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Grupo Kion adquire a Dematic por US$ 3,25 bilhões

Integração entre as companhias resultará em uma gigante com soluções completas para intralogística
 

O Grupo Kion, companhia alemã que atua no mercado global com empilhadeiras, equipamentos e serviços para armazenagem, anunciou hoje, dia 23 de junho, a aquisição da Dematic, provedora de sistemas de automação para armazéns, também de origem alemã, avaliada em US$ 3,5 bilhões. Com o negócio, o grupo se torna um dos principais fornecedores de soluções inteligentes para a intralogística. A transação ainda está sujeita a aprovações regulamentares, mas a expectativa é que seja concretizada ao longo do quarto trimestre de 2016.
Dentre os produtos ofertados pela Dematic no mercado estão paleteiras manuais e automatizadas, sistemas paletizadores e de armazenagem automática, equipamentos de separação, sorters, transportadores e softwares. São quase 6 mil colaboradores, incluindo aproximadamente 3 mil engenheiros, e presença em 22 países. Desde 2013 a Dematic tem registrado um crescimento anual de 12% em sua receita. A combinação das estruturas resultará em uma companhia com cerca de 30 mil funcionários e uma receita de 6,7 bilhões de euros, de acordo com os números registrados pelas companhias em 2015.
A aquisição consiste também em um importante passo do Grupo Kion rumo à intralogística 4.0, termo que se refere à aplicação de tecnologias para garantir a automação total de armazéns, criando operações cada vez mais inteligentes. “Juntos, o Grupo Kion e a Dematic vão projetar e entregar soluções para melhorar a posição de nossos clientes em responder à demanda dinâmica”, analisa Ulf Henriksson, CEO da Dematic. Quando o processo for concluído, a empresa será integrada ao Grupo Kion formando uma nova unidade operacional, que será liderada por Henriksson.
Para Angel Alcala, CEO da Dematic América Latina, a integração será muito benéfica para o mercado brasileiro, pois os clientes passarão a contar com um serviço mais abrangente, já que a companhia resultante será um fornecedor único para soluções completas para a cadeia logística. “Assim como a Dematic, o Grupo Kion identificou a América Latina como mercado-chave, e o Brasil é parte essencial de sua estratégia comercial e de investimentos”, finaliza o executivo.

GLP Guarulhos será o maior condomínio logístico da América Latina

A segunda fase de obras do empreendimento foi concluída e contará com 15 galpões e mais de 450 mil m² construídos.

Localizado junto à Rodovia Presidente Dutra em uma das regiões mais valorizadas da área metropolitana de São Paulo, o Parque Logístico GLP Guarulhos está sendo desenvolvido pela GLP, dentro dos mais modernos conceitos, com altíssimo padrão de qualidade, que reúne localização, segurança e infraestrutura completa. O empreendimento tem localização estratégica, com acesso à Rodovia Presidente Dutra, antes do pedágio, a 3 km do futuro trecho norte e do trecho leste do Rodoanel e a 24 km da capital de São Paulo, e está atraindo empresas de vários setores por oferecer uma solução premium, com localização privilegiada.
Quando finalizado, o condomínio terá mais de 450 mil m² construídos com 15 galpões e suas respectivas áreas de apoio, como portarias, restaurantes e um edifício administrativo. O GLP Guarulhos teve a segunda fase da obra concluída com a construção de mais cinco galpões, totalizando 200 mil m², e já foram realizadas locações para clientes, como uma das maiores varejistas do País (41 mil m²), uma empresa do ramo farmacêutico (36 mil m²) e uma operadora logística (12 mil m²). Na primeira fase, foi realizada a entrega de quatro galpões, totalizando 160 mil m², que estão 100% locados.
Segundo a diretora de Desenvolvimento e Novos Negócios da GLP, Clarisse Etcheverry, um dos diferenciais desse empreendimento é o viaduto exclusivo sob a Dutra, que permite fácil acesso e saída do parque nos dois sentidos da rodovia, sem a necessidade de passar pelo pedágio, possibilitando redução do percurso dos caminhões, com consequente economia no consumo de combustível, manutenção de veículo e tempo de transporte.
O GLP Guarulhos é um parque com características padrão A (best in class), que garantem redução de custos e eficiência logística, com infraestrutura completa. “A construção tem diferenciais de sustentabilidade, que minimizam o impacto ambiental e trazem benefícios sociais e para o locatário, além de gerarem redução de custos no condomínio e na operação”, afirma Clarisse.

O empreendimento está em processo de certificação Leadership in Energy and Environmental Design (LEED).

