BNDES concede financiamento de R$ 1,16 bilhão à Mercedes-Benz

Os presidentes do BNDES, Luciano Coutinho, e da Mercedes-Benz do Brasil, Jürgen Ziegler, assinam hoje contrato de financiamento no valor de R$ 1,16 bilhão para investimentos da montadora em São Paulo. Os investimentos serão realizados na unidade de produção da Mercedes em São Bernardo do Campo (SP) e no centro de distribuição de peças em Campinas (SP). Os investimentos na unidade de São Bernardo do Campo destinam-se à expansão da capacidade de produção, ao desenvolvimento de motores adequados à nova legislação ambiental e de novos modelos de caminhões leves e médios. O novo motor a diesel atenderá às exigências estipuladas pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, que entrará em vigor em 2012. O investimento vai gerar 1.900 mil empregos diretos até a conclusão do projeto, em 2011, todos em São Bernardo do Campo.
Este é o maior financiamento do BNDES neste ano e primeiro a uma montadora.

Santos e Suape fecham parceria internacional

Os Estados de São Paulo e Pernambuco firmam acordos com países europeus para cooperação técnica nos Portos de Santos (SP), e Suape (PE). Os acordos têm como principal objetivo a definição de programas para melhores práticas de gestão e tecnologia em troca de experiências portuárias. Ao passo que o complexo industrial de Suape receberá mais 17 empresas este ano, já em fase de implantação no empreendimento, que aplicarão na região US$ 17 bilhões para melhorias no porto.
O Estado de Pernambuco assinou no último dia 25 de janeiro o primeiro termo de cooperação técnica com a Holanda, que deve ser firmado em abril, durante a vinda de uma comissão técnica holandesa a Pernambuco. O termo consiste em replicar o centro de referência holandês dentro do Centro de Treinamento Engenheiro Francisco Vasconcelos, escola nacional que o Governo de Pernambuco recebeu do Estaleiro Atlântico Sul.
O modelo utiliza um simulador de última geração para o treinamento de comandantes de navio. "É uma das mais prestigiadas escolas europeias de preparação de mão de obra naval e é responsável pela capacitação dos funcionários do setor, na Holanda", afirmou o vice-presidente do Complexo Industrial de Suape, Sidnei Aires, em entrevista exclusiva ao DCI.
Aires também frisou que o Porto de Roterdã, na Holanda, é um dos principais do mundo, e que este acordo será muito bom para Suape, principalmente por sua semelhança ao porto holandês. Segundo o vice-presidente, os holandeses procuraram essa parceria específica com o porto pernambucano por acreditar na posição estratégica do lugar para o desenvolvimento. "Ambos são portos-indústria, e este acordo servirá para nossa organização em terra. É uma parceria muito atraente para ampliar os negócios entre os dois países", comemorou Aires.
Em 2009, Suape faturou aproximadamente R$ 50 milhões, ante os R$ 45 milhões do ano anterior, com lucro de R$ 5 milhões, superando as estimativas anteriores. "Mesmo com a crise o ano foi muito bom para nós, e este ano pretendemos faturar 10% a mais que no ano passado", informou Aires. Já em relação à movimentação de cargas, que vinha crescendo a taxas de 20% ao ano até a chegada da crise financeira internacional, o porto fechou a movimentação de 2009 com uma queda de 10%. Contabilizando 9 milhões de toneladas movimentadas ano passado, Suape viu maior demanda por granéis líquidos e sólidos, além de um acréscimo significativo de cargas conteineirizadas.
Com mais de 100 empresas instaladas e 20 outras em fase de implantação, o Complexo muda o perfil da economia pernambucana através da formação de novas cadeias produtivas. Refino de petróleo e construção de navios agora fazem parte da matriz industrial pernambucana, superando o cenário anterior, dominado por contêineres e granéis.

