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Embalagem para cargas líquidas, da DHL Global Forwarding

Produto destinado a contêineres de 20’ proporciona ganhos operacionais e de espaço...
 
A DHL Global Forwarding, unidade da DHL especializada em fretes marítimo e aéreo apresenta sua nova solução para o transporte de cargas líquidas não perigosas, como biocombustíveis, glicerina, vinhos e sucos.
DHL-Flexitanks-divulgação-internaSão os Flexitanks, embalagens multicamadas com capacidade para até 24 mil litros, desenvolvidas para utilização dentro de contêineres de 20’. O produto foi concebido para obter o máximo uso do espaço interno dos contêineres, proporcionando aos clientes um ganho de até 31% de capacidade de carga em relação aos métodos tradicionais.
De acordo com o diretor de Transporte Marítimo da empresa, Ricardo Caruí, com o uso das embalagens os períodos de carregamento e descarregamento podem ser reduzidos em até 90% na comparação com caixas IBC (sigla para intermediate bulk containers) ou tambores.
O Flexitank é uma embalagem de uso único, não retornável, fazendo com que o cliente pague apenas pelo frete de envio. Desse modo, também dispensa procedimentos de limpeza prejudiciais ao meio ambiente, podendo ser descartado ou reciclado após o uso, configurando-se em uma solução sustentável.


DHL apresenta solução para o transporte de líquidos

Empresa expôs na Intermodal South América 2013, em São Paulo, seu novo produto, embalagens multicamadas para o transporte de líquidos não perigosos...

A DHL Global Forwarding, empresa do grupo DHL especializada em frete marítimo e aéreo, apresentou, durante a edição 2013 da feira Intermodal South América, em São Paulo, seu novo produto para o transporte de bebidas a granel e de produtos químicos líquidos não perigosos.
Os DHL Flexitanks são embalagens desenvolvidas pela empresa, com multicamadas e desenho especial para serem encaixadas em contêineres de 20 pés, com capacidade para até 24 mil litros de carga.
“Os tempos de carregamento e descarregamento podem ser reduzidos em até 90%, se comparados aos das caixas IBC ou aos dos tambores. Esta é uma alternativa econômica e sustentável, com a qual os clientes podem reduzir seus custos de envio, pois vão pagar somente por uma viagem. Além disso, nossos clientes também terão a vantagem de ter controle total da cadeia de fornecimento, com a possibilidade de monitoras suas cargas 24 horas por dia”, diz o diretor de transporte marítimo da DHL Global Forwarding Basil, Ricardo Caruí.
A embalagem, especialmente produzida e desenvolvida para o transporte de químicos e bebidas, foi projetada para obter o máximo uso do espaço de um contêiner proporcionando, segundo a empresa, ganho de até 31% na capacidade de carga, em relação aos métodos tradicionais. O DHL Flexitank dispensa os procedimentos de limpeza do contêiner, já que pode ser facilmente descartado ou reciclado.
De acordo com a operadora, as embalagens são aplicáveis no transporte de biocombustíveis, glicerina, vinhos, sucos de frutas e outras bebidas.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Descarte de aparas vira bom negócio na Johnson

Boa parte das aparas de plástico das fraldas e dos absorventes femininos fabricados na Johnson & Johnson está se transformando em cabos de escovas de dentes. Esse descarte pré-consumo representa entre 300 e 400 toneladas por mês que, moídas no ponto de grãos e processadas, entram na composição do cabo da Reach Eco. Desde o lançamento, em 2009, as escovas agregam 40% de matéria-prima reaproveitada; os outros 60% ainda são matéria-prima virgem. A cada 250 mil escovas produzidas a fábrica economiza 60 toneladas de petróleo e poupa os aterros sanitários onde até então eram descartadas as aparas. "Desenvolvemos um produto que traz benefícios para o ambiente, para a sociedade e ainda é um bom negócio para a empresa", diz Eduardo Siqueira, gerente de marketing da J&J.