Fonte: Mundo Logística

TOTVS firma parceria com Samsung para nova solução de Supply Chain

A TOTVS, líder no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial na América Latina, anuncia uma parceria comercial com a Samsung SDS, braço de serviços de TI e logística do grupo Samsung com cerca de 21 mil colaboradores e mais de US$ 7 bilhões de faturamento. O objetivo é oferecer uma solução única de visibilidade total dos processos logísticos.
Com o nome de TOTVS Supply Chain Intelligence (SCI), a solução garante às empresas uma visão geral de toda a cadeia logística e de distribuição (fim a fim e multimodal), desde o abastecimento do produto até a entrega da venda ao cliente. O software permite a extração de indicadores de desempenho, a identificação de desvios de processos – apontando possíveis atrasos futuros -, além de enviar avisos eletrônicos (SMS ou e-mails) sobre exceções e ocorrências durante os fluxos logísticos.
A nova solução foi criada a partir da solução de logística integrada da Samsung SDS, chamada Cello, que abrange o acompanhamento, rastreamento e monitoramento de todas as etapas da logística e cadeia de suprimentos. A parceria tem como meta integrar funcionalidades complementares ao ERP da TOTVS mas, por ser agnóstico, o sistema pode ser integrado com qualquer ERP de mercado.
O TOTVS SCI coleta informações do fluxo da operação e transporte na cadeia de valor, permitindo aos tomadores de decisão ações necessárias em tempo real. Um dos grandes diferenciais da nova solução é a possibilidade de monitorar diversos pontos de controle dentro do fluxo de entrega de um determinado produto. A partir do recebimento de um pedido de venda, o SCI monitora todas as etapas até a entrega da ordem, como a liberação comercial e financeira da mercadoria. Na sequência, confirma o embarque, o faturamento por meio de emissão da nota fiscal com autorização na SEFAZ e impressão da DANFE. O rastreamento segue pela gestão de fretes, com impressão e liberação do romaneio de carga até o registro de entrega. Tudo monitorado ponto a ponto, dentro do sistema e havendo uma anormalidade dentro do fluxo, o sistema gera alertas e relatórios. Assim os clientes têm a capacidade de analisar suas atividades permitindo a identificação de gargalos e atuação para elevação do nível de serviço.
“Não há nenhuma outra solução de mercado com essas características. Algumas empresas mantêm soluções caseiras de rastreamento de ordens e entregas, mas não com esse grau de sofisticação de detalhes ponto a ponto. Já erámos cliente TOTVS e percebemos que havia sinergia entre as companhias e poderíamos, juntas, oferecer uma solução inédita e completa para rastreamento de produtos”, destaca Leandro Costa, gerente comercial da Samsung SDS.
A solução TOTVS Supply Chain Intelligence (SCI) foi desenvolvida em parceria entre engenheiros coreanos e brasileiros. Inicialmente, a ferramenta possui mais de 40 pontos de controle pré-definidos mas, por ser flexível, possibilita fazer a parametrização de acordo com as necessidades de cada companhia.
“Estamos satisfeitos com essa parceria com a Samsung SDS, pois conseguimos desenvolver uma solução moderna que tem como foco melhorar a competitividade das empresas por meio da gestão e eficiência logística”, ressalta Carlos Valle, diretor do Segmento de Manufatura e Distribuição e Logística da TOTVS.
O aumento na eficiência se dá pelos benefícios adquiridos com a visibilidade holística do processo logístico. Entre os principais garantidos pela adoção do TOTVS Supply Chain Intelligence (SCI) estão os prazos de entrega mais curtos, aumento da satisfação do cliente, melhoria no cumprimento de regulação de importação e exportação, lucros ampliados, melhor visibilidade de embarque para empresas e parceiros na cadeia de valor, melhor capacidade de respostas às mudanças e diminuição na exigência de inventários. A solução está em fase de integração e deve chegar ao mercado nos próximos meses.

Fonte: Logweb

Primeiro self storage do Brasil com acesso 24h é lançado em Curitiba

A partir de julho de 2015, a D-espaço, empresa de locação self storage, passou a operar de maneira inovadora e será a única empresa brasileira do ramo de autoarmazenamento a oferecer acesso 24 horas a pessoas e empresas que armazenarem seus pertences em um box D-espaço.


A iniciativa visa trazer ainda mais conforto e praticidade aos usuários. “Nós percebemos que, para alguns perfis de pessoas e empresas que buscam o aluguel de espaço, não bastava tê-lo à disposição em horário comercial, porque para algumas necessidades é essencial acessar os objetos guardados em horários alternativos”, analisa Paola Noguchi, Diretora Executiva da DCL Real Estate, empresa que administra a marca D-espaço. Segundo a gestora, a implantação desse diferencial visa facilitar a rotina de quem precisa guardar documentos, equipamentos e mercadorias em um local apropriado e ter a liberdade de remanejá-lo com frequência, na hora que preferir. “O lema da D-espaço é a excelência e por isso oferecemos uma infraestrutura completa, da recepção ao setor de carga e descarga; tudo é planejado para que o self seja uma extensão da casa de nossos clientes, servindo como uma verdadeira garagem”, complementa.

Segurança e Privacidade

O acesso aos boxes funciona 24h, sete dias por semana. A D-espaço é a primeira empresa brasileira a disponibilizar esse benefício. Os locatários já podem acessar seus pertences a qualquer tempo: basta assinar o contrato no horário comercial e ter seu acesso permitido a qualquer tempo.

Self – Storage

Uma solução inovadora para o problema de falta de espaço. O self storage ou autoarmazenamento é uma modalidade de locação bastante desenvolvida nos Estados Unidos, mas ainda desconhecida no Brasil e principamente no Paraná. Desde o lançamento da D-espaço, administrada pela DCL Real Estate, Curitiba dispõe de um self storage completo, com infraestrutura inspirada nos modelos mais modernos do mundo.