Veja matéria na íntegra em: http://www.ntcelogistica.org.br/noticias/materia_completa.asp?CodNoti=39208

Fonte: DCI e NTC Logística

Transnordestina vai receber R$ 336 milhões

A Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) aprovou a liberação dos primeiros R$ 336 milhões em debêntures para a ferrovia Nova Transnordestina. Essa é a primeira parcela de uma série de 17 pagamentos em valor total previsto em R$ 2,672 bilhões, aprovados na assembleia de acionistas da empresa no dia 26.
Segundo Claudio Frota, diretor da Sudene responsável pela obra, as demais liberações acompanharão o cumprimento do cronograma do empreendimento. O custo total da ferrovia é previsto em R$ 5,42 bilhões. As obras devem se encerrar em 2012, conforme atraso reconhecido no último balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo explicou Frota, esses recursos aplicados pela Sudene serão destinados a fornecedores da Nova Transnordestina. Para o uso dos recursos, falta apenas a empresa indicar qual seria o fornecedor a receber. A CSN, que lidera o consórcio construtor, subcontratou a Odebrecht para executar parte da obra.
A liberação pelo Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), ligado à Sudene, foi autorizada porque a empresa conseguiu comprovar física e financeiramente que já cumpriu mais de 10% das obras no trecho em "Y" entre Trindade, em Pernambuco, Missão Velha, no Ceará, e Suape, em Pernambuco, conectados no município pernambucano de Salgueiro. O trecho, um dos três em que a obra se divide, é o coração da nova ferrovia.
Quando aporta os recursos na Nova Transnordestina, o FDNE adquire debêntures que podem ser convertidas até a parcela de 50% em ações do consórcio. O custo dos recursos, para o grupo, é de TJLP mais 1% ao ano.

Matéria completa em: http://www.ntcelogistica.org.br/noticias/materia_completa.asp?CodNoti=39216

Fonte: Valor Econômico



Planalto estreia novo modelo de concessão

O governo pretende licitar, ainda neste mês, a ferrovia Oeste-Leste (1.490 km entre Figueirópolis, no Tocantins, e Ilhéus, na Bahia). A obra, orçada em R$ 6 bilhões, será contratada pela estatal Valec na iniciativa privada. Depois que o projeto estiver pronto, o governo vai conceder a administração da linha. O concessionário irá vender, para interessados, a disponibilidade de carga.
O modelo, revelado pela Folha em fevereiro e chamado pelo governo de "ferrovia aberta", é diferente do que foi adotado na privatização da RFFSA (Rede Ferroviária Federal). No modelo anterior, o concessionário é dono da linha, dos vagões e das locomotivas e cobra o frete dos usuários. Ele é, ao mesmo tempo, operador e dono das composições.
Isso significa que o usuário não tem opção. Se quiser transportar sua carga naquela ferrovia, só poderá contratar o concessionário. Isso cria conflitos de interesse no setor, principalmente no segmento de mineração. Na "ferrovia aberta", o monopólio na linha é quebrado e várias empresas poderão colocar locomotivas e vagões para ofertar o serviço de transporte de carga.
No caso da Oeste-Leste, o grande volume de carga transportada deverá ser de grãos e biocombustíveis produzidos no oeste da Bahia e de minério de Caetité, no interior do Estado.
No modelo atual, existe a possibilidade de pedir à concessionária o que se chama de "direito de passagem". Isso, no entanto, só ocorreu entre as empresas que já operam a malha -uma concessionária passando por trilhos que pertencem a outra.

Fonte: Folha de São Paulo


Teste simula explosão de atentado frustrado em Boeing

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Acesso rápido e prático às Notícias!!!

Caros Leitores.... para facilitar o acesso às nossas Notícias, a Equipe Infologis colocou a disposição de vocês um arquivo diário de Notícias, onde nossos leitores podem acessar por data nossas postagens!! Fácil e Prático!!!
Temos também uma lista de Temas, onde é possível visualizar nossas postagens dentro da área que mais interessa a vocês!!
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INFOLOGIS - ONDE A LOGÍSTICA É NOTÍCIA!!!!

Curso de Logística de Armazenagem - Maringá

O curso “Logística de Armazenagem” tem por objetivo fundamentar a logística com foco nas operações práticas de movimentação e armazenagem de materiais, insumos e produtos. De maneira dinâmica o curso atende as necessidades de profissionais e empresas que buscam uma melhor gestão de estoques, obtendo melhores formas de layouts e armazenagem de produtos com equipamentos e estruturas adequadas.