Fonte: Valor Econômico

Coca-Cola firma parceria para produção de garrafas PET 100% a base de plantas

A Coca-Cola dá mais um passo rumo à garrafa do futuro e anuncia parceria com três empresas-líderes em biotecnologia para acelerar o desenvolvimento de embalagens PlantBottle™ feitas com origem 100% vegetal. Desde o lançamento da garrafa, a primeira PET reciclável a base de planta, em 2009, a empresa já distribuiu mais de 10 bilhões unidades em 20 países.
A Coca-Cola Brasil foi a pioneira no lançamento da tecnologia na América Latina, em 2010. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações sustentáveis da empresa, que monitora a aplicação destes materiais e demais recursos naturais e investe constantemente no desenvolvimento de embalagens inovadoras, como Bottle-to-Bottle e Crystal eco.
Os acordos com a Virent, Gevo e Avantium – especialistas no desenvolvimento de alternativas baseadas em plantas para materiais tradicionalmente feitos de combustíveis fósseis e outros recursos não-renováveis – foram assinados após uma pesquisa de dois anos, realizada pela equipe de Pesquisas e Desenvolvimento e do conselho técnico da The Coca-Cola Company.

Fonte: Portal New Trade

Garras para tijolos, da Saur

Equipamentos podem ser desenvolvidos de acordo com as medidas da carga transportada...
A Saur coloca a disposição do mercado as garras especialmente desenvolvidas para o transporte e o manuseio de tijolos, tornando o processo após o forno muito mais rápido e seguro e, consequentemente, mais produtivo. Os braços são revestidos com borracha em camadas que proporciona, ao mesmo tempo, maciez para moldar-se à carga e dureza para resistir à abrasão.
Com 1.400 mm de profundidade e 1.400 mm de altura, as garras para tijolos da Saur possuem capacidade de carga para até 2.000 kg e raio de abertura de 550 mm a 1.800 mm, mas também podem ser desenvolvidas de forma personalizada, de acordo com as medidas da carga que será transportada. Uma placa superior revestida com borracha fixa a carga, possibilitando o transporte sem a necessidade da utilização de paletes.