Fonte: LogWeb

Papel dos bollards na segurança de condomínios logísticos

O papel dos Bollards nesse cenário como uma opção eficiente e segura [...]
Os condomínios logísticos estão em plena ascendência no Brasil e cada vez mais empresas optam por um centro de distribuição e armazenagem que tragam menores custos operacionais. Por trazer inúmeras vantagens, este tipo de empreendimento está a cada dia mais visado e suscetível, o que causa nos grandes empresários uma busca incessante em relação a soluções de segurança modernas e eficientes para proteger estes locais. Assim, os Bollards, controladores de acesso que bloqueiam a passagem indevida de veículos, passaram a fazer parte dessa realidade.
Os novos condomínios logísticos são idealizados e construídos para oferecer modernidade, localização flexível, menores custos operacionais e segurança. Pensando nisso, algumas administradoras optaram pelo sistema de Bollards, pinos automatizados utilizados para bloqueio e restrição de veículos pesados, impedindo a fuga caso alguma ação criminosa aconteça.
O fato de atrair grandes empresas e sucessivamente suas cargas de alto valor, fez com que também aumentasse o numero de ações criminosas contra esses condomínios. Com este cenário, pensar em segurança desde o momento da implementação do projeto é uma forma de atrair os futuros inquilinos e diminuir custos.
Atenta a essa tendência, a Marcos & Farina Arquitetos já implanta o sistema de Bollards, como uma novidade em segurança para clientes.
Dentre as estratégias mais conhecidas para roubo de cargas nos ultimos tempos, o Cavalo de Tróia tem grande destaque. Os assaltantes adentram o local escondidos dentro do baú de um caminhão roubado o que facilita a rendição dos funcionarios. A instalação de Bollards nestes empreendimentos é uma forma de inibir essas ações criminosas, visto que, os criminosos procuram sempre arquiterar planos em que a ação de saída seja facilitada.
Os Bollards são barreiras fisicas de alta segurança usadas para bloquear o acesso e a passagem indevida de veículos nesses empreendimentos. Os pinos são automatizados e podem estar ligados diretamento ao sistema de alarme ou ser acionados atraves de um disposito direto por uma central de segurança remota. Estes dispositivos, já muito utilizados na Europa, aparecem como uma opção importante para reduzir os riscos de ações criminosas nos condominios logisticos.
Entram como grande novidade para o setor por ser um sistema de bloqueio que dificulta a invasão criminosa. Os roubos são sempre planejados para que a saída do empreendimento seja viável. Nos empreendimentos que utilizam sistema de Bollards, a fuga fica inviabilizada até que a liberação seja autorizada.
O sistema passa também a ser uma forma de inibição dessas ações criminosas, além de proteção ao local e as cargas, que são de grande valor, os Bollards conseguem de certa forma atrapalhar o planejamento e tirar o foco do empreendimento.
Fonte: Logweb

Entregas Urbanas

As Entregas Urbanas, também conhecidas como Logística Urbana é uma solução que tem ganhado espaço recentemente quando o assunto é transporte de cargas.
Grandes cidades estão lidando com problema de alto fluxo de veículos nas ruas e, muitas delas já estão adotando restrições de tráfego. Desta forma veículos de cargas não podem circular em determinadas regiões e/ou horários, devido ao seu peso e tamanho.
Além da restrição de tráfego, a demanda por entregas cada vez mais rápidas, estimuladas principalmente pelo consumidor online, também tem contribuído para que as entregas urbanas tornem-se a solução para estes problemas logísticos.
As transportadoras geralmente utilizam caminhões pesados e médios, os quais na sua maioria enfrentam as restrições e consomem mais tempo de transporte. O principal motivo é que necessitam de maior quantidade de carga para atingir uma taxa de ocupação mínima estabelecida pelo transportador. Isso contribui para que os materiais fiquem parados por mais tempo nos Centros de Distribuição aguardando consolidação, ou seja, agrupamento de maior volume para início das rotas de entregas. Enquanto isso não acontece, o material fica parado.
A tendência global de oferecer prazos de entregas cada vez menores já é uma realidade praticada em grandes varejistas e a gigante de tecnologia Google nos Estados Unidos. A Amazon e Macy’s, por exemplo, já iniciaram a entrega no mesmo dia (same day delivery) em algumas regiões do país norte americano. Hoje talvez ainda possamos classificar o curto prazo de entrega como um diferencial competitivo, porém num futuro breve passará a ser um requisito!
Para viabilizar a maior velocidade nas operações de transporte é preciso realizar algumas mudanças. Desde ajustes de processos até a utilização de novos veículos de carga. O veículo urbano de carga (VUC) é uma solução disponível no mercado que permite uma maior rapidez nas coletas e entregas de cargas fracionadas, características do e-commerce.
Pelo fato de serem utilitários de pequeno porte, não se enquadram nas restrições de tráfego e oferecem uma maior versatilidade de locomoção nos centros urbanos. Contam com uma boa autonomia dentro da cidade e consumo de combustível quase como de um carro de passeio, além disso são fáceis de estacionar.
Uma alternativa simples, a entrega urbana pode ser um diferencial competitivo para o comércio eletrônico, pois através dela pode-se realizar vendas com menores prazos de entrega! Adicionalmente o custo dessa modalidade de transporte pode ser mais baixo que os meios convencionais, como o do Correios.
Outro benefício está na logística reversa que pode ser feita de forma mais ágil, já que não representa um grande volume de carga se comparado ao total distribuído. Os produtos são coletados na casa dos clientes e entregues no centro de distribuição da empresa.
Alguns cuidados básicos devem ser tomados na contratação deste tipo de serviço, principalmente:
  • Idade do veículo: os mais antigos têm consumo de combustível mais elevado, o que aumenta o custo de transporte. Além disso, automóveis mais velhos necessitam de manutenção mais frequente e podem acabar apresentando problemas técnicos durante um trajeto, resultando em atraso na entrega.
  • Seguro: todo deslocamento está sujeito a riscos, principalmente assaltos, acidentes, catástrofes, entre outros. Nem sempre é possível prever, mas pode-se contar com uma apólice de seguro para mitigar riscos.
  • Registro na ANTT: transportadoras, autônomos ou cooperativas de transporte de mercadoria de terceiros devem ter registro na Agência Nacional de Transporte Terrestre.
  • Rastreamento: mais uma forma de mitigar riscos e obter localização geográfica do caminhão e sua carga por sistema de GPS.
  • Identificação visual: tanto a plotagem do carro de entrega quanto o uniforme dos funcionários, demonstram ao cliente mais confiança durante uma entrega, além de mais profissionalismo.
  • Fiscal: é necessária a emissão de CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e NF-e (Nota Fiscal Eletrônica de Serviços). Em alguns casos é preciso outros documentos.
O ideal é que seja formalizado um contrato de prestação de serviços de transporte entre as partes. Desta forma é possível prevenir legalmente em relação a preços, prazos, responsabilidades, entre outros.
Fonte: Blog ASAP Log Soluções em Logística

