca, preço local e destino (Brasil ou exportação)
Nada contra o lucro, tudo contra esconder esses números como se fosse coisa ilegal. Não é. Contudo, é no mínimo desconfortável, tendo em vista que as montadoras, em maior ou menor grau, estão alinhadas ao discurso da falta de competitividade brasileira, que torna difícil a vida por aqui, e que por isso precisaria ser compensada com generosos incentivos fiscais e financiamento público de investimentos. Os dividendos remetidos mostram que a vida no Brasil pode ser complicada, mas também pode ser altamente lucrativa.
conceito aloprado
É fato que existem problemas de competitividade. Por isso mesmo é surpreendente que, em ambiente tão adverso como pintam as montadoras, as remessas de lucros e dividendos tenham aumentado tanto.
Vale destacar que esses resultados foram conseguidos, em sua maioria, com a venda de carros que têm graus de sofisticação e conforto bastante inferiores em comparação com os modelos fabricados nos países de origem das empresas instaladas aqui, porque no Brasil o poder aquisitivo dos consumidores também é menor — ainda que esteja em ascensão. Em tese, são produtos menos rentáveis, que — para piorar — no Brasil recebem uma das maiores cargas tributárias do mundo para competir com a margem de lucro.
Cabe ressaltar, também, que a produção das fábricas brasileiras de veículos avançou muito pouco em 2011, apenas 0,7% sobre 2010 – ou seja, produziu-se quase o mesmo e, ainda assim, foi possível remeter muito mais lucro: US$ 1,5 bilhão a mais do que no exercício anterior.
Portanto, temos no Brasil um caso inusitado, digno de estudos acadêmicos ainda a serem feitos: fabricantes de veículos dizem enfrentar aqui custos altos de toda natureza, fazem produtos considerados de baixa rentabilidade, com alta incidência de impostos, a produção não avança — e, ainda assim, remetem lucros bilionários às matrizes.
Além disso, ainda sobra algum para prometer investimentos combinados que já passam de US$ 26 bilhões nos próximos cinco anos, considerando somente os anúncios feitos até dezembro passado. Só lucros generosos — e financiamentos públicos idem — podem justificar a aplicação de tamanha fortuna para fazer no Brasil novos produtos e aumentar a capacidade de 18 fábricas de carros e nove de caminhões, além da construção de oito novas plantas de automóveis e seis de veículos comerciais pesados, elevando o número total de unidades de produção das atuais 24 para 38, com capacidade para fazer 6,5 milhões de unidades por ano a partir de 2015.
Por mais aloprado que o conceito pareça, é preciso reconhecer que “Custo Brasil” e “Lucro Brasil” são como irmãos siameses: andam grudados, um puxando o outro, mas sempre na mesma direção: para cima, no preço dos carros, relativamente altos em relação ao que oferecem.
Bom exemplo
O Brasil tem, sim, problemas de competitividade a enfrentar, mas por certo o lucro não está entre eles. Portanto, não há nenhuma justificativa para aumentá-los por meio das medidas de incentivo ao setor automotivo nacional (ou seria transnacional?), que estão em gestação no governo e podem ser anunciadas em fevereiro.
Muito pelo contrário: assim como o país deveria reduzir impostos sobre veículos, as montadoras deveriam dar o bom exemplo de diminuir lucros e incluir mais qualidade tecnológica nos modelos produzidos aqui.

