O Procon de Maringá vai cobrar dos comerciantes o cumprimento da lei de descarte e recolhimento de eletrônicos. A entidade quer saber se o comércio está recolhendo pilhas, baterias, lâmpadas e todo tipo de equipamento eletrônico, como manda a lei estadual. A legislação determina que o consumidor tem o direito de ter o produto recolhido pela empresa.
"Queremos saber o que os comerciantes estão fazendo, se estão recolhendo e qual destino dão aos materiais", afirma o coordenador do Procon, Dorival Dias. Ele diz que a minoria dos estabelecimentos aceita o produto. "Precisamos resolver isso já."
A reportagem apurou que o comércio de Maringá está dividido. Nas lojas de material elétrico pesquisadas, a maioria recolhe as lâmpadas queimadas. Uma delas exige a nota fiscal e a outra só recolhe a lâmpada queimada se o cliente comprar uma nova. Devolver as pilhas e baterias gastas é mais fácil, já que o consumidor não precisa comprovar onde comprou o produto. Nos cinco supermercados pesquisados, somente em um não há caixa coletora.
Os equipamentos de informática, baterias e celulares já sem serventia não precisam ir para o lixo ou ficarem esquecidos no fundo da gaveta. Todos foram aceitos em cinco, de dez lojas consultadas por telefone. Segundo o coordenador do Procon, não basta o lojista aceitar o produto, ele precisa dar destino correto ao material. "As lojas que consertam aparelhos estão com os depósitos lotados de peças porque quando o cliente ouve o valor do conserto, abandona o aparelho e vai na loja comprar um novo."
O professor e técnico do Programa Pró-Resíduos da Universidade Estadual de Maringá (UEM), João Luis Veríssimo, aconselha o consumidor a pesquisar se o fabricante é preocupado com o meio ambiente e se vai aceitar o material usado. Outra sugestão é prolongar a vida útil dos celulares e computadores. "As pessoas devem cuidar bem de seus produtos e aprender a evitar os constantes apelos de troca."
Quando a troca é indispensável e o aparelho ainda estiver funcionando, uma boa alternativa é doar o equipamento. "O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as consequências que seus bens causam ao ambiente."
A alta concentração de metais pesados nos equipamentos digitais os transformam em um problema ambiental. Veríssimo explica que, além da contaminação de solos, rios e lençóis subterrâneos, há danos para os organismos e para a fauna e flora. "Só para ter uma ideia, 40% do chumbo descartado irregularmente vem de computadores e televisores."
Fonte: O Diário de Maringá
"Queremos saber o que os comerciantes estão fazendo, se estão recolhendo e qual destino dão aos materiais", afirma o coordenador do Procon, Dorival Dias. Ele diz que a minoria dos estabelecimentos aceita o produto. "Precisamos resolver isso já."
A reportagem apurou que o comércio de Maringá está dividido. Nas lojas de material elétrico pesquisadas, a maioria recolhe as lâmpadas queimadas. Uma delas exige a nota fiscal e a outra só recolhe a lâmpada queimada se o cliente comprar uma nova. Devolver as pilhas e baterias gastas é mais fácil, já que o consumidor não precisa comprovar onde comprou o produto. Nos cinco supermercados pesquisados, somente em um não há caixa coletora.
Os equipamentos de informática, baterias e celulares já sem serventia não precisam ir para o lixo ou ficarem esquecidos no fundo da gaveta. Todos foram aceitos em cinco, de dez lojas consultadas por telefone. Segundo o coordenador do Procon, não basta o lojista aceitar o produto, ele precisa dar destino correto ao material. "As lojas que consertam aparelhos estão com os depósitos lotados de peças porque quando o cliente ouve o valor do conserto, abandona o aparelho e vai na loja comprar um novo."
O professor e técnico do Programa Pró-Resíduos da Universidade Estadual de Maringá (UEM), João Luis Veríssimo, aconselha o consumidor a pesquisar se o fabricante é preocupado com o meio ambiente e se vai aceitar o material usado. Outra sugestão é prolongar a vida útil dos celulares e computadores. "As pessoas devem cuidar bem de seus produtos e aprender a evitar os constantes apelos de troca."
Quando a troca é indispensável e o aparelho ainda estiver funcionando, uma boa alternativa é doar o equipamento. "O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as consequências que seus bens causam ao ambiente."
A alta concentração de metais pesados nos equipamentos digitais os transformam em um problema ambiental. Veríssimo explica que, além da contaminação de solos, rios e lençóis subterrâneos, há danos para os organismos e para a fauna e flora. "Só para ter uma ideia, 40% do chumbo descartado irregularmente vem de computadores e televisores."
Fonte: O Diário de Maringá
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