Monstro logístico: veja como é um centro de distribuição da Amazon no Natal

Um centro de distribuição, também conhecido pela sigla CD, é uma unidade construída por uma empresa, geralmente varejista, para armazenar os produtos produzidos, comprados para revenda ou recebidos para serem entregues. Se estiver muito difícil de entender, podemos dizer que é um balcão gigantesco e bagunçado onde as companhias guardam os produtos que, hora ou outra, chegarão a sua casa. Porém, essa definição está prestes a mudar – pelo menos no que diz respeito ao adjetivo “bagunçado”. O que você está prestes a testemunhar é o ápice da logística e a perfeição no que diz respeito à organização. Trata-se de um CD da Amazon, localizado no condado de Cambridgeshire, cidade de Peterborough, na Inglaterra, durante o período que antecede o Natal.
As imagens, que parecem confusas em um primeiro momento, revelam a organização com a qual a empresa lida com todas as encomendas que as pessoas do mundo todo fazem através de seus serviços online. As fotos a seguir destacam ainda mais o quanto a empresa valoriza a logística e coloca na prática todos os conceitos que aprendemos nas faculdades e universidades.
Essas fotos, todas impressionantes pelos mesmos motivos mencionados anteriormente, mostram como está o centro de distribuição faltando apenas 29 dias para o Natal. Os mais sagazes já perceberam que período do ano é esse: trata-se dos dias que antecedem a Black Friday, uma temporada que também é movimentada por causa do grande número de compras pela internet. Como eles conseguem manter essa organização?
Esse período do ano é conhecido como o mais corrido no mercado varejista e atacadista. Só na Amazon, são encomendados cerca de quatro milhões de pedidos durante esse período. Quatro milhões de qualquer produto que seja, independente de seu tamanho, é coisa à beça.
Nos CDs da Amazon durante esse período, os trabalhadores fazem um revezamento para cobrir as 24 horas do dia, sete dias por semana. Ou seja, às 3 horas da madrugada haverá alguém empacotando uma encomenda e despachando o produto para que ele seja entregue até o seu comprador.
Por mais que você tenha o emprego dos sonhos, vai dizer que não dá vontade de dar uma passeada no meio desses corredores e vislumbrar a organização que a empresa conseguiu alcançar?
Impressionante, não é mesmo? Não é à toa que a Amazon é uma das maiores empresas do mundo, capaz de apostar em vários segmentos do mercado e não só no comércio varejista. Aqueles estão aprendendo logística, vale a pena levar essa lição para casa e colocá-la em prática quando for CEO de uma grande companhia como essa que destacamos.

Veja mais em: http://www.tecmundo.com.br/amazon/66520-monstro-logistico-veja-centro-distribuicao-amazon-natal.htm

Logística mais inteligente, rentável e ecologicamente correta

Os operadores logísticos enfrentam o desafio de apresentar soluções e estratégias que atendam às necessidades dos clientes. Mas como desenvolver serviços de alta qualidade alinhados à preservação do meio ambiente sem perder de vista valores competitivos?
Desde 2004, uma solução colaborativa tem sido aplicada com a intenção de apresentar um resultado positivo às expectativas do mercado. O conceito de Pooling prevê a otimização dos espaços e entregas com o objetivo de gerar custos logísticos menores e preservar o meio ambiente. A aplicação do Pooling permite que duas ou mais empresas que possuem o mesmo ponto de partida e pontos comuns de entrega utilizem armazéns e distribuidores multi-industriais que otimizam os processos logísticos. Essa sinergia é um caminho assertivo para ganhos em termos de custo e de qualidade de serviço.
Além das vantagens aos envolvidos em termos financeiros, outro ponto positivo é o alinhamento com as necessidades do meio ambiente. Imaginando uma situação de colaboração no processo logístico de transporte de cargas, por exemplo, é fácil prever que o aproveitamento de 100% do espaço dos caminhões promoverá uma circulação menor do veículo e, consequentemente, uma redução de emissões de CO2 (dióxido de carbono). Com o preenchimento total dos veículos, a previsão é de um decréscimo de 30 a 35% de emissão de CO2.
A aplicação do Pooling é uma saída inteligente para a difícil equação investimento X retorno, mas também exige uma atuação estruturada e competente do operador logístico que se propõe a oferecê-la. A escolha dos produtos e empresas colaborativas, que dividirão os mesmos espaços de armazenagem e meios de distribuição, e o planejamento preciso desses serviços, devem receber toda a atenção. Nesse sentido, a distância geográfica entre as empresas integrantes do Pooling, a compatibilidade dos produtos selecionados e a natureza da distribuição industrial são fundamentais para a detecção dos parceiros corretos caso a caso. Acrescente-se a isso a manutenção de regras claras da gestão técnica e prazos rígidos de entregas.
Mesmo com todos os desafios que os processos colaborativos previstos dentro do conceito de Pooling representam, seus benefícios são inegáveis. Mas o sucesso da parceria caracteriza-se pelo comprometimento de todos os envolvidos, com foco na eficácia dos serviços prestados, eliminação de desperdícios e otimização de espaços, equipamentos e mão de obra.
Com o empenho de todos – operadores logísticos e seus clientes –, pode-se concluir que essa é uma operação em que todos lucram, principalmente o cliente, ao receber um serviço de alto nível com um custo muito mais competitivo do que os processos tradicionais.
* Desenvolvido na França, o Pooling já é empregado pela FM Logistic, que disponibiliza em diversas de suas plantas serviços dentro desse conceito e prevê, em breve, o oferecimento do serviço no Brasil para que cada vez mais clientes descubram as vantagens que ele traz para os negócios.