Fonte: Portal Logística Descomplicada

JSL inaugura primeira loja de aluguel de caminhões do Brasil

A JSL, um dos maiores operadores logísticos do Brasil, já mostrou ao mercado sua tradição em buscar novos negócios e seu apetite para o crescimento do grupo, com alternativas para os setores de transportes e logística. Desta vez, a empresa apresenta ao transporte brasileiro a primeira loja de aluguel de caminhões e implementos rodoviários, inaugurada no ABC Paulista, na cidade de São Bernardo do Campo.
Com um investimento de R$ 7,5 milhões, a JSL estruturou a loja, que teve suas operações iniciadas nesta semana, em 16 de janeiro. Segundo a empresa, o novo serviço irá atender clientes pessoas físicas e jurídicas. “O cliente poderá alugar o veículo por contrato diário, semanal ou mensal e também poderemos oferecer o aluguel para períodos maiores, de acordo com suas necessidades de transporte. Todos os veículos disponíveis para aluguel são zero quilômetro e o nosso serviço está disponível para todo o território nacional, seja pelo atendimento presencial, ou por telefone”, comenta o gerente Comercial da loja, Jefferson Ari Antoline.
“Esse é um mercado já explorado nos EUA e Europa, mas somos o primeiro a fazer algo nesses moldes no Brasil. Com as perspectivas de crescimento do País nos próximos anos, esse mercado se torna muito interessante. Nosso cliente ganha em competitividade, uma vez que não precisa se preocupar com questões como manutenção, além de contar com o expertise de uma empresa reconhecida no mercado”, afirma Fernando Simões, presidente da JSL.
O Portal Transporta Brasil foi conferir a novidade de perto e visitou a loja em São Bernardo, que fica na Rua Romana Daré Rodrigues, 155, em frente à pista local da Rodovia Anchieta. Na estrutura, toda nova e muito bem montada, constatamos que, além dos veículos, a JSL também oferece o aluguel de implementos rodoviários, como carretas, reboques e semirreboques. Na estrutura, a loja conta com profissionais para fazer a avaliação dos motoristas que sairão com os caminhões alugados e também oferece instrutores para auxiliar os clientes e dar dicas de direção e treinamento por meio de um vídeo.
Além das opções de aluguel de veículos, a loja também oferece opções de terceirização de caminhões com motoristas.

Fonte: Portal Transporta Brasill

BharatBenz lança primeiro modelo Daimler para o mercado indiano

A BharatBenz, marca da Daimler para o mercado indiano, apresentou na semana passada o primeiro modelo de caminhão pesado fabricado no país asiático. O pesado Made in India da Daimler será fabricado com base na plataforma do Axor da Mercedes-Benz e os futuros caminhões leves e de médio porte da marca serão baseados nas séries do Fuso Canter e Fighter. Os novos caminhões atenderão à norma de emissões da Índia BS III, similar ao Euro 3.
Os caminhões BharatBenz serão produzidos na fábrica de Oragadam, na região de Chennai, sul da Índia. A planta está em fase final de construção e a montadora já iniciou os testes de produção de motores e transmissões. O investimento para a implementação da linha de produção foi de 44 bilhões de rúpias indianas, cerca de 700 milhões de euros, segundo a Daimler.
A capacidade de produção da planta será de 36 mil unidades por ano, podendo alcançar 70 mil unidades. De acordo com números da montadora, a Índia é o terceiro maior mercado de caminhões do mundo, atingindo um volume de 300 mil unidades produzidas em 2011.
Andreas Renschler, executivo do Board da Daimler AG e responsável pelas divisões de caminhões e ônibus do grupo, afirmou: “Nosso foco é o crescimento lucrativo. Desejamos aumentar as vendas nos mercados já existentes, bem como nos novos. A estratégia para os novos mercados emergentes é operar de maneira tão globalizada quanto possível e de maneira tão local quanto necessária. Os caminhões BharatBenz refletem essa estratégia”, diz o executivo.
De acordo com Renschler, os caminhões BharatBenz estão baseados nas plataformas de veículos comerciais já existentes da Daimler. “Especialistas indianos desenvolveram os produtos para o mercado local, onde eles serão fabricados”, conta.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Diária de um Scania G-380 custa R$ 1200

