O professor do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da USP, André Bergsten Mendes, fez ontem, em Brasília, uma apresentação para os servidores da ANTAQ sobre o projeto “Avaliação da Competitividade da hidrovia Tapajós-Teles Pires”.O projeto, que está sendo desenvolvido com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), é fruto de convênio assinado no final do ano passado pela ANTAQ e pela universidade. A conclusão do estudo está prevista para abril de 2011.
“O objetivo é fazer a configuração da via, pensando no melhor retorno de transporte na sua área de influência”, resume o coordenador do estudo, André Bergsten Mendes. O professor explicou que o levantamento “deve redundar numa noção clara das intervenções e para o que elas serão feitas, as quais estarão associadas variáveis como custos, duração das obras etc.”
Nesta primeira etapa, os pesquisadores da USP estão realizando o levantamento das diversas modalidades de intervenções nos dois rios e formatando o modelo de avaliação da competitividade da hidrovia.
Para o superintendente de Navegação Interior da ANTAQ, Alex Oliva, esse estudo “é uma reivindicação antiga do setor hidroviário, em razão do grande potencial da hidrovia Tapajós-Teles Pires para o escoamento da produção do centro-norte e, consequentemente, para a logística de transporte do país”.
Alex Oliva vê muitas vantagens no transporte por rios: “O uso do transporte hidroviário é a melhor maneira para escoar a produção de grãos da Região Centro-Oeste. “É mais barato transportar mercadorias pelos rios do que pelos outros modais”, aponta.
E acrescenta: “É preciso ter a consciência de que investir em hidrovia é defender o meio ambiente. Para ter hidrovia, precisamos de nascentes, das matas ciliares. Somos os maiores defensores do meio ambiente”.
Segundo informações do Fundo Setorial Aquaviário de Ciência e Tecnologia, onde os recursos estão alocados, já foram consumidos R$ 158 mil de um total R$ 404 mil destinados ao projeto.
Matéria na íntegra em: http://www.agenciat1.com.br/1670-estudo-avalia-modelo-para-implantacao-da-hidrovia-tapajos-teles-pires/
Fonte: Agência T1
“O objetivo é fazer a configuração da via, pensando no melhor retorno de transporte na sua área de influência”, resume o coordenador do estudo, André Bergsten Mendes. O professor explicou que o levantamento “deve redundar numa noção clara das intervenções e para o que elas serão feitas, as quais estarão associadas variáveis como custos, duração das obras etc.”
Nesta primeira etapa, os pesquisadores da USP estão realizando o levantamento das diversas modalidades de intervenções nos dois rios e formatando o modelo de avaliação da competitividade da hidrovia.
Para o superintendente de Navegação Interior da ANTAQ, Alex Oliva, esse estudo “é uma reivindicação antiga do setor hidroviário, em razão do grande potencial da hidrovia Tapajós-Teles Pires para o escoamento da produção do centro-norte e, consequentemente, para a logística de transporte do país”.
Alex Oliva vê muitas vantagens no transporte por rios: “O uso do transporte hidroviário é a melhor maneira para escoar a produção de grãos da Região Centro-Oeste. “É mais barato transportar mercadorias pelos rios do que pelos outros modais”, aponta.
E acrescenta: “É preciso ter a consciência de que investir em hidrovia é defender o meio ambiente. Para ter hidrovia, precisamos de nascentes, das matas ciliares. Somos os maiores defensores do meio ambiente”.
Segundo informações do Fundo Setorial Aquaviário de Ciência e Tecnologia, onde os recursos estão alocados, já foram consumidos R$ 158 mil de um total R$ 404 mil destinados ao projeto.
Matéria na íntegra em: http://www.agenciat1.com.br/1670-estudo-avalia-modelo-para-implantacao-da-hidrovia-tapajos-teles-pires/
Fonte: Agência T1
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