Fonte: Tecnologística
Autora: Michèle Cohonner
Diretora geral da FM Logistic no Brasil
Tel.: (11) 2109-9400

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Subsidiária da B2W compra empresa de logística da Tegma

A 8M Participações, subsidiária da empresa de varejo on-line B2W - dona dos sites Americanas.com e Submarino - comprou a Direct Express Logística Integrada, subsidiária da Tegma Logística. O negócio foi fechado por R$ 127 milhões e está sujeito ao cumprimento de determinadas condições.
De acordo com o fato relevante, a aquisição da Direct tem por objetivo elevar o nível do serviço logístico da companhia e está alinhada com o seu plano estratégico de estar mais próxima do cliente, oferecendo uma melhor experiência de compra na internet.

A Direct foi fundada em 2003 e presta serviços logísticos voltados para cargas e encomendas expressas, desde a armazenagem até a execução e informação das entregas. A empresa possui estrutura de 21 mil metros quadrados de triagem em São Paulo, cerca de 2 mil colaboradores, frota com 1,5 mil veículos e uma rede de 64 unidades de entrega em todo Brasil.

Fonte: Valor Econômico

Dificuldade que supõe o processo de transição de uma empresa de transportes para uma organização dedicada à realização de operações logísticas

Neste artigo, Roberto Lacerda Oliva, Diretor Geral das empresas, Press Log e Soma Log, ambas dedicadas aos segmentos de consultoria empresarial para os segmentos de Logística e de Transportes, aborda a grande dificuldade que supõe o processo de transição de uma empresa de transportes para uma organização dedicada à realização de operações logísticas

Como empresários devemos ter cuidado para não transformar nossas empresas de transportes bem sucedida em organizações prestadoras de serviços de operações logísticas mal sucedidas.

Apesar que a febre pouco a pouco vai passando, ainda nos encontramos com alguma incidência de organizações que tem a enorme tentação de criar no seio de suas empresas de transportes bem sucedidas, uma organização dedicada à prestação de serviços logísticos.

Este fenômeno, iniciado nos Estados Unidos e estendido por todo o mundo, teve o seu auge na década de 90 quando grandes e tradicionais empresas do segmento dos transportes, atraídas pela facilidade de aumentar a captação de recursos nas bolsas de valores, materializaram a compra de operadores logísticos tradicionais, engordando o volume de faturamento de suas corporações.

O processo também partia da premissa de que, dispondo de uma organização coligada ou anexa à nossa tradicional empresa de Transportes e realizando as tradicionais operações de armazenamento temporal e gestão de atividades logísticas realizadas no armazém, de maneira automática e inercial, aumentaríamos a fidelidade dos clientes em relação à frequência com que confiam os seus serviços às nossas empresas, flexibilizaríamos nossos custos operativos e obteríamos melhores margens de gestão do negócio.

Existem alguns casos que foram relativamente bem sucedidos e centenas de casos em que o empresário conseguiu criar uma organização logística medíocre, sem personalidade empresarial e sem definição de um claro nicho comercial. 

O fenômeno atingiu inclusive a poderosas organizações internacionais do segmento de transportes que em função de planos mal sucedidos em sua atuação como operadores logísticos, venderam tais divisões para voltar a concentraras suas atividades empresariais no segmento que controlam.

Porém, a febre mundial pela realização de operações de OUTSOURCING continuava imparável chegando na Europa e estendendo-se rapidamente para todo o mundo; no Brasil por exemplo; salvo exceções, o processo avançava de maneira relativamente rápida.

Ao nome original de nossa organização de transportes, por exemplo, ABCDEF TRANSPORTES, incluiremos uma nova expressão, passando a denominar-nos como ABCDEF LOGISTICA e TRANSPORTES ou ainda ABCDEF LOGISTICS pensando que desta forma o mercado reconheceria a amplitude de nosso leque de serviços”.

Porém, ao iniciar as atividades em um mundo totalmente distinto, o empresário topará com surpresas no caminho que muitas vezes não integravam o plano de negócios.

Em primeiro lugar, o tempo médio de resposta para que um cliente comece confiar a realização de operações de OUTSOURCING de operações logísticas e de serviços de valor agregado realizados no armazém é, infinitamente superior ao tempo médio em que encontramos respostas de um cliente para iniciar operações de transporte e distribuição com a nossa organização original. 

Existem estudos de diversos órgãos dedicados à realização de estatísticas que indicam que uma operação de OUTSOURCING LOGÍSTICO tem um tempo médio de maduração superior aos 10 meses.

Portanto, surge um primeiro e grande dilema quando administramos uma organização logística que é a simples decisão de dispor primeiro do espaço em armazéns logísticos para disponibilizar tais espaços para os clientes ou, primeiro firmar o contrato com o cliente para posteriormente dispor do espaço do armazém logístico necessário...