Site: http://www.saur.com.br

Fonte: Tecnologistica


Embalagens: Antilhas amplia capacidade do armazém

Economia aquecida é sinônimo de vendas em alta. Para atender a crescente demanda por embalagens e sacolas de papelão nos últimos meses, a Antilhas, fabricante e distribuidora de embalagens há mais de 22 anos no Brasil, reestruturou seu armazém em Santana do Parnaíba, município próximo à capital paulista.
A solução adotada é bastante funcional: O depósito da empresa, de 4 mil metros quadrados, dispunha de racks de metal auto-empilháveis. Para criar mais espaço interno, a configuração foi substituída por estruturas porta-pallets com dupla profundidade, que aumentaram em torno de 70% a capacidade total do estoque.
Para movimentar a carga no interior do armazém, foram adquiridas três novas empilhadeiras retráteis, equipadas com garfo telescópico. “Tínhamos racks maiores e corredores mais largos. Com a reestruturação, criamos corredores mais estreitos, por onde passam as novas empilhadeiras, e ampliamos o espaço aproveitável do depósito. Agora trabalhamos com 8,7 mil posições porta-pallets”, explica o gerente de Supply Chain da Antilhas, Gustavo Bragatto.
As mudanças absorveram R$ 800 mil em investimentos. O executivo destaca que, com a atualização realizada nos sistemas operacionais e de TI (WMS) ao longo dos últimos anos, foi possível aperfeiçoar mais o controle e localização dos estoques e proporcionar mais agilidade na movimentação de materiais.
Bragatto diz que as demandas por embalagens na Antilhas registraram um crescimento de 26% ao longo de 2010. “Para este ano ainda não avaliamos qual será nosso incremento, mas, pelo movimento do primeiro trimestre, acreditamos que teremos uma evolução em relação ao ano passado. Estamos preparados para isso”, comenta o executivo.
Just in time
Quem carrega suas compras em sacolas de papelão sequer imagina como é feito o abastecimento desses invólucros nas lojas e no mercado em geral.
Há mais de 22 anos fabricando e distribuindo embalagens para diversos segmentos do comércio e indústria, a Antilhas acumula uma expertise em logística, precisa e pontual, para que o lojista não falhe na hora do embrulho.
Fabricante e distribuidora dos próprios produtos, a companhia tem uma história que se originou, há mais de duas décadas, na idéia do ex-gerente nacional de vendas da Ford, Valter Baptista, presidente e dono da Antilhas: implantar o mesmo processo de distribuição de embalagens adotado, então, pela montadora de carros – o just in time, para atender a demanda com agilidade, evitar ruptura e geração de muito estoque.
A idéia vingou, o just in time de sacolas e embalagens funcionou e hoje a Antilhas tem mais de 12 mil pontos de entrega em todo o Brasil.
Os pedidos – em qualquer quantidade – para a Grande São Paulo são atendidos em menos de 24 horas. Para cidades grandes como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Campinas, as entregas não ultrapassam 48 horas.
Nas demais localidades do País, os pedidos são atendidos a partir de 48 horas, em média. “Incorporamos a distribuição porque o custo da logística contratada é muito alto, se levarmos em conta o valor individual de nossos produtos”, explica Bragatto.
“Além disso”, prossegue, “a inteligência de nosso projeto de distribuição fica com a gente”. A operação de distribuição também passou por reestruturação. O total de transportadoras contratadas foi reduzido, para controlar melhor a operação e elevar o nível de qualidade das entregas.
O executivo conta que 70% dos pedidos realizados são efetuados pelo site da empresa, através de um sistema denominado JIT (Just-in-time) Evolution. É uma via simplificada para clientes de redes de franquias e varejistas, que facilmente indicam a quantidade de embalagens para seu suprimento, efetuam a compra online e a Antilhas entrega prontamente as embalagens nas lojas de todo o País. O site está atualmente entre os maiores do e-commerce nacional.
Os 126 clientes da Antilhas são, na maioria, grandes redes de lojas como Boticário e Natura (beleza), Zara, Lacoste, Brooksfield e Lupo (confecções) e Kopenhagen e Ofner (alimentícios), entre outros. A sacola de papelão, na maioria dos pedidos, é a embalagem mais solicitada.
Para a distribuição na grande São Paulo, a empresa contratou uma transportadora que trabalha em regime dedicado. “Para as demais localidades terceirizamos o transporte”, diz o executivo. Diariamente saem do armazém de Santana do Parnaíba 15 veículos – entre caminhões VUC, vans e kombis – que circulam pela Grande São Paulo. A movimentação média diária chega a 20 mil volumes.
Bragatto conta que, em períodos de pico, como Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal, o fluxo ultrapassa asa 10 mil entregas por mês. Ele detalha que praticamente 100% das entregas são feitas através de transporte rodoviário.
“Apenas em alguns casos de emergência despachamos a carga por via aérea”, detalha. “Trabalhamos de acordo com as exigências do cliente”, adianta, explicando que uma das solicitações mais recorrentes nos últimos tempos é por embalagens feitas de papel reciclado. Por enquanto, a empresa só trabalha no mercado doméstico.
Bragatto revela que a Antilhas abriu recentemente duas unidades na China, mas explica que são essencialmente destinadas à importação de insumos e adereços para a confecção de determinados produtos.
Embalagem Viva
Bragatto diz que a logística reversa de embalagens não registra índices significativos na Antilhas, representando apenas 5% do total de volumes movimentados. “O retorno é realizado com a mesma velocidade de envio”, ressalta o dirigente. Desde o início deste ano, a Antilhas implementou em suas operações um programa de descartes de resíduos, denominado Embalagem Viva, em parceria com seus clientes, que recolhe todas as embalagens inutilizadas de vitrines e das lojas visitadas regularmente. Os resíduos recolhidos são conduzidos para destinos apropriados para o descarte ou para a reciclagem de materiais.