Desde segunda-feira (16), funciona em São Bernardo do Campo (SP) a primeira locadora de caminhões do País. Trata-se da JSL Aluguel de Caminhões, criada pela operadora logística JSL, que investiu R$ 7,5 milhões no negócio. A frota inicial é de 43 veículos zero quilômetro, sendo 33 caminhões plataformas equipados com baú, carroceria, caçamba ou pipa e 10 cavalos mecânicos (ver modelos abaixo). Mas a empresa diz que poderá providenciar outros de acordo com a demanda.
Segundo José Geraldo Santana Franco Junior, diretor Comercial de Pesados da JSL, a ideia é atender tanto pessoas físicas como jurídicas, com contratos diários, semanais, mensais ou até mesmo para períodos mais longos. “Pretendemos atender desde a indústria e o setor de construção até as demandas eventuais de transportadoras para cargas gerais. Às vezes, a transportadora está com um determinado gargalo ou com um veículo quebrado e podemos ajudá-la nessas situações”, afirma.
De acordo com o diretor, a locação de caminhões já existe em outros países, como nos da Europa. “Nos Estados Unidos, a própria Paccar (montadora de caminhões que está se instalando em Ponta Grossa) realiza esse serviço”, afirma.
Franco Junior diz que o desafio inicial da JSL é “entender qual o tamanho desse mercado”. Mesmo assim, segundo ele, já existe um projeto de abertura de outras cinco lojas em Estados do Sudeste e do Sul.
De acordo com a JSL, o aluguel de caminhões também pode ser um bom negócio para o motorista autônomo, quando seu veículo estiver quebrado ou quando precisar de uma configuração diferente para realizar determinado serviço.
Pelo serviço de atendimento ao cliente no telefone 0800 575 7775 apuramos que a diária de um Scania G-380, cabine leito, teto baixo, com ar condicionado custa R$ 1207,35. O pacote promocional para sete dias R$ 7.183,74 e o mensal, também promocional, R$ 15.393,73. A franquia é de 500 quilômetros e o cliente paga R$ 3,14 por quilômetro excedente.
A diária de um Volkswagen 8-150 equipado com carroceria é de R$ 578,05. Equipado com baú o preço sobe para R$ 609,74. Em todos os casos o valor inclui seguro, rastreador e monitoramento 24 horas. A franquia neste caso é de 300 quilômetros e o veículo tem que ser retirado e devolvido na locadora, nos mesmos moldes do aluguel de um automóvel. No caso de um Iveco Daily com carroceria a diária é de R$ 410,07; com baú o preço chega a R$ 428,18. A franquia é de 250 quilômetros e cada quilometro excedente custa R$ 2,23 no baú e R$ 2,13 na opção com carroceria.

Fonte: Portal Carga Pesada

TrueCar? É a startup que irritou a Honda

Criada em 2008, a startup TrueCar funciona como um comparador de preços de carros. A diferença para outras ferramentas é que o site garante a venda no valor divulgado em sua relação de vendedores certificados. Em janeiro de 2011, a TrueCar lançou um índice que mapeia o mercado por completo e fornece ao consumidor um relatório atualizado do valor dos carros. Com isso, os consumidores estão encontrando diferenças de preço de até 8 mil dólares em concessionárias.
Para o cliente, isto é excelente. Para os vendedores, nem tanto. A Honda já disse que não está gostando e vários grupos concessionários querem provar que a empresa opera fora da lei. A montadora japonesa ameaçou cortar a verba publicitária de quem insistir em oferecer descontos em seus carros através do site. De acordo com uma reportagem publicada pela revista The Economist, a Honda diz que “seus vendedores podem vender os carros ao preço que quiserem, mas não vai pagá-los para que promovam seus veículos como baratos ou de baixo custo”.
Um dos fundadores da empresa, Scott Painter, disse que esta movimentação não ameaça, mas valoriza o negócio. Ainda na The Economist, o empreendedor garantiu que a gigante japonesa vai acabar mudando de ideia. “O poder do mercado vai mudar suas mentes”, disse à revista inglesa.
De acordo com o jornal Los Angeles Times, o estado do Colorado está investigando a empresa por fraude. O esquema seria o de atrair o consumidor com uma ótima oferta de um produto que não existe, assim, o cliente é obrigado a trocá-lo por outra opção. Isso acontece porque o site permite personalizar o modelo do veículo de diversas maneiras e, possivelmente, o resultado final é de um carro que não existe. O site diz que o cliente leva um similar, com as mesmas características e preço garantido.
A TrueCar, que estava na lista dos 20 melhores sites de dinheiro da CNNMoney, conta com mais de 5 mil vendedores certificados cadastrados. A receita vem das vendas efetivadas: 300 dólares por carro usado vendido e 400 dólares por carro novo. O crescimento é considerado vertiginoso. Em setembro do ano passado, a startup anunciou um aporte de 245 milhões de dólares para expandir. Logo no início de 2012, a empresa selou um acordo de parceria com o Yahoo.