Conheço muitos operadores logísticos que perderam e perdem centenas de milhares de Reais ao dispor de espaços de armazéns não correspondidos com as atividades operacionais que o mesmo está preparado para realizar. A questão é bastante complexa uma vez que os alugueis para ocupar um armazém ou dispor de uma localização privilegiada em um condomínio logístico, normalmente se firmam para um período de médio e largos prazos, com aplicação de importantes multas pelo não cumprimento dos contratos firmados.

Do outro lado da moeda, também conheço operadores que dispondo de boa relação empresarial com o cliente, não contavam com a disponibilidade do espaço adaptado para realizar as operações de armazém no momento em que as mesmas foram requeridas.

Outra questão que nos deparamos, quando apostamos pelo início de atividades no segmento das operações logísticas é a personalização operativa que temos que oferecer para cada cliente.

Normalmente, a partir de sistemas informáticos básicos; os denominados SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE ARMAZEM (Conhecidos em sua terminologia anglo sazona como WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEN), devemos realizar parametrizações e adaptações no sistema básico, para atender às exigências peculiares de cada cliente.

Essas operações demandam tempo, pessoal especializado e recursos financeiros e estão sumamente interligadas com a complexidade de cada operação logística.

O resumo destas e de outras questões na mesma linha deveria levar o empresário do setor de transportes a meditar bastante sobre a conveniência de iniciar operações como operador logístico. Como reflexão inicial deve considerar que a materialização de tais processos é uma realidade de médio e de largos prazos.

Não quero em absoluto desanimar aos empresários; simplesmente me permito realizar algumas reflexões pois tive ocasião de conviver com estas circunstancias estando ao mando de várias organizações, tanto no Brasil, como na Europa.

O início de prestação de serviços como operador logístico deve, necessariamente, ser precedido de um plano empresarial no qual, a análise do tempo de resposta do mercado em confiar em nossa organização deve ocupar um lugar relevante.

Quando analisamos o perfil dos 20 maiores operadores logísticos mundiais, veremos que uma parte significativa dos mesmos, realiza um grande número de terceirização das atividades de transportes. Esta reflexão é muito importante pois contempla uma eleição pela especialização. Logicamente, a recíproca é verdadeira em muitos casos.

Já dizia o prestigioso autor americano, Peter Drucker, que chegaria o momento em que o empresário deveria apostar em fazer tudo de tudo ou optar por fazer um pouco de nada... Tudo, no caso que nos ocupa, significa todo o universo de possibilidades de negócios que podemos realizar no complexo mundo da logística materializada. Nada, significa escolher uma parcela específica da atividade, concentrando na mesma nossa atenção e especialidade.

Em muitas ocasiões é melhor seguir especializando os serviços dados por nossas tradicionais empresas de transportes, utilizando a inovação como forma de modernização, que adentrar em um universo extremamente complexo e desconhecido, com o enorme risco de obter como resposta a falta da consecução dos nossos objetivos empresariais e o pior de tudo, comprometer um negócio bem sucedido...

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Vídeo Made in Castilla y León




DHL Supply Chain desenvolve estudo sobre a cadeia logística do setor automotivo

Operações enxutas e resilientes: as cadeias de suprimentos devem responder cada vez mais rapidamente e estarem dispostas a enfrentar as mudanças produzidas pelo “efeito borboleta”[...]