Site: www.antilhas.com.br

Fonte: Global Online

Código de barras nas embalagens

PARA NÃO COMPRAR GATO POR LEBRE!!!
Pelos 3 primeiros dígitos do código de barras dá para saber onde foi fabricado qualquer produto.
Se desconfiar que um produto é chinês e lá no rótulo diz que é alemão, é só conferir...
690, 691 e 692 --> made in China
789 --> made in Brasil

471: Made in Taiwan


00-13: USA & Canada

20-29: In-Store Functions

30-37: France

40-44: Germany

45: Japan (also 49)

46: Russian Federation

471: Taiwan

474: Estonia

475: Latvia

477: Lithuania

479: Sri Lanka

480: Philippines

482: Ukraine

484: Moldova

485: Armenia

486: Georgia

487: Kazakhstan

489: Hong Kong

49: Japan (JAN-13)

50: United Kingdom

520: Greece

528: Lebanon

529: Cyprus

531: Macedonia

535: Malta

539: Ireland

54: Belgium & Luxembourg

560: Portugal

569: Iceland

57: Denmark

590: Poland

594: Romania

599: Hungary

600 & 601: South Africa

609: Mauritius

611: Morocco

613: Algeria

619: Tunisia

622: Egypt

625: Jordan

626: Iran

64: Finland

690-691-692: China

70: Norway

729: Israel

73: Sweden

740: Guatemala

741: El Salvador

742: Honduras

743: Nicaragua

744: Costa Rica

746: Dominican Republic

750: Mexico

759: Venezuela

76: Switzerland

770: Colombia

773: Uruguay

775: Peru

777: Bolivia

779: Argentina

780: Chile

784: Paraguay

785: Peru

786: Ecuador

789: Brazil

80 - 83: Italy

84: Spain

850: Cuba

858: Slovakia

859: Czech Republic

860: Yugoslavia

869: Turkey

87: Netherlands

880: South Korea

885: Thailand

888: Singapore

890: India

893: Vietnam

899: Indonesia

90 & 91: Austria

93: Australia

94: New Zealand

955: Malaysia

977: International Standard Serial Number for Periodicals (ISSN)

978: International Standard Book Numbering (ISBN)

979: International Standard Music Number (ISMN)

980: Refund receipts

981 & 982: Common Currency Coupons

99: Coupons


Rigesa inova em embalagem para frutas e legumes

Fundo da caixa já chega ao cliente colado, gerando agilidade na montagem...
A Rigesa, uma das líderes do segmento de embalagens no Brasil, acaba de apresentar um novo conceito em embalagem especialmente desenvolvida para o segmento de FLV, acondicionando perfeitamente produtos como pimentão, mandioquinha e maracujá. Entre os benefícios da embalagem estão a agilidade na montagem, a otimização do espaço de armazenamento das caixas, e a resistência ao empilhamento, umidade e choques externos, contribuindo para a redução de perdas durante o acondicionamento e transporte do produto.
O cliente recebe as embalagens com o fundo colado, o que facilita a montagem manual e agiliza o processo de embalamento, diz Vanessa Ushikoshi, especialista de desenvolvimento de negócios da Rigesa. Esta nova embalagem é ideal para os setores atacadistas, mas também pode ser utilizada no varejo, como é o caso de supermercados, garantindo perfeitas condições de higiene, conclui Vanessa.
A nova embalagem pode ser adquirida no Caixa Pronta Rigesa, loja exclusiva da empresa em São Paulo, que comercializa embalagens padrão em qualquer quantidade.
SOBRE O CAIXA PRONTA
O Caixa Pronta Rigesa é uma loja de embalagens para frutas, legumes e verduras. Localizado próximo à CEAGESP, em São Paulo, o Caixa Pronta Rigesa disponibiliza, inclusive para produtores de pequeno e médio portes, caixas de papelão ondulado em pronta entrega, já montadas e na quantidade desejada pelo cliente.
Dentro desse novo conceito de fornecimento de embalagens, após o descarregamento do produto na CEAGESP, o produtor se dirige ao Caixa Pronta Rigesaâ e carrega a quantidade de embalagens que precisa, já devidamente montadas no próprio local.
Informações adicionais pelo telefone (11) 3644 9990 .
SOBRE A RIGESA
Rigesa, Celulose, Papel e Embalagens Ltda é uma subsidiária do grupo norte-americano MeadWestvaco Corporation e opera no Brasil desde 1942 com duas fábricas de papel, quatro fábricas de embalagens de papelão ondulado e uma fábrica de embalagens de papelcartão, fornecendo embalagens para empresas dos segmentos alimentício, frutas in natura, limpeza, cosméticos, saúde, produtos químicos, eletroeletrônicos e têxtil. Com sede em Campinas, SP, possui 54 mil hectares de terras plantadas certificadas pelo Cerflor – Programa Brasileiro de Certificação Florestal – e 19 escritórios comerciais distribuídos pelo País. Emprega 2.500 funcionários e ocupa o segundo lugar no mercado de papelão ondulado no Brasil. Saiba mais em http://www.rigesa.com.br
SOBRE A MWV
A MeadWestvaco Corporation (NYSE: MWV) fornece soluções em embalagens para as marcas mais admiradas do mundo de saúde, higiene e beleza pessoal, alimentos, bebidas, mídia e entretenimento, casa & jardim, materiais de escritório e produtos químicos especiais. Com 23 mil funcionários no mundo, a MWV opera em 30 países e tem clientes em mais de 100 nações. A MWV gerencia as suas áreas florestais conforme padrões de certificação internacionalmente reconhecidos, e foi indicada para o Índice Dow Jones de Sustentabilidade pelo 7º ano consecutivo. Saiba mais em http://www.mwv.com