Fonte: Portal Exame

MPX, de Eike, fecha parceria com grupo alemão de energia

A empresa de energia MPX, do grupo de Eike Batista, anunciou nesta quarta-feira a formação de uma joint venture com a elétrica alemã E.ON, que formará a maior empresa privada de energia do Brasil.
Pelo acordo, que confirma informação da Reuters publicada na terça-feira, a MPX vai levantar R$ 1 bilhão por meio de aumento de capital em que a E.ON vai participar no final com cerca de R$ 850 milhões. Com isso, a elétrica alemã assumirá participação de 10% na empresa.
A expectativa é que a operação seja concluída no segundo trimestre deste ano e que a aliança produza uma empresa com capacidade de geração total de 20 GW.
A joint venture em partes iguais "será o único veículo de investimento para novos projetos de energia de ambas as companhias no Brasil e no Chile e será responsável pelo desenvolvimento, execução e operação de empreendimentos de energia térmica e renovável nesses países, além de todas as atividades de suprimento e comercialização", afirma a MPX em comunicado.
Para formar o novo empreendimento da dupla, a MPX entregará à joint venture 50% de sua carteira de empreendimentos térmicos sem contrato de compra e venda de energia e a E.ON terá opção de comprar participação adicional no projeto de energia no Porto de Açu, que está sendo erguido no Rio de Janeiro.
A parceria também reunirá atividades de suprimento e comercialização da MPX e os projetos de energia renovável da empresa do grupo.
As usinas térmicas têm capacidade total de 10,35 GW, enquanto os projetos de energia renovável são de fonte solar (5 MW) e eólica (113 MW).
Para permitir que a joint venture acelere a implementação da carteira de projetos, "E.ON e MPX vão, caso a caso, analisar a possibilidade de pré-financiamento pela E.ON da porção de capital próprio da MPX".
MINERAÇÃO
Parte do plano de aliança das duas empresas, a MPX fará cisão de ativos de mineração de carvão na Colômbia, criando uma nova empresa, a CCX, que será listada no Novo Mercado da BM&FBovespa.
A nova companhia receberá R$ 814 milhões em caixa da MPX e os acionistas receberão um papel da CCX para cada ação da MPX que detiverem. Essa cisão ocorrerá com conversão de debêntures em ações ordinárias.