Brasil, Julho de 2013,

Um novo estudo feito pela DHL, empresa líder mundial de logística, estabelece considerações que evidenciam a necessidade de reavaliar o foco com que a indústria automotiva opera suas cadeias de suprimentos e processos logísticos. Isso motiva as empresas a se perguntarem “O que aconteceria se?” para prevenir potenciais crises futuras.
As cadeias de suprimentos atuais necessitam ser cada vez mais resilientes e ágeis para sobreviver ao “efeito borboleta” – onde uma pequena mudança em algum ponto da cadeia de suprimentos pode gerar consequências impactantes no negócio, tais como perder clientes, afetar a reputação da marca e impactar a lucratividade em milhares de bilhões de dólares.
O novo híbrido da cadeia de suprimentos do setor automotivo: “Lean and Resilient” (Operações Enxutas e Resilientes) é um estudo desenvolvido por Lisa Harrington, presidente do Grupo lharrington LLC, preparado em colaboração com a DHL. Lisa também é Diretora Associada do Centro de Gestão de Cadeias de Suprimentos e professora de gestão logística da Faculdade de Negócios Robert H. Smith da Universidade de Maryland.
Entrevistas com especialistas e análises de incidentes passados revelam como as empresas correm risco em assumir danos críticos nos seus negócios se não estão em condições de antecipar e responder a crescente incerteza e vulnerabilidade de suas cadeias de suprimentos diante de fatores como a volatilidade econômica, os desastres naturais e a instabilidade política.
O novo estudo mostra a evolução da indústria automotiva e detalha os benefícios de reavaliar e rever suas cadeias de suprimentos, buscando estabelecer novos modelos "híbridos" que sejam enxutos e resilientes, agregando elementos, tais como redundância controlada e planos de contingência para melhorar a sua resistência e protegê-las contra possíveis eventualidades.
Mike White, vice-presidente sênior global da DHL Supply Chain para o setor automotivo, afirma que “a pesquisa ressalta a extrema importância de ter uma cadeia de suprimentos resiliente. Para que a indústria sobreviva e continue desenvolvendo cadeias de suprimentos mais enxutas e resilientes – antes de estabelecer o processo e definir a maneira correta de abordagem – se faz necessário realizar simulações de colaboração global e provar sua efetividade”.
Ao comentar a questão da resiliência, Lisa Harrington enfatiza que “o objetivo é construir uma cadeia de suprimentos resiliente que possa estar a frente das condições de volatilidade sistemática – caso sejam vantajosas ou não – que vão desde o ordinário ao imaginário. As empresas que adotam esta “nova normalidade” nas cadeias de suprimentos enfrentam de maneira contínua – e às vezes radical – fatores de volatilidade e risco, e estabelecem os processos e sistemas necessários para seu controle e gestão, geralmente estão a frente da sua concorrência. Já as que ignoram ou demoram para reconhecer os problemas que podem causar a volatilidade de suas cadeias de suprimentos acabam arriscando sua lucratividade e a confiança de seus acionistas”.
O estudo identificou quatro importantes tendências que estão moldando o setor automotivo.
  1. Crescimento Global e Mercados Emergentes: Apesar dos efeitos da crise financeira do mercado europeu, a previsão é de que a produção automotiva global alcance níveis recordes, impulsionados pela China e Índia como mercados emergentes.
  1. Mega-Plantas e Plataformas Múltiplas: As empresas automotivas estão ajustando seus processos de manufatura, de tal maneira que possam produzir vários modelos ou plataformas em uma só planta para ganhar flexibilidade, reduzir custos e utilizar melhor a infraestrutura de produção. Isso gera benefícios em termos de capacidade e ao mesmo tempo reduz a necessidade de ampliar as plantas com maior crescimento na China e México.
  2. Aproximando-se do Cliente: Os fabricantes de equipamentos originais (OEMs - sigla em inglês) estão instalando suas novas plantas de manufatura, assim como suas bases de fornecedores, mais próximo dos mercados finais, migrando assim para um modelo de produção geograficamente regionalizado – fabricando perto ou no ponto de demanda.
  1. Pressão Constante por Redução de Custos: As operações logísticas representam entre 5% e 10% da renda de fabricação da indústria automotiva: a necessidade de aumentar a velocidade para satisfazer os mercados onde os consumidores estão cada vez mais exigentes, enquanto que, reduzir custos de logística, geram uma enorme pressão sobre as cadeias de suprimentos.
Faça o download e leia o relatório completo, em português, no endereço http://supplychain.dhl.com/automotive-resilience-BR
Para mais informações sobre as melhores práticas aplicadas a cadeia de suprimentos, soluções e casos de sucesso, visite a página da DHL Supply Chain para o setor automotivo em www.dhl.com/automotive

DHL – Companhia Mundial de Logística
A DHL é a companhia líder global no setor de logística. A empresa é especializada em serviços expressos internacionais, frete aéreo e marítimo, transporte rodoviário e ferroviário, armazenagem e distribuição, além de atuar também na área de correio internacional. Está presente em mais de 220 países, com mais de 285 mil colaboradores em todo o mundo, oferecendo excelência operacional e conhecimento do mercado local para satisfazer às necessidades da cadeia de suprimentos de seus clientes. A DHL assume sua responsabilidade social ao apoiar a proteção ao clima, o auxílio a desastres e a educação.
A DHL faz parte do grupo Deutsche Post DHL que gerou receita de mais de 55 bilhões de euros em 2012.

Lisa H. Harrington
Lisa H. Harrington é a presidente do Grupo lharrington LLC, uma empresa prestadora de serviços de consultoria estratégica nas áreas de estratégias globais da cadeia de suprimentos, melhores práticas, abastecimento estratégico e compras, tecnologia e desenho de redes logísticas. Sua lista de clientes inclui BP, Caterpillar, DHL, FedEx, IBM, Intel, Lockheed Martin, Microsoft, Pitney Bowes, Ryder System, Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional, do Departamento de Defesa dos EUA e Fundo de População das Nações Unidas.
Além de sua prática em consultoria privada, Lisa Harrington é diretora associada do Centro de Gerenciamento de Cadeias de Suprimentos e professora de gestão logística na Faculdade de Negócios Robert H. Smith, da Universidade de Maryland. Ela também detém uma posição de honra na pesquisa da cadeia de suprimentos na Escola e Centro de Políticas Públicas e Empresas Privadas (CPPPE - sigla em Inglês), da Universidade de Maryland, liderada pelo Dr. Jacques S. Gansler, ex-subsecretário de Defesa para Aquisição, Tecnologia e Logística.

Contato:
Assessoria de Imprensa
DFreire Comunicação e Negócios
Tel: +55 11 5505-8922
Flávia Gavioli (flavia@dfreire.com.br)

Fundo imobiliário GR Louveira conclui captação de R$ 107,3 mi para condomínio logístico

Empreendimento será localizado entre Campinas e Jundiaí, atendendo fabricantes de produtos de alto valor agregado

A incorporadora GR Properties concluiu a captação de R$ 107,3 milhões por meio do CSHG GR Louveira Fundo de Investimento Imobiliário que serão destinados à construção do condomínio logístico GR Louveira localizado a 70 quilômetros da capital paulista. O fundo é constituído sob a forma de condomínio fechado com administração e coordenação da corretora de valores Credit Suisse Hedging-Griffo e consultoria da GRE Realty.
O FII (Fundo de Investimento Imobiliário) investirá na construção do empreendimento que terá 61 mil m². É um fundo imobiliário de desenvolvimento, ou seja, o investidor irá aportar mensalmente ou bimestralmente e a obra será tocada de acordo com o fluxo de caixa. O condomínio logístico será construído a apenas 600 metros da rodovia Anhanguera em um trecho extremamente estratégico, entre os polos industriais de Campinas e Jundiaí.
O CSHG GR Louveira Fundo de Investimento Imobiliário tem como objetivo proporcionar aos seus cotistas a valorização e a rentabilidade em longo prazo. É destinado à aplicação de recursos por pessoas físicas e jurídicas, players institucionais e fundos de investimento. “A expectativa é que em março de 2014 o condomínio esteja pronto e alugado para começar a receber os aluguéis e distribuir receitas aos cotistas”, conta André Gavazza, gerente de incorporação da GR Properties. 