Fonte: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

Rival da Tetra Pak abre fábrica no Brasil

A suíça Combibloc deu início à construção de sua primeira fábrica no país. O empreendimento está orçado em US$ 300 milhões..
O reinado da gigante Tetra Pak no Brasil, maior produtora de embalagens longa vida, começa a ser ameaçado. A empresa suíça SIG Combibloc, maior rival da também suíça Tetra Pak, deu início à construção de uma fábrica na cidade de Campo Largo, no Paraná. O investimento será de US$ 300 milhões e a expectativa é de que a planta entre em operação em fevereiro do próximo ano. Parte da produção será exportada para outros países latino-americanos.
A SIG Combibloc ensaia sua vinda para o Brasil desde 2005, mas só agora conseguiu por em prática seu plano de expansão para a América do Sul. A crise internacional e a troca de comando da empresa – ocorrida em 2008 – contribuíram para atrasar a entrada da companhia no país. Hoje a empresa já está presente no mercado brasileiro, mas todas as embalagens vendidas aqui são importadas.
Quem comanda a chegada da SIG Combibloc ao país é o alemão Rolf Stangl presidente da empresa desde o fim de 2008. Sua tarefa não é nada simples. Hoje, a Tetra Pak tem cerca de 93% do mercado brasileiro de embalagens longa vida para leite. No total do mercado de embalagens longa vida, estima-se que a participação chegue aos 95%. O restante está nas mãos da SIG Combibloc. Só no ano passado, o faturamento global da empresa chegou a 1,26 bilhão de euros, o que equivale a R$ 2,8 bilhões.
A história da SIG Combibloc é bastante curiosa. Seu fundador, o alemão Ferdinand Jagenberg, inventou, em 1930, a primeira embalagem de papel impermeável capaz de acondicionar alimentos. Ele, porém, não se animou muito com o invento e vendeu a patente para a família Rausing, fundadora da Tetra Pak. Só após a Tetra Pak ter tomado o setor alimentício com suas embalagens de papel é que os herdeiros de Jagenberg se deram conta da oportunidade deixada para trás e decidiram entrar nesse mercado.

Fonte: Época Negócios

Embalagem - Substituição de embalagem Tetra Pak por sachês

Mirando o grande mercado composto por consumidores com menor poder aquisitivo, a Languiru estabeleceu que o Leite Longa Vida Mimi deveria custar menos que as marcas concorrentes. Para isso, a empresa precisava reduzir custos, o que a levou a mexer nas embalagens.
Os novos sachês, feitos com filmes multicamadas, garantem a mesma vida de prateleira que as embalagens cartonadas assépticas que dominam a categoria, e permitem a comercialização em canais não refrigerados.
A meta estabelecida no planejamento estratégico previa atingir 100.000 litros/mês até o final do ano. Já nos primeiros meses, a empresa comercializava volumes superiores a 500.000 litros.

Fonte: Site Embalagem Marca