Fonte: Portal Folha.com

Produção de caminhões cresce 13,8% em 2011

As montadoras de caminhões que operam no Brasil fabricaram 13,8% mais veículos em 2011 do que em 2010. Foi o que revelou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) em seu balanço anual. Diferentemente dos últimos anos, o resultado foi divulgado apenas por meio de um comunicado à imprensa e a entidade não realizou o evento para discutir os números consolidados em um ano em que o lobby das empresas levou à elevação do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) em 30 pontos porcentuais para veículos que não têm um mínimo de 65% de conteúdo nacional. Além disso, a produção atendeu ao aumento de demanda por conta da elevação de preços por conta da entrada em vigor da norma Proconve 7/ Euro 5.
Com o crescimento, a produção de caminhões no mercado brasileiro somou 216.270 unidades em 2011 ante as 189.941 de 2010. Apesar dessa expansão, as vendas somaram 172.902 unidades, ou seja, quase 80% da produção foi vendida no mercado interno. Outras 26.321 unidades foram vendidas ao mercado internacional, o que leva a um estoque de pouco mais de 17 mil caminhões que ainda podem chegar às ruas brasileiras sem a obrigatoriedade de emissões mais reduzidas de gases de efeito estufa e com preço mais em conta.
Conforme o Portal Transporta Brasil vem divulgando desde o final do ano passado, os mais fabricados no ano foram os semipesados e pesados, com 74.927 e 65.542 veículos, representando 34,6% e 30,3% do total saído das linhas de montagem brasileiras. O crescimento no ano foi de 19,3% e 8,4% quando comparados ao mesmo período do ano passado.
Em relação às campeãs de vendas, não houve nenhuma novidade. A MAN (que fabrica e comercializa caminhões da marca própria e da Volkswagen) confirmou a liderança de mercado pelo nono ano consecutivo. De acordo com os dados de licenciamentos da Anfavea, a empresa vendeu 50.815 veículos, cerca de 30% do mercado nacional, um crescimento de 12,2% ante 2010. A segunda colocada é a Mercedes-Benz, que encerrou os 12 meses de 2011 com a comercialização de 42.623 veículos, alta de 4,3% no período. Em terceiro aparece a Ford com 30.354, em quarto a Volvo com 19.069, crescimento de 24,5%, em quinto a Iveco, com 14.246 caminhões no ano, expansão de 18,6%. A Scania continua a perder participação de mercado com 11,8% de crescimento em comparação a 2010 e ficou em sexto lugar no mercado brasileiro com a comercialização de 13.484 unidades. O restante das vendas ficou dividido entre as marcas Agrale, Hyundai e International.
Em termos de crescimento sobre as vendas do ano passado, os semipesados apresentaram a maior alta com 16,9%, os leves vêm a seguir com expansão de 13,1%, seguido dos semileves com 10,9% de vendas a mais em comparação a 2010. As vendas de caminhões na categoria médios ficaram 2,8% maiores enquanto que os pesados ostentaram a menor alta, apenas 0,9% quando comparadas as vendas de 2010. Enquanto isso, as vendas de importados fechou 2011 com um impressionante crescimento de 46,9% ante 2010, sendo os pesados os que mais entraram no Brasil, com 2.774 unidades das pouco mais de 4 mil importações de caminhões, crescimento de mais de 115%.
Ônibus e automóveis
Na categoria para transporte de passageiros (incluindo chassis), as vendas consolidadas do ano somaram 34.672 unidades, crescimento de 22%.
Com a soma das vendas entre veículos leves e comerciais leves, as quatro mais tradicionais empresas que atuam no Brasil não vêem a sua hegemonia ameaçada. A Fiat figurou como a marca mais vendida do ano com 754.275 unidades. Em segundo lugar está a alemã Volkswagen com 703.863 carros comercializados. Em terceiro lugar, a GM vendeu 632.255 veículos e em quarto a Ford, 314.028 unidades novas colocadas no mercado. Dentre as chamadas new comers (montadoras que cheagaram ao País a partir dos anos 90), a francesa Renault, confirmou o quinto lugar com 194.274 carros.
No total, foram vendidos quase 3,5 milhões de veículos dessas duas categorias. Apesar do resultado positivo ante 2010, mesmo com a Anfavea tendo revisado para baixo a projeção de vendas para este ano, a meta não foi alcançada. A entidade estimava vendas em de 3,630 milhões. A perspectiva para janeiro é de produção e vendas menores em comparação ao mês de dezembro, isso porque a indústria para nos primeiros quinze dias de janeiro, que acaba sendo um período de ajuste de estoques também.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Repsol e Alliance Oil criam empresa de US$ 840 milhões na Rússia

A companhia espanhola de petróleo e gás Repsol e a Alliance Oil Company anunciaram hoje a criação de uma joint venture para exploração e produção de óleo na Rússia, com ativos totais de US$ 840 milhões.
Conforme comunicado, a Alliance, que tem operações na Rússia e no Cazaquistão, terá fatia de 51% na nova empresa e a Repsol, de 49%.
A parceria inclui a transferência, por parte da Alliance, de ativos na região do Volga-Urais, avaliados em cerca de US$ 570 milhões. A Repsol, por sua vez, participará de uma operação de aumento de capital e fará um desembolso, em dinheiro, para atingir a parcela de 49%.
O presidente do conselho da Repsol, Antonio Brufau, e o presidente do conselho do grupo Alliance, Musa Bazhaev, assinaram hoje, em Moscou, o acordo que resultará na constituição da joint venture, que servirá como plataforma para expansão das operações das duas companhias no mercado russo.

