MRS Logística termina outubro com recorde de produção

Ao todo, foram 13,47 milhões de toneladas transportadas. Já no acumulado do ano, o total produzido chega a 119,6 milhões de toneladas ...

A concessionária da malha ferroviária sudeste, a MRS Logística, fechou o mês de outubro com 13,47 milhões de toneladas transportadas. Este resultado passa a ser o maior já alcançado pela companhia, passando o acumulado de setembro de 2009, quando transportado chegou a 13,2 milhões de toneladas movimentadas. No acumulado do ano, o total produzido chega a 119,6 milhões de toneladas, o que, até o momento, significa um aumento de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Além do bom resultado obtido em outubro, a MRS chega ao sexto mês consecutivo com a média de produção diária superior a 400 mil toneladas, marca jamais alcançada pela Empresa anteriormente.
“A melhor notícia é que tivemos volumes robustos em todas as carteiras. Isto é muito importante e mostra o momento de estabilidade que vivemos. Carga existe e existia, mas alguns de nossos processos operacionais estavam em desacordo com as necessidades dos nossos clientes. Houve integração entre MRS e clientes, importantes investimentos e mudanças nos procedimentos. O resultado não poderia ser outro”, comenta o diretor comercial da MRS, Carlos Waack.

Fonte: Portal Transporta Brasil

White goat - Máquina que recicla papel transformando aparas em rolos de papel higiênico

Matéria postada pela Professora Patrícia Guarnieri em seu site Logística Reversa e Sustentabilidade.

Imaginem uma máquina na qual você coloca os resíduos, ela realiza a reciclagem e gera um produto novo, prontinho para ser usado... Seria um sonho não?! Mas esta máquina já existe, é mais uma novidade tecnológica dos japoneses. Ela produz rolos de papel higiênico através de aparas de papel gráfico. Muito interessante. Confiram!!
A White Goat é uma criação da empresa japonesa Oriental Co, que basicamente serve para reciclar folhas de papel e convertê-las em rolos de papel higiênico, tudo isso de forma completamente automatizada.O usuário só tem que introduzir as folhas de papel usadas e apertar um botão para obter seu rolo de papel higiênico recém criado.
O funcionamento é muito simples e a White Goat se encarrega de tudo. Somente há que introduzir 40 folhas de papel na máquina que as tritura para seguidamente criar com elas uma massa de papel que finalmente passa por um secador, é cortada e enrolada;
Pronto, após 30 minutos, que é o quanto dura o processo, já teríamos nosso rolo de papel higiênico reciclado;
Segundo a Oriental Co, produzir cada rolo de papel sai aproximadamente por 11 centavos de dólar; Eles só esqueceram de verificar a viabilidade econômica do investimento:
Supondo-se 8 horas/dia=480 minutos/30 minutos para produzir cada rolo = 16 rolos por dia X 0.11 centavos = U$1,76 X 1,73 = R$3,04. O custo do equipamento é U$100 mil.
Ou seja o retorno do investimento levará uma eternidade. Seria realmente um sonho, se além de ser uma solução inovadora, fosse mais produtiva, agregasse maior valor ao produto e fosse mais barata!
Imaginem quantos rolos deverão ser produzidos para conseguir ter o retorno do investimento?!

Assistam o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=i51zo3LA70U&feature=player_embedded

Fonte: http://www.mdig.com.br

Novo livro sobre Logística Reversa - Logística Reversa como Solução para o Problema do Lixo Eletrônico: Benefícios Ambientais e Financeiros

