Visando potencializar a logística do açúcar produzido na região Centro-Sul paulista para o Porto de Santos, a Rumo Logística, empresa do Grupo Cosan, apresentou um projeto com o objetivo de migrar o transporte realizado por caminhão para o segmento ferroviário. Os investimentos para otimizar os serviços prestados atingirão o montante de R4 1,3 bilhão.Com capacidade de recebimento e escoamento de um milhão de toneladas ao mês, o projeto está em linha com o PDDT (Plano Diretor de Desenvolvimento de Transportes) do Governo do Estado de São Paulo e tem por objetivo transportar 11 milhões de toneladas de açúcar/ano por ferrovia até 2013. O projeto integra o início das obras do terminal de Itirapina (SP). Localizado estrategicamente em um ponto que atende todas as linhas ferroviárias existentes na região, o investimento de R$ 200 milhões colocará o terminal na vanguarda tecnológica do setor.
Além dessa obra, a empresa tem investido em melhorias na via permanente que leva até o porto de Santos, duplicando alguns trechos, expandindo e modernizando outros, em conjunto com a concessionária ALL. Além disso, estuda-se a reativação de trechos antes inoperantes, como o ramal Colômbia. Essa obra resolverá o maior gargalo ferroviário do País.
De acordo com a empresa, com a migração do modal de transporte de açúcar, estima-se uma redução no número de viagens de caminhões nas rodovias paulistas, o que diminuirá a emissão de CO2 na atmosfera e colaborará com a melhor conservação das estradas estaduais. “Com a reversão de modais, estimamos retirar até 30 mil caminhões das estradas por mês, o que diminuirá consideravelmente a emissão de CO2”, afirmou Julio Fontana, presidente da Rumo Logística.
Frota
Atualmente, a companhia conta com 739 novos vagões produzidos pela Amsterd Maxion e pela Randon, com capacidade 25% superior aos outros modelos e que comportam até 100 toneladas de açúcar cada.
Com eles, o processo de descarregamento do produto é feito em até dois minutos, o que representa uma redução de 97% em relação ao tempo gasto em modelos mais antigos, que necessitam de até 90 minutos para a descarga.
Fonte: WebTranspo
Além dessa obra, a empresa tem investido em melhorias na via permanente que leva até o porto de Santos, duplicando alguns trechos, expandindo e modernizando outros, em conjunto com a concessionária ALL. Além disso, estuda-se a reativação de trechos antes inoperantes, como o ramal Colômbia. Essa obra resolverá o maior gargalo ferroviário do País.
De acordo com a empresa, com a migração do modal de transporte de açúcar, estima-se uma redução no número de viagens de caminhões nas rodovias paulistas, o que diminuirá a emissão de CO2 na atmosfera e colaborará com a melhor conservação das estradas estaduais. “Com a reversão de modais, estimamos retirar até 30 mil caminhões das estradas por mês, o que diminuirá consideravelmente a emissão de CO2”, afirmou Julio Fontana, presidente da Rumo Logística.
Frota
Atualmente, a companhia conta com 739 novos vagões produzidos pela Amsterd Maxion e pela Randon, com capacidade 25% superior aos outros modelos e que comportam até 100 toneladas de açúcar cada.
Com eles, o processo de descarregamento do produto é feito em até dois minutos, o que representa uma redução de 97% em relação ao tempo gasto em modelos mais antigos, que necessitam de até 90 minutos para a descarga.
Fonte: WebTranspo
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