Fonte: Portal Valor Econômico

Bridgestone apresenta pneu que não utiliza ar

De Tókio, no Japão, a Bridgestone Corporation anunciou o desenvolvimento de um pneu conceito, que dispensa o uso de ar e que pode ser uma alternativa viável e ecologicamente correta aos pneus tradicionais no futuro.
Apresentada durante a 42ª edição do Tokyo Motor Show, salão do automóvel japonês, a novidade vem ao encontro da Missão Ambiental da Bridgestone, que visa contribuir com uma sociedade mais sustentável, com ênfase em três pilares principais: a preservação do meio-ambiente, a conservação dos recursos naturais e a redução de emissões de carbono. Para apoiar sua missão, a Bridgestone trabalha em vários projetos como o do pneu sem ar, com o objetivo de colaborar com um meio ambiente mais saudável para as presentes e futuras gerações.
Os pneus sem ar geram um menor impacto para o meio ambiente em relação aos tradicionais, mas os protótipos deste tipo desenvolvidos anteriormente eram inviáveis para a produção em larga escala. Por isso, a Bridgestone desenvolveu esta tecnologia com o objetivo de implementá-la na prática.
Características especiais da tecnologia do pneu sem ar - Com uma estrutura flexível única que se estende ao longo do interior dos pneus e que suporta todo o peso do veículo, não há necessidade de calibrá-los periodicamente, o que significa que exigem menos manutenção. Ao mesmo tempo, a preocupação com perfurações é eliminada. Além disso, a estrutura interna é produzida a partir de resinas termoplásticas reutilizáveis[i], e assim como a borracha da banda de rodagem, estes são materiais 100 por cento recicláveis. Como resultado, os pneus estabelecem um novo padrão em termos de compatibilidade ambiental, segurança e conforto.
A Bridgestone busca este desenvolvimento tecnológico com o objetivo de alcançar um processo que maximiza o uso cíclico de recursos, transformando os pneus usados em pneus novos por meio de materiais recicláveis.
A Bridgestone busca este desenvolvimento tecnológico com o objetivo de alcançar um processo que maximize proativamente o uso cíclico de recursos dos pneus usados para pneus novos, utilizando materiais recicláveis.
Bridgestone-Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior fabricante mundial de pneus e detentora das marcas Bridgestone, Bandag, BTS e Firestone. É a primeira colocada do Ranking Global das Empresas Fabricantes de Pneus do jornal norte-americano Tire Business, com a marca de US$24.425 bilhões de vendas em pneus no ano de 2010. Emprega mais de 139 mil funcionários no mundo e mantém operações em 25 países. No Brasil, produz pneus em suas fábricas de Santo André/SP e de Camaçari/BA, que juntas atingem capacidade de produção de 42 mil pneus/dia. [www.bridgestone.com.br].
Resina sintética que se torna flexível quando aquecida, permitindo ser moldada em formatos diversos, e que se torna rígida quando resfriada. O processo de aquecimento e resfriamento geralmente pode ser repetido, facilitando tanto a moldagem quanto a reciclagem do material.