Programa:
1. A logística empresarial;
2. Fundamentos da movimentação e armazenagem;
3. Gestão de estoques;
4. Balanceamento de estoques;
5. Aplicações práticas de equipamentos de movimentação;
6. Aplicações práticas de estruturas de armazenagem;
7. Tecnologia aplicada: WMS e a gestão de armazéns;
8. Automação logística em armazéns;
9. Estratégias logística para centralização de estoques;
10. Arranjo físico e layout;
11. Dimensionamento de centros de distribuição;
12. Oportunidades de redução de custos com operações de armazenagens adequadas;
13. Oportunidades de ganhos de oportunidades com operações de armazenagens adequadas;
14. Tendências em armazenagem;

Público Alvo:
Profissionais de logística interessados em obter resultados práticos e resultados com uma adequada gestão de estoques e armazenagem. Diretores, gerentes e coordenadores responsáveis por operações de estoques, armazenagem e movimentação. Indústrias, atacados, distribuidores, redes de varejo, supermercados, transportadoras, operadores logísticos, hospitais, instituições financeiras e demais empresas interessadas em buscar resultados com a logística de armazenagem.

Local: Av. Colombo, 5039 - Edifício Meridional - Sala 11 -Maringá - PR
Data: 19/3/2010 (sexta-feira) Hora: 08h30 - 17h30
Professor: Tarcísio Menezes

As inscrições devem ser feitas pelo site da LTi Consultoria: http://www.lticonsultoria.com.br/produtos.php?idprod=27

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Seminário COMJOVEM: Ferramentas de Gestão para o Transporte de Cargas e Logística


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Escoamento da safra causa fila quilométrica em Maringá

Sede da cooperativa Cocamar, em Maringá, vem recebendo cerca de 250 caminhões de soja por dia. Caminhoneiros ficam mais de 15 horas na fila...
Desde o início desta semana, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial está recebendo, em média, 250 caminhões de soja por dia em sua sede, em Maringá. Diariamente são descarregadas cerca de 7,5 mil toneladas de soja na unidade. Somadas todas as regionais, o volume chega a 30 mil toneladas por dia, com cerca de mil caminhões descarregando grãos.
A operação vem causando filas nas vias de acesso à Cocamar, nas proximidades da Praça Geoffrey W. Diment, acesso da PR-317 às avenidas Brasil, Luiz Teixeira Mendes e a Estrada Osvaldo de Moraes Correia, no Maringá Velho. Ontem, a fila no local chegava dois quilômetros.
O caminhoneiro José Inácio Biridá, de Nova Esperança, transporta soja e milho para a cooperativa há sete anos e afirma que nunca havia visto um fluxo tão intenso de descarga na unidade principal. “Nas unidades da região falta caminhão para a quantidade de soja que precisa ser carregada”, comenta Biridá. Ele entrou na fila para descarregar a soja na quarta-feira, às 10 horas, com previsão de concluir o trabalho apenas às 3 horas de ontem. “A produtividade foi muita alta e o volume a ser descarregado cresceu demais.”
O gerente da área de comercialização de grãos da Cocamar, Antonio Sérgio Bris, afirma que a colheita está concluída em 55% das áreas de atuação da cooperativa, no noroeste do Estado. “Essa soja que está sendo descarregada é só da região; não estamos trazendo grãos de fora do Estado neste momento para evitar a formação maior de filas”, explica Bris.
A Cocamar pretende complementar a quantidade de soja recebida de seus cooperados com a compra de grãos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A estimativa inicial da cooperativa era receber cerca de 450 mil toneladas de soja de seus próprios cooperados, com a compra de mais 300 mil toneladas de outras cooperativas. Com o aumento da produtividade registrado nesta safra, a quantidade comprada deverá ser menor. “Vamos reduzir em pelo menos 15% o volume de fora”, afirma Bris.
A produtividade média da atual safra na região é de 3.000 quilos por hectare (kg/ha), 57% superior ao registrado na temporada 2008/2009. O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), estima que os produtores de soja do Estado terminem a safra 2009/2010 até 10 de maio. O volume total esperado para o Paraná é de 13,4 milhões de toneladas – recorde para o Estado.