Recentemente foi lançado pela Editora Qualitymark mais um livro sobre Logística Reversa, o que é uma ótima notícia, tendo em vista a carência que temos atualmente de materiais na língua portuguesa nesta área.
O livro trata especificamente da logística reversa do lixo eletrônico, que tem aumentado vertiginosamente devido as crescentes inovações tecnológicas e maior descartabilidade dos produtos em consequência de um menor ciclo de vida.
Hoje, trocamos celulares, computadores, notebooks, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, como trocamos de roupa ou calçados, portanto, o lixo eletroeletrônico cresce proporcionalmente e temos que encontrar soluções para este problema que causa impactos muito sérios ao meio ambiente e à saúde humana.
Os resíduos eletroeletrônicos contém metais pesados que causam diversos danos à saúde por isso não devem ser descartados em aterros sanitários e lixões, além disso há possibilidades reais de ganhos financeiros e ambientais com a exploração da logística reversa deste tipo de resíduos, pois os metais pesados e preciosos que contém tem um interessante valor de mercado.
E é justamente isso que poderão perceber no livro: Logística Reversa como Solução para o Problema do Lixo Eletrônico: Benefícios Ambientais e Financeiros, de autoria de Eduardo Miguez, publicado em Outubro/2010, editora Qualitymark.Além disso o autor apresenta estudos de caso de empresas que realizam a logística reversa dos resíduos eletroeletrônicos, que demonstram aplicações reais da logística reversa agregando benefícios ambientais e financeiros às empresas que a adotam.

Postado no Blog Logística Reversa e Sustentabilidade

Errata matéria sobre indústria de vagões

Nesta terça-feira, 16, o Portal Webtranspo publicou uma matéria sobre as perspectivas da indústria de vagões brasileira para os próximos dois anos, reportagem esta que nós repassamos para nossos leitores!
Diferentemente do que foi relatado no texto, as fabricantes produzirão oito mil vagões até 2012, conforme relatou Rodrigo Vilaça, diretor executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários), e não 100 mil como o exposto na matéria.

Agradecemos a compreensão de todos!

Fonte: WebTranspo


Rigesa inova em embalagem para frutas e legumes

Fundo da caixa já chega ao cliente colado, gerando agilidade na montagem...
A Rigesa, uma das líderes do segmento de embalagens no Brasil, acaba de apresentar um novo conceito em embalagem especialmente desenvolvida para o segmento de FLV, acondicionando perfeitamente produtos como pimentão, mandioquinha e maracujá. Entre os benefícios da embalagem estão a agilidade na montagem, a otimização do espaço de armazenamento das caixas, e a resistência ao empilhamento, umidade e choques externos, contribuindo para a redução de perdas durante o acondicionamento e transporte do produto.
O cliente recebe as embalagens com o fundo colado, o que facilita a montagem manual e agiliza o processo de embalamento, diz Vanessa Ushikoshi, especialista de desenvolvimento de negócios da Rigesa. Esta nova embalagem é ideal para os setores atacadistas, mas também pode ser utilizada no varejo, como é o caso de supermercados, garantindo perfeitas condições de higiene, conclui Vanessa.
A nova embalagem pode ser adquirida no Caixa Pronta Rigesa, loja exclusiva da empresa em São Paulo, que comercializa embalagens padrão em qualquer quantidade.
SOBRE O CAIXA PRONTA
O Caixa Pronta Rigesa é uma loja de embalagens para frutas, legumes e verduras. Localizado próximo à CEAGESP, em São Paulo, o Caixa Pronta Rigesa disponibiliza, inclusive para produtores de pequeno e médio portes, caixas de papelão ondulado em pronta entrega, já montadas e na quantidade desejada pelo cliente.
Dentro desse novo conceito de fornecimento de embalagens, após o descarregamento do produto na CEAGESP, o produtor se dirige ao Caixa Pronta Rigesaâ e carrega a quantidade de embalagens que precisa, já devidamente montadas no próprio local.
Informações adicionais pelo telefone (11) 3644 9990 .
SOBRE A RIGESA
Rigesa, Celulose, Papel e Embalagens Ltda é uma subsidiária do grupo norte-americano MeadWestvaco Corporation e opera no Brasil desde 1942 com duas fábricas de papel, quatro fábricas de embalagens de papelão ondulado e uma fábrica de embalagens de papelcartão, fornecendo embalagens para empresas dos segmentos alimentício, frutas in natura, limpeza, cosméticos, saúde, produtos químicos, eletroeletrônicos e têxtil. Com sede em Campinas, SP, possui 54 mil hectares de terras plantadas certificadas pelo Cerflor – Programa Brasileiro de Certificação Florestal – e 19 escritórios comerciais distribuídos pelo País. Emprega 2.500 funcionários e ocupa o segundo lugar no mercado de papelão ondulado no Brasil. Saiba mais em http://www.rigesa.com.br
SOBRE A MWV
A MeadWestvaco Corporation (NYSE: MWV) fornece soluções em embalagens para as marcas mais admiradas do mundo de saúde, higiene e beleza pessoal, alimentos, bebidas, mídia e entretenimento, casa & jardim, materiais de escritório e produtos químicos especiais. Com 23 mil funcionários no mundo, a MWV opera em 30 países e tem clientes em mais de 100 nações. A MWV gerencia as suas áreas florestais conforme padrões de certificação internacionalmente reconhecidos, e foi indicada para o Índice Dow Jones de Sustentabilidade pelo 7º ano consecutivo. Saiba mais em http://www.mwv.com

