Começou dia 9 de julho, obra de dragagem e aprofundamento do Porto de São Francisclo do Sul, em Santa Catarina.
A Secretaria de Portos (SEP) faz a obra, que está incluída no Programa Nacional de Dragagem (PND), com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O Porto de São Francisco do Sul, situado na Baía da Babitonga, é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias do Sul do Brasil.
Segundo apurou Carta de Logística, o consórcio Van Oord-Boskalis, venceu a licitação pelo valor de R$ 97,9 Milhões.
De acordo com o projeto, o porto passará pelo processo de dragagem (retirada de sedimentos) e derrocagem (retirada de pedras). Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Atualmente o porto opera com 12 metros.
Dois grandes equipamentos serão utilizados na execução dos trabalhos: a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna (fará a dragagem do canal externo e interno, em 6 meses), e a Hippopotes, de 1.600 KW - irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase, em aproximadamente 7 meses de obra.
Fonte: Carta Capital
A Secretaria de Portos (SEP) faz a obra, que está incluída no Programa Nacional de Dragagem (PND), com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O Porto de São Francisco do Sul, situado na Baía da Babitonga, é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias do Sul do Brasil.
Segundo apurou Carta de Logística, o consórcio Van Oord-Boskalis, venceu a licitação pelo valor de R$ 97,9 Milhões.
De acordo com o projeto, o porto passará pelo processo de dragagem (retirada de sedimentos) e derrocagem (retirada de pedras). Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Atualmente o porto opera com 12 metros.
Dois grandes equipamentos serão utilizados na execução dos trabalhos: a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna (fará a dragagem do canal externo e interno, em 6 meses), e a Hippopotes, de 1.600 KW - irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase, em aproximadamente 7 meses de obra.
Fonte: Carta Capital
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