Fonte: Portal Fator Brasil

Nova fábrica da Noma será em Tatuí

Tatuí, cidade do interior paulista, foi o local escolhido pela Noma para abrigar sua nova fábrica de implementos rodoviários, a segunda no País. Na manhã desta quarta-feira, 14, a empresa assinou um contrato com a prefeitura local para a aquisição de um terreno de 314.600 metros quadrados no Km 117 da SP 127, Rodovia Antonio Romano Schincariol. O anúncio contou com a presença do diretor presidente da Noma do Brasil, Marcos Noma, do diretor industrial, Paulo Shiozaki, e do prefeito de Tatuí, Luiz Gonzaga Vieira de Camargo.
Em outubro, durante a Fenatran, a Noma, que mantém uma linha de produção em Sarandi, PR, anunciou que São Paulo receberia sua segunda planta (leia aqui). Na ocasião, não revelou-se o valor do investimento, informação que só veio quase um mês após o anúncio da nova unidade: R$ 75 milhões serão aplicados na filial paulista, que tem início de construção marcado para 2012 e inauguração prevista para 2013 (leia aqui). Estima-se a criação de 450 empregos diretos em Tatuí.
Durante o anúncio, o presidente da Noma declarou: "Tatuí e a região de Sorocaba é bem próxima à capital paulista e sua localização é estrategicamente perfeita para agilizar nossas entregas e aumentar nossa capacidade produtiva para atender a forte demanda dos próximos anos”.
A nova instalação faz parte do planejamento da Noma de dobrar sua participação no mercado para 18% até 2015, o que significa subir um degrau no ranking das fabricantes de implementos rodoviários para se tornar a terceira maior do setor no Brasil.

Fonte: Portal Automóveis Business.

Marfrig fecha unidade da Seara em Santa Catarina

O Grupo Marfrig anuncia encerramento da unidade da Seara Alimentos em Jaraguá do Sul (SC), de produção de frango in natura e cortes desossados. O complexo operava com 890 funcionários e 199 produtores de aves. Com o encerramento da operação, o volume será recomposto pelo aumento da produção das unidades de Ipumirim (SC), Passos (MG) e Lapa (PR).
"O distanciamento gradativo dos centros produtores de grãos, que encareceu a logística e gerou acúmulo volumoso de créditos de ICMS, somado à escassez de mão-de-obra local vivenciada nos últimos anos se tornaram verdadeiros desafios para a continuidade da atividade rentável na região", diz em nota Marco Antonio Siqueira, diretor de operações da companhia.
De acordo com a empresa, os funcionários estão sendo absorvidos por outras empresas da região e houve uma ação para minimizar os impactos. Dos 199 produtores de aves fornecedores do complexo de SC, aproximadamente 80 permanecerão no sistema e suprirão a demanda do complexo da Lapa (PR).

Fonte: Portal New Trade

Bunge adquire as marcas Etti e Salsaretti

A Bunge Brasil anuncia a aquisição do negócio de alimentos da Hypermarcas, que engloba as marcas Etti, Salsaretti, Puropurê e Cajamar e uma extensa linha de produtos nos segmentos de molhos e extrato de tomate, caldos, molhos e temperos, pratos prontos e instantâneos.
O valor da operação é de R$ 180 milhões e inclui a aquisição de uma fábrica na cidade de Araçatuba (interior de SP), onde funciona também o centro de distribuição, envolvendo cerca de 250 funcionários.
"Por meio dessa operação, a Bunge fortalece sua estratégia de reforçar sua presença no negócio de alimentos, em um mercado promissor de extrema importância para o varejo brasileiro", declara Pedro Parente, presidente e CEO da Bunge Brasil.
Em maio deste ano, a empresa anunciou sua entrada no segmento de atomatados, por meio da marca Primor, com atuação destacada no norte e nordeste do Brasil. O fechamento e a implementação da aquisição devem ocorrer até 30 de dezembro de 2011.

