Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária divulgou taxa de inspeção em tabela atualizada de preços de serviços prestados. De acordo com a superintendência da companhia, cobrança estava já estava prevista para 2004...
A empresa aeroportuária Infraero divulgou a tabela atualizada de custos de serviços prestados, dentre eles, o valor do “visita à carga”. Tal taxa tem sido bastante questionada por empresários do setor logístico. De acordo com a superintendência da Infraero em Brasília, a cobrança já estava prevista para 2004, mas por diversos imprevistos não vinha sendo cobrada em alguns aeroportos desde então.
Quando os volumes chegam às dependências da Infraero, é emitido um documento chamado Mantra (Manifesto de Trânsito Aduaneiro e Armazenamento). Tal sistema permite aos importadores e representantes acompanharem o andamento das cargas até o momento da liberação. No Mantra, são apresentados códigos que indicam a probabilidade da existência de prejuízos e perdas nas cargas importadas, tornando-se necessária a verificação. Com isso, pode-se solicitar a visita à carga. A verificação só pode ser feita visualmente, e a Infraero não permite que os volumes sejam tocados.
Uma mesma carga pode ter a necessidade de ser vistoriada mais de uma vez, sendo que, a cada inspeção, será gerado um novo débito, criando assim uma dilatação na estimativa financeira da importadora. Devido à superlotação de cargas nos aeroportos do País, um pedido de vistoria pode demorar até dois meses para ser atendido.
“Como as empresas precisam de agilidade, elas acabam tirando a carga mesmo com algum tipo de avaria e arcam com o prejuízo. Mas é um risco porque todo o lote pode estar com problema”, comenta o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de São Paulo (Sindasp), Valdir Santos.
Fonte: Portal Transporta Brasil
A empresa aeroportuária Infraero divulgou a tabela atualizada de custos de serviços prestados, dentre eles, o valor do “visita à carga”. Tal taxa tem sido bastante questionada por empresários do setor logístico. De acordo com a superintendência da Infraero em Brasília, a cobrança já estava prevista para 2004, mas por diversos imprevistos não vinha sendo cobrada em alguns aeroportos desde então.
Quando os volumes chegam às dependências da Infraero, é emitido um documento chamado Mantra (Manifesto de Trânsito Aduaneiro e Armazenamento). Tal sistema permite aos importadores e representantes acompanharem o andamento das cargas até o momento da liberação. No Mantra, são apresentados códigos que indicam a probabilidade da existência de prejuízos e perdas nas cargas importadas, tornando-se necessária a verificação. Com isso, pode-se solicitar a visita à carga. A verificação só pode ser feita visualmente, e a Infraero não permite que os volumes sejam tocados.
Uma mesma carga pode ter a necessidade de ser vistoriada mais de uma vez, sendo que, a cada inspeção, será gerado um novo débito, criando assim uma dilatação na estimativa financeira da importadora. Devido à superlotação de cargas nos aeroportos do País, um pedido de vistoria pode demorar até dois meses para ser atendido.
“Como as empresas precisam de agilidade, elas acabam tirando a carga mesmo com algum tipo de avaria e arcam com o prejuízo. Mas é um risco porque todo o lote pode estar com problema”, comenta o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de São Paulo (Sindasp), Valdir Santos.
Fonte: Portal Transporta Brasil
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