Fonte: Revista Mundo Logística

Nike evita abrir 20 novos centros de distribuição na Europa graças à Logística Lean

Diretor internacional de logística da marca detalha case e apresentar vídeo inédito em evento no Brasil [...]

Há cerca de três anos, um estudo recomendou à Nike, uma das maiores marcas de artigos esportivos do mundo, que a empresa deveria criar, na Europa, pelo menos 20 novos “centros de distribuição”, para assim conseguir distribuir, com eficiência, as encomendas na Europa, África e Oriente Médio.
Ledo engano: “Nosso maior ganho foi, justamente, decidir, naquela época, pela implementação do Sistema Lean. Pois foi exatamente isso que fez com que não precisássemos abrir os 20 novos centros de distribuição, para conseguirmos processar com eficiência as encomendas do nosso ‘mercado digital’”, lembra hoje, com orgulho, Alex Andrade, Diretor de Logística da Nike. Alex é um executivo brasileiro, especialista em Sistema Lean, que gerencia hoje o mega Centro de Logística da Nike na Europa, um único e portentoso complexo, na cidade de Laakdal, na Bélgica, responsável por receber os produtos manufaturados da marca – 90% deles produzidos na Ásia – e distribuí-los para a Europa, África e Oriente Médio.
O executivo faz questão de reforçar: foi justamente o Sistema Lean que possibilitou à empresa continuar a distribuir seus produtos de um único centro, em vez de necessitar abrir dezenas de centros de distribuição pelo continente europeu. E os brasileiros terão a oportunidade de conhecer esse case internacional de aplicação do Lean, que tem evitado, para a empresa, um investimento milionário. Alex Andrade apresentou, com exclusividade, o case de logística da marca no 2º Seminário de Logística Lean, que aconteceu no último dia 10, além de outros cases apresentados, como cases de logística da Mercedes-Benz, da 3M, além de uma visita orientada à fábrica da Flextronics, em Sorocaba (SP), onde vai ocorrer o evento.
Em sua palestra sobre a Nike, intitulada “Sistem de Logística Lean Aplicada ao Centro de Distribuição na Europa”, Alex Andrade detalhou como uma das maiores marcas esportivas do mundo vem aplicando os conceitos de logística lean em um mega centro de distribuição, conseguindo obter, com isso, redução de desperdícios de movimentação, aumento de produtividade e melhoria na entrega de produtos. Além disso, Alex vai exibir, com exclusividade para o Brasil, um vídeo de 14 minutos, que vai detalhar todo o funcionamento da logística da empresa na Bélgica.
Alex explica que foi há cerca de três anos que o Sistema Lean começou a ser aplicado em toda a cadeia de logística do centro belga de distribuição da Nike, com o objetivo de “conseguir atender o mercado digital e também grandes clientes”, sem necessitar, para isso, “pulverizar” a distribuição. Com isso, além de evitar o investimento em pelo menos 20 novos centros, a empresa já conseguiu, até o momento, detalha Alex, uma redução de 25% de área de processos no local. Reduziu ainda em 65% seu lead time interno. E conseguiu dobrar a capacidade de “receber e de entregar” produtos.
“Este ano criamos a nossa segunda planta modelo, parte do complexo belga de quatro plantas, e o investimento na infraestrutura foi realizado com apenas 5 milhões de dólares – em vez de 75 milhões utilizados anteriormente em um Centro de Distribuição sem a aplicação do Nike Logistics System, ou seja, o Sistema Lean aplicado à logística da nossa empresa”, resumiu o executivo brasileiro, que foi “garimpado” nos Estados Unidos, quando ainda trabalhava na Alcoa, por uma empresa de head hunter contratada pela Nike para encontrar um especialista em logística lean adequado para a companhia.
Ao implementar o Nike Logistics System, explica Alex, a companhia precisou redesenhar todos os seus processos de logística – sempre sob a ótica do Sistema Integrado. Os conceitos aplicados foram, por exemplo, a separação “homem-máquina”, a automação na medida certa, o nivelamento do trabalho, por meio do heijunka box, a implementação do andon e a flexibilização, para atender às novas características dos pedidos dos clientes. 
Com o Sistema lean, a empresa modificou uma série de processos do centro de distribuição. Por exemplo, o “Planejamento de Distribuição”, que era de 24 horas e diminui para 1 hora. Ou o Working in Process, o inventario de processo de trabalho, que obteve uma redução de 92%. Além disso, detalhou Alex Andrade, a empresa redesenhou a estratégia de “liderança e coaching” entre os colaboradores: os “supervisores”, funcionários com capacidade de resolver problemas, tiveram seus quadros aumentados de 1 a cada 42 funcionários para 1 a cada 5 funcionários, com a ajuda de “capitães de time”. “O Sistema Lean tem sido fundamental para a logística da Nike”, resumiu o executivo.
O 2º Seminário de Logística Lean é realizado pelo Lean Institute Brasil. Mais informações no site do evento: http://www.lean.org.br/seminariologistica.aspx

Fonte: Revista Mundo Logística