Fonte: NewsComex - Comércio Exterior e Logística

Transpon - A Maneira mais fácil e pratica de encontrar cargas e veículos

Maiores informações: http://www.transpon.com

Antonina se prepara para o futuro

Porto pode receber um novo estaleiro naval ...
O Porto de Antonina está se preparando estruturalmente para o futuro. Nesta semana, a Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) recebeu um documento de estudo que atesta a viabilidade técnica e econômica da instalação de um estaleiro naval e de uma fábrica de tancagens no local.
De acordo com a superintendência do porto, a intenção é adequar as instalações para atender toda a demanda portuária existente hoje em serviços desta natureza, além de atender às demandas futuras com a exploração do pré-sal.
“Já identificamos a vocação de Antonina para receber indústrias de reparos navais. É importante ressaltar que este é o primeiro estudo que recebemos aqui na Appa. Trata-se de uma forma mais transparente de fazer arrendamentos na área do Porto, seguindo as normas e determinações da Antaq”, observou Mário Lobo Filho, superintendente dos Portos do Paraná.
Paulo Rocha, diretor do Porto de Antonina, afirma que a instalação de uma indústria metal mecânica atende de maneira favorável às demandas do porto. “Temos localização estratégica e áreas ociosas para receber este tipo de empreendimento. Além disso, trata-se de uma atividade completamente limpa, sem impactos ambientais”, destacou.
Segundo o executivo, a instalação da empresa servirá, também, para incrementar o número de empregados na cidade. Rocha explicou que a expectativa é que sejam gerados 250 empregos diretos e outros 250 indiretos em Antonina.

Fonte: WebTranspo / Revista Grandes Construções

Portos do Paraná ampliam operações

Volume de carga supera o obtido no ano passado...
Em apenas dez meses, os portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, já contabilizaram um volume de cargas superior ao obtido em todo o ano passado. Segundo informações da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), de janeiro a outubro, 32,6 milhões de toneladas de mercadorias foram movimentadas, um incremento de 4,42% em relação aos 31,2 milhões de toneladas do ano de 2009.
Comparando com os dez primeiros meses do ano passado, o volume é 20% maior. De janeiro até outubro de 2009, foram transportadas 27,16 milhões de toneladas de mercadorias.
“Nossa expectativa é que a movimentação de mercadorias chegue bem próxima ou supere o recorde registrado no ano de 2007, quando movimentamos 38 milhões de toneladas de mercadorias”, garante Mario Lobo Filho, superintendente da Appa.
Exportações
Entre os produtos mais movimentados, a carga geral é um dos destaques com incremento de 21% no volume de mercadorias. Conforme anunciado, a exportação do açúcar ensacado foi um dos responsáveis por aumentar este índice. Até outubro, o total de embarques foi 52% maior em comparação com o mesmo período do ano passado.
Já os granéis sólidos registraram aumento de 22% na movimentação, com destaque para a remessa de milho. No ano, foram 2,54 milhões de toneladas exportadas do produto, contra 1,55 milhão de toneladas no mesmo período de 2009, um aumento de 64%.
Importações
Em relação aos produtos desembarcados nos complexos paranaenses, a movimentação de fertilizantes registrou uma alta de 43% e fechou o mês de outubro com a importação de 4,93 milhões de toneladas.
Já a importação de sal passou de 106,1 mil toneladas – no acumulado de 2009 - para 162,6 mil toneladas este ano, uma ampliação de 53% no volume movimentado.

