E se preparam para atender exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos...
Por conta da sanção da Lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, ocorrida no último dia 02 de agosto, as operadoras que atendem ao setor de logística reversa aguardam aumento no volume de encomendas e se preparam para atender as exigências previstas no plano. A JadLog, empresa de transporte de carga expressa fracionada, por exemplo, prevê incremento de 20% no volume de encomendas a partir do momento em que a Lei for implementada.
O projeto define que produtos como pilhas, baterias, pneus e componentes eletroeletrônicos terão que ser devolvidos aos fabricantes, que estarão encarregados de encontrar a forma mais adequada de realizar a destinação ambiental da mercadoria.
O diretor da JadLog, Ronan Hudson, explica que com a crescente preocupação em relação à preservação do meio ambiente e a exigência de maiores responsabilidades das empresas com o ciclo de vida de seus produtos, a JadLog já vem se preparando para atender à demanda das empresas que precisam retirar os aparelhos das lojas ou residências e transportá-los para os locais adequados para o seu descarte ou reciclagem. “A presença e capilaridade nacional da JadLog, através de suas filiais e mais de 420 franquias espalhadas por todas as capitais, Distrito Federal e mais importantes cidades brasileira facilita o trabalho de logística reversa”, explica, acrescentando que a estrutura da empresa permite atendimento em qualquer localidade dos mais de 5,6 mil municípios brasileiros.
O executivo conta que a logística reversa hoje é um dos segmentos que puxam o volume de entregas de peças automotiva e de produtos eletroeletrônicos. Em 2009, empresa somou mais de 40 mil encomendas. No foco dos negócios da empresa também estão as entregas de compras oriundas do comércio eletrônico pela internet. No e-commerce, que já representa cerca de 40% das operações, também está boa parte da demanda por logística reversa. “Ainda em 2010, a empresa tem como objetivo expandir suas franquias para 510 unidades”, estima Hudson.
Logística Verde
Outra empresa que antes mesmo da aprovação já estava preparada para atender às exigências do PNRS é a TGestiona, braço logístico do Grupo Telefônica. Atuando com Logística Reversa desde que iniciou as operações no País, em 2001, além de distribuir celulares da Vivo SP, Sul e Nordeste e modems do Speedy, a operadora atende a empresas como Lenovo, Dell, Telefônica, Positivo, ZTE, Motorola, Samsung e Sony Ericsson.
Segundo conta Marcelo de Sousa, diretor de Logística, da empresa, a operadora e seus clientes já assumiram essa responsabilidade e encaram a adequação ao Plano como um diferencial competitivo. “As companhias também já entenderam que assumir uma posição ecologicamente responsável traz, além do reconhecimento do público, benefícios tangíveis, como retorno financeiro e redução de gastos na operação”, revela.
Na opinião dele, o conceito de logística verde eficiente implica em várias etapas. “Com a identificação dos responsáveis por cada fase do processo, coleta, tratamento, transporte e destinação final, teremos concluído todas as etapas do ciclo de vida dos resíduos. Nosso objetivo é estar entre as mais eficientes nesse tipo de gerenciamento ainda em 2010”, estima.
Para o executivo este segmento da logística também é bastante estratégico para a empresa que, aliado a ele, pretende criar, ainda, movimentos internos e externos para incentivar o consumo consciente da compra ao descarte. “Queremos atingir o nível de países exemplares”, planeja.
Fonte: Tecnologística
Maiores info: http://www.jadlog.com.br
Por conta da sanção da Lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, ocorrida no último dia 02 de agosto, as operadoras que atendem ao setor de logística reversa aguardam aumento no volume de encomendas e se preparam para atender as exigências previstas no plano. A JadLog, empresa de transporte de carga expressa fracionada, por exemplo, prevê incremento de 20% no volume de encomendas a partir do momento em que a Lei for implementada.
O projeto define que produtos como pilhas, baterias, pneus e componentes eletroeletrônicos terão que ser devolvidos aos fabricantes, que estarão encarregados de encontrar a forma mais adequada de realizar a destinação ambiental da mercadoria.
O diretor da JadLog, Ronan Hudson, explica que com a crescente preocupação em relação à preservação do meio ambiente e a exigência de maiores responsabilidades das empresas com o ciclo de vida de seus produtos, a JadLog já vem se preparando para atender à demanda das empresas que precisam retirar os aparelhos das lojas ou residências e transportá-los para os locais adequados para o seu descarte ou reciclagem. “A presença e capilaridade nacional da JadLog, através de suas filiais e mais de 420 franquias espalhadas por todas as capitais, Distrito Federal e mais importantes cidades brasileira facilita o trabalho de logística reversa”, explica, acrescentando que a estrutura da empresa permite atendimento em qualquer localidade dos mais de 5,6 mil municípios brasileiros.
O executivo conta que a logística reversa hoje é um dos segmentos que puxam o volume de entregas de peças automotiva e de produtos eletroeletrônicos. Em 2009, empresa somou mais de 40 mil encomendas. No foco dos negócios da empresa também estão as entregas de compras oriundas do comércio eletrônico pela internet. No e-commerce, que já representa cerca de 40% das operações, também está boa parte da demanda por logística reversa. “Ainda em 2010, a empresa tem como objetivo expandir suas franquias para 510 unidades”, estima Hudson.
Logística Verde
Outra empresa que antes mesmo da aprovação já estava preparada para atender às exigências do PNRS é a TGestiona, braço logístico do Grupo Telefônica. Atuando com Logística Reversa desde que iniciou as operações no País, em 2001, além de distribuir celulares da Vivo SP, Sul e Nordeste e modems do Speedy, a operadora atende a empresas como Lenovo, Dell, Telefônica, Positivo, ZTE, Motorola, Samsung e Sony Ericsson.
Segundo conta Marcelo de Sousa, diretor de Logística, da empresa, a operadora e seus clientes já assumiram essa responsabilidade e encaram a adequação ao Plano como um diferencial competitivo. “As companhias também já entenderam que assumir uma posição ecologicamente responsável traz, além do reconhecimento do público, benefícios tangíveis, como retorno financeiro e redução de gastos na operação”, revela.
Na opinião dele, o conceito de logística verde eficiente implica em várias etapas. “Com a identificação dos responsáveis por cada fase do processo, coleta, tratamento, transporte e destinação final, teremos concluído todas as etapas do ciclo de vida dos resíduos. Nosso objetivo é estar entre as mais eficientes nesse tipo de gerenciamento ainda em 2010”, estima.
Para o executivo este segmento da logística também é bastante estratégico para a empresa que, aliado a ele, pretende criar, ainda, movimentos internos e externos para incentivar o consumo consciente da compra ao descarte. “Queremos atingir o nível de países exemplares”, planeja.
Fonte: Tecnologística
Maiores info: http://www.jadlog.com.br
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