Fonte: O Diário

Hidrovia ‘da soja de MT’ fora do PAC 2

A avaliação do governo federal é a de que a hidrovia não é a solução para o escoamento de produtos agrícolas no momento...
A Hidrovia Teles Pires/Tapajós – considerada o melhor caminho para exportação da soja produzida em Mato Grosso - ficará fora da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), segundo informou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. "Essa não entrou, mas vamos reforçar Madeira (rio) e Porto Velho (porto)".
Teles Pires ficará de fora, de acordo com o ministro, porque a avaliação do governo federal é a de que a hidrovia não é a solução para o escoamento de produtos agrícolas no momento. "Há muitos problemas a serem enfrentados", disse, citando que não foi feito até o momento um estudo sobre sua viabilidade e que não é conhecido o número de eclusas necessárias para tornar o rio navegável. "Essa hidrovia seria viável apenas em 15 anos, mas temos pressa". Apesar da afirmação, Stephanes reforça que a região Centro-Oeste do país será o foco dos empreendimentos.
De acordo com ele, o segmento de armazenamento de produtos agrícolas contemplado no PAC 2 será de R$ 3 bilhões, mas ele não revelou as cifras totais do PAC 2. "No total, o número ficará bem acima".

Fonte: Portal Transporta Brasil

Angola vai produzir etanol

Angola vai dispor, ainda no próximo semestre deste ano, de uma fábrica moderna de açúcar e álcool, soube o Jornal de Angola de fonte ligada ao projecto. A fábrica está a ser construída na província de Malange pela empresa Biocom, que tem as companhias Odebrecht, Sonangol e Damer como accionistas. A Biocom enviou 62 trabalhadores para o Brasil, em Agosto do ano passado, para formação, que vão ter a missão de participar na construção da fábrica e de instruir colegas. O programa de formação engloba 1.200 horas de aulas teóricas e práticas sobre agricultura, indústria e administração. Pavlov Dias Neto, um jovem que faz parte do grupo de formandos, disse que a fábrica será a segunda do género no continente africano e a primeira em Angola. O programa de formação é levado a cabo pela empresa brasileira ETH, uma subsidiária da Odebrecht vocacionada para a produção de açúcar e álcool, e tem como objectivo dotar os formandos de capacidades para operarem em todo o processo de produção. "Com os conhecimentos adquiridos, não só vamos poder participar na construção da fábrica de Angola como também ensinar aos colegas angolanos aquilo que aprendemos", explicou Wanda Lubaco, 26 anos. "Em seis meses de formação não aprendemos tudo, mas todos estamos conscientes de que absorvemos o suficiente para ensinar os nossos companheiros", referiu. "O curso é muito completo", frisou Pavlov Dias Neto, que prosseguiu: "Não aprendemos apenas a operar em fábricas como a que está em construção no país, mas também em qualquer outra do género".

Fonte: AngoNotícias

2º Fórum Internacional de Logística Reversa


Informações e Inscrcições: http://www.clrb.com.br/forum/


Brasil alcança marca de 10 milhões de carros flex

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, disse que hoje a indústria brasileira produziu o carro flex número 10 milhões. Ele não revelou em que Estado ou montadora o veículo foi fabricado. "Por coincidência, hoje estamos produzindo o veículo número 10 milhões com motorização flex", afirmou.
Ao comemorar a marca, Schneider ressaltou que a tecnologia, lançada em 2003 pela Volkswagen, é ambientalmente correta e está absolutamente consolidada, comprovada e testada por todos os fabricantes no mercado brasileiro. Em fevereiro, as vendas de veículos flex somaram 184.303 unidades, ou 87,2% do total comercializado no mês.
Questionado sobre o aumento dos preços do etanol hidratado, cujo valor em relação à gasolina só permanece competitivo em dois Estados (Mato Grosso e Goiás), segundo o mais recente levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Schneider defendeu que a vantagem dos motores flex é justamente oferecer ao consumidor a possibilidade de escolha do combustível.
"A tecnologia traz ao consumidor a opção de escolha. Ele é rei de sua decisão e pode, no momento que sentir que um determinado combustível está mais caro, migrar para o outro", disse.

Fonte: Agência Estado

Pesagem Volumetrica

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Fusões de empresas do Agronegócio cresceram em 2009

As fusões das empresas no agronegócio crescem cada vez mais. Para especialistas, as operações fazem parte de uma tendência de mercado.