Fonte: Portal New Trande

NISSAN LEAF, PRIMEIRO CARRO 100% ELÉTRICO, PRODUZIDO EM LARGA ESCALA

Disponível nos mercados dos Estados Unidos, Japão e alguns países da Europa, esse veículo anuncia uma nova era de mobilidade, a de zero emissãoO Nissan LEAF, primeiro carro produzido em larga escala 100% elétrico, anuncia uma nova era de mobilidade – a era de emissão zero. Diferentemente de veículos equipados com motor de combustão interna, o sistema de transmissão do LEAF não possui tubo de escape e, portanto, nenhuma emissão de CO2 ou outros gases de efeito estufa. (Nas fotos: Pedro Salanek Filho, diretor executivo da revista Geração Sustentável)Desenvolvido com chassi movido a bateria de íon de lítio, possui autonomia de 160 km com uma única carga (de acordo com dados da US EPA City Cicle), capaz de se recarregar completamente em 8 horas, em uma tomada de 220 volts, ou ainda de ter 80% de carga em apenas 30 minutos, utilizando um carregador de 400 volts. O pacote de bateria íon de lítio avançado contém uma garantia de 8 anos ou 160.000 km. O LEAF é um hatch de porte médio com cinco lugares confortáveis, motor CA síncrono de grande resposta (80 kW) que gera 107 cv e um torque de 28,5 kgfm. Oferece 100% de seu torque desde o início, proporcionando aceleração suave e consistente, com sensação de condução semelhante à de um motor V6 convencional.É um "carro de verdade", que não emite poluentes, acessível e com autonomia de carga suficiente para as necessidades urbanas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o LEAF é comercializado por US$ 32.700, sem contar os descontos proporcionados pelo governo local que está incentivando o carro elétrico tanto para a indústria quanto para o mercado.O Nissan LEAF é a incorporação da visão inovadora da marca em relação ao futuro e a décadas de investimentos e pesquisas. A companhia tem uma abordagem holística para o modelo de negócios do veículo elétrico, o que significa pensar em longo prazo e estar orientada a definir alianças e parcerias que tornam viável sua comercialização. Para isso, programas de mobilidade com emissão zero foram firmados com governos locais e instituições privadas de países como Reino Unido, Portugal, Japão e Estados Unidos, no total de mais de 30 parcerias no mundo. No Brasil, a cidade de São Paulo, foi a primeira a assinar um termo de compromisso para estudar a implantação de uma rede de recargas para este tipo de automóvel.Fabricado atualmente em Oppama, no Japão, ele terá a produção em Smyrna, Tennessee, EUA, em 2012. Enquanto isso, baterias de íon lítio estão sendo produzidas em Zama, Japão, com produção adicional planejada para EUA, Reino Unido e Portugal, e outros locais para investimento estão em estudo no mundo.Lançado em 2010 no Japão, EUA e em alguns países da Europa, o Nissan LEAF revolucionou o conceito de mobilidade e marcou uma nova era para a indústria automotiva. Neste ano, conquistou o principal reconhecimento do setor automotivo, o prêmio “Carro do Ano 2011” nos EUA, além do “Carro do Ano” na Europa e o “Top Safety 2011”.

Fonte: Confraria Sustentável

Coca-Cola muda fórmula secreta de lugar pela primeira vez desde 1925

A Coca-Cola anunciou nesta quinta-feira (8) que, pela primeira vez em 86 anos, mudou a localização onde está guardada a sua "fórmula secreta", levando-a de um cofre de banco para o museu da companhia, em Atlanta.
"Pela primeira vez na história, o cofre contendo a fórmula secreta será visível para o público em uma exposição permanente intitulada 'O cofre da fórmula secreta', que começa hoje no World of Coca-Cola", informou a empresa, em comunicado.
A "fórmula secreta" estava guardada desde 1925 em um cofre do Banco SunTrust, no centro de Atlanta (EUA). A fórmula criada em 1886, no entanto, permanecerá escondida da vista do público e guardada a sete chaves pelos proprietários da empres.
"Este é um dia especial na história da Coca-Cola, e o culminar perfeito para as celebrações do nosso 125º aniversário", disse, no comunicado, Muhtar Kent, presidente e CEO da Coca-Cola Company.
O nascimento do refrigerante mais conhecido do mundo remonta a 1886, quando o farmacêutico John Pemberton inventou o xarope que deu origem à bebida.
Em 1919, quando Ernest Woodruff e um grupo de investidores adquiriram a companhia, pela primeira vez a receita foi inscrita num documento que foi guardado numa caixa-forte no Guaranty Bank, em Nova York. Seis anos mais tarde, a fórmula secreta foi transportada para o banco de Atlanta, onde permaneceu nos últimos 86 anos.

Fonte: Portal G1