Fonte: Revista Grandes Construções

EIF investe para colocar suas locomotivas nos trilhos

Fabricante nacional aplica R$ 7 milhões para ampliar a produção e já prevê aporte de mais R$ 14 milhões...
Os empresários Carlos Braconi e João Gemma, sócios da EIF, resolveram aproveitar o clima de anúncio de investimentos no setor ferroviário, tanto pelo setor público como o privado, e investir na companhia. Com um aporte de R$ 7 milhões, eles transferiram a empresa de Paulínia (interior de São Paulo) para Três Rios (interior do Rio). A mudança aconteceu no ano passado e não foi apenas física. De prestadora de serviços de manutenção, a EIF transformou-se na única fabricante de locomotivas brasileira.
“Mudamos exatamente para começar a fabricar locomotivas e equipamentos ferroviários”, conta Carlos Braconi. O quadro de funcionários subiu de 30 pessoas para 250. Desses, 150 trabalham na manutenção de parte dos 22 mil vagões da Estrada de Ferro Vitória-Minas, da mineradora Vale. Outros 30 fazem manutenção na MRS Logística. “Na fábrica, ficam 70 funcionários.”
A empresa começou importando locomotivas dos Estados Unidos, equipamentos com potência de 3.000 HP. Fazia a reforma e as revendia. “De 2001 para cá, refizemos 150 locomotivas desse porte”, lembra Braconi. O passo seguinte foi entrar no nicho de locomotivas menores, de baixa e média potência, já que o mercado demandava a renovação da frota.
A EIF já entregou uma unidade para a fábrica de cimento da CSN e tem mais duas para a mesma cliente em produção. Com o aquecimento das encomendas, Braconi diz que a companhia resolveu antecipar os investimentos. Assim, está aplicando mais R$ 14 milhões para ampliar a produção. Com esses recursos, o empresário estima que terá capacidade para fabricar de 15 a 20 locomotivas. Segundo o empresário, o preço de uma máquina de 1.000 HP de potência varia de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões.
Histórico
Carlos Braconi conta que, até 1986, o País tinha três fabricantes de locomotivas. “Com a derrocada do setor, elas fecharam.” Mais recentemente, as ferrovias passaram a ser concedidas aos operadores privados, como ALL e MRS, num movimento de recuperação que levou cerca de cinco anos. Num segundo momento, os usuários passaram a comprar locomotivas usadas dos EUA. “Isso alavancou os negócios de fornecedores de componente e prestadores de serviços”, conta o empresário.
“O mercado cresceu e, recentemente, as empresas além de comprar usadas estão demandando novas unidades.” A GE Transportes Ferroviários, subsidiária da multinacional GE, acaba de fechar um contrato para fornecer 115 locomotivas para MRS, todas produzidas no Brasil.
A EIF produz equipamentos com potência de 700 HP e 1.500 HP, resultado de uma parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Agora, passará a fabricar locomotivas de 2.000 HP, fruto de uma parceria com a empresa norte-americana Global Locomotive, com duas dimensões de bitola. “Estamos pensando em entrar no mercado de ‘short-line’”, afirma Braconi, explicando que é um segmento comum nos EUA, mas ainda inexplorado no Brasil. “Elas não operam os troncos principais, apenas os ramais entre um tronco e outro. Essas linhas interligam as ferrovias principais.”

Fonte: Revista Grandes Construções / Ig

Modal Ferroviário - Novos Vagões no pátio em Hortolândia - SP

Segue algumas fotos tiradas pelo amigo Wilson Vieira, em Hortolândia - SP. Sucesso aí Wilson!!!






Equipe Infologis